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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020714 Português
Assinale a alternativa em que os verbos estão corretamente empregados nos contextos.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020713 Português

O retrato


Eu quero a fotografia,

os olhos cheios d’água sob as lentes,

caminhando de terno e gravata,

o braço dado com a filha.

Eu quero a cada vez olhar e dizer:

estava chorando. E chorar,

Eu quero a dor do homem na festa de casamento,

seu passo guardado, quando pensou:

a vida é amarga e doce?

Eu quero o que ele viu e aceitou corajoso,

os olhos cheios d’água sob as lentes.


(Adélia Prado, Reunião de poesia.)

Do ponto de vista estilístico, a referência a retrato
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020706 Português
Observando-se a estrutura sintática da fala do segundo quadrinho, conclui-se, corretamente, que a oração “só não é feliz”
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020702 Português
        O medo, em seu estado mais bruto, é um sentimento que se assenta em circuitos neuronais tão antigos quanto os primeiros répteis da Terra. Existem evidências de que estruturas extremamente primitivas na escala evolutiva do cérebro humano, presentes desde a época dos dinossauros, desempenham tarefas fundamentais em situações de risco, potencial ou real. Apesar de estar na raiz biológica de vários distúrbios, o medo é vital para nossa sobrevivência e, ainda assim, lidamos mal com ele. Desde cedo, o homem é manipulado por seus temores.

       Uma das fobias mais peculiares é o medo dos espelhos. Na Inglaterra da era vitoriana, antes de um morto ser levado ao cemitério, todos os espelhos eram cobertos com tecidos, pois se acreditava que a alma da pessoa poderia ficar presa nos espelhos.

      O medo é pessoal e reflete a resposta do coração às inseguranças que cada um carrega dentro de si. Paradigmas que sustentavam a sociedade em décadas anteriores estão em crise: preocupações crescentes, solidão, desesperança, ressentimentos, um mundo cada vez mais líquido onde amores / sentimentos escorrem por nossas mãos, intolerância e agressividade nos parecem mais evidentes.

    Quer gostemos ou não, a vida vai sempre seguindo. Uma vida plenamente feliz é uma dádiva temporária, vale dizer, não dura para sempre. E sim, às vezes, dói, é triste ou, outras vezes, é surpreendente. E quando a vida o machucar (porque certamente irá), lembre-se da dor. A dor sempre tem seu lado positivo. Significa que estamos fora da caverna. A real tragédia da vida é os homens terem medo da luz. Diante da fragilidade e da brevidade da vida, é preciso lembrar-se da água: ela abre seu caminho e encontra seu rumo mesmo diante de algum obstáculo. Talvez para ela fosse mais perigoso permanecer parada.

        Ainda se está explorando o terreno movediço e desafiador do quebra-cabeça neuronal envolvido com os sentimentos e as emoções. Nada nos humilha mais do que a coragem alheia. Aceitemos o medo, mas que ele não nos limite.

(Rafael Delsin. Os homens maus estão chegando. BE Revista Bem-Estar, 10.07.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes reescreve o destacado de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase, independentemente do sentido.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020700 Português
        O medo, em seu estado mais bruto, é um sentimento que se assenta em circuitos neuronais tão antigos quanto os primeiros répteis da Terra. Existem evidências de que estruturas extremamente primitivas na escala evolutiva do cérebro humano, presentes desde a época dos dinossauros, desempenham tarefas fundamentais em situações de risco, potencial ou real. Apesar de estar na raiz biológica de vários distúrbios, o medo é vital para nossa sobrevivência e, ainda assim, lidamos mal com ele. Desde cedo, o homem é manipulado por seus temores.

       Uma das fobias mais peculiares é o medo dos espelhos. Na Inglaterra da era vitoriana, antes de um morto ser levado ao cemitério, todos os espelhos eram cobertos com tecidos, pois se acreditava que a alma da pessoa poderia ficar presa nos espelhos.

      O medo é pessoal e reflete a resposta do coração às inseguranças que cada um carrega dentro de si. Paradigmas que sustentavam a sociedade em décadas anteriores estão em crise: preocupações crescentes, solidão, desesperança, ressentimentos, um mundo cada vez mais líquido onde amores / sentimentos escorrem por nossas mãos, intolerância e agressividade nos parecem mais evidentes.

    Quer gostemos ou não, a vida vai sempre seguindo. Uma vida plenamente feliz é uma dádiva temporária, vale dizer, não dura para sempre. E sim, às vezes, dói, é triste ou, outras vezes, é surpreendente. E quando a vida o machucar (porque certamente irá), lembre-se da dor. A dor sempre tem seu lado positivo. Significa que estamos fora da caverna. A real tragédia da vida é os homens terem medo da luz. Diante da fragilidade e da brevidade da vida, é preciso lembrar-se da água: ela abre seu caminho e encontra seu rumo mesmo diante de algum obstáculo. Talvez para ela fosse mais perigoso permanecer parada.

        Ainda se está explorando o terreno movediço e desafiador do quebra-cabeça neuronal envolvido com os sentimentos e as emoções. Nada nos humilha mais do que a coragem alheia. Aceitemos o medo, mas que ele não nos limite.

(Rafael Delsin. Os homens maus estão chegando. BE Revista Bem-Estar, 10.07.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada é, na sequenciação textual, um marcador que introduz uma paráfrase.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020699 Português
        O medo, em seu estado mais bruto, é um sentimento que se assenta em circuitos neuronais tão antigos quanto os primeiros répteis da Terra. Existem evidências de que estruturas extremamente primitivas na escala evolutiva do cérebro humano, presentes desde a época dos dinossauros, desempenham tarefas fundamentais em situações de risco, potencial ou real. Apesar de estar na raiz biológica de vários distúrbios, o medo é vital para nossa sobrevivência e, ainda assim, lidamos mal com ele. Desde cedo, o homem é manipulado por seus temores.

       Uma das fobias mais peculiares é o medo dos espelhos. Na Inglaterra da era vitoriana, antes de um morto ser levado ao cemitério, todos os espelhos eram cobertos com tecidos, pois se acreditava que a alma da pessoa poderia ficar presa nos espelhos.

      O medo é pessoal e reflete a resposta do coração às inseguranças que cada um carrega dentro de si. Paradigmas que sustentavam a sociedade em décadas anteriores estão em crise: preocupações crescentes, solidão, desesperança, ressentimentos, um mundo cada vez mais líquido onde amores / sentimentos escorrem por nossas mãos, intolerância e agressividade nos parecem mais evidentes.

    Quer gostemos ou não, a vida vai sempre seguindo. Uma vida plenamente feliz é uma dádiva temporária, vale dizer, não dura para sempre. E sim, às vezes, dói, é triste ou, outras vezes, é surpreendente. E quando a vida o machucar (porque certamente irá), lembre-se da dor. A dor sempre tem seu lado positivo. Significa que estamos fora da caverna. A real tragédia da vida é os homens terem medo da luz. Diante da fragilidade e da brevidade da vida, é preciso lembrar-se da água: ela abre seu caminho e encontra seu rumo mesmo diante de algum obstáculo. Talvez para ela fosse mais perigoso permanecer parada.

        Ainda se está explorando o terreno movediço e desafiador do quebra-cabeça neuronal envolvido com os sentimentos e as emoções. Nada nos humilha mais do que a coragem alheia. Aceitemos o medo, mas que ele não nos limite.

(Rafael Delsin. Os homens maus estão chegando. BE Revista Bem-Estar, 10.07.2022. Adaptado)

Observando-se o emprego dos parênteses e dos dois-pontos, no quarto parágrafo, conclui-se que sinalizam, correta e respectivamente:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020698 Português
        O medo, em seu estado mais bruto, é um sentimento que se assenta em circuitos neuronais tão antigos quanto os primeiros répteis da Terra. Existem evidências de que estruturas extremamente primitivas na escala evolutiva do cérebro humano, presentes desde a época dos dinossauros, desempenham tarefas fundamentais em situações de risco, potencial ou real. Apesar de estar na raiz biológica de vários distúrbios, o medo é vital para nossa sobrevivência e, ainda assim, lidamos mal com ele. Desde cedo, o homem é manipulado por seus temores.

       Uma das fobias mais peculiares é o medo dos espelhos. Na Inglaterra da era vitoriana, antes de um morto ser levado ao cemitério, todos os espelhos eram cobertos com tecidos, pois se acreditava que a alma da pessoa poderia ficar presa nos espelhos.

      O medo é pessoal e reflete a resposta do coração às inseguranças que cada um carrega dentro de si. Paradigmas que sustentavam a sociedade em décadas anteriores estão em crise: preocupações crescentes, solidão, desesperança, ressentimentos, um mundo cada vez mais líquido onde amores / sentimentos escorrem por nossas mãos, intolerância e agressividade nos parecem mais evidentes.

    Quer gostemos ou não, a vida vai sempre seguindo. Uma vida plenamente feliz é uma dádiva temporária, vale dizer, não dura para sempre. E sim, às vezes, dói, é triste ou, outras vezes, é surpreendente. E quando a vida o machucar (porque certamente irá), lembre-se da dor. A dor sempre tem seu lado positivo. Significa que estamos fora da caverna. A real tragédia da vida é os homens terem medo da luz. Diante da fragilidade e da brevidade da vida, é preciso lembrar-se da água: ela abre seu caminho e encontra seu rumo mesmo diante de algum obstáculo. Talvez para ela fosse mais perigoso permanecer parada.

        Ainda se está explorando o terreno movediço e desafiador do quebra-cabeça neuronal envolvido com os sentimentos e as emoções. Nada nos humilha mais do que a coragem alheia. Aceitemos o medo, mas que ele não nos limite.

(Rafael Delsin. Os homens maus estão chegando. BE Revista Bem-Estar, 10.07.2022. Adaptado)

Pelas características que apresenta, o texto se identifica com o gênero
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Capelão Evangélico |
Q2020697 Português
        O medo, em seu estado mais bruto, é um sentimento que se assenta em circuitos neuronais tão antigos quanto os primeiros répteis da Terra. Existem evidências de que estruturas extremamente primitivas na escala evolutiva do cérebro humano, presentes desde a época dos dinossauros, desempenham tarefas fundamentais em situações de risco, potencial ou real. Apesar de estar na raiz biológica de vários distúrbios, o medo é vital para nossa sobrevivência e, ainda assim, lidamos mal com ele. Desde cedo, o homem é manipulado por seus temores.

       Uma das fobias mais peculiares é o medo dos espelhos. Na Inglaterra da era vitoriana, antes de um morto ser levado ao cemitério, todos os espelhos eram cobertos com tecidos, pois se acreditava que a alma da pessoa poderia ficar presa nos espelhos.

      O medo é pessoal e reflete a resposta do coração às inseguranças que cada um carrega dentro de si. Paradigmas que sustentavam a sociedade em décadas anteriores estão em crise: preocupações crescentes, solidão, desesperança, ressentimentos, um mundo cada vez mais líquido onde amores / sentimentos escorrem por nossas mãos, intolerância e agressividade nos parecem mais evidentes.

    Quer gostemos ou não, a vida vai sempre seguindo. Uma vida plenamente feliz é uma dádiva temporária, vale dizer, não dura para sempre. E sim, às vezes, dói, é triste ou, outras vezes, é surpreendente. E quando a vida o machucar (porque certamente irá), lembre-se da dor. A dor sempre tem seu lado positivo. Significa que estamos fora da caverna. A real tragédia da vida é os homens terem medo da luz. Diante da fragilidade e da brevidade da vida, é preciso lembrar-se da água: ela abre seu caminho e encontra seu rumo mesmo diante de algum obstáculo. Talvez para ela fosse mais perigoso permanecer parada.

        Ainda se está explorando o terreno movediço e desafiador do quebra-cabeça neuronal envolvido com os sentimentos e as emoções. Nada nos humilha mais do que a coragem alheia. Aceitemos o medo, mas que ele não nos limite.

(Rafael Delsin. Os homens maus estão chegando. BE Revista Bem-Estar, 10.07.2022. Adaptado)

A passagem do segundo parágrafo consiste em
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Veterinária |
Q2020032 Português

 Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.


        Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.

           Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.

         Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.


(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade

políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
Alternativas
Q2017794 Português

Leia o fragmento a seguir.


Oscar tinha um sítio. Um dia Oscar resolveu levar na camioneta um pouco de esterco do sítio, que era no interior de Minas, para o jardim de sua casa na capital. Na barreira foi interpelado pelo guarda:

— O que é que o senhor está levando aí nesse saco?

— Esterco. Por quê? Não lhe cheira bem?

— O senhor tem a guia?

— Guia?

— É preciso de uma guia, o senhor não sabia disso?


SABINO, Fernando. Milho e fubá. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1962.


Sobre o fragmento acima, assinale a afirmativa incorreta.

Alternativas
Q2017793 Português
Leia o texto narrativo a seguir.
    Um policial de 44 anos morreu de ataque cardíaco quando perseguia bandidos suspeitos de participação num roubo, terça-feira, no centro de Belo Horizonte.     O sargento Bernardo Fontes, 44 anos, pai de dois filhos, membro da brigada policial da noite, patrulhava com dois colegas, quando notou vários homens que fugiam a pé. Supondo um roubo, ele saiu em perseguição dos suspeitos e, escalando um muro que dava para um terreno baldio, foi acometido de um ataque.
Assinale a opção que apresenta a característica inadequada de um texto narrativo. 
Alternativas
Q2017792 Português
Leia o texto a seguir.
Homem ao mar!
    O que importa! O navio não para. O vento sopra, esse veleiro sombrio tem um roteiro que o obriga a continuar. Ele passa.
    O homem desaparece, depois aparece, ele afunda e volta à superfície, ele grita, ele estende os braços, ninguém o escuta; o navio, atravessando a tempestade, está voltado para as manobras, os marinheiros e os passageiros nem mesmo veem o homem submergido; sua cabeça miserável nada mais é do que um ponto na enormidade das vagas.
    Ele lança gritos desesperados para as profundezas. Que fantasma essa vela que se afasta! Ele a olha, ele a olha freneticamente. Ela se afasta, ela empalidece, ela diminui. Ele estava lá agora mesmo, ele era da equipagem, ele ia e vinha sobre a ponte como os outros, ele tinha sua parte de ar e de sol, ele era um ser vivo. Agora, o que é que se passou? Ele escorregou, caiu, está acabado.

Sobre esse fragmento textual, é correto afirmar que
Alternativas
Q2017791 Português
Leia o fragmento a seguir.
Regra geral, as grandes metrópoles sofrem problemas de segurança pública, as quais apresentam elevadas taxas de delitos. Em contrapartida, as pequenas localidades costumam oferecer melhores condições de segurança.
De certa forma, isto prende-se com a população em massa, uma vez que os milhões de habitantes de uma grande cidade acabam por ficar no anonimato (as pessoas não se conhecem). Já nas pequenas cidades é menos provável que uma pessoa cometa algum crime ou delito sem que ninguém fique a saber.
(Conceito de Segurança Pública)
Sobre o que é expresso no fragmento acima, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Psicologia |
Q1994442 Português

        Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.

        Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.

        Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.

(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1993679 Português
No fragmento “O metaverso já é um termo popular entre os gamers brasileiros. Uma pesquisa da Bayz, plataforma especializada em criptogames, mostra que aproximadamente 9 em cada 10 jogadores revelam conhecer, em algum nível, o ecossistema de tecnologias imersivas.” (Forbes Brasil, 25/10/22).
O primeiro par de vírgulas foi empregado para:
Alternativas
Q1993678 Português
Indique a frase em que a inserção do acento indicativo de crase se faz necessária em alguma expressão.
Alternativas
Q1993677 Português
Leia o meme a seguir.
Imagem associada para resolução da questão


Artes Depressão, 12/11/2019. Disponível em: https://pt-br.facebook.com/ArtesDepressao/photos/a. 196281473834625/2397975413665209/?type=3&theater

Nesse meme, há o uso da palavra “doguinho” no lugar de “cachorrinho”. Ao radical dog (“cão”, em inglês), foi acrescentado um afixo de diminutivo da língua portuguesa, dando origem a um empréstimo linguístico derivado por:  
Alternativas
Q1993676 Português
Observe, no fragmento a seguir, a oração sublinhada.
“O café é uma bebida popular que, ao entrar na boca, inevitavelmente entra em contato com os dentes. É um líquido ácido - o pH dele está em torno de 5, em uma escala que vai de 1 a 14 - e contém taninos, que promovem manchas nos dentes.”
LLAMBÍAS, Felipe. É melhor escovar os dentes antes ou depois de tomar café? Como evitar manchas. BBC Brasil, 24 de outubro de 2022. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63334188.

A oração grifada pode adquirir, no contexto em que ela foi empregada, uma ideia de:  
Alternativas
Q1993675 Português
“A escritora Annie Ernaux foi a escolhida para receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2022 por sua “coragem e acuidade clínica para descortinar as raízes, os estranhamentos e os constrangimentos coletivos da memória pessoal” e por refletir sobre “uma vida marcada por grandes disparidades de gênero, linguagem e classe”, segundo comunicado da Real Academia de Ciências da Suécia. Professora universitária aposentada de literatura, a francesa é a 17ª mulher e a primeira de seus país a conquistar o reconhecimento. Escreveu cerca de 20 livros. Quatro deles foram publicados no Brasil pela Fósforo Editora. Recentemente, a autora teve sua participação confirmada na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que este ano acontece entre os dias 23 e 27 de novembro. [...]”

QUEIROZ, Christina. Nobel de Literatura premia francesa Annie Ernaux. Pesquisa Fapesp, 6 de outubro de 2022. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nobel-de-literatura-premia-francesa annie-ernaux/.

Qual das alternativas abaixo identifica corretamente o tipo de sujeito da oração em destaque nesse trecho?
Alternativas
Q1993674 Português
“A juba de um leão é uma característica marcante: quanto maiores e mais escuras essas mechas, mais atraentes os reis da selva são para as leoas. Este exemplo clássico de dimofismo sexual é exibido principalmente pelos machos da espécie.
No entanto, os zeladores do Topeka Zoo and Conservation Center, no Kansas (EUA), relataram que no final do outono de 2020, uma de suas leoas, Zuri, desenvolveu uma minijuba própria. ‘É extremamente raro. Nós nunca ouvimos sobre isso acontecer até vermos Zuri’, disse Shanna Simpson, cuidadora de animais do Topeka Zoo. [...]”

ZOOLÓGICO tenta entender como uma de suas leoas ganhou juba. Planeta, 25 de outubro de 2022. Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/zoologico-tenta-entender-como uma-de-suas-leoas-ganhou-juba/.

A expressão, No entanto, presente no início do segundo parágrafo desse excerto, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao enunciado em que ela ocorre, por: 
Alternativas
Respostas
2541: A
2542: C
2543: E
2544: A
2545: B
2546: C
2547: A
2548: E
2549: D
2550: D
2551: A
2552: E
2553: B
2554: A
2555: A
2556: D
2557: B
2558: C
2559: C
2560: B