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Q1761240 Matemática
Um irrigador distribui água numa região circular, de raio13,5 m. Devido a um defeito, esse irrigador precisou ser trocado por outro, que passou a irrigar uma região circular de raio 18 m. Assinale a alternativa que apresenta a área da parte cinza, indicada na figura abaixo, que corresponde à região que passou a ser coberta pelo segundo irrigador, além daquela coberta pelo primeiro.
Use π = 22/7.
Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Q1761239 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa sobre um determinado tipo de formiga, tomou-se um grupo desses insetos e mediu-se o comprimento de cada um deles. Os dados foram organizados como indica a tabela a seguir.

Comprimento (cm)    0,2   0,3   0,4   0,5   0,6   0,7   0,8   0,9
Quantidade                  1      3      4      4      3      4      n      1 

Sabendo que a média de comprimento dos insetos do grupo foi de 0,6 cm, qual é a quantidade de formigas cujo comprimento é de 0,8 cm?
Alternativas
Q1761236 Português

Considere o seguinte trecho:


Vivos ou mortos, ____________, pois, ser estímulo para os sonhos alheios, sem que ____________ responsáveis pelo que então ____________, ____________ ou ____________. Não somos responsáveis por nossas imagens, mesmo porque não somos idênticos a elas.


(COSTA LIMA, Luiz. O controle do imaginário. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. p. 61.)


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.

Alternativas
Q1761234 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


‘Speed watching’: o que você perde quando acelera a velocidade do filme?


    Com a pandemia de coronavírus, uma legião de confinados passou a sentir o tempo de forma diferente. Um exemplo disso é o crescente hábito de consumir produções audiovisuais em velocidade acelerada. Cada vez mais plataformas de streaming têm oferecido ferramentas de speed watching, que permitem alterar o ritmo do que se assiste ou se escuta. Na Netflix, é possível ver um filme ou série com até o dobro da velocidade original. As possibilidades são as mesmas no Youtube e no Spotify. Isso estende a funcionalidade para podcasts, palestras e até aulas online.

    Especialistas entendem que essa tendência é uma resposta ao atual momento: mais do que nunca, a tecnologia é a principal interface das pessoas com o mundo ao redor. Isso interfere no ritmo com o qual se vive e se consomem conteúdos. O psiquiatra Adriano Aguiar lembra que, durante muito tempo, a rotina das pessoas era ditada pela natureza. Depois, com a chegada da televisão, os programas passaram a interferir no dia a dia das famílias. “Algumas iam dormir só depois da novela ou do programa do Jô Soares”, exemplifica o médico. Hoje, em meio à explosão do mercado de streaming, que dá a possibilidade de se assistir ao que se quer e quando se quer, esses limites se dissolveram. “Estamos jogados no ilimitado da informação e submetidos ao funcionamento de algoritmos que deliberadamente trabalham para gerar uma adição”, defende Aguiar.

    É diante desse fluxo frenético que as pessoas se veem impelidas a consumir em pouco tempo a maior quantidade de conteúdo possível. Isso pode levar à chamada síndrome de FOMO, sigla do inglês “fear of missing out”: aquele medo desesperado de perder alguma coisa frente a uma avalanche de dados. O “speed watching” se insere nesse contexto.

    Assistir a um filme em velocidade acelerada ajuda a ganhar tempo. Por outro lado, um hábito que serviria para descansar a mente acaba alimentando a ansiedade, conforme explica a psiquiatra e professora da Universidade Positivo, Raquel Heep. O cérebro do ansioso pode operar em um sistema de recompensa: consumindo mais em menos tempo e sentindo os ganhos disso, terá dificuldade em desfrutar de uma obra no ritmo original. Para Heep, há uma confusão entre absorver fatos e ter um momento de contemplação. O cineasta Alexandre Rafael Garcia concorda. Ele argumenta que receber informações é diferente de assimilá-las mediante a reflexão que um filme ou série promovem sob um ritmo determinado. “Eu sei que o homem de ferro morre, mas ver o homem de ferro morrendo é outra coisa. E a nossa sociedade está muito centrada no volume do que se consegue absorver”, diz Garcia, que é também professor de cinema da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

    Embora acelerar um filme atrapalhe a experiência de assistir a um grande clássico, cineastas e neurocientistas concordam que o cérebro humano pode estar ficando mais rápido e, com isso, os filmes também. O premiado diretor de cinema Fernando Meirelles está entre os que enxergam esse movimento. Para ele, o fato de nossa cabeça estar ficando mais veloz impacta a recepção das produções cinematográficas agora. “A quantidade do que processamos hoje é muitas vezes maior do que o que recebíamos há 40 anos”, diz.

    O neurocientista Marcelo de Meira Santos Lima, da Universidade Federal do Paraná, explica que, embora não haja estudos comprovando a influência do “speed watching” no cérebro, esse órgão pode, sim, sofrer impactos de longo prazo, a começar pelas sinapses. Coletivamente, a formação de novas redes neurais poderia originar cérebros mais eficientes e rápidos, embora com uma demanda de energia atípica e capaz de impulsionar quadros de ansiedade, insônia, distúrbios de atenção e depressão.

    Enquanto a ciência não decifra esse mistério, muitos seguirão acelerando conteúdos. Ao menos de vez em quando, como faz o próprio Fernando Meirelles. Ele confessa que em alguns casos, quando um filme lhe parece previsível ou desinteressante, opta por escaneá-lo, na expectativa de que alguma cena para frente o prenda. “Acelerar para mim é o estágio que vem antes de abandonar”.


(Lívia Inácio, 14/03/2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-56368238.)

Com base no texto, considere as seguintes inferências:


1. O cineasta Fernando Meireles é uma das pessoas que se rendeu ao speed watching.

2. A chegada da televisão alterou a rotina das pessoas, mas ainda assim manteve uma certa disciplina no ritmo de vida das famílias.

3. O speed watching passou de opção a regra, perdendo sua função prática.


É(São) inferência(s) que pode(m) ser feita(s) a partir da leitura do texto:

Alternativas
Q1761233 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


‘Speed watching’: o que você perde quando acelera a velocidade do filme?


    Com a pandemia de coronavírus, uma legião de confinados passou a sentir o tempo de forma diferente. Um exemplo disso é o crescente hábito de consumir produções audiovisuais em velocidade acelerada. Cada vez mais plataformas de streaming têm oferecido ferramentas de speed watching, que permitem alterar o ritmo do que se assiste ou se escuta. Na Netflix, é possível ver um filme ou série com até o dobro da velocidade original. As possibilidades são as mesmas no Youtube e no Spotify. Isso estende a funcionalidade para podcasts, palestras e até aulas online.

    Especialistas entendem que essa tendência é uma resposta ao atual momento: mais do que nunca, a tecnologia é a principal interface das pessoas com o mundo ao redor. Isso interfere no ritmo com o qual se vive e se consomem conteúdos. O psiquiatra Adriano Aguiar lembra que, durante muito tempo, a rotina das pessoas era ditada pela natureza. Depois, com a chegada da televisão, os programas passaram a interferir no dia a dia das famílias. “Algumas iam dormir só depois da novela ou do programa do Jô Soares”, exemplifica o médico. Hoje, em meio à explosão do mercado de streaming, que dá a possibilidade de se assistir ao que se quer e quando se quer, esses limites se dissolveram. “Estamos jogados no ilimitado da informação e submetidos ao funcionamento de algoritmos que deliberadamente trabalham para gerar uma adição”, defende Aguiar.

    É diante desse fluxo frenético que as pessoas se veem impelidas a consumir em pouco tempo a maior quantidade de conteúdo possível. Isso pode levar à chamada síndrome de FOMO, sigla do inglês “fear of missing out”: aquele medo desesperado de perder alguma coisa frente a uma avalanche de dados. O “speed watching” se insere nesse contexto.

    Assistir a um filme em velocidade acelerada ajuda a ganhar tempo. Por outro lado, um hábito que serviria para descansar a mente acaba alimentando a ansiedade, conforme explica a psiquiatra e professora da Universidade Positivo, Raquel Heep. O cérebro do ansioso pode operar em um sistema de recompensa: consumindo mais em menos tempo e sentindo os ganhos disso, terá dificuldade em desfrutar de uma obra no ritmo original. Para Heep, há uma confusão entre absorver fatos e ter um momento de contemplação. O cineasta Alexandre Rafael Garcia concorda. Ele argumenta que receber informações é diferente de assimilá-las mediante a reflexão que um filme ou série promovem sob um ritmo determinado. “Eu sei que o homem de ferro morre, mas ver o homem de ferro morrendo é outra coisa. E a nossa sociedade está muito centrada no volume do que se consegue absorver”, diz Garcia, que é também professor de cinema da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

    Embora acelerar um filme atrapalhe a experiência de assistir a um grande clássico, cineastas e neurocientistas concordam que o cérebro humano pode estar ficando mais rápido e, com isso, os filmes também. O premiado diretor de cinema Fernando Meirelles está entre os que enxergam esse movimento. Para ele, o fato de nossa cabeça estar ficando mais veloz impacta a recepção das produções cinematográficas agora. “A quantidade do que processamos hoje é muitas vezes maior do que o que recebíamos há 40 anos”, diz.

    O neurocientista Marcelo de Meira Santos Lima, da Universidade Federal do Paraná, explica que, embora não haja estudos comprovando a influência do “speed watching” no cérebro, esse órgão pode, sim, sofrer impactos de longo prazo, a começar pelas sinapses. Coletivamente, a formação de novas redes neurais poderia originar cérebros mais eficientes e rápidos, embora com uma demanda de energia atípica e capaz de impulsionar quadros de ansiedade, insônia, distúrbios de atenção e depressão.

    Enquanto a ciência não decifra esse mistério, muitos seguirão acelerando conteúdos. Ao menos de vez em quando, como faz o próprio Fernando Meirelles. Ele confessa que em alguns casos, quando um filme lhe parece previsível ou desinteressante, opta por escaneá-lo, na expectativa de que alguma cena para frente o prenda. “Acelerar para mim é o estágio que vem antes de abandonar”.


(Lívia Inácio, 14/03/2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-56368238.)

De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:


1. A possibilidade de se alterar a velocidade com que se assiste a vídeos e áudios surgiu com a disponibilização de acesso à informação decorrente da pandemia.

2. O crescimento na tendência de consumir produtos audiovisuais foi ocasionado pela redução nas interações físicas, que levou as pessoas a se ajustarem ao ritmo da internet.

3. A ferramenta speed watching tem criado um descompasso entre a velocidade com que recebemos informações e nossa capacidade de processá-las.

4. A síndrome de FOMO é causada pelos algoritmos da internet que atuam sobre o comportamento dos usuários.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1761232 Português

Leia a seguinte tirinha do menino Calvin e seu tigre Haroldo:


Imagem associada para resolução da questão

(WATTERSON, Bill. Calvin e Haroldo: E foi assim que tudo começou. São Paulo: Conrad, 2007. p. 95.)


Com base na tira, considere as seguintes afirmativas:


1. As ações descritas pelo menino fazem parte de seu plano com relação à possível vinda de um irmão ou irmã.

2. A resposta de Calvin à pergunta de Haroldo indica que ele já pode abandonar o plano que vinha executando.

3. O menino adora sábados por se tratar de dia estratégico para dar mais visibilidade aos seus esforços.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1761231 Português

Considere o seguinte excerto:


_____ narrativa da testemunha, no entanto, pareceu-nos faltar _____ observação de que _____ ela não cabia julgar os fatos, mas deles dar conhecimento tais quais aconteceram, cabendo _____ Comissão incumbida de interpretá-los – e _____ mais ninguém – deles fazer juízo.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.

Alternativas
Q1761229 Português

O texto a seguir é referência para a questão.




(FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. 8. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. p. 51-2.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q1761225 Português
Assinale a alternativa corretamente pontuada.
Alternativas
Q1761224 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


    A insegurança alimenta o medo. Não surpreende que a guerra contra a insegurança ocupe lugar de destaque na lista de prioridades dos planejadores urbanos; ou pelo menos estes acreditam que deveria e, se indagados, insistem nisso. O problema, porém, é que, quando a insegurança se vai, a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventuras, principais atrações da vida urbana, também tendem a desaparecer das ruas da cidade. A alternativa à insegurança não é a bênção da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível superar o medo e ao mesmo tempo fugir do tédio? Pode-se suspeitar __________ esse quebra-cabeça seja o maior dilema a confrontar os planejadores e arquitetos urbanos – um dilema ainda sem uma solução convincente, satisfatória e incontestada, uma questão __________ talvez não se possa achar uma resposta plenamente adequada, mas que (talvez pela mesma razão) continuará estimulando arquitetos e planejadores a produzir experimentos cada vez mais radicais e invenções cada vez mais ousadas.

    Desde o início, as cidades têm sido lugares __________ estranhos convivem em estreita proximidade, embora permanecendo estranhos. A companhia de estranhos é sempre assustadora (ainda que nem sempre temida), já que faz parte da natureza dos estranhos, diferentemente tanto dos amigos quanto dos inimigos, que suas intenções, maneiras de pensar e reações a condições comuns sejam desconhecidas ou não conhecidas o suficiente __________ se possa calcular as probabilidades de sua conduta. Uma reunião de estranhos é um lócus de imprevisibilidade endêmica e incurável. Pode-se dizer isso de outra forma: os estranhos incorporam o risco. Não há risco sem pelo menos algum resquício de medo de um dano ou perda, mas sem risco também não há chance de ganho ou triunfo. Por essa razão, os ambientes carregados de risco não podem deixar de ser vistos como locais de intensa ambiguidade, o que, por sua vez, não deixa de evocar atitudes e reações ambivalentes. Os ambientes repletos de risco simultaneamente atraem e repelem, e o ponto __________ uma reação se transforma no seu oposto é eminentemente variável e mutante, virtualmente impossível de apontar com segurança, que dirá de fixar.


(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Adaptado.)

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:


1. A origem da insegurança nas cidades está na impossibilidade de se obter ganho ou triunfo, devido à convivência com estranhos.

2. A complexidade da problemática enfrentada pelos arquitetos e planejadores urbanos na estruturação das cidades é de natureza paradoxal.

3. O que faz com que a companhia de estranhos nas cidades seja assustadora é a semelhança entre a natureza dos estranhos e a do inimigo.

4. A busca de arquitetos e planejadores urbanos em projetos mais ousados é atingir o ponto ótimo entre segurança e monotonia.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1761223 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


    A insegurança alimenta o medo. Não surpreende que a guerra contra a insegurança ocupe lugar de destaque na lista de prioridades dos planejadores urbanos; ou pelo menos estes acreditam que deveria e, se indagados, insistem nisso. O problema, porém, é que, quando a insegurança se vai, a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventuras, principais atrações da vida urbana, também tendem a desaparecer das ruas da cidade. A alternativa à insegurança não é a bênção da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível superar o medo e ao mesmo tempo fugir do tédio? Pode-se suspeitar __________ esse quebra-cabeça seja o maior dilema a confrontar os planejadores e arquitetos urbanos – um dilema ainda sem uma solução convincente, satisfatória e incontestada, uma questão __________ talvez não se possa achar uma resposta plenamente adequada, mas que (talvez pela mesma razão) continuará estimulando arquitetos e planejadores a produzir experimentos cada vez mais radicais e invenções cada vez mais ousadas.

    Desde o início, as cidades têm sido lugares __________ estranhos convivem em estreita proximidade, embora permanecendo estranhos. A companhia de estranhos é sempre assustadora (ainda que nem sempre temida), já que faz parte da natureza dos estranhos, diferentemente tanto dos amigos quanto dos inimigos, que suas intenções, maneiras de pensar e reações a condições comuns sejam desconhecidas ou não conhecidas o suficiente __________ se possa calcular as probabilidades de sua conduta. Uma reunião de estranhos é um lócus de imprevisibilidade endêmica e incurável. Pode-se dizer isso de outra forma: os estranhos incorporam o risco. Não há risco sem pelo menos algum resquício de medo de um dano ou perda, mas sem risco também não há chance de ganho ou triunfo. Por essa razão, os ambientes carregados de risco não podem deixar de ser vistos como locais de intensa ambiguidade, o que, por sua vez, não deixa de evocar atitudes e reações ambivalentes. Os ambientes repletos de risco simultaneamente atraem e repelem, e o ponto __________ uma reação se transforma no seu oposto é eminentemente variável e mutante, virtualmente impossível de apontar com segurança, que dirá de fixar.


(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Adaptado.)

Na última linha, a expressão “que dirá” estabelece entre as ideias uma relação de:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333096 Alemão

Considere o seguinte texto:


WARUM FALLEN SCHLAFENDE VÖGEL NICHT VOM AST?



Die meisten Vögel verbringen die Nacht auf dünnen Ästen sitzend. Warum fallen sie nicht herunter, wenn sie einschlafen?

Wenn das letzte Abendrot verlöscht, ist es, genau wie für uns Menschen, auch für die gefiederten Sänger Zeit, vom Tagesgeschäft auszuruhen. Und zu schlafen. Doch Vögel, die einfach auf dem Boden liegen, wären ein gefundenes Fressen für Katzen, Marder, Iltis und Co. Darum ziehen sich die meisten Vögel in das Geäst von Büschen oder die luftige Höhe der Baumkronen zurück.

So weit, so sinnvoll. Aber wie schaffen es die Tiere, gleichzeitig zu schlafen und auf dünnen Ästen nicht den Halt zu verlieren? Denn während wir Menschen im Schlaf zu willenloser Masse mutieren und uns der Schwerkraft hingeben, müssen Vögel über einen Mechanismus verfügen, der sie gleichzeitig schlafen und die Balance halten lässt. Und tatsächlich: Je entspannter der Vogel, desto fester der Zugriff. Während sich beim Menschen mit dem Heraufdämmern des Schlafs Muskeln und Sehnen lockern, passiert bei Vögeln genau das Gegenteil. Je entspannter sie sind, desto straffer ziehen sich die Sehnen und Muskeln zusammen, die den Ast umklammern. Noch sicherer wird der Griff dadurch, dass der Vogel in die Hocke geht. Denn das löst einen zusätzlichen Greifreflex aus. Dieser Mechanismus funktioniert so gut, dass die Tiere, wenn sie auffliegen wollen, zunächst mit ein paar Flügelschlägen ihre Füße entlasten müssen, um den Griff zu lockern.

Überdies haben Wissenschaftler herausgefunden, dass Vögel neben dem Gleichgewichtsorgan im Innenohr über ein zweites im Bereich des Beckens verfügen. Das meldet bei Gefahr via Kleinhirn: schön gerade sitzen!

(Disponível em: https://www.geo.de/natur/tierwelt/19376-rtkl-endlich-verstehen-warum-fallen-schlafende-voegel-nicht-vom-ast)


Levando em consideração o texto citado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333095 Alemão

Considere o seguinte texto:

 REGIONALE PRODUKTE: ESSEN FÜR DIE HEIMAT


Bei Lebensmitteln steht das Schlagwort "regional" hoch im Kurs. Dahinter steckt eine Gesellschaft die zutiefst verängstigt ist.


(Disponível em: https://www.zeit.de/2019/26/regionale-produkte-lebensmittel-konsumverhalten-sebastian-kurz.)


Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333094 Alemão

Considere o seguinte texto:

DER MENSCHLICHE ROBOTER KLOPFT AN DIE TÜR

Internationale Forschungsnetzwerke arbeiten an Robotern, die dem Menschen nicht nur in seinem Intellekt ähneln, sondern sich auch so bewegen und verhalten. Bis eine künstliche Intelligenz uns auf Augenhöhe begegnen kann, wird es aber wohl noch etwas dauern.

(Disponível em: https://www.goethe.de/de/kul/ges/eu2/mue/21481185.html.)

Levando em consideração o texto apresentado, é correto afirmar:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333093 Alemão
Assinale a alternativa correta em termos gramaticais focando no “Partizip II”.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333092 Alemão
Assinale a alternativa correta em termos sintáticos.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333091 Alemão

Considere o seguinte texto:

GESUNDHEIT: SO GEHT ES KINDERN IN DEUTSCHLAND

Dick, magersüchtig, unsportlich: Unter Kindern bleibt all das ein Problem, zeigt eine Langzeitstudie. Am schlechtesten geht es den Ärmsten. Die meisten aber sind gesund.

Jedes sechste Kind wird innerhalb eines Jahres wegen einer Unfallverletzung ärztlich behandelt. Knapp 20 Prozent der Kinder und Jugendlichen in Deutschland zeigen Symptome einer Essstörung. Die Beweglichkeit und Motorik stagniert auf niedrigem Niveau. Und 36 Prozent der Drei- bis 17-Jährigen haben in den letzten sieben Tagen mindestens ein Arzneimittel oder ein Nahrungsergänzungsmittel eingenommen. Dies sind nur einige der Ergebnisse aus Deutschlands Langzeitstudie zur Gesundheit von Kindern und Jugendlichen, die jetzt im Bundesgesundheitsblatt, der offiziellen Fachzeitschrift für Deutschlands Gesundheitswesen, veröffentlicht wurden.

(Disponível em: https://www.zeit.de/wissen/gesundheit/2019-10/gesundheit-studie-migration-kinder-jugendliche-krankheit-rki.)


Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333090 Alemão

Considere o seguinte texto:

ALS AU-PAIR IN DIE DEUTSCHSPRACHIGEN LÄNDER

  Wer kann als Au-pair in Deutschland, Österreich oder der Schweiz arbeiten? Was müssen Au-pairs tun und was bekommen sie? Hier finden Sie die wichtigsten Informationen.

   13 400 Au-pairs haben 2017 in Deutschland gelebt. Gegenüber dem Jahr 2012 ist das ein Plus von fast 60 Prozent. Das zeigt: Immer mehr junge Menschen möchten gerne in Deutschland arbeiten.

    Damit das möglich ist, müssen sich die Gastfamilien aber an ein paar Normen halten. Au-pairs leben bis zu einem Jahr bei der Familie, kümmern sich um die Kleinen und helfen auch bei leichten Aufgaben im Haushalt. Dafür lernen sie das Leben im Gastland kennen, bekommen 260 Euro im Monat und müssen für Wohnung und Essen nichts zahlen. Die Familien müssen ihnen ein eigenes Zimmer geben. Ein Au-pair kann an einem Sprachkurs teilnehmen. Die Gastfamilie muss das zusätzlich zum Taschengeld mit 50 Euro im Monat unterstützen. Maximal sollen Au-pairs 30 Stunden in der Woche arbeiten – und nicht mehr als sechs Stunden pro Tag. Pro Woche müssen sie auch wenigstens vier Abende und einen Tag ganz frei haben.


(Disponível em: https://www.deutsch-perfekt.com/deutsch-lesen/als-au-pair-die-deutschsprachigen-laender.)


Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333089 Alemão

Considere o seguinte texto:


WOHNUNGSSUCHE IN DEUTSCHLAND: TIPPS UND TRICKS

Rund acht Millionen Menschen ziehen jedes Jahr in Deutschland um. Eine von ihnen: DW-Reporterin Cristina Burack. Bei ihrem Umzug hat die US-Amerikanerin einige Überraschungen erlebt. Ein Erfahrungsbericht. Kein Herd, kein Backofen, kein Kühlschrank - und manchmal sogar auch keine Spüle. In etwa so sieht eine Wohnung in Deutschland aus, wenn man sie mieten möchte - nämlich leer. Für viele Menschen, die zum ersten Mal eine Wohnung in Deutschland suchen, ist das ein Schock. Für mich jedenfalls war es das allemal.[...]


(Disponível em: https://www.dw.com/de/wohnungssuche-in-deutschland-tipps-und-tricks/a-49079145.)


Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333088 Sociologia

Considere o seguinte excerto:


O estudo objetivo e sistemático da sociedade e dos comportamentos humanos é um desenvolvimento relativamente recente, cujos primórdios datam de fins do século XVIII. Um desenvolvimento-chave foi o uso da ciência para compreender o mundo – a ascensão de uma abordagem científica ocasionou uma mudança radical na perspectiva e na sua compreensão. Uma após a outra, as explicações tradicionais e baseadas na religião foram suplantadas por tentativas de conhecimento racionais e críticas. [...] O cenário que dá origem à sociologia foi a série de mudanças radicais introduzidas pelas “duas grandes revoluções” da Europa dos séculos XVIII e XIX. [...] A ruptura com os modos de vida tradicionais desafiou os pensadores a desenvolverem uma compreensão tanto do mundo social como do natural. Os pioneiros da sociologia foram apanhados pelos acontecimentos que cercaram essas revoluções e tentaram compreender sua emergência e consequências potenciais.


GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 27-28.)


Quais são as revoluções a que Anthony Giddens faz referência?

Alternativas
Respostas
181: D
182: A
183: D
184: D
185: C
186: C
187: C
188: C
189: B
190: C
191: A
192: D
193: B
194: A
195: E
196: C
197: B
198: D
199: A
200: D