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Observe as frases abaixo:
I. As questões de inglês estão difíceis.
II. O artista deu uma entrevista àquele repórter.
III. O aluno saiu do exame cansadíssimo.
Os predicados nas três frases são
Complete a lacuna com a forma verbal adequada e, em seguida, assinale a alternativa correta.
“Se você ____ que não vai dar tempo de chegar à reunião no horário combinado, ligue para mim imediatamente.”
Leia:
I. Aqui as crianças estudam a flora e a fauna ao vivo.
II. Em Pernambuco, as mudanças começaram em 1984.
III. Alunos fazem livro em Florianópolis.
Em relação a essas frases, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.
Leia o mesmo fato em manchetes de jornais diferentes:
“Vasco derrotou o Palmeiras.”
“O Palmeiras foi derrotado pelo Vasco.”
As formas verbais derrotou e foi derrotado estão flexionadas, respectivamente, na voz
Leia:
“Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela.” (Camões)
As palavras servia e pai apresentam, respectivamente,
Leia:
“A foto de Ana deixava-o saudoso. Moça fiel a seus princípios, Anita, como era chamada, sempre foi tolerante com todos. Seu coração bondoso acolhia quem dele precisasse. Os amigos confiavam na jovem...”
No texto acima, há dois complementos nominais. Assinale a alternativa que contém esses complementos.
Leia:
“Teresa está feliz. Hoje é seu aniversário. Ela ganhou um bolo da mãe e pretende parti-lo à noite. Não sabe ainda o que fará com os convidados. Como distribui-los no espaço tão pequeno de sua casa? Será preciso por cadeiras na calçada. Deve agir rápido. Os amigos vem às dezoito horas.”
Propositalmente, algumas palavras do texto tiveram o acento gráfico omitido. Assinale a alternativa que apresenta todas essas palavras devidamente acentuadas.
Política não. Eles querem ajudar.
Os jovens do século XXI continuam tão idealistas e dispostos a mudar o mundo quanto os dos anos 60. A diferença é que descobriram um caminho que não passa pela militância política: o do trabalho voluntário. O enfoque diferente entre essa geração e a anterior tem algumas explicações: o Brasil é uma democracia estável praticamente desde que eles nasceram. A visão ideológica bipolar desabou junto com o Muro de Berlim quando eram crianças. O que viram nos últimos anos só aumentou a desilusão com os partidos políticos. Por outro lado, a opção pelo trabalho voluntário faz notável diferença num país com tantos contrastes sociais como o Brasil. (...)
Os jovens voluntários são movidos por três estímulos básicos. O primeiro é a vontade de ajudar a resolver os problemas e as desigualdades sociais do Brasil. O segundo é o de se sentir útil e valorizado. Por fim, o desejo de fazer algo diferente no dia a dia. Quando decidem ajudar, eles procuram principalmente os projetos que envolvem crianças carentes (os preferidos de um em cada três voluntários), os educacionais, como dar aula de reforço, e os de meio ambiente. O caminho mais fácil para quem quer começar a fazer algum trabalho voluntário está muitas vezes na própria escola. Dezenas de colégios desenvolvem trabalhos sociais como rotina e incluem projetos de voluntariado como disciplina optativa no currículo escolar. Outras escolas, principalmente as religiosas, mantêm projetos vinculados a igrejas e a paróquias de comunidades carentes. É possível também se inscrever em ONGs especializadas em encaminhar voluntários para entidades.
(Revista Veja, edição especial, nº 1732 – Texto adaptado)
Política não. Eles querem ajudar.
Os jovens do século XXI continuam tão idealistas e dispostos a mudar o mundo quanto os dos anos 60. A diferença é que descobriram um caminho que não passa pela militância política: o do trabalho voluntário. O enfoque diferente entre essa geração e a anterior tem algumas explicações: o Brasil é uma democracia estável praticamente desde que eles nasceram. A visão ideológica bipolar desabou junto com o Muro de Berlim quando eram crianças. O que viram nos últimos anos só aumentou a desilusão com os partidos políticos. Por outro lado, a opção pelo trabalho voluntário faz notável diferença num país com tantos contrastes sociais como o Brasil. (...)
Os jovens voluntários são movidos por três estímulos básicos. O primeiro é a vontade de ajudar a resolver os problemas e as desigualdades sociais do Brasil. O segundo é o de se sentir útil e valorizado. Por fim, o desejo de fazer algo diferente no dia a dia. Quando decidem ajudar, eles procuram principalmente os projetos que envolvem crianças carentes (os preferidos de um em cada três voluntários), os educacionais, como dar aula de reforço, e os de meio ambiente. O caminho mais fácil para quem quer começar a fazer algum trabalho voluntário está muitas vezes na própria escola. Dezenas de colégios desenvolvem trabalhos sociais como rotina e incluem projetos de voluntariado como disciplina optativa no currículo escolar. Outras escolas, principalmente as religiosas, mantêm projetos vinculados a igrejas e a paróquias de comunidades carentes. É possível também se inscrever em ONGs especializadas em encaminhar voluntários para entidades.
(Revista Veja, edição especial, nº 1732 – Texto adaptado)
Política não. Eles querem ajudar.
Os jovens do século XXI continuam tão idealistas e dispostos a mudar o mundo quanto os dos anos 60. A diferença é que descobriram um caminho que não passa pela militância política: o do trabalho voluntário. O enfoque diferente entre essa geração e a anterior tem algumas explicações: o Brasil é uma democracia estável praticamente desde que eles nasceram. A visão ideológica bipolar desabou junto com o Muro de Berlim quando eram crianças. O que viram nos últimos anos só aumentou a desilusão com os partidos políticos. Por outro lado, a opção pelo trabalho voluntário faz notável diferença num país com tantos contrastes sociais como o Brasil. (...)
Os jovens voluntários são movidos por três estímulos básicos. O primeiro é a vontade de ajudar a resolver os problemas e as desigualdades sociais do Brasil. O segundo é o de se sentir útil e valorizado. Por fim, o desejo de fazer algo diferente no dia a dia. Quando decidem ajudar, eles procuram principalmente os projetos que envolvem crianças carentes (os preferidos de um em cada três voluntários), os educacionais, como dar aula de reforço, e os de meio ambiente. O caminho mais fácil para quem quer começar a fazer algum trabalho voluntário está muitas vezes na própria escola. Dezenas de colégios desenvolvem trabalhos sociais como rotina e incluem projetos de voluntariado como disciplina optativa no currículo escolar. Outras escolas, principalmente as religiosas, mantêm projetos vinculados a igrejas e a paróquias de comunidades carentes. É possível também se inscrever em ONGs especializadas em encaminhar voluntários para entidades.
(Revista Veja, edição especial, nº 1732 – Texto adaptado)
Política não. Eles querem ajudar.
Os jovens do século XXI continuam tão idealistas e dispostos a mudar o mundo quanto os dos anos 60. A diferença é que descobriram um caminho que não passa pela militância política: o do trabalho voluntário. O enfoque diferente entre essa geração e a anterior tem algumas explicações: o Brasil é uma democracia estável praticamente desde que eles nasceram. A visão ideológica bipolar desabou junto com o Muro de Berlim quando eram crianças. O que viram nos últimos anos só aumentou a desilusão com os partidos políticos. Por outro lado, a opção pelo trabalho voluntário faz notável diferença num país com tantos contrastes sociais como o Brasil. (...)
Os jovens voluntários são movidos por três estímulos básicos. O primeiro é a vontade de ajudar a resolver os problemas e as desigualdades sociais do Brasil. O segundo é o de se sentir útil e valorizado. Por fim, o desejo de fazer algo diferente no dia a dia. Quando decidem ajudar, eles procuram principalmente os projetos que envolvem crianças carentes (os preferidos de um em cada três voluntários), os educacionais, como dar aula de reforço, e os de meio ambiente. O caminho mais fácil para quem quer começar a fazer algum trabalho voluntário está muitas vezes na própria escola. Dezenas de colégios desenvolvem trabalhos sociais como rotina e incluem projetos de voluntariado como disciplina optativa no currículo escolar. Outras escolas, principalmente as religiosas, mantêm projetos vinculados a igrejas e a paróquias de comunidades carentes. É possível também se inscrever em ONGs especializadas em encaminhar voluntários para entidades.
(Revista Veja, edição especial, nº 1732 – Texto adaptado)
Um condutor (AB) associado a uma resistência elétrica
(R) e submetido a uma tensão (V), é percorrido por uma corrente
elétrica e está imerso em um campo magnético uniforme
produzido por imãs, cujos pólos norte (N) e sul (S) estão
indicados na figura. Dentre as opções apresentadas na figura
, assinale a alternativa que indica a direção e o
sentido correto da força magnética sobre o condutor.

Um aluno de Física construiu um solenóide e aproximou-o, não energizado, de uma bússola que estava previamente orientada com o campo magnético terrestre, conforme a figura a seguir.
Assinale a alternativa que indica o que deve acontecer com a bússola após o aluno fechar a chave e energizar o solenóide.

Assinale a alternativa que indica, corretamente, o valor da potência total, em watts, dissipada pelos resistores do circuito abaixo.

Em um laboratório de Física, 200g de uma determinada
substância, inicialmente sólida, foram analisados e os resultados
foram colocados em um gráfico da temperatura em função do
calor fornecido à substância, conforme mostrado na figura a
seguir. Admitindo que o experimento ocorreu à pressão normal
(1 atm), determine, respectivamente, o valor do calor específico
no estado sólido, em
e o calor latente de fusão, em cal/g, da
substância.

Em uma corda, percebe-se a formação de ondas estacionárias conforme a figura abaixo:

Se a distância entre dois nós consecutivos for de 30 cm,
tem-se que o comprimento de onda será de _____ centímetros.
Duas esferas idênticas, A e B, de 200 cm3 e 140 g, cada uma, são colocadas na mesma linha horizontal dentro de dois recipientes idênticos, I e II. A esfera A é colocada no recipiente I, cujo conteúdo é água, com densidade igual a 1 g/cm3 e a esfera B no recipiente II, cujo conteúdo é óleo, de densidade igual a 0,6 g/cm3 .
Dado: aceleração da gravidade = 10 m/s2 .

Pode-se afirmar corretamente que:
Uma mola está acoplada a um bloco. A mola, sem forças aplicadas sobre ela, possui um comprimento igual a 2m (situação 1).
Após ser comprimida, o sistema mola-bloco se mantém nessa posição devido a uma trava (T) (situação 2).
Conforme o desenho, após tirar a trava (situação 3), qual a variação de energia cinética, em joules, que o bloco estaria sujeito, devido à mola, durante o deslocamento do seu centro de gravidade do ponto A até o ponto B?
Considere:
1 - superfície (S) sem atrito;
2 - resistência do ar desprezível; e
3 - a mola obedece a Lei de Hooke, conforme o gráfico força elástica da mola (F) em função da deformação (x) da mola, a seguir.

Uma partícula é lançada obliquamente a partir do solo e descreve o movimento representado no gráfico que relaciona a altura (y), em relação ao solo, em função da posição horizontal (x). Durante todo movimento, sobre a partícula, atua somente a gravidade cujo módulo no local é constante e igual a 10m/s². O tempo, em segundos, que a partícula atinge a altura máxima é

Uma partícula, anteriormente em movimento uniforme,
inicia um movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV)
com uma velocidade (
) de módulo igual a 4 m/s e aceleração
(
) de módulo igual a 2m/s², conforme o desenho. Qual a
posição dessa partícula, em metros, no instante que atinge o
repouso?
Considere que o referencial representado é positivo para direita.
