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O bócio hiperplásico em neonatos é a principal disfunção da ______________ em eqüinos e pequenos ruminantes. Uma possível causa é a ingestão do excesso de _____________ ou de plantas __________________ pelo (a) ______________. Essa disfunção é conhecida como ________________.
I. No líquido cefalorraquidiano os anticorpos policlonais se encontram em elevadas concentrações.
II. A detecção de antígeno rábico ocorre nos tecidos do tálamo.
III. O antígeno viral está presente em neurônios na medula espinhal.
IV. A detecção de antígeno rábico ocorre nos tecidos da ponte cerebelar.
A inclusão intracitoplasmática denominada ________________ é encontrada nos linfócitos e hemácias de cães com cinomose.
( ) Convulsões, cabeça inclinada e paralisia facial.
( ) Ambulação em círculos, nistagmo e cegueira.
( ) Ataxia, paresia e hiporreflexia.
( ) Agressão, bruxismo e pressão da cabeça.
( ) Decúbito, disfagia e coma.
I. radiografia é o principal instrumento para o diagnóstico, pois avalia o aumento no tamanho do ligamento.
II. ultrassonografia com imagens longitudinais e transversais avalia o carpo e ramos do LS.
III. ultrassonografia com imagens longitudinais e transversais indica a origem do LS no 3º metacarpiano palmar proximal.
IV. fratura de ossos sesamoides e dos metacarpianos menores pode ser observada na ultrassonografia.
V. cintilografia pode ser usada para confirmar o diagnóstico, porém não serve para monitorar a cicatrização da fratura.
I. Os potros neonatos são mais propensos a desenvolver hipercalcemia ou hipofosfatemia do que os adultos.
II. A hematúria microscópica geralmente é encontrada nos potros.
III. Os potros neonatos são mais propensos a desenvolver hipercalcemia ou hiperfosfatemia do que os adultos.
IV. Os potros podem se tornar oligúricos ou anúricos nas primeiras 24 horas antes que ocorra azotemia.
V. Como nos adultos, a depressão e o desenvolvimento de edema são sinais secundários em potros.
I. Surgimento lento, ataxia e tetraparesia esporádica pelo HVE tipo 2.
II. Além dos sinais neurológicos, ocorre também anorexia, secreção nasal e cólica pelo HVE tipo 3.
III. Aparecimento rápido dos sinais neurológicos, em consequência da lesão à substância branca da medula espinhal pelo HVE tipo 1.
IV. Midríase, hipópio, uveíte e neurite óptica pelo HVE tipo 4.
I. A erliquiose é causa de colite em égua.
II. A E. risticci pode ser considerada causa de aborto em égua.
III. Os fetos abortados apresentam hepatite necrótica e hipoplasia de órgãos linfóides.
IV. A reação em cadeia da polimerase pode identificar reduzida quantidade de riquétsia no tecido.
V. As vacinas comerciais para esta riquétsia protegem o animal contra o aborto.
I. à ampla diversidade de hospedeiros.
II. ao número de hospedeiros, pois são carrapatos trioxenos e dioxenos, respectivamente.
III. à ocorrência de duas ou mais gerações anuais.
( ) Desequilíbrios ecológicos ocasionados por desmatamentos.
( ) Uso indiscriminado de agrotóxicos em lavouras.
( ) Alterações climáticas ocorridas ao longo de vários anos.
( ) A diversidade de hábitos alimentares dos animais peçonhentos.