Questões Militares
Comentadas para odontólogo - odontopediatria
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo, em relação ao Cretinismo, um dos fatores pré- natais responsável pela maloclusão. A seguir, marque a opção com a sequência correta.
( ) Provoca a presença de supranumerários inclusos, sobretudo na região de pré-molares e incisivos inferiores.
( ) Ocasiona distúrbios no processo eruptivo dentário.
( ) Provoca retardamento em todas as etapas: erupção dos dentes primários e esfoliação e erupção dos permanentes.
( ) Ocasiona mordida aberta anterior, respiração bucal e maloclusão, devido à posição e ao tamanho da língua.
Quanto ao início do processo de erupção dentária e oclusão, analise as afirmativas abaixo.
I. Nessa época os dentes desempenham função mastigativa.
II. Os primeiros dentes a erupcionar são os molares decíduos.
III. A relação dos incisivos caracteriza-se por sobremordida e sobressaliência acentuadas.
Está(ão) incorreta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Os anestésicos locais são classificados em tipo éster e tipo amida, conforme a sua estrutura química. Sobre tais anestésicos, analise as afirmativas abaixo.
I. Os anestésicos tipo amida mais conhecidos são a procaína e a tetracaína.
II. Os anestésicos tipo éster têm a desvantagem de formar soluções menos estáveis.
III. Os representantes mais conhecidos do tipo éster são a lidocaína, prilocaína e mepivacaína.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
“É o procedimento de terapêutica cirúrgica que consiste na exérese dos tecidos que revestem a face oclusal da cora de um dente decíduo não-irrompido para lhe permitir um caminho desimpedido para vir a ocupar a sua posição na arcada. Trata-se, também, do procedimento para remoção cirúrgica da mucosa gengival que permanece recobrindo a coroa de dentes parcialmente irrompidos.”
(PINTO, Antonio Carlos Guedes. Odontopediatria. 8. ed. São Paulo: Santos, 2010.)
A qual procedimento o texto acima faz referência?
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em seguida, marque a opção com a sequência correta.
São sinais característicos da gengivite ulcerativa necrosante aguda (GUNA):
( ) aumento da temperatura corpórea.
( ) gengiva marginal adaptada à superfície dentária.
( ) inversão da topografia da papila.
( ) papila gengival preenchendo o espaço interproximal e biselada.
( ) presença de pseudomembrana sobreposta à gengiva.
( ) tecido gengival de cor que varia em torno do vermelho-róseo.
Relacione as doenças descritas na coluna à esquerda com seus achados radiográficos, à direita. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
(1) Cisto periapical
(2) Granuloma periapical
(3) Osteomielite
(4) Pericementite
( ) aumento do espaço pericementário, com integridade da lâmina dura, que pode apresentar-se espessada.
( ) imagem radiolúcida bem definida associada ao ápice dentário, circundada por um halo radiopaco caracterizando o aspecto de rarefação óssea.
( ) imagens radiolúcidas mal definidas com a presença de sequestros, e osso circundante com radiopacidade aumentada.
( ) lesão radiolúcida com aspecto variável na região do periápice
com características bem definidas, denominada lesão óssea
periapical circunscrita.
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
“Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me...” (2º§).
Os sujeitos de “formam” e “dirijo”, no trecho acima, são, respectivamente:
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
O aspecto tipológico ao qual está filiado esse texto é o ______________. Assim, através do _______________, ele representa, pelo discurso, experiências vividas.