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A negação da proposição “O concurso será regido por este edital e executado pelo CESPE/UnB” estará corretamente simbolizada na forma (¬A)^(¬B), isto é, “O concurso não será regido por este edital nem será executado pelo CESPE/UnB”.
A proposição “Se o produto das 3 idades for inferior a 50, então o filho não gêmeo será o mais velho dos 3” é falsa.
A proposição “Se um dos filhos tem 5 anos de idade, então ele não é um dos gêmeos” é verdadeira.
A proposição “As informações acima são suficientes para determinar-se completamente as idades dos filhos” é falsa.
A violência nas grandes cidades do mundo também expõe o consumismo desenfreado e as expectativas egoístas que se formam nas crianças e nos jovens, empurrados cedo para a obtenção de prazeres e bens a qualquer custo, até mesmo por meios ilícitos, o que gera insegurança no meio social em que vivem.
Roubos e furtos a bancos de pequenas cidades, fazendas e sítios rurais no Brasil, entre outros crimes, sugerem que há um fenômeno de interiorização da insegurança.
A crescente terceirização da segurança, a privatização dos serviços de defesa de casas e condomínios, entre outros meios crescentes de garantia de segurança em grandes cidades, tem-se mostrado um caminho promissor no campo da melhoria da segurança.
Métodos violentos e a mera repressão ostensiva não são suficientes para explicar as causas mais profundas da violência que amplia o sentimento de insegurança em grandes cidades do mundo.
As soluções para a insegurança presente em capitais como Londres, Paris ou Nova Iorque, que impedem o próprio direito de ir e vir dos cidadãos em seus espaços urbanos, são radicalmente diferentes das que podem ser utilizadas em capitais de países como o Brasil e seus vizinhos na América do Sul.
Os aspectos discutidos no encontro bilateral entre os presidentes Barack Obama e Luís Inácio Lula da Silva, em março de 2009, indicam que um dos caminhos para a saída da crise é um plano global, multilateral e cooperativo entre as economias dos hemisférios Norte e Sul.
Os países emergentes da Ásia, como a China e a Índia, não manifestam preocupações com a crise do capitalismo, pois seguem com índices de produção e ampliação expressiva dos seus mercados internos.
Infere-se do texto um quadro bastante pessimista para a economia inglesa.
O Japão, segunda economia do planeta, que já conheceu no passado momento recessivo, prepara-se para impacto duro da crise internacional sobre o seu crescimento.
O Brasil apresenta-se imune à crise, não tem seu PIB abalado pelo atual momento econômico mundial e tem sinais de elevado crescimento econômico para 2009.
A argumentação do texto defende que “Publicidade, por si só, no entanto, não muda conduta” (l.15-16) porque a linguagem publicitária se apoia em mentiras e ilusões.
No início do segundo parágrafo, as relações semânticas entre as orações permitem que, em lugar do sinal de ponto logo depois de “consumo” (l.13), sejam usados os dois-pontos, sem que se provoque com isso erro gramatical, desde que o termo “Mensagens” seja grafado com inicial minúscula.
A dupla possibilidade de complementos para o verbo enganar, com pronome reflexivo ou não, mantém o texto correto e coerente se o pronome for retirado de “Engana-se” (l.11).
Mantendo-se o respeito às regras gramaticais, é admitido, no desenvolvimento do texto, o uso do verbo “prevalecer” (l.9) em flexão de plural para concordar com “atmosferas” (l.8): prevalecerem.
A substituição das vírgulas que demarcam a expressão “sobretudo a partir dos anos cinquenta” (l.2-3) por parênteses preservaria a coerência das ideias e a correção gramatical do texto.
O desenvolvimento das ideias do texto mostra que a flexão de plural em “lhes” (l.17) deve-se ao fato de que esse pronome está substituindo “avanços” (l.16).