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Frente a essa situação, o enfermeiro deve considerar que
Para responder à questão, considere o relato a seguir.
J.R., 69 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2, há 12 anos, insulinodependente, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) para consulta de enfermagem. Relatou que vinha se alimentando e fazendo caminhadas de acordo com as orientações recebidas, ingeria regularmente os medicamentos prescritos, mas estava confuso sobre o uso de dispositivo caneta com agulha de 4 mm para aplicação de insulina, que havia recebido há poucos dias. Queixou-se que, eventualmente, vinha apresentando episódios de tonturas ao se levantar da cama ou da poltrona. Ao realizar o exame físico de J.R., o enfermeiro obteve: peso = 76800 g; altura = 170 cm, e aferiu a pressão arterial com o objetivo de investigar a ocorrência de hipotensão ortostática. Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro completou o exame físico e, em conjunto com J.R., elaborou o plano de cuidados e metas a serem atingidas, orientando-o sobre a aplicação da insulina com caneta.
Para responder à questão, considere o relato a seguir.
J.R., 69 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2, há 12 anos, insulinodependente, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) para consulta de enfermagem. Relatou que vinha se alimentando e fazendo caminhadas de acordo com as orientações recebidas, ingeria regularmente os medicamentos prescritos, mas estava confuso sobre o uso de dispositivo caneta com agulha de 4 mm para aplicação de insulina, que havia recebido há poucos dias. Queixou-se que, eventualmente, vinha apresentando episódios de tonturas ao se levantar da cama ou da poltrona. Ao realizar o exame físico de J.R., o enfermeiro obteve: peso = 76800 g; altura = 170 cm, e aferiu a pressão arterial com o objetivo de investigar a ocorrência de hipotensão ortostática. Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro completou o exame físico e, em conjunto com J.R., elaborou o plano de cuidados e metas a serem atingidas, orientando-o sobre a aplicação da insulina com caneta.
Os dados apresentados mostram que
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, a situação apresentada fere ao princípio da Atenção Básica de
Leia o texto para responder à questão.
Qual é o papel de um museu que
conta histórias de vida?
O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo
de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer
indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma
fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as
pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer
pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas
as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por
colaboradores da instituição, que durante longas conversas
buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de
sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de
professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de
variadas idades e regiões do país.
A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen
Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos
1980, quando participou de um projeto de entrevistas com
imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos
ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de
25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o
mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única
sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o
público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas
mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o
olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas
transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.
(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)
• O Museu da Pessoa possibilita ________ qualquer indivíduo o registro de suas memórias.
• Devido ___________ entrevistas realizadas por colaboradores da instituição, é possível encontrar histórias de muitas pessoas, de variadas idades e regiões do país.
• A instituição ___________ qual Karen Worcman estava vinculada realizava entrevistas com imigrantes no Rio de Janeiro.
Em conformidade com as considerações de Almeida (2006), no Dicionário de questões vernáculas, sobre o emprego do acento indicativo de crase, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder à questão.
Qual é o papel de um museu que
conta histórias de vida?
O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo
de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer
indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma
fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as
pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer
pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas
as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por
colaboradores da instituição, que durante longas conversas
buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de
sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de
professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de
variadas idades e regiões do país.
A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen
Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos
1980, quando participou de um projeto de entrevistas com
imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos
ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de
25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o
mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única
sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o
público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas
mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o
olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas
transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.
(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)
O primeiro estágio é a fase de sonolência, em que começamos a sentir as primeiras sensações do sono, e a principal característica desse estágio é que será fácil acordar. Um exemplo são aqueles cochilos rápidos, período de 1 a 5 minutos, _____________podemos acordar com qualquer barulho que aconteça no local.
No terceiro estágio, a profundidade do sono é menor, _____________é o momento ideal para acordar de uma soneca, pois já relaxamos o corpo e estamos prontos para recuperar gradativamente a nossa atenção.
Somente depois de passarmos pelo quarto estágio, _____________________ estado é de profundo relaxamento, é que entramos na última etapa do sono – o sono REM.
Primeiro eu vesti o colete de mototáxi que guardei por três meses enquanto esperava a oportunidade da moto. Saí pilotando pelo bairro, não andei nem três quarteirões e uma mulher fez sinal com a mão.
Para aí, mototáxi.
Parei e ela me olhou assustada quando chegou perto.
Oxe, e é mulher, é?
Eu dei um sorrisinho meio troncho. Disse que pois é. Ela montou na garupa e falou que pelo menos ficava mais à vontade pra segurar na minha cintura. Não segurava na cintura de mototáxi homem que era pra não dar liberdade. Eu disse que pois é de novo.
Fui deixar essa mulher tão longe que eu nem sabia onde era aquilo. Ela foi me ensinando. Parecia que não ia chegar nunca. O sol rachando.
Quando a gente chegou lá, na frente de uma casa de taipa toda se desmontando, ela perguntou quanto tinha dado a corrida. Eu fiquei pensando por um tempo e ela me olhando impaciente, mas eu tava juntando a cara pra falar que era dez reais. Achando que ela ia reclamar do preço, falei oito, mas ela me entregou o dinheiro e sumiu pra dentro da casa.
Fiquei tomando coragem pra voltar. Não sabia voltar, na verdade. Fiquei olhando pra todo lado, o celular quase sem sinal. Longe demais, longe de um jeito que nem dez conto pagava. O resumo era, então, a minha burrice. Otária demais, só oito reais. Dirigindo na chinelada, com medo de qualquer cara de macho que aparecia nas calçadas. Eu só achava que iam me roubar. Imagina se levam minha moto zerada…
Fiquei nessa angústia, duas horas perdida. Até que avistei a estrada de volta pra Matriz. Depois, comecei a reconhecer melhor as casinhas, as cercas, as placas. Entrei de novo na cidade com a maior alegria. Mais feliz do que quando peguei a moto pela primeira vez.
Observe o mapa que representa os motores do desenvolvimento para o território nacional.

(THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A.
Atlas do Brasil – Disparidades e dinâmicas do território)
Os números 1 e 2 representam localidades com motores de desenvolvimento impulsionados, respectivamente,
pelas atividades de
O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas.
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia (versão final – dezembro de 2017))
Nesse contexto é apresentado o conceito de conexão que tem como descrição:
Por convenção, é um conceito de uso restrito ao processo de degradação de terras, com danos generalizados ao solo, que ocorre em áreas de clima árido, semiárido e subúmido seco, mesmo que o processo seja similar, em causas e consequências, àquele que ocorre em áreas mais úmidas.
(MOREIRA, J. C.; SENE, J. E. de. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Adaptado)
O conceito aqui apresentado aplica-se ao termo:
A mundialização da economia capitalista demandou um mundo dividido em países produtores de bens industrializados e países unicamente produtores de matérias- -primas, quer agrícolas ou minerais. Além desse contexto, pressupõe também a descentralização da atividade industrial e sua instalação e difusão por todo mundo.
(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. Adaptado)
Nesse cenário e dentro desse contexto emerge a necessidade de uma nova
No estado de São Paulo, cerca de 70% dos núcleos urbanos são abastecidos total ou parcialmente por águas provenientes de aquíferos, totalizando 34% da população do estado. Quando a exploração supera a recarga por períodos prolongados ocorre a superexploração, ou seja, a retirada de água é superior à sua capacidade de recarga.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. Adaptado)
A exploração intensiva dos aquíferos está associada
Recurso mineral que se forma em condições anóxicas, comumente associado a sulfetos, principalmente a pirita, que quando exposto à ação do oxigênio do ar e da água sofre oxidação, gerando uma solução de ácido sulfúrico e sulfato ferroso. Quando estes produtos, provenientes dos depósitos de rejeitos das minas, alcançam os cursos d´águas, acidificam as águas, aumentando o teor de sulfato.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. Adaptado)
O excerto refere-se à exploração de
Entende-se como um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde haja um esquema coerente de feições de relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O autor apresenta no texto o conceito de
Trata-se de uma região semiárida subequatorial e tropical, de posição nitidamente azonal, ou seja, fora do contexto regional onde se insere. Área de fraca decomposição de rochas. Drenagens intermitentes sazonais extensivas, relacionadas com o ritmo desigual e pouco frequente das precipitações (350 a 600 mm de chuva anuais).
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas)
O texto apresenta características do domínio morfoclimático