Questões Militares Comentadas para sargento da aeronáutica

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Q3369284 Português
Assinale a frase que contém predicativo do objeto. 
Alternativas
Q3369283 Português
Leia:

O palácio da Ventura (Antero de Quental)
Sonho que sou um cavaleiro andante. Por desertos, por sóis, por noite escura, Paladino do Amor, busco anelante O palácio encantado da Ventura!
Mas já desmaio, exausto e vacilante, Quebrada a espada já, rota a armadura... E eis que súbito o avisto, fulgurante Na sua pompa e aérea formosura!
Com grandes golpes bato à porta e brado: Eu sou o Vagabundo, o Deserdado... Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais!
Abrem-se as portas de ouro, com fragor... Mas dentro encontro só, cheio de dor, Silêncio e escuridão — e nada mais!

No soneto, classificam-se, respectivamente, em aposto e vocativo 
Alternativas
Q3369282 Português
Assinale a alternativa cuja frase não contém verbo auxiliar.  
Alternativas
Q3369281 Português
Marque a alternativa incorreta, considerando a conversão da voz ativa em passiva na frase: Desta vez, o pequeno abriria a vidraça da janela vagarosamente.
Alternativas
Q3369280 Português
Assinale a alternativa que apresenta discurso indireto. 
Alternativas
Q3369278 Português
Nas alternativas abaixo, estão transcritos versos retirados do poema Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade. Marque aquela que não apresenta adjunto adnominal. 
Alternativas
Q3369277 Português
Leia:
O Pai, pequeno sitiante, lidava com vacas e arroz; a Mãe, urucuiana, nunca tirava o têrço da mão, mesmo quando matando galinha ou passando descompostura em alguém. (Guimarães Rosa)

Reescrevendo-se o texto acima sem se alterar o seu sentido original, considera-se que a pontuação segue a norma padrão em qual alternativa? 
Alternativas
Q3369276 Português
Leia:
Tu és o Poeta, o grande Assinalado / que povoas o mundo despovoado de belezas eternas, pouco a pouco. (Cruz e Sousa)
O termo destacado, nos versos acima, exerce a função sintática de
Alternativas
Q3369274 Português
Leia:
  Mamãe vestida de rendas/ Tocava piano no caos/ Uma noite abriu as asas/ cansada de tanto som,/ Equilibrou-se no azul,/ De tonta não mais olhou/ Para mim, para ninguém!/ Cai no álbum de retratos. (Murilo Mendes)
Toda a linguagem poética dos versos acima retrata um fato posto em relevo pela seguinte figura de linguagem:  
Alternativas
Q3369273 Português
Considere as afirmações seguintes sobre os encontros vocálicos em palavras do trecho: Quando eu passei a porta ela acordou. O primeiro som que lhe saiu da boca foi um grito de medo... (Álvares de Azevedo) 

I- Sete palavras contêm ditongo. II- Em saiu existem hiato e ditongo. III- Não há ditongo oral crescente. IV- Em quando e primeiro há ditongo nasal.

Está correto o que se afirma em 
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Q3369272 Português
Leia:
   No dia seguinte fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. (Machado de Assis)
Os sujeitos presentes no trecho acima classificam-se em 
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Q3369271 Português
Uma visão inteligente da Natureza

Artur Diniz Neto

   Sob vários aspectos, parece-me pouco inteligente encarecer que o homem deveria olhar mais a Natureza e sobretudo tratá-la de forma adequada, já que ele faz parte dela. De fato, quando a encaramos atentamente, percebemos que ela se porta de forma tão inteligente que deveríamos, antes, perguntar se o homem não precisaria observar o comportamento equilibrado da Natureza, reaprendendo, com ela, a agir de forma a não destruí-la, como vem fazendo. (...)

   É de se perguntar se os graves males que afligem a humanidade não residiriam no fato de o homem ter-se distinguido da Natureza, tendo construído uma outra, totalmente artificial, quando deveria integrar-se com inteligência nos processos e no equilíbrio perfeitos, que seus olhos, ofuscados pela extrema pretensão e pelo interesse desmedido, não conseguem penetrar.

   Talvez a Natureza olhe para ele com mais inteligência e paciência, pois, se não o fizesse, já o teria aniquilado. “Parece que a Natureza” — pondera Eugene Conseliet — “como boa mãe, procura acomodar-se da melhor forma à impertinência do homem e consertar pacientemente tudo o que ele danifica”. (...)

   Mas, afinal, o que é inteligência? A palavra originária do latim “inter” e “legere”, que significam escolher entre, discernir, entender, conhecer, compreender. É a faculdade de conhecer as ideias e as relações que existem entre elas. É, em suma, ver as coisas não em sua forma exterior, mas penetrar em sua essência, em seu “númeno”. Filosoficamente, a inteligência se manifesta por meio de quatro processos, que são: conhecer, armazenar (memória), elaborar, comunicar (expressar). Animais, vegetais e minerais conhecem, porque vivem em contato com o meio ambiente; memorizam, porque gravam tudo o que lhes é útil ou nocivo; elaboram, porque criam constantemente mecanismos e atitudes novos; comunicam-se, porque se inter-relacionam equilibradamente.

   Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação. (...)


Vox Clamantis in Deserto: A voz daquele que clama num deserto - GRAFIST, Lorena - SP, 2006
Assinale a alternativa em que as orações em destaque classificam-se, respectivamente, em subordinada substantiva e subordinada adjetiva.  
Alternativas
Q3369270 Português
Uma visão inteligente da Natureza

Artur Diniz Neto

   Sob vários aspectos, parece-me pouco inteligente encarecer que o homem deveria olhar mais a Natureza e sobretudo tratá-la de forma adequada, já que ele faz parte dela. De fato, quando a encaramos atentamente, percebemos que ela se porta de forma tão inteligente que deveríamos, antes, perguntar se o homem não precisaria observar o comportamento equilibrado da Natureza, reaprendendo, com ela, a agir de forma a não destruí-la, como vem fazendo. (...)

   É de se perguntar se os graves males que afligem a humanidade não residiriam no fato de o homem ter-se distinguido da Natureza, tendo construído uma outra, totalmente artificial, quando deveria integrar-se com inteligência nos processos e no equilíbrio perfeitos, que seus olhos, ofuscados pela extrema pretensão e pelo interesse desmedido, não conseguem penetrar.

   Talvez a Natureza olhe para ele com mais inteligência e paciência, pois, se não o fizesse, já o teria aniquilado. “Parece que a Natureza” — pondera Eugene Conseliet — “como boa mãe, procura acomodar-se da melhor forma à impertinência do homem e consertar pacientemente tudo o que ele danifica”. (...)

   Mas, afinal, o que é inteligência? A palavra originária do latim “inter” e “legere”, que significam escolher entre, discernir, entender, conhecer, compreender. É a faculdade de conhecer as ideias e as relações que existem entre elas. É, em suma, ver as coisas não em sua forma exterior, mas penetrar em sua essência, em seu “númeno”. Filosoficamente, a inteligência se manifesta por meio de quatro processos, que são: conhecer, armazenar (memória), elaborar, comunicar (expressar). Animais, vegetais e minerais conhecem, porque vivem em contato com o meio ambiente; memorizam, porque gravam tudo o que lhes é útil ou nocivo; elaboram, porque criam constantemente mecanismos e atitudes novos; comunicam-se, porque se inter-relacionam equilibradamente.

   Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação. (...)


Vox Clamantis in Deserto: A voz daquele que clama num deserto - GRAFIST, Lorena - SP, 2006
A visão inteligente da Natureza a respeito do homem evidencia-se no trecho:
Alternativas
Q3369269 Português
Uma visão inteligente da Natureza

Artur Diniz Neto

   Sob vários aspectos, parece-me pouco inteligente encarecer que o homem deveria olhar mais a Natureza e sobretudo tratá-la de forma adequada, já que ele faz parte dela. De fato, quando a encaramos atentamente, percebemos que ela se porta de forma tão inteligente que deveríamos, antes, perguntar se o homem não precisaria observar o comportamento equilibrado da Natureza, reaprendendo, com ela, a agir de forma a não destruí-la, como vem fazendo. (...)

   É de se perguntar se os graves males que afligem a humanidade não residiriam no fato de o homem ter-se distinguido da Natureza, tendo construído uma outra, totalmente artificial, quando deveria integrar-se com inteligência nos processos e no equilíbrio perfeitos, que seus olhos, ofuscados pela extrema pretensão e pelo interesse desmedido, não conseguem penetrar.

   Talvez a Natureza olhe para ele com mais inteligência e paciência, pois, se não o fizesse, já o teria aniquilado. “Parece que a Natureza” — pondera Eugene Conseliet — “como boa mãe, procura acomodar-se da melhor forma à impertinência do homem e consertar pacientemente tudo o que ele danifica”. (...)

   Mas, afinal, o que é inteligência? A palavra originária do latim “inter” e “legere”, que significam escolher entre, discernir, entender, conhecer, compreender. É a faculdade de conhecer as ideias e as relações que existem entre elas. É, em suma, ver as coisas não em sua forma exterior, mas penetrar em sua essência, em seu “númeno”. Filosoficamente, a inteligência se manifesta por meio de quatro processos, que são: conhecer, armazenar (memória), elaborar, comunicar (expressar). Animais, vegetais e minerais conhecem, porque vivem em contato com o meio ambiente; memorizam, porque gravam tudo o que lhes é útil ou nocivo; elaboram, porque criam constantemente mecanismos e atitudes novos; comunicam-se, porque se inter-relacionam equilibradamente.

   Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação. (...)


Vox Clamantis in Deserto: A voz daquele que clama num deserto - GRAFIST, Lorena - SP, 2006
Em relação à ideia de que o homem deveria olhar mais para a Natureza e sobretudo tratá-la de forma mais adequada, o autor  
Alternativas
Q3369268 Português
Uma visão inteligente da Natureza

Artur Diniz Neto

   Sob vários aspectos, parece-me pouco inteligente encarecer que o homem deveria olhar mais a Natureza e sobretudo tratá-la de forma adequada, já que ele faz parte dela. De fato, quando a encaramos atentamente, percebemos que ela se porta de forma tão inteligente que deveríamos, antes, perguntar se o homem não precisaria observar o comportamento equilibrado da Natureza, reaprendendo, com ela, a agir de forma a não destruí-la, como vem fazendo. (...)

   É de se perguntar se os graves males que afligem a humanidade não residiriam no fato de o homem ter-se distinguido da Natureza, tendo construído uma outra, totalmente artificial, quando deveria integrar-se com inteligência nos processos e no equilíbrio perfeitos, que seus olhos, ofuscados pela extrema pretensão e pelo interesse desmedido, não conseguem penetrar.

   Talvez a Natureza olhe para ele com mais inteligência e paciência, pois, se não o fizesse, já o teria aniquilado. “Parece que a Natureza” — pondera Eugene Conseliet — “como boa mãe, procura acomodar-se da melhor forma à impertinência do homem e consertar pacientemente tudo o que ele danifica”. (...)

   Mas, afinal, o que é inteligência? A palavra originária do latim “inter” e “legere”, que significam escolher entre, discernir, entender, conhecer, compreender. É a faculdade de conhecer as ideias e as relações que existem entre elas. É, em suma, ver as coisas não em sua forma exterior, mas penetrar em sua essência, em seu “númeno”. Filosoficamente, a inteligência se manifesta por meio de quatro processos, que são: conhecer, armazenar (memória), elaborar, comunicar (expressar). Animais, vegetais e minerais conhecem, porque vivem em contato com o meio ambiente; memorizam, porque gravam tudo o que lhes é útil ou nocivo; elaboram, porque criam constantemente mecanismos e atitudes novos; comunicam-se, porque se inter-relacionam equilibradamente.

   Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação. (...)


Vox Clamantis in Deserto: A voz daquele que clama num deserto - GRAFIST, Lorena - SP, 2006
Animais, vegetais e minerais, segundo o autor, conhecem, memorizam, elaboram e comunicam. Essa constatação indica que 
Alternativas
Q3369267 Português
Uma visão inteligente da Natureza

Artur Diniz Neto

   Sob vários aspectos, parece-me pouco inteligente encarecer que o homem deveria olhar mais a Natureza e sobretudo tratá-la de forma adequada, já que ele faz parte dela. De fato, quando a encaramos atentamente, percebemos que ela se porta de forma tão inteligente que deveríamos, antes, perguntar se o homem não precisaria observar o comportamento equilibrado da Natureza, reaprendendo, com ela, a agir de forma a não destruí-la, como vem fazendo. (...)

   É de se perguntar se os graves males que afligem a humanidade não residiriam no fato de o homem ter-se distinguido da Natureza, tendo construído uma outra, totalmente artificial, quando deveria integrar-se com inteligência nos processos e no equilíbrio perfeitos, que seus olhos, ofuscados pela extrema pretensão e pelo interesse desmedido, não conseguem penetrar.

   Talvez a Natureza olhe para ele com mais inteligência e paciência, pois, se não o fizesse, já o teria aniquilado. “Parece que a Natureza” — pondera Eugene Conseliet — “como boa mãe, procura acomodar-se da melhor forma à impertinência do homem e consertar pacientemente tudo o que ele danifica”. (...)

   Mas, afinal, o que é inteligência? A palavra originária do latim “inter” e “legere”, que significam escolher entre, discernir, entender, conhecer, compreender. É a faculdade de conhecer as ideias e as relações que existem entre elas. É, em suma, ver as coisas não em sua forma exterior, mas penetrar em sua essência, em seu “númeno”. Filosoficamente, a inteligência se manifesta por meio de quatro processos, que são: conhecer, armazenar (memória), elaborar, comunicar (expressar). Animais, vegetais e minerais conhecem, porque vivem em contato com o meio ambiente; memorizam, porque gravam tudo o que lhes é útil ou nocivo; elaboram, porque criam constantemente mecanismos e atitudes novos; comunicam-se, porque se inter-relacionam equilibradamente.

   Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação. (...)


Vox Clamantis in Deserto: A voz daquele que clama num deserto - GRAFIST, Lorena - SP, 2006
A frase Não sabemos quando, nem onde, nem por que o homem resolveu pedir emancipação leva à seguinte conclusão a respeito da relação homem e Natureza:
Alternativas
Q1987353 Física
Um veículo A desloca-se por uma estrada plana e retilínea com uma velocidade constante de 54 km/h. Num determinado instante t = 0, este veículo passa exatamente numa posição na qual parte, do repouso, na mesma estrada, no mesmo sentido e na mesma direção, um veículo B. Sabe-se que este veículo B descreve um movimento retilíneo uniformemente variado. As velocidades em função do tempo, em unidades do Sistema Internacional, para os dois veículos são descritas no gráfico a seguir. Determine em, segundos, o instante em que o veículo B irá alcançar o veículo A.
   Observação: no gráfico, vA e vB representam, respectivamente, a velocidade do veículo A e a velocidade do B.  
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Alternativas
Q1987352 Física
Um cubo homogêneo de massa M e de arestas iguais a a, foi colocado sobre uma superfície plana em um local em que a aceleração da gravidade tem intensidade igual a g. Sabendo que μ representa a densidade do material que constitui o cubo, é correto afirmar que a pressão p aplicada pela base deste cubo sobre a superfície plana pode ser expressa como:  
Alternativas
Q1987351 Física
Um recipiente está completamente cheio com água (densidade igual a 1 g/cm3 ). A 3 m de profundidade, em relação a superfície, é determinado um ponto A. Outro ponto B, que está abaixo de A e a uma profundidade h em relação ao ponto A, apresenta uma pressão com valor de 68600 Pa. Este ponto B está a 3 m acima do fundo do recipiente, conforme pode-se observar na figura a seguir. Determine o valor, em metros, de H, que representa a altura total deste recipiente.  
Dados:
I - desconsidere a pressão atmosférica; II - intensidade da aceleração da gravidade no local igual a 9,8 m/s2 ; e III - o líquido (água) perfeitamente homogêneo e em equilíbrio estático. 


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Alternativas
Q1987350 Física
No canto da sala, sobre uma pequena mesa, estava colocado o antigo relógio pertencente à família. Apesar de empoeirado e esquecido pelo tempo, ainda funcionando perfeitamente. O ponteiro indicador dos minutos medindo exatamente 10 cm do eixo até a extremidade. Um ponto nesta extremidade possui uma velocidade tangencial, em m/s, igual a ______.
Assinale a alternativa que completa a lacuna do texto anterior. 
Alternativas
Respostas
861: C
862: C
863: D
864: C
865: A
866: D
867: A
868: D
869: C
870: D
871: B
872: A
873: A
874: C
875: B
876: A
877: D
878: A
879: C
880: D