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I. Vegetação Litorânea: as espécies dessa formação vegetal apresentam algumas características essenciais para essa adaptação ao meio, por exemplo, raízes suportes e respiratórios.
II. Mata Atlântica: formação vegetal, com espécies arbóreas e arbustivas da caatinga (baraúna, angico, jurema). Ocorrem ainda a tatajuba, violeta, etc.
III. Cerrado: formado por árvores e arbustos. Árvores tortuosas e tufos de capins encontrados nos tabuleiros. Predomina a mangaba, a lixeira, o batiputá entre outros.
IV. Agreste: vegetação intermediaria entre a caatinga e a floresta.
V. Mata Serrana: nessa vegetação, encontram-se árvores altas, copas largas, troncos com grande diâmetro, folhas perenes, muitos cipós, orquídeas e bromélias.
VI. Caatinga: vegetação dominante, formada por xerófilas, cactáceas, caducifólias e aciculifoliadas. Os solos são profundos e arenosos.
Considerando V (verdadeiro) e F (falso), I, II, III, IV, V e VI são respectivamente:
Faça a associação:
I. Litoral.
II. Região da Mata.
III. Agreste.
IV. Sertão.
( ) Uma depressão sertaneja que se estende do município de Patos até após a Serra da Viração.
( ) Temos os tabuleiros que são formados por acúmulos de terras que descem de lugares altos.
( ) É formada(o) pelas praias e terras arenosas.
( ) Depressão que fica entre os tabuleiros e o Planalto da Borborema. Apresenta muitas serras.
Assinale a ordem numérica correta de cima para baixo:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
FÁBRICA
“Nosso dia vai chegar
Teremos nossa vez
Não é pedir demais
Quero justiça
Quero trabalhar em paz
Não é muito o que lhe peço
Eu quero um trabalho honesto
Em vez de escravidão
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
O que era verde aqui já não existe mais
Quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar com fogo
Que venha o fogo então
Esse ar deixou minha vista cansada
Nada demais".
(Legião Urbana. Fábrica. CD Dois, EMI, 1997.)
Com base na letra da música podemos relacioná-la e interpretá-la como crítica da:
“Logo depois, a PF prende também Gilberto Gil. Os dois são levados para quartel da Polícia do Exército, na rua Barão de Mesquita. Passam o reveillon de 1969 na cadeia. Lá Caetano encontra outros presos, como Ênio Silveira, dono da editora Civilização Brasileira (a mesma dos livros de Bertrand Russell), que lhe empresta O estrangeiro, de Camus. Depois, é transferido para um outro quartel, em vila militar no subúrbio de Deodoro, zona norte do Rio. Na cela ao lado, Gil divide espaço com Paulo Francis, Ferreira Gullar e outros intelectuais. Caetano vai parar na barbearia do quartel e perde a cabeleira “selvagemente grande" cultivada por quase dois anos. Após dois meses na cadeia, são transferidos para Salvador e lá permanecem confinados por mais quatro meses. Proibidos de se apresentar em público e de dar entrevistas, tomam o caminho do exílio. Ao embarcar para Londres, um dos policiais afirma para Caetano:
- Não volte nunca mais. E, se pensar em voltar se entregar logo que chegue para nos poupar trabalho".
(MARCELO, Carlos. 1970 – Renato Russo: o filho da revolução. Rio de Janeiro: Agir, 2009. p.40.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Ditadura Militar Brasileira (1964 - 1985), assinale a alternativa correta:
“Frau Diller era uma mulher irritadiça, de óculos grossos e olhar implacável. Tinha criado esse olhar nefando para desestimular a própria ideia de alguém roubar sua loja, que ela ocupava com postura militar, voz gélida e até uma respiração que cheirava “heil Hitler". A loja em si era branca e fria, completamente exangue. A casinha espremida ao seu lado tremia com um pouco mais de severidade do que as outras construções da Rua Himmel. Frau Diller administrava esse sentimento, servindo-o como o único produto grátis de suas instalações. Ela vivia para sua loja, e sua loja vivia para o Terceiro Reich. Mesmo quando começou o racionamento, mais para o fim do ano, sabia-se que ela vendia por baixo do pano algumas mercadorias difíceis de obter e doava o dinheiro para o Partido Nazista".
(ZUSAK, Markus. A menina que roubava livros. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008. p.37.)
O texto retrata o comportamento de uma comerciante na Alemanha nazista. Com base nos conhecimentos sobre a Segunda Guerra Mundial, assinale a alternativa incorreta:
Observe a figura e leia o texto a seguir:

Figura 1: Pedro Américo, o pintor do quadro "Independência ou Morte". (Disponível em: < http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1294850-16107,00-QUADRO+DO+GRITO+DA+INDEPENDENCIA+E+OBRA+DA+IMAGINACA O+DO+PINTOR.html > Acesso em: 15 abril 2014.)
“O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, às 16h30 de 7 de setembro de 1822, o príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. Acredita-se que tenha sido algum alimento malconservado ingerido no dia anterior em Santos, no litoral paulista, ou água contaminada das bicas e chafarizes [...]".
(GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2010. p.29.)
Com base na figura, no texto e nos conhecimentos sobre o processo de independência brasileira, considere as afirmativas a seguir:
I - A montaria usada por D. Pedro nem de longe lembrava o fogoso alazão que, meio século mais tarde, o pintor Pedro Américo colocaria no quadro “Independência ou Morte", também chamado de “O Grito do Ipiranga", a mais conhecida cena do acontecimento.
II - O príncipe regente não estava vestido com trajes reais. Suas vestimentas no dia da proclamação da independência brasileira eram de um simples tropeiro e ainda por cima com cólicas intestinais.
III - D. Pedro era um homem corajoso e decidido, no dia 7 de setembro de 1822, leu uma correspondência oficial portuguesa informando sobre um embarque de soldados lusitanos para atacar a cidade do Rio de Janeiro, e após uma breve reflexão, proferiu as palavras de “Independência ou morte".
IV - Segundo o relato do Padre Belchior, presente na hora do ato de independência, demonstra um príncipe menos heroico, que se manifestou perante poucas pessoas, de forma mais branda: “- De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal.". Pela descrição do padre Belchior não houve sobre a colina do Ipiranga o brado “Independência ou Morte".
Assinale a alternativa correta:
1) O projeto para a construção da represa e usina de Belo Monte, no Rio Xingu, foi resultado de uma reivindicação dos povos indígenas da região para melhorar o abastecimento de água e energia em suas comunidades.
2) Como exemplo da precariedade no fornecimento de energia do país, pode-se citar o Estado de Roraima, que possui eletricidade importada da Venezuela.
3) A Renova Energia inaugurou em 2013 a operação de sua primeira usina solar, ampliando o horizonte de possibilidades de captação e distribuição de energia no Brasil.
Está(ão) correta(s), apenas:
“A relação entre os dois países se estreita. Foram anunciados 60 novos projetos de empresas deste país no Brasil. Os maiores investimentos são nos setores elétrico, automotivo e financeiro. Em 2013, os dois países assinaram um acordo que dá a ambos uma linha de crédito de 30 bilhões de dólares na moeda do parceiro para ser usado em operações comerciais.”
O texto refere-se às relações econômicas entre o Brasil e: