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Q692403 Português

                                                      Lições do Titanic

    O naufrágio do Titanic traz tristes memórias., heroísmo., coragem. arrogância, fé. lendas e mitos. Por isso e pela perda de cerca de 1500 vidas, é tragédia marcante da aventura humana. Diante de tal lembrança, conforta-nos a sabedoria de aprender com os erros, que pode e deve ser praticada por todos.

   Cem anos após a triste noite de 14 de abril de 1912. quando um iceberg interrompeu a travessia do Atlântico entre Southampton (Reino Unido) e Nova York (EUA)., a frustrada viagem inaugural do navio ainda é um legado de preciosas lições. E todas se aplicam a distintas situações, inclusive na gestão empresarial.

   A primeira refere-se à previsão relativa aos recursos de contingência. Nunca devem ser menores que a efetiva demanda em casos de incidentes e acidentes. Isso vale para reservas financeiras, alarmes, áreas de escoamento, estruturas e brigadas de incêndio.

   O Titanic tinha só 16 botes salva-vidas, muito aquém do ideal.

   A segunda lição é sobre a necessidade de testar qualquer equipamento, máquina, veículo, processo e sistema antes de ser colocado em operação comercial. O Titanic teve apenas seis horas de testes, e muito abaixo de sua velocidade máxima. Talvez por isso, os timoneiros não tenham conseguido manobrá-lo com eficiência ante a iminência do choque.

  A comunicação, sempre decisiva e estratégica, é o objeto da terceira lição. O Titanic possuía o modemíssimo telégrafo do Sistema Marconi. Porém, muitos não sabiam operar aquela “maravilha sem fio"’ e alguns navios que poderiam tê-lo socorrido nem sequer contavam com ela.

   Os meios de comunicação — incluindo os mais recentes, como redes sociais, tráfego de dados, G3, G4 e outros recursos cibernéticos — precisam ser bem utilizados e todos os interlocutores devem compartilhá-los de maneira eficaz no domínio da tecnologia.

   Outra análise importante é que a arrogância nunca deve subjugar o bom senso. A humildade é sempre boa conselheira, mesmo quando a autossegurança resulta de grande experiência ou baseia-se no uso de avançada tecnologia. O excesso de confiança pode explicar o motivo de o capitão Smith ter ignorado os alertas de gelo no mar e ter determinado velocidade máxima.

   Que a triste e centenária lembrança, registrada no Reino Unido e em todo o mundo, não seja em vão. Aprender com os equívocos do passado nos capacita a um futuro sempre melhor.


                                  (Josué Gomes da Silva, Folha de S.Paulo, 15.04.2012. Adaptado) 

A segunda lição deixada pelo Titanic evidencia que
Alternativas
Q692402 Português

                                                      Lições do Titanic

    O naufrágio do Titanic traz tristes memórias., heroísmo., coragem. arrogância, fé. lendas e mitos. Por isso e pela perda de cerca de 1500 vidas, é tragédia marcante da aventura humana. Diante de tal lembrança, conforta-nos a sabedoria de aprender com os erros, que pode e deve ser praticada por todos.

   Cem anos após a triste noite de 14 de abril de 1912. quando um iceberg interrompeu a travessia do Atlântico entre Southampton (Reino Unido) e Nova York (EUA)., a frustrada viagem inaugural do navio ainda é um legado de preciosas lições. E todas se aplicam a distintas situações, inclusive na gestão empresarial.

   A primeira refere-se à previsão relativa aos recursos de contingência. Nunca devem ser menores que a efetiva demanda em casos de incidentes e acidentes. Isso vale para reservas financeiras, alarmes, áreas de escoamento, estruturas e brigadas de incêndio.

   O Titanic tinha só 16 botes salva-vidas, muito aquém do ideal.

   A segunda lição é sobre a necessidade de testar qualquer equipamento, máquina, veículo, processo e sistema antes de ser colocado em operação comercial. O Titanic teve apenas seis horas de testes, e muito abaixo de sua velocidade máxima. Talvez por isso, os timoneiros não tenham conseguido manobrá-lo com eficiência ante a iminência do choque.

  A comunicação, sempre decisiva e estratégica, é o objeto da terceira lição. O Titanic possuía o modemíssimo telégrafo do Sistema Marconi. Porém, muitos não sabiam operar aquela “maravilha sem fio"’ e alguns navios que poderiam tê-lo socorrido nem sequer contavam com ela.

   Os meios de comunicação — incluindo os mais recentes, como redes sociais, tráfego de dados, G3, G4 e outros recursos cibernéticos — precisam ser bem utilizados e todos os interlocutores devem compartilhá-los de maneira eficaz no domínio da tecnologia.

   Outra análise importante é que a arrogância nunca deve subjugar o bom senso. A humildade é sempre boa conselheira, mesmo quando a autossegurança resulta de grande experiência ou baseia-se no uso de avançada tecnologia. O excesso de confiança pode explicar o motivo de o capitão Smith ter ignorado os alertas de gelo no mar e ter determinado velocidade máxima.

   Que a triste e centenária lembrança, registrada no Reino Unido e em todo o mundo, não seja em vão. Aprender com os equívocos do passado nos capacita a um futuro sempre melhor.


                                  (Josué Gomes da Silva, Folha de S.Paulo, 15.04.2012. Adaptado) 

A quantidade de recursos de contingência do Titanic, para enfrentar eventuais adversidades. era
Alternativas
Q692401 Português

                                                      Lições do Titanic

    O naufrágio do Titanic traz tristes memórias., heroísmo., coragem. arrogância, fé. lendas e mitos. Por isso e pela perda de cerca de 1500 vidas, é tragédia marcante da aventura humana. Diante de tal lembrança, conforta-nos a sabedoria de aprender com os erros, que pode e deve ser praticada por todos.

   Cem anos após a triste noite de 14 de abril de 1912. quando um iceberg interrompeu a travessia do Atlântico entre Southampton (Reino Unido) e Nova York (EUA)., a frustrada viagem inaugural do navio ainda é um legado de preciosas lições. E todas se aplicam a distintas situações, inclusive na gestão empresarial.

   A primeira refere-se à previsão relativa aos recursos de contingência. Nunca devem ser menores que a efetiva demanda em casos de incidentes e acidentes. Isso vale para reservas financeiras, alarmes, áreas de escoamento, estruturas e brigadas de incêndio.

   O Titanic tinha só 16 botes salva-vidas, muito aquém do ideal.

   A segunda lição é sobre a necessidade de testar qualquer equipamento, máquina, veículo, processo e sistema antes de ser colocado em operação comercial. O Titanic teve apenas seis horas de testes, e muito abaixo de sua velocidade máxima. Talvez por isso, os timoneiros não tenham conseguido manobrá-lo com eficiência ante a iminência do choque.

  A comunicação, sempre decisiva e estratégica, é o objeto da terceira lição. O Titanic possuía o modemíssimo telégrafo do Sistema Marconi. Porém, muitos não sabiam operar aquela “maravilha sem fio"’ e alguns navios que poderiam tê-lo socorrido nem sequer contavam com ela.

   Os meios de comunicação — incluindo os mais recentes, como redes sociais, tráfego de dados, G3, G4 e outros recursos cibernéticos — precisam ser bem utilizados e todos os interlocutores devem compartilhá-los de maneira eficaz no domínio da tecnologia.

   Outra análise importante é que a arrogância nunca deve subjugar o bom senso. A humildade é sempre boa conselheira, mesmo quando a autossegurança resulta de grande experiência ou baseia-se no uso de avançada tecnologia. O excesso de confiança pode explicar o motivo de o capitão Smith ter ignorado os alertas de gelo no mar e ter determinado velocidade máxima.

   Que a triste e centenária lembrança, registrada no Reino Unido e em todo o mundo, não seja em vão. Aprender com os equívocos do passado nos capacita a um futuro sempre melhor.


                                  (Josué Gomes da Silva, Folha de S.Paulo, 15.04.2012. Adaptado) 

Na opinião do autor, a trágica história do Titanic deve ser lembrada porque
Alternativas
Q681973 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q681972 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q681971 Português
Examine as frases a seguir para identificar em qual alternativa a palavra destacada tem valor de advérbio:
Alternativas
Q681969 Português

Assinale a alternativa que associa correta e ordenadamente as colunas abaixo de cima para baixo:

1 - Cocho.     

2 - Coxo.       

3 - Recrear.   

4 - Recriar.     

5 - Sortir.       

6 - Surtir.

( ) Manco. 

( ) Produzir efeito.

( ) Divertir, alegrar.  

( ) Vasilha de madeira. 

( ) Criar novamente.

( ) Abastecer.       

Alternativas
Q681968 Português

Leia atentamente a notícia “Conflito no Líbano mata 4 israelenses” e assinale a alternativa correta:

Ao menos quatro militares israelenses foram mortos durante conflitos com radicais islâmicos na madrugada de hoje (noite de ontem no Brasil) no sul do Líbano, informou a “France Press”.

Citando fontes dos serviços de segurança libaneses, a agência noticia que os militares viajavam em um helicóptero fora da zona de segurança – faixa do território sul do Líbano ocupada por Israel desde 1982.

Os combates ocorreram próximo à aldeia de Nsarieh, a 20 km ao sul da cidade de Sidon.

“Nosso grupo estava patrulhando a área quando os israelenses pousaram. Os combates ainda continuam”, disse um membro do grupo radical islâmico Hilbollah (Movimento de Resistência Islâmico).

“Acreditamos que os israelenses sofreram baixas e estão tentando pousar para salvar seus companheiros”, afirmou.

Membros do grupo Amal (xiita pró-Síria) também se envolveram nos combates, segundo a “France Press”.

(Folha de São Paulo, 5/9/97)

Alternativas
Q681967 Português

Leia atentamente a poesia de Gregório de Matos e assinale a alternativa incorreta:

Ó tu do meu amor fiel traslado

Mariposa entre as chamas consumida,

Pois se à força do ardor perdes a vida,

A violência do fogo me há prostrado.


Tu de amante o teu fim hás encontrado,

Essa flama girando apetecida;

Eu girando uma penha endurecida,

No fogo, que exalou, morro abrasado.


Ambos de firmes anelando chamas,

Tu a vida deixas, eu a morte imploro

Nas constâncias iguais, iguais nas chamas.


Mas ai! que a diferença entre nós choro,

Pois acabando tu ao fogo, que amas,

Eu morro, sem chegar à luz, que adoro.

Alternativas
Q681966 Português
Todas alternativas estão incorretas, exceto:
Alternativas
Q681965 Português
Com relação à classe dos adjetivos, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q681964 Português
Com relação à flexão de grau dos substantivos, todas alternativas estão corretas, exceto:
Alternativas
Q681963 Português
Assinale o item em que o elemento mórfico está incorretamente analisado:
Alternativas
Q681962 Português

Assinale a alternativa que completa corretamente as frases abaixo:

Ignoro o motivo (1) ____ ele se demitiu.

De onde vens e (2) ____ vais?

(3) ____ começou a andar, já brincava pela casa inteira.

Fizemos a (4) ____ de todos os bens ao chefe da casa.

Não o vejo (5) ____ meses; nem sei como está agora.

Alternativas
Q681961 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q681960 Português
“Se você cantasse,/ Se você gemesse,/ Se você dançasse a valsa vienense...” (Carlos Drummond de Andrade), os verbos destacados estão no:
Alternativas
Q681959 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q681958 Português
Em: “Estou vendo o Spielberg de novo” e “Amo-te assim: meio odiosamente” (Augusto dos Campos), foram utilizadas as seguintes figuras de linguagem:
Alternativas
Q681957 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q681956 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Respostas
4821: D
4822: B
4823: C
4824: E
4825: D
4826: C
4827: A
4828: D
4829: D
4830: E
4831: B
4832: D
4833: E
4834: A
4835: B
4836: D
4837: E
4838: B
4839: E
4840: D