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Uma das metas mais importantes do tratado era [...] controlar a Alemanha (segundo uma expressão usada naquela época), isto é, destruir sua força militar no presente e no futuro. [...] ficou decidido que o exército alemão ficaria limitado a 100 mil homens, recrutados com base em um compromisso voluntário de doze anos para os soldados e suboficiais.
(Jean-Jacques Becker. O Tratado de Versalhes, 2011)
O Tratado de Versalhes, assinado após a Primeira Guerra Mundial, contribuiu para
“O Plano de Metas previa que fosse alcançada a produção de 170 mil veículos anualmente (automóveis, utilitários, caminhões e ônibus), [...]. As metas quantitativas eram acompanhadas de metas referentes a índices de nacionalização: 95% para automóveis e 90% para os demais. [...] A estratégia do governo para o setor automobilístico baseou-se na garantia de reserva de mercado às firmas entrantes: tornou-se impossível importar autoveículos em fase de restrições de toda a sorte [...]”
ABREU, Marcelo de Paiva. O processo econômico. In: SCHWARCZ, Lilia M. (direção) História do Brasil Nação: 1808- 2010. V. 4. Olhando para dentro, 1930-1964. Coord. Ângela de Castro Gomes. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. p. 215-6.
A fabricação de automóveis tornou-se o verdadeiro ícone da modernidade, sendo um dos pontos de destaque do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek.
Considerando a implementação dessa meta, é correto
afirmar:
“Heróis baianos! A glória vos chama! Vossos ilustres ascendentes do Douro e do Tejo deram-vos o exemplo e por vós esperam. Gritai audazes: Viva a Constituição do Brasil e o Rei que não a recusará!”
NEVES, Lúcia Bastos Pereira das. A vida política. In: SCHWARCZ, Lilia M. (direção) História do Brasil Nação: 1808-2010. V. 1. Crise colonial e independência, 1808-1830. Coord. Alberto da Costa e Silva. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p. 92.
Esse texto compõe um dos pasquins manuscritos encontrados pelas ruas de Salvador, na Bahia, e nele consta a convocação dos baianos para
“Em abril de 1955, países com histórico recente de intervenção colonial reuniram-se em Bandung, na Indonésia. [...] O objetivo era a oposição ao que era considerado como prática colonialista das novas potências imperialistas.”
PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado. Petrópolis – RJ: Vozes; Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, 2014. p. 163.
Nessa conferência, esses países criaram uma nova estratégia para se posicionarem diante do mundo, denominada “não alinhamento”.
Sobre essa estratégia, é correto afirmar:
“Na África do Sul, Gandhi experimentou a discriminação dirigida aos hindus. Foi jogado para fora de um trem após se recusar a passar da primeira classe para um vagão da terceira classe; foi espancado por um condutor por se recusar a viajar em pé para dar lugar a um passageiro europeu; foi impedido de entrar em vários hotéis e foi ordenado a remover seu turbante por um magistrado durante um julgamento na cidade de Durban.”
PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado. Petrópolis – RJ: Vozes; Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, 2014. p. 180-1.
Esses episódios ocorreram por volta do ano de 1891, quando Gandhi residia na África do Sul.
Pode-se afirmar que o impacto desses episódios para a estratégia futura de Gandhi na luta contra o colonialismo está na(o)
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
“Cada ano, vem nas frotas quantidades de portugueses e de estrangeiros, para passarem às Minas. Das cidades, vilas, recôncavos e sertões do Brasil, vão brancos, pardos e pretos, e muitos índios, de que os paulistas se servem. A mistura é de toda condição de pessoas: homens e mulheres, moços e velhos, pobres e ricos, nobres e plebeus, seculares e clérigos, e religiosos de diversos institutos [...].”
André João Antonil. Citado por: ALMEIDA, Carla M. C. de; OLIVEIRA, Mônica R. de. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção o Brasil Colonial, 1580-1720. V. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 296.
TEXTO II
“[...] Em 1720 (a Coroa portuguesa) lançou um decreto ‘limitando drasticamente a emigração para o Brasil, que dali por diante só seria permitida com passaporte fornecido pelo governo’.”
ALMEIDA, Carla M. C. de; OLIVEIRA, Mônica R. de. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção o Brasil Colonial, 1580-1720. V. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 297.
Considerando o texto II como uma provável consequência
do que se denuncia no texto I, é correto afirmar:
( ) A Marinha Imperial teve seu início com o aproveitamento dos navios que tinham sido deixados no porto do Rio de Janeiro pelos portugueses e dos oficiais e praças da Marinha portuguesa que aderiram à independência. ( ) O Almirante Luis da Cunha Moreira, após a proclamação da independência, foi nomeado Ministro da Marinha, tornando-se o primeiro ministro brasileiro nato da nossa Marinha. ( ) A Academia Real de Guardas-Marinha, que acompanhou a Família Real ao Brasil, teve sua instalação nas dependências da Ilha das Enxadas, tornando-se o primeiro estabelecimento de ensino superior no Brasil. ( ) A necessidade de se dispor da Força Naval como um eficiente elemento operativo e como um fator de dissuasão para as pretensões de reconquista portuguesa fez com que o governo imperial brasileiro contratasse Lorde Horatio Nelson, um brilhante e experiente oficial da Marinha inglesa, como Comandante em Chefe da Esquadra.