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Q922527 Português

TEXTO 2


                                Hino de Pernambuco


                          Coração do Brasil em teu seio

                          Corre o sangue de heróis – rubro veio

                          Que há de sempre o valor traduzir

                          És a fonte da vida e da história

                          Desse povo coberto de glória

                          O primeiro, talvez, no porvir


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!


                           Esses montes e vales e rios

                           Proclamando o valor de teus brios

                           Reproduzem batalhas cruéis

                           No presente és a guarda avançada

                           Sentinela indormida e sagrada

                           Que defende da Pátria os lauréis


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!

Trecho do Hino de Pernambuco. Letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano. Disponível em: https://www.letras.mus.br/hinos-de-estados/1655087/. Acesso em: 10/07/2018.

No Texto 2, as palavras “cruéis” e “lauréis” aparecem grafadas com acento agudo, em atendimento às normas ortográficas vigentes.


Para atender a essas normas, também se devem grafar com acento agudo as palavras: 

Alternativas
Q922526 Português

TEXTO 2


                                Hino de Pernambuco


                          Coração do Brasil em teu seio

                          Corre o sangue de heróis – rubro veio

                          Que há de sempre o valor traduzir

                          És a fonte da vida e da história

                          Desse povo coberto de glória

                          O primeiro, talvez, no porvir


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!


                           Esses montes e vales e rios

                           Proclamando o valor de teus brios

                           Reproduzem batalhas cruéis

                           No presente és a guarda avançada

                           Sentinela indormida e sagrada

                           Que defende da Pátria os lauréis


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!

Trecho do Hino de Pernambuco. Letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano. Disponível em: https://www.letras.mus.br/hinos-de-estados/1655087/. Acesso em: 10/07/2018.

Releia o seguinte trecho: “Sentinela indormida e sagrada / Que defende da Pátria os lauréis”.


No segundo verso, observe o cumprimento das normas de regência, apesar da ordem não canônica dos elementos. Se esse verso fosse alterado, em qual alternativa estaria preservada a coerência e seriam cumpridas as normas da regência verbal?

Alternativas
Q922525 Português

TEXTO 2


                                Hino de Pernambuco


                          Coração do Brasil em teu seio

                          Corre o sangue de heróis – rubro veio

                          Que há de sempre o valor traduzir

                          És a fonte da vida e da história

                          Desse povo coberto de glória

                          O primeiro, talvez, no porvir


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!


                           Esses montes e vales e rios

                           Proclamando o valor de teus brios

                           Reproduzem batalhas cruéis

                           No presente és a guarda avançada

                           Sentinela indormida e sagrada

                           Que defende da Pátria os lauréis


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!

Trecho do Hino de Pernambuco. Letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano. Disponível em: https://www.letras.mus.br/hinos-de-estados/1655087/. Acesso em: 10/07/2018.

O Texto 2 é bastante conhecido dos pernambucanos e, como é típico de textos do gênero em que ele se organiza, exalta aspectos culturais, geográficos e sócio-históricos de um determinado lugar.


No caso do Texto 2, há exaltação explícita:


1. à semelhança geográfica entre a cidade do Recife e Roma, a capital italiana.

2. à vegetação típica de Pernambuco, especialmente aos coqueirais do estado.

3. à coragem e ao espírito aguerrido de cidadãos da terra, que a defenderam em batalhas.

4. ao anseio por tornar-se nação independente do Brasil, característico do povo pernambucano.


Estão CORRETOS

Alternativas
Q922524 Português
Acerca dos sinais de pontuação empregados no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q922523 Português

O cumprimento das regras de concordância (nominal e verbal) atende às exigências estruturais de alguns gêneros mais formais, tanto da fala quanto da escrita.


Assinale a alternativa em que essas regras foram cumpridas.

Alternativas
Q922522 Português
Assinale a alternativa na qual o segmento destacado exerce uma função de adjetivo.
Alternativas
Q922521 Português

Analise as relações de sentido apresentadas a seguir.


1. A informação de que “Em 2015, 3.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais no Brasil” equivale semanticamente à de que “Em 2015, as atuações policiais foram responsáveis pela morte de 3.320 pessoas no Brasil”.

2. A informação de que o Brasil está “no topo do ranking entre os países com maior letalidade policial” corresponde à de que o Brasil está “em primeiro lugar entre os países com maior letalidade policial”.

3. Afirmar que a África do Sul é “país extremamente desigual e igualmente detentor de altos índices de criminalidade” é o mesmo que afirmar que a África do Sul é “país intrinsecamente desigual e igualmente fomentador de altos índices de criminalidade”.

4. Informar que “o delegado federal está há três meses à frente do cargo” significa informar que “o delegado federal ocupa posição subalterna há três meses”.


Estão CORRETAS

Alternativas
Q922520 Português

Releia o seguinte trecho: “ele diz que, apesar do descrédito da população em relação ao trabalho das Corregedorias, a instituição tem apresentado resultados.”.


As relações sintático-semânticas presentes nesse trecho estão mantidas na seguinte alternativa:

Alternativas
Q922519 Português

Ao construir o Texto 1, a autora empregou algumas estratégias com as quais obteve certos efeitos de sentido. Acerca dessas estratégias e de seus efeitos, analise as afirmativas a seguir.


1. O destaque para duas ações extremas e contrastantes (matar e morrer) imprimiu certa dramaticidade ao texto, já a partir do título.

2. Na construção do período inicial, o ponto final interrompe o discurso para dar lugar a certa perplexidade diante da informação.

3. O emprego de dados oficiais como principal base do texto amplia o grau de confiança do leitor nas informações veiculadas.

4. A escolha dos países cujos dados são comparados aos do Brasil é aleatória e desvinculada da linha argumentativa empregada no texto.


Estão CORRETAS

Alternativas
Q922518 Português
Com a publicação do Texto 1 em veículo de grande circulação no estado de Pernambuco, a autora pretendeu, principalmente:
Alternativas
Q641771 História

“Pena! Com tudo isso de 1964, matou a nossa liderança camponesa toda. O que foi encontrado de cadáveres, de corpos na estrada entre Caruaru e Campina Grande, inclusive mutilados para ninguém conhecer quem era […] pouca gente sobrou daquele tempo no campo, pouquíssima gente. Sobrou quem a gente escondeu, uma parte, uns que resistiram porque eram fortes, como Joaquim Camilo, que eu te falei, mas Zé Eduardo e Gessino tiveram que se ausentar, mas o resto... Manoelzinho sumiu, ninguém sabe aonde foi que acabou Manoelzinho. Ele era aqui da Mirueira, trabalhava aqui nesse Litoral Norte todo; Igarassu, Goiana, Paulista.”

O personagem que relata a história acima era médico, membro do Partido Comunista e das Ligas Camponesas e concedeu entrevista no ano de 2011 à equipe de Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, integrantes do Projeto Marcas da Memória. Em relação aos movimentos sociais e à repressão durante a Ditadura Civil-Militar em Pernambuco, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641770 História

O “desembarque de Sirinhaém”, em 1855, em Pernambuco, teria sido apenas mais um dos vários episódios de contrabando de escravos, caso não tivesse dado errado. Tudo começou quando o comandante do palhabote (espécie de embarcação também utilizada para o tráfico atlântico de escravos), invés de ancorar no engenho de João Manuel de Barros Wanderley, acabou parando nas terras do seu vizinho. Este, por sua vez, prontamente denunciou o caso às autoridades. A notícia acabou ganhando grande destaque na imprensa, por ter sido o último negreiro apreendido na costa brasileira com cativos africanos a bordo.

(CARVALHO, M.J.M de. O desembarque nas praias: o funcionamento do tráfico de escravos depois de 1831. Revista de História, São Paulo, n° 167, julho/dezembro 2012. pp. 223-260).

Em relação ao tráfico de escravos em Pernambuco, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641769 História

As primeiras décadas do século XIX foram marcadas pelo chamado ciclo das insurreições liberais em Pernambuco, com a Insurreição de 1817, a Confederação do Equador e a Revolução Praieira. Essas insurreições se constituíram em movimentos federalistas e, com exceção da Insurreição Pernambucana, se contrapunham ao projeto de independência implantado em 1822 por José Bonifácio e D. Pedro I, a partir do Rio de Janeiro.

No que concerne especificamente à Confederação do Equador, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641768 História
Com relação ao tipo de organização social predominante entre os grupos indígenas que habitavam o litoral do atual estado de Pernambuco no momento dos primeiros contatos com os europeus, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q641767 História

“...não se pode ignorar o NE na hora de se discutir a antiguidade do homem na América e as vias de dispersão por ele percorridas, não importando se foi há 20, 30 ou 40 mil anos... É conhecida de todos a longa sequência estratigráfica lograda no Sítio do Boqueirão da Pedra Furada, que pode significar a permanência do homem pré-histórico nesse sítio, a partir de 48 mil anos. Mas a Pedra furada não é um caso único.”

(MARTIM, G. Pré-História do Nordeste: pesquisas e pesquisadores. Clio Arqueológica, Recife: UFPE, n° 12, p. 7-15. ano 1997. p.11. Adaptado.

Em Pernambuco, por exemplo, localizado no município de Buíque, o sítio de “Alcobaça” possui um dos maiores e mais representativos painéis de figura rupestre do estado, que, por seu tamanho e complexidade, é de grande relevância para o entendimento da pré-história local e nacional. Em relação ao estudo do período pré-colonial sobre o atual estado de Pernambuco, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q641766 História

Segundo o historiador Pedro Puntoni, no livro 'A Guerra dos Bárbaros’, “Sem dúvida alguma, a compreensão dos povos ditos tapuias como uma unidade histórica e cultural, em oposição não só ao mundo cristão europeu mas aos povos tupis, habitantes do litoral, foi um dos elementos mais importantes na caracterização coeva da unicidade dos conflitos ocorridos no Nordeste, ao longo das décadas finais dos Seiscentos e início dos Setecentos, no contexto específico do processo de expansão da pecuária e, portanto, da fronteira. De fato, a extensa documentação colonial refere-se ao conjunto de confrontos e sublevações dos grupos tapuias do sertão nordestino como uma „Guerra dos Bárbaros‟, unificando, dessa maneira, situações e contextos peculiares. Por isso, tal como no episódio da chamada Confederação dos Tamoios, inventada pela intuição de Gonçalves de Magalhães, a Guerra dos Bárbaros foi igualmente tomada pela historiografia como uma confederação das tribos hostis ao império português, um genuíno movimento organizado de resistência ao colonizador. (...) Câmara Cascudo, que conhecia bem a documentação colonial do Rio Grande, criticou em sua História aqueles que, „lembrando a dos tamoios‟, chamavam a Guerra dos Bárbaros, „romanticamente‟, de confederação dos cariris „Não houve plano comum nem unidade de chefia.”

(PUNTONI, Pedro. A Guerra dos Bárbaros - Povos Indígenas e a Colonização do Sertão Nordeste do Brasil, 1650-1720. São Paulo, Hucitec, 2002, p. 77;79).

A partir do texto acima, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641765 História

A chamada Guerra dos Mascates, episódio ocorrido em Pernambuco, entre 1710 e 1711, foi um conflito entre diferentes elites político-econômicas, localizadas em Olinda e Recife, resultando na ascensão da elite mercantil de Recife.

Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641764 História

Durante os três séculos, nos quais vigorou a escravidão no Brasil, a resistência de escravos tanto de origem africana quanto de origem indígena foi constante e tomou as mais diversas formas. No século XIX, quando a escravidão brasileira viveu seu apogeu com o maior afluxo de escravos africanos, o crescimento das cidades fez multiplicar nelas não apenas o número de escravos mas também as formas de resistência, que se diversificavam cada vez mais. E, se as fugas sempre foram as mais famosas e emblemáticas dessas formas de resistência, nunca foram as únicas.

Sobre elas, diz o historiador Marcus Carvalho:

“Nunca faltaram fugas de escravos no Recife. Alguns se aproveitavam dos cortes que o Capibaribe fazia entre os bairros para se evadirem dentro da própria cidade em busca de dias melhores. Existem ainda casos mostrando o outro lado da história: fugas do Recife para o interior, ou até para fora da Província, buscando a distância do senhor ou a proximidade de parentes, amores, amigos e pessoas da mesma etnia ou nação.”

(CARVALHO, M. J. M. Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife, 1822-1850. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2010. P. 176)

Tendo em vista esse cenário, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q641763 História

Segundo a historiadora Graça Ataíde, no seu livro A construção da Verdade Autoritária, a “...vigilância e o controle sobre a imprensa em Pernambuco garantiam ao Estado a propaganda e o doutrinamento político... utilizando-se da persuasão e do doutrinamento diário, a Folha da Manhã, veiculava, por meio de suas mensagens, valores que compunham a ideologia estadonovista”.

(ALMEIDA, M. das G. A. A., A construção da Verdade Autoritária. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 2001. p. 181.)

Em relação aos valores e à ideologia defendidos pelo Estado Novo, do qual Agamenon Magalhães, em nível estadual, era um de seus maiores representantes, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q641762 História

Leia os textos a seguir:

Texto I

“A cultura Afrodescendente tem sido muitas vezes reificada, apresentada como um repertório inerte de tradições, como se não estivesse enraizada em processos culturais dinâmicos e em ambientes sociais desiguais...”.

LIMA, I. M. de F.; GUILLEN, I. C. M. Cultura afro-descendente no Recife: maracatus, valentes e catimbós. Recife: Bagaço, 2007. p. 39.

Texto II

“A cultura e o folclore são meus / Mas os livros foi você quem escreveu... / Perseguidos sem direito nem escolas / Como podiam registrar as suas glórias / Nossa memória foi contada por vocês / E é julgada verdadeira como a própria lei / Por isso, temos registrado em toda a história / Uma mísera parte de nossas vitórias / Por isso, não temos sopa na colher / E sim, anjinhos para dizer que o lado mau é o Candomblé...”.

Texto III

“O preconceito racial a que são submetidos não só os maracatuzeiros e maracatuzeiras mas toda a população negra desta cidade está oculto nas falas, nos procedimentos, nos gestos...”.

LIMA, I. M. de F.; GUILLEN, I. C. M. Cultura afrodescendente no Recife: maracatus, valentes e catimbós. Recife: Bagaço, 2007. p. 11.

Com base nos textos, analise aspectos das manifestações culturais Afro-Brasileiras em Pernambuco e assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Respostas
321: C
322: A
323: E
324: B
325: D
326: C
327: A
328: E
329: B
330: C
331: A
332: A
333: E
334: B
335: E
336: A
337: A
338: B
339: E
340: D