Questões Militares Comentadas para médico

Foram encontradas 4.109 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2091724 Saúde Pública
Segundo tal Princípio, “a saúde é um direito de todos e é um dever do Poder Público a provisão de serviços e de ações que lhe garanta, colocando também o desafio de oferta de serviços e ações de saúde a todos que deles necessitem, enfatizando as ações preventivas e reduzindo o tratamento de agravos”. Trata-se do Princípio da:
Alternativas
Q2091710 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
O texto expõe duas situações que se relacionam no cenário apresentado: a violência contra a mulher e a pandemia do novo coronavírus. Em relação ao citado anteriormente, de acordo com o texto pode-se afirmar que:
I. Há uma relação de causa e consequência estabelecida entre as situações apresentadas.
II. Tanto uma situação quanto a outra são questões graves e vistas como tipos de pandemias, ainda que diferentes.
III. A pandemia do novo coronavírus tornou a violência doméstica, até então silenciosa, exposta em sua totalidade e gravidade à sociedade.
IV. Chegou-se à conclusão de que a pandemia do novo coronavírus foi fator fundamental para o estabelecimento da violência contra a mulher.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2091709 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Considerando-se as relações anafóricas estabelecidas no texto e sua importância para a continuidade das ideias apresentadas, assinale a a alternativa que indica corretamente o referente correspondente ao termo destacado.
Alternativas
Q2091707 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Ainda que o termo destacado a seguir seja excluído, a correção gramatical será preservada assim como a coesão e a coerência. Indique o trecho que apresenta tal elemento.
Alternativas
Q2091705 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Contribuindo para o estabelecimento da coesão e coerência textuais, algumas palavras atuam na organização e progressão dos parágrafos e do texto. Em “Apesar da diminuição da violência [...]” (2º§), a expressão destacada:
Alternativas
Q1822671 Medicina
Recém-nascido apresenta sopro cardíaco, acompanhado de cianose, e a radiografia de tórax tem sinais sugestivos de hipofluxo pulmonar. Esse quadro clínico é compatível com a seguinte cardiopatia congênita:
Alternativas
Q1822670 Medicina
Adolescente de 15 anos, previamente hígido, há 2 semanas vem apresentando febre, sudorese noturna e emagrecimento, após retornar de viagem ao sítio dos avós, onde há cachorros, gatos, galinhas e cavalo. Ao exame, está em REG, descorado +/4, apresentando linfonodo de 3 cm em cadeia cervical à esquerda, indolor, pouco móvel e sem sinais flogísticos. Abdome com fígado no rebordo costal e baço não palpável. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocítica e normocrômica, DHL e ácido úrico aumentados. Os dados clínicos são sugestivos de
Alternativas
Q1822669 Medicina
A mãe de um menino de 2 anos está preocupada com o comportamento dele. Refere que ele é muito irritado e nervoso, se joga no chão, não obedece às ordens e é muito difícil para comer e para dormir. Fala poucas palavras, geralmente repetindo as palavras que ela diz, e não responde quando chamado pelo nome. Nega antecedentes patológicos. A principal suspeita diagnóstica é
Alternativas
Q1822668 Medicina
Menino de 8 anos foi vítima de atropelamento e deu entrada no setor de emergência com TCE grave e Glasgow = 6. A tomografia de crânio revelou fratura parieto-occipital e sangramento subdural e intraparenquimatoso, com desvio de linha média. Além da drenagem cirúrgica do hematoma, para esse paciente, está indicado: 
Alternativas
Q1822667 Medicina
Menino de 5 anos está em uso de corticoterapia há 3 meses para tratamento de síndrome nefrótica corticodependente, deu entrada no pronto-socorro com história de 10 dias de anorexia, náuseas, dor abdominal, diarreia aquosa abundante e tosse. Foi confirmado o diagnóstico de estrongiloidíase disseminada. Dessa forma, o antiparasitário de escolha é:
Alternativas
Q1822666 Medicina
Menino de 3 anos, previamente hígido, há 10 dias esteve no pronto-socorro com história de febre (38 ºC) e diarreia com muco e laivos de sangue, sendo prescrita terapia de reidratação oral, zinco e azitromicina por 5 dias. Estava bem, assintomático há 1 semana, mas, desde ontem, apresenta irritabilidade e recusa para deambular, sem febre, sendo trazido novamente para avaliação com o pediatra. Ao exame, está choroso, corado, afebril, apresentando dor à mobilização ativa e passiva de joelhos bilateralmente e tornozelo direito, com limitação à flexão, porém sem hiperemia ou calor local. Os exames revelaram: Hb = 12,3 g/dL, Ht = 33%, leucócitos = 10 800 mm3 (3% bastonetes, 52% segmentados, 2% eosinófilos, 43% linfócitos), plaquetas = 210 000/mm3 e Velocidade de hemossedimentação = 26/mm3 , Ultrassonografia de articulações: discreto edema de partes moles e pequena quantidade de líquido articular, sem presença de debris.
De acordo com a principal suspeita diagnóstica, a conduta é:
Alternativas
Q1822665 Medicina
Menina de 5 anos, previamente hígida, vem ao pronto-socorro com história de tosse produtiva e febre (38,5 ºC) há 2 dias. Ao exame físico, está em bom estado geral, hidratada, corada, febril e taquipneica. Ausculta pulmonar com estertores e sibilos difusos. Após receber antitérmico e 3 inalações com broncodilatador, ficou afebril, com melhora da sibilância, porém mantendo taquipneia, com saturação de 94% em ar ambiente. A conduta indicada é:
Alternativas
Q1822664 Medicina
Menina de 12 meses está em consulta de puericultura. A mãe refere que fazia as vacinas na UBS, mas as vacinas estão atrasadas e quer atualizá-las na rede privada. No cartão vacinal constam as seguintes doses: BCG – 1 dose ao nascimento; Hepatite B – 1 dose ao nascimento; Rotavírus – nenhuma dose; Pentavalente – 3 doses (aos 4, 6 e 8 meses de idade); Pneumocócica conjugada 7-valente: 2 doses (aos 4 e 6 meses de idade); Meningocócica conjugada tipo C: 2 doses (aos 4 e 6 meses de idade); Febre amarela – nenhuma dose; Sarampo-caxumba- rubéola: 1 dose de campanha (aos 8 meses de idade);
Em relação à programação para atualização da vacinação dessa criança, é correto afirmar que
Alternativas
Q1822663 Medicina
Na primeira consulta de retorno após o nascimento de um recém-nascido com 15 dias de vida, a mãe refere que está com dificuldade para amamentar devido à dor intensa na mama direita acompanhada de febre de 39 ºC, há 2 dias. Ao examiná-la, nota-se que a mama direita está edemaciada, quente, dolorosa à palpação, com a presença de fissuras. A conduta indicada é:
Alternativas
Q1822662 Medicina
Menina com 1 mês de vida, nascida a termo, de parto normal, é trazida para a primeira consulta de puericultura na Unidade Básica de Saúde. No resumo de alta da maternidade, consta que foi detectado sinal de Ortolani positivo. A mãe nega queixas, mas está preocupada porque conseguiu consulta com ortopedista só daqui a 4 meses. Hoje, ao exame, o sinal de Ortolani está negativo. A conduta indicada, nesse momento, é
Alternativas
Q1822661 Medicina
Mulher 31 anos, nuligesta, casada, veio ao consultório ginecológico, pois pretende engravidar, porém refere estar em amenorreia há cerca de 6 meses. Antes, ciclos menstruais irregulares. Suspendeu método anticoncepcional oral há 1 ano. Desde a interrupção da menstruação apresenta fogachos, queda de cabelo, sensação de cansaço, associados a ressecamento vaginal. Menarca: 12 anos; primeira relação sexual aos 18 anos. Nega cirurgias ginecológicas prévias. Nega tabagismo. Exames laboratoriais: FSH 80; LH 50; estradiol 10, cariótipo normal; densitometria óssea com T-score: L1 – L4: –2,1, colo do fêmur: –1,5. A causa da amenorreia secundária da paciente é:
Alternativas
Q1822660 Medicina
O câncer de ovário tem a sua maior incidência no período climatérico, sendo a oitava neoplasia maligna mais diagnosticada em mulheres no Brasil. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1822659 Medicina
Mulher de 21 anos, nuligesta, deu entrada no PSGO com queixa de dor pélvica há 2 dias, além de TAX 39 ºC e secreção vaginal fétida. Em uso de anticoncepcional hormonal oral de forma regular. Ao exame físico: FC: 80 bpm, TAX 37 ºC; abdome: dor à descompressão brusca negativa; especular: secreção vaginal acinzentada e fétida em moderada quantidade; TV bimanual: dor à mobilização de colo uterino. Exame laboratorial: leucograma sem alterações, PCR 20. USG TV: Ovários sem alterações, ausência de líquido no interior de tubas uterinas ou em cavidade endometrial. Ausência de líquido livre em cavidade pélvica. A respeito do caso, assinale a alternativa que indica o diagnóstico e tratamento mais adequados.
Alternativas
Q1822658 Medicina
A contracepção no puerpério é muito importante para se evitar nova gestação, considerada preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em função de aumentar a morbidade e a mortalidade, seja neonatal ou materna, quando acontece subsequente e sem uma preparação. Assim, é importante orientar o uso de métodos contraceptivos utilizados no Brasil para pacientes que estão no puerpério e não desejam uma nova gravidez. Segundo os critérios de elegibilidade médica da OMS, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1822657 Medicina
O início da puberdade é determinado pela herança familiar ou genética e por fatores neuroendócrinos que podem ser modulados pelo estado de saúde, pela adequação nutricional, por exercícios físicos e pela exposição a produtos químicos ambientais. Com relação à puberdade normal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2321: C
2322: A
2323: E
2324: E
2325: A
2326: E
2327: C
2328: B
2329: D
2330: A
2331: E
2332: A
2333: C
2334: D
2335: B
2336: B
2337: E
2338: C
2339: B
2340: D