Questões Militares
Para pm-df
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Anfotericina B é o fármaco de primeira escolha para o tratamento dessa forma de apresentação da enfermidade.
Linfoma, mieloma múltiplo, esquistossomose e doença de Chagas na forma aguda são possíveis diagnósticos diferenciais a serem contemplados nessa situação clínica.
A realização da hepatimetria é uma medida pouco eficaz, uma vez que já se tinha palpado o fígado a 8 cm do rebordo costal.
O estudo das proteínas séricas mostra haver uma inversão da relação albumina/globulina.
A ausência de eosinófilos é fato pouco encontradiço na enfermidade descrita.
Procedimentos odontológicos, cistoscopia e drenagem de abscessos são circunstâncias futuras que demandam a necessidade de se prescrever antibioticoprofilaxia.
No caso da prescrição de tratamento empírico, uma possibilidade é o emprego de betalactâmico associado a aminoglicosídeo.
Eventos embólicos dirigidos ao pulmão constituem um provável mecanismo da tosse crônica encontrada no paciente.
Hemoculturas realizadas nesses casos mostram o Sthaphilococcus epidermitis como a bactéria que mais freqüentemente causa o mal descrito.
A contagem de plaquetas demanda diagnóstico diferencial com púrpura trombocitopênica e doença de Von Willebrand.
As alterações da série vermelha sanguínea podem ser interpretadas como decorrentes de anemia hipocrômica e microcítica.
O padrão da ausculta do sopro cardíaco é pouco encontrado nas comunicações interventriculares com orifício pequeno.
A síndrome de Brugada caracteriza-se por: coração estruturalmente normal; distúrbio de condução pelo ramo direito e elevação característica do segmento ST nas derivações precordiais direitas (V1 a V3); elevada incidência de síncope e(ou) morte súbita (geralmente por taquicardia/fibrilação ventricular).
A cirurgia de Blalock-Taussig tem sido a técnica corretiva de eleição na maioria das situações clínicas nas quais o diâmetro e o comprimento da artéria subclávia sejam adequados.
Para prevenção secundária de febre reumática e caso seja alérgica à penicilina, a paciente deverá receber sulfadiazina 1,0 g/dia, por via oral, que deve ser interrompida após a realização de procedimento cirúrgico corretivo de seu vício valvar.
Caso essa paciente necessite de uma colecistectomia, e não apresente alergia à penicilina, deverá submeter-se a antibioticoprofilaxia para endocardite infecciosa por meio do uso de ampicilina (2,0 g, via intravenosa) associada a gentamicina (1,5 mg/kg, via intravenosa), 30 min antes do procedimento cirúrgico, e 6 horas após o procedimento deve receber dose adicional de 1,0 g de ampicilina, via intravenosa.
As CIV pequenas muito raramente apresentam fechamento espontâneo nos primeiros 3 anos de vida.
Embora essa lesão cardíaca seja a mais freqüente em associação com alterações cromossômicas (como a trissomia 21, por exemplo), a grande maioria dos pacientes com CIV isolada não manifesta nenhuma alteração cromossômica ou gênica.
Após a instalação do quadro de choque cardiogênico em paciente com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST, a única modalidade de tratamento que causa alguma redução na mortalidade, com comprovação científica, é representada pelo uso de trombolíticos, especialmente o ativador do plasminogênio tecidual recombinante (Rtpa).
O principal mecanismo dessa emergência médica, em pacientes com infarto do miocárdio, é a falência ventricular esquerda associada a uma perda de cerca de 40% da massa ventricular contrátil.