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La educación financiera ya es obligatoria por ley, pero todavía no se aplica en las secundarias.
(https://www.infobae.com/educacion/2020/02/24/la-educacion-financiera -ya-es-obligatoria-por-ley-pero-todavia-no-se-aplica-en-las-secundarias/)
La conjunción pero y el adverbio todavía que aparecen correlativos en la misma secuencia son equivalentes, respectivamente, a
“El Gobierno reducirá a la mitad las aulas si no hay vacuna para el coronavirus.”
(https://www.vozpopuli.com/espana/Gobierno-reducira-mitad-aulas -vacuna-coronavirus-Educacion_0_1351965033.html)
Al leer el titular se entiende que

(https://www.tribunasalamanca.com/noticias/alba-de-tormes-pone -en-marcha-una-campana-para-fomentar-el-uso-de-las-mascarillas -en-las-terrazas/1592068063)
1. Este mes hemos gastado más de lo que deberíamos. 2. El mes pasado gastamos más de lo que deberíamos.
Al compararlos, se constata que
Los signos y síntomas de la anemia varían según la causa. Si la anemia es causada por una enfermedad crónica, la enfermedad puede enmascararla, de manera que la anemia podría detectarse por medio de exámenes para otra afección. Los signos y síntomas, si se presentan, podrían incluir: • Fatiga • Debilidad • Piel pálida o amarillenta • Latidos del corazón irregulares • Dificultad para respirar • Mareos o aturdimiento • Dolor en el pecho • Manos y pies fríos • Dolores de cabeza
(https://www.mayoclinic.org/es-es/diseases-conditions/anemia/ symptoms-causes/syc-20351360. Adaptado)
Considerando las palabras destacadas en el texto y las divergencias léxicas entre el español y el portugués, se puede afirmar que:

(https://historietas.net/historietas-de-gaturro/#gsc.tab=0. 09.07.2020.)
La crítica del cómic consiste en decir que
Ainda segundo Moura no referido texto, a Pedagogia de Projetos entende que o papel do educador na construção do conhecimento por parte do aluno é o de
Entrega em domicílio
Não sei quando será, mas não deve demorar. O lugar? Qualquer grande cidade brasileira. Noite. É cedo, mas não se veem carros nas ruas nem gente nas calçadas. Só o que se vê são motociclistas. Suas motocicletas têm caixas atrás, para carregar os pedidos. São entregadores. Motoboys. Teleboys. Eles se cruzam nas ruas vazias, em disparada. Como os carros não saem mais à noite, e os motociclistas não os respeitam mesmo, os faróis semafóricos não funcionam. O amarelo fica piscando a noite inteira, e nos cruzamentos a preferência é dos entregadores mais corajosos. Há várias batidas e pelo menos um morto por noite. Mas o número de motociclistas nas ruas não para de crescer.
A população não sai mais de casa. Tudo é pedido pelo telefone. Os restaurantes despediram seus garçons e trocaram por motoboys. Telegarçons. Se você quiser um jantar fino à luz de velas, com vários pratos, sobremesa e vinho, existem serviços de entrega para tudo. Um entrega os pratos finos. Outro a sobremesa. Outro os vinhos. Outro a toalha de linho, os talheres e as flores. E já há um de televelas.
Como as pessoas não saem à noite e ninguém mais vai jantar na casa de ninguém, há uma cooperativa que se prontifica a mandar os próprios teleboys como convidados a jantares finos. A Telenós. Você especifica o tipo de conversa que quer à mesa – mais ou menos intelectual, divertida, política, variada etc. – e na hora marcada chegam os telecomensais, no número e com o traje que você quiser. Eles comem, conversam, elogiam os anfitriões e vão embora ou, por um adicional, limpam a cozinha.
Os motoboys dominam a noite e desenvolveram uma cultura própria. Têm seu folclore, seus mitos, seus heróis.
Não sei quando será, mas não deve demorar.
(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“Entrega em domicílio”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)
