Questões Militares Comentadas para capelão militar

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Q632443 Pedagogia
O Teólogo brasileiro João Batista Libânio reflete acerca de uma Teologia da Revelação a partir do contexto latino-americano, e se pergunta como uma situação sócio-política pode ser revelação de Deus. Identifique os protagonistas da reflexão do referido teólogo.
Alternativas
Q632442 Pedagogia

Em relação às falas abaixo, associe a segunda coluna de acordo com primeira e, a seguir, assinale a alternativa correta.


1. Spe Salvi - Bento XVI 

2. Ecclesia de Eucharistia - João Paulo II

3. Deus Caritas Est - Bento XVI 


( ) é na esperança que fomos salvos: diz São Paulo aos Romanos e a nós também (Rm 8,24). A “redenção”, a salvação, segundo a fé cristã, não é um simples dado de fato.

( ) A Igreja vive da Eucaristia. Esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da Igreja.

( ) O amor de Deus por nós é questão fundamental para a vida e coloca questões decisivas sobre quem é Deus e quem somos nós.

( ) Primeiro e essencial lugar de aprendizagem da esperança é a oração. Quando já ninguém me escuta, Deus ainda me ouve. Quando já não posso falar com ninguém, nem invocar mais ninguém, a Deus sempre posso falar.

( ) O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais nada, para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade.

Alternativas
Q632441 Pedagogia
“A fé e a razão (fides et ratio) constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de O conhecer, para que, conhecendo-O e amando-O, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio”. Este é um trecho da Carta Encíclica Fides et Ratio que foi promulgada pelo papa:
Alternativas
Q632440 Pedagogia
A V Conferência do Episcopado Latino-americano e Caribenho é um novo passo no caminho da Igreja, especialmente desde o Concílio Ecumênico Vaticano II. Ela dá continuidade e, ao mesmo tempo, recapitula o caminho de fidelidade, renovação e evangelização da Igreja latino-americana a serviço de seus povos, que se expressou oportunamente nas Conferências Gerais anteriores do Episcopado. O Documento de Aparecida é dividido em três partes, respectivamente:
Alternativas
Q632439 Pedagogia

A Legislação Eclesiástica no Cân. 566 do Código de Direito Canônico, apresenta as Faculdades reservadas ao Capelão Militar. Analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a resposta correta. 


I. O Capelão, em virtude de seu ofício, tem a faculdade de confessar os fiéis confiados a seus cuidados, pregar-lhes a Palavra de Deus, administrar-lhes o Viático e a Unção dos Enfermos, como também, conferir o Sacramento da Confirmação aos que se encontram em perigo de morte.

II. A faculdade dos Capelães se resume em: pregar a Palavra de Deus aos fiéis confiados a seus cuidados e administrar os Sacramentos.

III. É necessário que o Capelão esteja munido de todas as faculdades requeridas para um cuidado pastoral adequado, além das que são concedidas por direito particular ou por delegação especial.

IV. O Capelão tem a obrigação de visitar seus paroquianos e lhes prestar os devidos auxílios espirituais e materiais. 

Alternativas
Q632438 Pedagogia
Considerando que no Brasil o Vicariato militar foi erigido com data de 06 de novembro de 1950, cuja sede está em Brasília, os Capelães Militares têm também o seu próprio Ordinário. Baseado nesta afirmativa, os Capelães militares estão juridicamente subordinados:
Alternativas
Q632437 Pedagogia

Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna abaixo. Segundo o Catecismo da Igreja Católica, no seu artigo 199.


“______________”, é esta a primeira afirmação da profissão de fé e também a mais fundamental. Todo o Símbolo fala de Deus; ao falar também do homem e do mundo, fazê-lo em relação a Deus. Os artigos do Credo dependem todos do primeiro, do mesmo modo que todos os mandamentos são uma explicitação do primeiro. Os outros artigos fazem-nos conhecer melhor a Deus, tal como Ele progressivamente Se revelou aos homens.

Alternativas
Q632436 Pedagogia
Vivemos entre dois mundos de linguagem: a linguagem comum, corrente, diária, e a linguagem científica, pautada por regras decididas pela comunidade científica. A linguagem teológica não se coaduna bem com nenhuma das duas, vai além da linguagem corriqueira, porque: 
Alternativas
Q632435 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. Em relação ao Pai e ao Filho, o que a Igreja, auxiliada por Santo Tomás afirma a respeito da grandeza?


( ) O Filho não é igual ao Pai em grandeza pois o próprio Filho diz no evangelho de São João 14, 28: “O Pai é maior do que eu”.

( ) O Filho é igual ao Pai em grandeza. A grandeza de Deus é a perfeição de sua natureza.

( ) A paternidade faz parte da dignidade do Pai, a paternidade não convém ao Filho, portanto o filho não possui toda a dignidade do Pai.

( ) O Filho é igual ao Pai em grandeza. 

Alternativas
Q632434 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. Em relação à pessoa de Jesus Cristo podemos dizer que sua atuação exterior de evangelização corresponde a:


( ) Ele agia unicamente como profeta.

( ) A sua atuação é similar à de um escriba ou rabino judeu.

( ) Jesus por ser Judeu não estava arraigado no mundo de Israel e no judaísmo.

( ) Jesus escandalizou os fariseus ao comer com os publicanos e os pecadores, com a mesma familiaridade que quando comia com eles.

( ) Jesus não escandalizou os fariseus pois nunca comeu com os publicanos e os pecadores. 

Alternativas
Q632433 Pedagogia

Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna abaixo.


“______________ é a resposta de Deus ao ser humano, é nele que se concretiza a salvação projetada desde o início da criação.” 

Alternativas
Q632432 Pedagogia

Analise as afirmativas sobre a necessidade da Teologia ou Doutrina Sagrada, colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) Não foi necessário que a Doutrina Sagrada, a teologia, surgisse porque, sendo esta sobrenatural, o homem não deve esforçar-se por alcançar o que se encontra acima da sua razão.

( ) Não foi necessário a Doutrina Sagrada, a Teologia, porque a teologia trata de Deus e, por este motivo, a filosofia já tratava desse objeto de estudo, Deus.

( ) Era necessário existir para a salvação do homem uma doutrina fundada na revelação. 

Alternativas
Q632431 Pedagogia

Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna abaixo.


Quanto às “_______________”, a Igreja só pode confiá-las à misericórdia de Deus, como faz no rito das exéquias por elas. Com efeito, a grande misericórdia de Deus, que quer a salvação de todos os homens, e a ternura de Jesus para com as crianças, o levam a dizer: “Deixai as crianças virem a mim, não as impeçais” (Mc 10,14), nos permite a pensar que haja um caminho de salvação para as crianças mortas sem Batismo.

Alternativas
Q632430 Pedagogia

A Igreja professa na liturgia dominical o Credo dos Apóstolos e exprime a sua fé na Santíssima Trindade. Essa fé professada e vivida significa o que para os cristãos? Responda colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) Há na verdade 3 deuses porque existem 3 pessoas divinas e então para cada divindade uma pessoa respectiva, Pai, Filho e Espírito Santo.

( ) A Trindade é Una mesmo que haja uma relação unicamente de razão, a relação substancial é aquela de Deus para com as criaturas.

( ) A Trindade é Una na sua essência mas três na relação de Pessoas. 

Alternativas
Q632429 Pedagogia
Analise os conceitos de Igreja abaixo e assinale a alternativa correta. O documento Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, afirma que:
Alternativas
Q632428 Pedagogia

O Papa Francisco dá um conceito fundamental e importante sobre a homilia na Exortação apostólica, Evangelii Gaudium. Analise cada conceito e responda, colocando entre parêntese a letra V, quando se tratar de alternativa verdadeira e a letra F, quando se tratar de alternativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a proximidade e a capacidade de encontro de um Pastor com o seu povo.

( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a capacidade de entendimento do povo.

( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a capacidade do uso gramatical correto de um Pastor. 

Alternativas
Q632427 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo, colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.


Dada a seguinte afirmação: “A teologia é uma ciência”. Na idade média, a teologia era considerada a rainha de todos os conhecimentos, até mesmo do conhecimento científico. Ela é considerada ciência pelo(s) seguinte(s) motivo(s): 


( ) conhecimento certo e sempre válido, devido ao seu resultado de dedução do conhecimento lógico.

( ) articular as conclusões com os princípios universais e válidos por meio de raciocínios necessários.

( ) por ter evidência imediata de seus princípios, ou seja, das verdades reveladas.

Alternativas
Q632426 Pedagogia
Analisando o conceito clássico de teologia, o estudo sobre Deus, Theós + logía, pode se concluir que a teologia cristã (é):
Alternativas
Q632162 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

Pontes entre os muros 

Há quem queira ensinar padre-nosso ao vigário. Mas isso não se compara a querer ensinar ao papa sobre a vida de Cristo. “Jesus viveu aqui, nesta terra. Ele falava hebraico”, garantiu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Jorge Bergoglio, em Jerusalém. “Aramaico”, corrigiu imediatamente o pontífice. “Falava aramaico, mas sabia hebraico”, insistiu Bibi. 

Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. A cena mais emblemática foi o papa descer do carro sem aviso, na Cisjordânia, para rezar junto ao Muro da Separação, ou “Muro da Vergonha”, construído por Israel para concretizar fisicamente a exclusão do povo palestino. Bem debaixo de pichações nas quais se lia “Palestina Livre”, “Papa, precisamos de alguém para falar sobre justiça”, e “Belém parece o Gueto de Varsóvia”. 

Foi óbvia a alusão ao “Muro das Lamentações” de Jerusalém, tido como vestígio do Templo destruído por Tito (é um muro de arrimo acrescentado por Herodes), onde durante milênios peregrinos foram suplicar pela vinda do Messias, pelo retomo dos judeus da Diáspora, pela reconstrução do templo e do idealizado reino de Israel. Sem usar palavras, o líder católico equiparou os hebreus do passado aos palestinos do presente e assinalou ao mundo em geral e a Israel em particular que o ponto de vista de Tel-Avivi sobre a história é um entre outros e os judeus não são tão diferentes dos árabes. Nem dos romanos. [...] 

Mais tarde, do lado israelense da fronteira, o papa Francisco não se negou a visitar o Muro das Lamentações original antes de subir às mesquitas do Morro do Templo e aceitou a exigência de Netanyahu de repetir seu gesto perto do muro do Memorial das Vítimas (judaicas) dos Ataques Terroristas, em Jerusalém. Essas cenas não tiveram o mesmo impacto [...]. A questão não é tomar partido pelo Estado da Palestina (oficialmente reconhecido pelo Vaticano), e sim relativizar a narrativa sionista na qual Israel insiste, apesar de se tomar cada vez mais insustentável no cenário internacional.

O primeiro-ministro, vale ressaltar, não representa o sionismo mais extremista. Está sob pressão dos radicais de seu próprio partido e dos aliados ainda mais à direita de sua coalizão, especialmente o chanceler Avigdor Lieberman e o ministro da Economia, Naftali Bennett, representante dos colonos do partido Lar Judeu, que exige a anexação da Cisjordânia. [...]

O papa ofereceu “sua casa”, o Vaticano, para um encontro entre o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente israelense Shimon Peres. Ambos aceitaram, mas o desafio continua a ser encontrar uma linguagem comum. Não haverá saída da embrulhada do Oriente Médio enquanto os israelenses se fecharem aos palestinos e ao mundo tanto com muralhas físicas quanto com as de seus mitos e preconceitos. O chefe da Igreja Católica agiu corretamente ao enfatizar o quanto esses muros são lamentáveis e tomar sua visita a mais ecumênica possível. [...] Desta vez, fez jus ao primeiro título de seu cargo, herdado dos sumos sacerdotes e imperadores de Roma e muito mais velho que o próprio cristianismo: Pontifex, “fazedor de pontes”. Ou pelo menos tentou. 

(Antônio Luiz M. C. Costa, CARTA CAPITAL, 802, 04/06/2014)
Considerando o aspecto semântico presente no título do texto, em que a palavra “pontes”, representaria meios de estabelecer a aproximação e o contato entre israelenses e palestinos, povos separados por barreiras e obstáculos, representados pela palavra “muros”, pode-se considerar que há aí uma relação:
Alternativas
Q632160 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

Pontes entre os muros 

Há quem queira ensinar padre-nosso ao vigário. Mas isso não se compara a querer ensinar ao papa sobre a vida de Cristo. “Jesus viveu aqui, nesta terra. Ele falava hebraico”, garantiu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Jorge Bergoglio, em Jerusalém. “Aramaico”, corrigiu imediatamente o pontífice. “Falava aramaico, mas sabia hebraico”, insistiu Bibi. 

Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. A cena mais emblemática foi o papa descer do carro sem aviso, na Cisjordânia, para rezar junto ao Muro da Separação, ou “Muro da Vergonha”, construído por Israel para concretizar fisicamente a exclusão do povo palestino. Bem debaixo de pichações nas quais se lia “Palestina Livre”, “Papa, precisamos de alguém para falar sobre justiça”, e “Belém parece o Gueto de Varsóvia”. 

Foi óbvia a alusão ao “Muro das Lamentações” de Jerusalém, tido como vestígio do Templo destruído por Tito (é um muro de arrimo acrescentado por Herodes), onde durante milênios peregrinos foram suplicar pela vinda do Messias, pelo retomo dos judeus da Diáspora, pela reconstrução do templo e do idealizado reino de Israel. Sem usar palavras, o líder católico equiparou os hebreus do passado aos palestinos do presente e assinalou ao mundo em geral e a Israel em particular que o ponto de vista de Tel-Avivi sobre a história é um entre outros e os judeus não são tão diferentes dos árabes. Nem dos romanos. [...] 

Mais tarde, do lado israelense da fronteira, o papa Francisco não se negou a visitar o Muro das Lamentações original antes de subir às mesquitas do Morro do Templo e aceitou a exigência de Netanyahu de repetir seu gesto perto do muro do Memorial das Vítimas (judaicas) dos Ataques Terroristas, em Jerusalém. Essas cenas não tiveram o mesmo impacto [...]. A questão não é tomar partido pelo Estado da Palestina (oficialmente reconhecido pelo Vaticano), e sim relativizar a narrativa sionista na qual Israel insiste, apesar de se tomar cada vez mais insustentável no cenário internacional.

O primeiro-ministro, vale ressaltar, não representa o sionismo mais extremista. Está sob pressão dos radicais de seu próprio partido e dos aliados ainda mais à direita de sua coalizão, especialmente o chanceler Avigdor Lieberman e o ministro da Economia, Naftali Bennett, representante dos colonos do partido Lar Judeu, que exige a anexação da Cisjordânia. [...]

O papa ofereceu “sua casa”, o Vaticano, para um encontro entre o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente israelense Shimon Peres. Ambos aceitaram, mas o desafio continua a ser encontrar uma linguagem comum. Não haverá saída da embrulhada do Oriente Médio enquanto os israelenses se fecharem aos palestinos e ao mundo tanto com muralhas físicas quanto com as de seus mitos e preconceitos. O chefe da Igreja Católica agiu corretamente ao enfatizar o quanto esses muros são lamentáveis e tomar sua visita a mais ecumênica possível. [...] Desta vez, fez jus ao primeiro título de seu cargo, herdado dos sumos sacerdotes e imperadores de Roma e muito mais velho que o próprio cristianismo: Pontifex, “fazedor de pontes”. Ou pelo menos tentou. 

(Antônio Luiz M. C. Costa, CARTA CAPITAL, 802, 04/06/2014)
De acordo com o texto:
Alternativas
Respostas
1281: D
1282: E
1283: C
1284: B
1285: A
1286: E
1287: E
1288: A
1289: D
1290: C
1291: C
1292: D
1293: D
1294: C
1295: D
1296: B
1297: E
1298: C
1299: D
1300: E