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Q656110 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

O que levaria, segundo o texto, aos astrônomos, aí sim, afirmarem se tratar de um outro planeta:
Alternativas
Q656109 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

O texto leva o leitor, também, a vagar pelo tempo, assim sendo, a passagem que remete ao futuro é:
Alternativas
Q656108 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

Com a existência de um segundo Sol, a famosa frase de parachoque de caminhão seria assim: “Dirigido por mim, guiado pelos deuses”, e isso quer dizer:
Alternativas
Q656107 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

Mudando o ambiente, a vida se transformaria na Terra com dois Sóis, assim sendo: 
Alternativas
Q656106 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

A passagem de um corpo celeste a, pelo menos, 300 milhões de quilômetros da Terra traria como conseqüência: 
Alternativas
Q656105 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

Um segundo Sol, apesar de brilhar 8 vezes menos que o principal, causaria na Terra:
Alternativas
Q656104 Português

                                              TEXTO I 

E se existissem dois Sóis?

     

Segundo Nando Reis, um segundo Sol derrubaria, com assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Mas os astrônomos da vida real diriam algo menos enigmático: que isso é algo até comum. Boa parte dos outros sistemas planetários tem uma estrela a mais. Geralmente é uma menor, que fica girando em torno da principal junto com os planetas. Por aqui, isso só aconteceria se uma estrela que estivesse vagando pelo espaço entrasse no sistema solar.

     

Se você estiver aqui no dia em que esse segundo Sol chegar, a primeira coisa é torcer para que ele não chegue muito perto. Nem pelo calor. Mas pelo frio. É que tem o seguinte: uma estrela do tamanho do Sol possui um campo gravitacional 2800 vezes mais poderoso que o da Terra. É tanto que, se um astro assim passar a 300 milhões de quilômetros daqui, a gravidade dele acelerará o planeta. E isso é um problema: se a Terra correr rápido demais, ela acaba desgarrando do Sol. Poderíamos acabar lançados para fora do sistema solar. E o clima por aqui seria uma noite eterna a menos de 200º C negativos. Mas, se o segundo Sol estacionar um pouco mais longe, ficaremos em paz. E ele aparecerá 8 vezes menos brilhante que o primeiro. Pouco, mas o suficiente para que não anoiteça em certos meses do ano: enquanto um sol estiver se pondo, o outro já terá nascido.

     

Como o balé das órbitas é complexo, em outras épocas do ano veríamos os dois Sóis nascer e se pôr juntos. Só aí haveria a noite. Mas estamos falando aqui de um segundo Sol meia-boca — distante e com pouco brilho. Só que não fica nisso, existe outra possibilidade: a de um sistema solar com dois Sóis no meio. O céu nem mudaria tanto. Mas aqui as coisas seriam tão diferentes que, aí sim, os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Digo, planeta.

                                               In: revista Superinteressante. ed. 276. Mar/2010 

A possibilidade da existência de dois Sóis faria:  
Alternativas
Q656103 Medicina
Quanto aos tumores cutâneos malignos, é correto afirmar que o (a):
Alternativas
Q656102 Medicina
Quanto à Leishmaniose tegumentar, é correto afirmar que:
Alternativas
Q656101 Medicina
Sobre Buloses é correto afirmar que:
Alternativas
Q656100 Medicina
Em relação às doenças paraneoplásicas é correto afirmar que:
Alternativas
Q656099 Medicina
Sobre prurigos e pruridos, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q656098 Medicina
Em relação aos Linfomas afirma-se que:
Alternativas
Q656097 Medicina
Em relação às piodermites, é correto afirmar que:
Alternativas
Q656096 Medicina
Dentre as afirmativas abaixo, está correta:
Alternativas
Q656095 Medicina
. Em relação às queratodermias é correto afirmar que:
Alternativas
Q656094 Medicina
Sobre a Dermatite atópica é correto afirmar que:
Alternativas
Q656093 Medicina
Em relação às farmacodermias, é correto afirmar que:
Alternativas
Q656092 Medicina
Após o veraneio em Salinas-PA, Joana traz seu filho Alex, de 14 anos para consulta médica. Ao exame, apresenta lesões eritemato-papulosas e lesões eritematosas lineares serpiginosas na região glútea. Refere prurido intenso. O diagnóstico e etiologia são respectivamente:
Alternativas
Q656091 Medicina
Quanto às dermatoviroses, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1001: C
1002: B
1003: D
1004: A
1005: B
1006: C
1007: D
1008: E
1009: D
1010: E
1011: C
1012: E
1013: B
1014: B
1015: A
1016: B
1017: D
1018: C
1019: C
1020: C