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Q3246251 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta a condição associada à acidose tubular distal primária.
Alternativas
Q3246250 Medicina
Sobre os receptores da arginina vasopressina (AVP), assinale a correspondência correta em relação ao receptor- -local e ação. 
Alternativas
Q3246249 Medicina
O Brasil ainda faz parte dos 20 países com mais alta prevalência de tuberculose no mundo. Qual dos fármacos utilizados no tratamento para tuberculose está relacionado à nefrite intersticial?
Alternativas
Q3246248 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a reposição de ferro em pacientes em hemodiálise, segundo a Diretriz Brasileira.
Alternativas
Q3246247 Medicina
Nos exames de imagem para avaliação diagnóstica de tumor renal, qual é o melhor método diagnóstico para avaliação de comprometimento venoso pelo tumor?
Alternativas
Q3246246 Medicina
O quadro histopatológico da doença glomerular na esquistossomose é variável, motivando então a classificação clínico-patológica da glomerulopatia. De acordo com a classificação de AFRAN (Associação Africana de Nefrologia), a classe V é:
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Q3246245 Medicina
Para avaliação da função renal, a cistatina C é um bom marcador. Assinale a alternativa correta em relação às doenças e o nível de cistatina C.
Alternativas
Q3246244 Medicina
A anemia na Doença Renal Crônica é frequente e multifatorial. Assinale a alternativa correta em relação à fisiopatologia.
Alternativas
Q3246237 Medicina

O Brasil enfrenta um cenário preocupante de dengue em 2024, com mais de 4 milhões de casos confirmados até o momento, segundo dados do Ministério da Saúde.


Assinale a alternativa correta com relação a essa doença.

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Q3233016 Medicina
Um evento coronariano agudo é a primeira manifestação da doença cardiovascular aterosclerótica em até 50% dos pacientes que apresentam essa complicação. Identificar, adequadamente, indivíduos assintomáticos que estão sob maior risco é fundamental para instituir medidas preventivas, com a definição adequada de metas individuais. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção de Aterosclerose (2017), é considerado um paciente de risco cardiovascular intermediário: 
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Q3233014 Medicina
A pericardite tuberculosa é uma complicação relativamente infrequente da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis, ocorrendo em 1 a 4% da população com tuberculose pulmonar. A apresentação clínica é amplamente variável, e o diagnóstico é, por vezes, desafiador. Na pericardite tuberculosa, 
Alternativas
Q3233012 Medicina
Em 1909, Carlos Chagas fez suas primeiras publicações acerca da “tripanossomíase americana”, que, posteriormente, ficaria conhecida pelo seu nome. Mais de cem anos depois, a doença de Chagas ainda mantém padrão epidemiológico de endemicidade em 21 países latino-americanos, incluindo o Brasil. Na abordagem do paciente com cardiopatia chagásica, 
Alternativas
Q3233011 Medicina
Embora a maior parte dos aneurismas de aorta estejam relacionados à doença aterosclerótica, as vasculites autoimunes e infecciosas também podem levar a comprometimento da aorta. Em pacientes com aortite
Alternativas
Q3233010 Medicina
Descrita, pela primeira vez, em 1866, a anomalia de Ebstein é uma das mais frequentes doenças congênitas da valva tricúspide. O cirurgião cardiovascular brasileiro José Pedro da Silva, atualmente radicado nos Estados Unidos, trouxe grandes contribuições à terapia dessa entidade rara: a mortalidade operatória, previamente em torno de 25%, é hoje menor que 6% em centros especializados. Em pacientes adultos com anomalia de Ebstein,
Alternativas
Q3233009 Medicina
Em 3 de dezembro de 1967, o cirurgião sul-africano Christiaan Barnard realizou o primeiro transplante cardíaco bem-sucedido da história, na Cidade do Cabo. Mesmo consolidado como técnica cirúrgica há mais de 50 anos, o transplante cardíaco ainda impõe grandes desafios clínicos e logísticos. Na seleção de receptores e órgãos para transplante cardíaco, o cardiologista deve considerar que
Alternativas
Q3233008 Medicina
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Essa paciente foi encaminhada para o endocrinologista, que indicou uso de iodo radioativo. Ela voltou para consulta de retorno, após 3 meses da iodoterapia, e estava assintomática, em ritmo sinusal, apresentando ecocardiograma com melhora de fração de ejeção (FEVE 59%) e exames laboratoriais cujos resultados foram os seguintes: TSH de 36 mIU/mL, colesterol total de 230 mg/dL, HDL de 45 mg/dL, LDL de 145 mg/dL e triglicerídeos de 200 mg/dL. Considerando o risco cardiovascular, as medicações em uso e a atual situação clínica da paciente, a terapia hipolipemiante deve ser
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Q3233007 Medicina
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Após a compensação da doença tireoidiana, o cardiologista deve considerar uma estratégia de tratamento da fibrilação atrial (FA) baseada em controle de
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Q3233006 Medicina
Um número elevado de pacientes permanece apresentando sintomas por meses após quadros de COVID-19, a chamada “COVID longa”. Até 2.5% dos pacientes recuperados de COVID-19 apresentam sintomas relacionados à disfunção do sistema nervoso autônomo. Nas síndromes de disautonomia, um tilt test com incremento superior a 30 bpm da frequência cardíaca, acompanhado de queda de PAS em mais de 20 mmHg, sugere o diagnóstico da síndrome de 
Alternativas
Q3233005 Medicina
Fibrilação atrial (FA) é uma arritmia frequente e de tratamento, por vezes, complexo. Avaliar e reduzir o risco de acidente vascular encefálico (AVE) é um dos componentes principais da terapia da FA. Em pacientes portadores de fibrilação atrial
Alternativas
Q3233004 Medicina
No atendimento de pacientes em parada cardiorrespiratória, a realização de manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) com alta qualidade são fundamentais para que se alcance o retorno à circulação espontânea sem déficit neurológico. Constitui-se um indicador de alta qualidade de RCP:
Alternativas
Respostas
1881: D
1882: C
1883: D
1884: E
1885: C
1886: B
1887: A
1888: B
1889: D
1890: A
1891: A
1892: A
1893: A
1894: A
1895: A
1896: A
1897: A
1898: A
1899: A
1900: A