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Q4411626 História

Em relação à crise do regime democrático no Brasil, ao subsequente período do regime militar e à redemocratização, julgue o item a seguir.


Nos anos finais do regime militar, o sistema partidário brasileiro foi reorganizado, o que permitiu o surgimento de novos partidos políticos.

Alternativas
Q4411625 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho “Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros” (terceiro parágrafo), a flexão de plural no substantivo “quilômetros” justifica-se pela concordância que ele estabelece com o termo “mais”.

Alternativas
Q4411624 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No segundo parágrafo, a palavra “simultâneas” tem o mesmo sentido de concomitantes.

Alternativas
Q4411623 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o trecho “da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná” (terceiro parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: desde a nascente em Salesópolis (SP) até a foz no rio Paraná.

Alternativas
Q4411622 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho ‘Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso’ (quarto parágrafo), a conjunção ‘e’ está empregada com sentido de oposição, contraste. 

Alternativas
Q4411621 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No período “O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação.” (primeiro parágrafo), a substituição do vocábulo “plenamente” por amplamente manteria o sentido original do texto.

Alternativas
Q4411620 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


Depreende-se da leitura do texto que o esgoto nos grandes centros urbanos é a principal causa da contaminação do rio Tietê.

Alternativas
Q4411619 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho “foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados” (terceiro parágrafo), a locução verbal “foram identificados” poderia ser substituída por identificou-se, sem prejuízo da correção gramatical do texto.

Alternativas
Q4411618 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


De acordo com as informações veiculadas no texto, é correto afirmar que a proteção de áreas naturais, embora auxilie a preservação dos recursos hídricos, não impede completamente os efeitos de atividades humanas realizadas em seu entorno.

Alternativas
Q4411617 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade” (segundo parágrafo), a oração “em que o transporte público é prioridade” caracteriza as cidades mencionadas e restringe seu sentido. 

Alternativas
Q4411616 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “o que deixou as vias públicas sobrecarregadas” (primeiro parágrafo), o termo “sobrecarregadas” poderia ser deslocado para imediatamente após “deixou”, sem alteração dos sentidos e das relações sintáticas originalmente estabelecidas.

Alternativas
Q4411615 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita” (segundo parágrafo), a conjunção “enquanto” estabelece uma relação temporal entre a situação do transporte público no Brasil e a de outros países.

Alternativas
Q4411614 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O autor do texto sustenta que o aumento do número de veículos particulares contribuiu para o agravamento dos problemas de mobilidade urbana no Brasil, bem como critica a insuficiência de iniciativas governamentais de valorização do transporte público.

Alternativas
Q4411613 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O texto caracteriza-se como predominantemente narrativo, o que se evidencia pela sequência de acontecimentos relacionados ao desenvolvimento do transporte urbano e à ampliação do número de veículos particulares

Alternativas
Q4411612 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público” (primeiro parágrafo), a substituição das formas verbais “houve” e “havendo” por existiu e existindo, respectivamente, preservaria a correção gramatical e o sentido do texto.

Alternativas
Q870105 Veterinária

A respeito da prevenção e do controle da anemia infecciosa equina (AIE), julgue o item subsequente.

A propriedade será considerada controlada para AIE quando todos os equídeos da área apresentarem resultados negativos nos exames diagnósticos para AIE, em dois exames consecutivos realizados dentro de um intervalo de trinta a sessenta dias e, ainda, repetidos no mínimo uma vez a cada seis meses.

Alternativas
Q870104 Veterinária

A respeito da prevenção e do controle da anemia infecciosa equina (AIE), julgue o item subsequente.

A marcação permanente dos equídeos portadores da AIE deverá ser realizada por meio da aplicação de ferro candente na paleta do lado esquerdo, com a letra P contida em um círculo de oito centímetros de diâmetro seguido da sigla do estado (UF) da propriedade que apresenta o foco da doença.

Alternativas
Q870103 Veterinária

A respeito da prevenção e do controle da anemia infecciosa equina (AIE), julgue o item subsequente.

Havendo detecção de foco de AIE, as medidas a serem adotadas após a identificação do equídeo portador da doença incluem a interdição da propriedade, a marcação permanente do animal e o sacrifício ou o isolamento do equídeo.

Alternativas
Q870102 Veterinária

A respeito da prevenção e do controle da anemia infecciosa equina (AIE), julgue o item subsequente.

O diagnóstico da AIE é realizado por meio da prova sorológica de imunodifusão em gel de ágar (IDGA).

Alternativas
Q870101 Veterinária

A respeito da prevenção e do controle da anemia infecciosa equina (AIE), julgue o item subsequente.

A desinterdição de propriedade com foco de AIE ocorrerá somente após todos os equídeos existentes na propriedade terem sido submetidos, em um intervalo de trinta dias, à realização de seis exames consecutivos cujos resultados tenham sido negativos para AIE.

Alternativas
Respostas
161: C
162: E
163: C
164: C
165: C
166: E
167: E
168: E
169: C
170: C
171: C
172: E
173: C
174: E
175: E
176: C
177: E
178: C
179: C
180: E