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Q908574 Português

Leia o texto seguinte.


A crase é um fenômeno fonético ( ` ) que representa a junção da preposição “a” com o artigo feminino “a”. Além disso, pode haver crase também na combinação da mesma preposição com pronomes demonstrativos que se iniciem com a letra “a”.

(Disponível em <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/gramatica/crase.htm>. Acesso em 10 fev. 2018).


Considerando essa definição, a frase que exige o acento indicativo de crase é

Alternativas
Q908572 Português

Uma frase sintaticamente estruturada se organiza a partir de dois constituintes básicos: um sujeito (representado por um substantivo ou palavra equivalente) e um predicado (no qual identifica-se a presença de um verbo). À relação de concordância estabelecida entre o verbo e o sujeito dá-se o nome de concordância verbal.


A frase que não apresenta desvios com relação à concordância verbal e está adequada ao padrão culto da linguagem é

Alternativas
Q908571 Português

Leia o texto a seguir.


Naquele momento da reunião, ponderei:

“Sou eu mesma. E você eu conheço do Centro de Instruções, certo?”

Ela me olhou interrogativa (forcejando para ser alegre).

Fonte: Arquivo da Banca Elaboradora.


Além da estrutura sintática, a pontuação indica vários outros aspectos presentes no texto e que podem ser assim explicados e exemplificados:


I. Os parênteses exemplificam uma indicação cênica.

II. As aspas ressaltam o valor significativo das frases.

III. A vírgula, na primeira frase, está isolando um adjunto adverbial.

IV. A vírgula antes de “certo?” isola uma expressão de caráter fático.

V. Os dois pontos indicam que o sentido vai além do que foi expresso.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q908556 Português

“O poeta Alphonsus de Guimaraens Filho me conta como o filhinho de um amigo seu esperava conseguir entrar no céu ao morrer, segundo um processo digno de meditação.


– Papai, alma tem mão? – perguntou um dia o garoto.

– Deve ter sim. Por quê? – respondeu o pai, distraído.

– Porque quando eu morrer quero levar um queijo para Deus.

(SABINO, Fernando. Livro aberto. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.93).


Nesse texto, o termo “um” aparece quatro vezes. Ele só não pode ser interpretado apenas como artigo em

Alternativas
Q908552 Português

Instruções: Para responder à questão, leia um fragmento do romance O passo-bandeira: uma história de aviadores, de Oswaldo França Júnior, que narra a história de um ex-piloto da Aeronáutica.


“E o piloto olhava a cidade, o Rio de Janeiro, por exemplo, e toda a grandiosidade do Rio transformava-se numa pequena miniatura. O azul do mar ia até bem longe confundir-se com o azul mais claro do céu. As serras, os rios, as represas, tudo era visto na dimensão daquela altura. E muitas vezes, disse Paulo César, quando estava com algum problema e lembrava-se dele lá em cima, o problema perdia a grande importância de antes. E era um voo que servia também para isto.


Servia para mostrar a real importância das coisas. E isso sempre os levava a colocar as coisas em suas devidas proporções. E Paulo César falou que regressava desses voos com uma certa humildade. E que havia também uma estranha sensação. Por um motivo que ele não sabia explicar, no silêncio lá de cima a mente da pessoa iniciava um processo de expansão”.

(FRANÇA JÚNIOR, Oswaldo. O passo-bandeira: uma história de aviadores. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p.40. Adaptado).

A palavra que não possui correspondência com o termo “expansão”, empregado no último parágrafo do texto, é
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Q908507 Português

“Em todo cabeleireiro talvez haja a vocação frustrada de um dentista; conheci mesmo um que deixou a tesoura, em Belo Horizonte, e foi ganhar a vida com um boticão em Montes Claros.

É verdade que no dentista, pelo fato muito explicável de estarmos de boca aberta, não precisamos responder a nenhuma daquelas perguntas que no barbeiro geram sempre a mais cacete das conversas sem futuro. Mas é verdade também que o simples aparato de brocas e ferramentas já nos sugere a humilhação de uma dor transcendente a toda anestesia e nos faz desejar as dentaduras duplas que Carlos Drummond de Andrade cantou.”

(SABINO, Fernando. “Dor de dente”. In: Livro aberto. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.39-40)

Com relação à pontuação do trecho acima, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) Está incorreto o emprego do ponto e vírgula no texto.

( ) É correto colocar-se vírgula apenas depois do vocábulo “também”.

( ) A vírgula depois da palavra “Belo Horizonte” foi empregada incorretamente.

( ) A vírgula depois da expressão adverbial “no dentista” está adequada.

( ) É correto colocar-se vírgula depois da expressão “Em todo cabeleireiro”.

Alternativas
Q908506 Português

Leia o trecho a seguir. Observe que dele foram retirados os acentos gráficos.


“No principio, eu guardava meu verbo amar debaixo de muita gramatica. Se por prudencia, tambem por medo de desbota-lo ao deixa-lo vir à luz. Sempre vi a palavra penumbra como a claridade suficiente para proteger o amor.”

(QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Vermelho amargo. São Paulo: Cosac Naify, 2011, p.41 - Adaptado).


Qual é a sequência correta de palavras acentuadas nesse fragmento?

Alternativas
Q908500 Português

A gradação se configura como uma das figuras semânticas que lida com aspectos interpretativos da fala ou do texto, alterando a percepção do leitor ou do interlocutor em questão. Desta forma, sua ocorrência está mais ligada a questões semânticas do que sintáticas ou sonoras. A sua principal função é propor uma sequência de palavras e/ou expressões que intensifiquem uma mesma ideia ou elemento, a fim de destacar este componente dos demais, demonstrando uma espécie de crescimento ou evolução pelo qual ele passou no enunciado.


A esse respeito, leia o conto “A mania”, de Carlos Herculano Lopes.


“Há muitos anos, em Santa Marta, viveu um rapaz que voava. Meu tio Otacílio lembra-se de tê-lo visto. Muito alto e magro, ele possuía a estranha mania de ficar em cima de uma ponte olhando para a cachoeira e os redemoinhos que nela se formavam. Ali o moço passava horas, tardes inteiras, semanas seguidas, e ninguém se preocupava, pois aquele era um costume antigo, adquirido desde a sua mais tenra infância. A última vez que foi visto aconteceu em um mês de dezembro. Dizem que chovia muito e ele pairava entre as árvores, com os olhos fixos na água”.

(LOPES, Carlos Herculano. Coração aos pulos. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.45).


Assinale a passagem em que há exemplo de gradação.

Alternativas
Q906430 Português

              Geovani Martins: como a favela me fez escritor


      Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.

      Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.

      A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

          (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

Uma passagem do texto que permanece correta após o acréscimo das vírgulas é:
Alternativas
Q906429 Português

              Geovani Martins: como a favela me fez escritor


      Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.

      Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.

      A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

          (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

Uma expressão empregada com sentido figurado está destacada em negrito na alternativa:
Alternativas
Q906428 Português

              Geovani Martins: como a favela me fez escritor


      Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.

      Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.

      A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

          (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

Uma das características das favelas para a qual o autor chama a atenção é a
Alternativas
Q906427 Português

              Geovani Martins: como a favela me fez escritor


      Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.

      Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.

      A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

          (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

Para o autor, consumir
Alternativas
Q906426 Português

              Geovani Martins: como a favela me fez escritor


      Nasci em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 1991. Em 2004, aos 13 anos de idade, mudei com minha mãe e meus irmãos para o Vidigal, na Zona Sul da cidade. Destaco esses lugares e essas datas para dizer que O sol na cabeça, meu primeiro livro, publicado em março de 2018, teve início com o choque provocado por essa mudança.

      Era tudo diferente: o jeito de falar, de brincar na rua, as regras no futebol, a música, o ritmo das pessoas, até o sol parecia queimar de outra forma. Eu ficava no meio, tentando me adaptar. Depois dessa primeira mudança encarei mais umas tantas; até o ano de 2015 já havia me mudado 17 vezes. A partir desse trânsito constante entre tantas casas, becos, ruas e praças, parti para o livro com a ideia de que a periferia precisa ser tratada sempre como algo em movimento.

      A favela hoje é centro, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta. E quando digo consome, não me refiro apenas a Nike, Adidas, Samsung, Microsoft. Falo também da cultura pop que faz a cabeça dos jovens do mundo todo, como os filmes e as séries de sucesso mundial. A cultura erudita, como Shakespeare e Machado de Assis, também encontra seus públicos por becos e vielas.

          (Geovani Martins. https://epoca.globo.com. 06.03.2018. Adaptado)

Geovani Martins conta que seu livro é resultado de
Alternativas
Q906425 Português
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.
Alternativas
Q906424 Português

               

Na fala do último quadrinho, o garoto
Alternativas
Q906423 Português

               

Na fala do primeiro quadrinho, o vocábulo melhor estabelece relação de
Alternativas
Q906422 Português

           Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou

                              as redes sociais do celular


      A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”

      Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir' nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.

      Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.

      Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.

                                                (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

Duas expressões do texto que têm sentidos opostos são:
Alternativas
Q906421 Português

           Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou

                              as redes sociais do celular


      A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”

      Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir' nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.

      Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.

      Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.

                                                (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

Uma frase condizente com as informações do último parágrafo é:
Alternativas
Q906420 Português

           Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou

                              as redes sociais do celular


      A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”

      Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir' nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.

      Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.

      Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.

                                                (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

A palavra “Interrogado”, destacada ao início do último parágrafo, pode ser substituída, no que se refere à norma-padrão, por
Alternativas
Q906419 Português

           Por que o criador do botão ‘curtir’ do Facebook apagou

                              as redes sociais do celular


      A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. “Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.”

      Quem afirma não é um dos críticos tradicionais das redes sociais, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão ‘curtir' nos primórdios do Facebook, há mais de dez anos.

      Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu celular, em busca de mais “presença” no mundo off-line.

      Interrogado se ele se arrepende por ter criado a fonte da distração que hoje tanto critica, responde: “Nenhum arrependimento. Sempre que se tenta progredir, haverá consequências inesperadas. Você tem que ter humildade e ter muita atenção no que acontece depois, para fazer mudanças conforme for apropriado”.

                                                (Ricardo Senra. www.bbc.com. Adaptado)

A expressão destacada em “A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos” (1° parágrafo) pode ser substituída, com o sentido preservado, por
Alternativas
Respostas
6381: B
6382: C
6383: B
6384: B
6385: B
6386: A
6387: D
6388: A
6389: E
6390: B
6391: D
6392: D
6393: A
6394: C
6395: E
6396: B
6397: A
6398: D
6399: E
6400: B