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I. A hérnia interna é uma complicação comum após o bypass gástrico em Y de Roux, geralmente se manifestando por meio de dor abdominal aguda e intermitente, frequentemente localizada no epigástrio. A tomografia computadorizada com contraste oral é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico.
II. A estenose da anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação frequente, com sintomas como náuseas, vômitos e disfagia. O tratamento inicial geralmente envolve dilatação endoscópica com balão, podendo ser necessária a revisão cirúrgica em casos refratários.
III. As úlceras marginais, que ocorrem próximas à anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux, podem resultar em sangramento gastrointestinal. O tratamento inicial geralmente é clínico, com inibidores da bomba de prótons em altas doses, sendo a cirurgia reservada para casos de sangramento persistente ou recorrente, apesar do tratamento clínico adequado.
IV. A perfuração de úlcera marginal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação grave que exige intervenção cirúrgica imediata. O tratamento cirúrgico geralmente envolve revisão e reconstrução da anastomose gastrojejunal junto com ressecção da úlcera e colocação de dreno abdominal.
Estão corretas apenas as afirmativas:
( ) A disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e posteriormente para líquidos, associada à perda ponderal e à anemia, é sugestiva de acalasia esofágica avançada, especialmente em pacientes com histórico de regurgitação noturna e pneumonia aspirativa de repetição.
( ) Na doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a presença de hérnia hiatal por deslizamento volumosa, associada a sintomas atípicos como tosse crônica, rouquidão e asma, justifica a indicação de tratamento cirúrgico (fundoplicatura videolaparoscópica) mesmo em pacientes com esofagite leve (grau A de Los Angeles) e resposta parcial ao tratamento clínico com inibidores de bomba de prótons.
( ) O carcinoma epidermoide de esôfago, geralmente associado ao tabagismo e ao etilismo crônicos, apresenta-se em estágios iniciais como lesão ulcerada ou vegetante na endoscopia digestiva alta, sendo a biópsia fundamental para a confirmação diagnóstica e a classificação histológica.
( ) A tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) com 18F-fluordesoxiglicose (FDG) é um exame de estadiamento importante no câncer de esôfago, auxiliando na avaliação da resposta ao tratamento neoadjuvante e na detecção de recidivas, especialmente em pacientes com linfonodos mediastinais aumentados e suspeita de metástases a distância.
A dissecção de linfonodos no tratamento cirúrgico do carcinoma medular da tireoide visa remover metástases e melhorar o prognóstico. A extensão da dissecção depende do estadiamento da doença e da presença de linfonodos acometidos no pré-operatório. No carcinoma medular da tireoide, a _______ está indicada em casos de _______ pré-operatória, enquanto a _______ é reservada para pacientes com _______ ou doença localmente avançada.
A opção que preenche corretamente as lacunas é:
A sequência que preenche corretamente as lacunas é:
( ) A transfusão de plasma fresco congelado é eficaz no tratamento do sangramento agudo em pacientes com trombocitopenia isolada.
( ) A sobrecarga circulatória associada à transfusão é uma complicação frequente em pacientes com função cardíaca comprometida, caracterizada por congestão pulmonar e edema periférico.
( ) A reação transfusional febril não hemolítica é uma complicação rara e geralmente grave da transfusão de sangue, causada pela produção de anticorpos contra antígenos leucocitários do doador.
( ) A transfusão de crioprecipitado é indicada para o tratamento de sangramentos em pacientes com hipofibrinogenemia, como na coagulação intravascular disseminada (CIVD) ou em pacientes com doença de von Willebrand.
No contexto da SDRA pós-operatória, a lesão pulmonar aguda é desencadeada por uma resposta inflamatória sistêmica que culmina em ___________.
( ) Analgésicos opioides por via intravenosa
( ) Anestesia peridural
( ) Analgésicos não opioides por via oral
( ) Bloqueio de nervos periféricos
A sequência correta é:
I. O uso de luvas duplas protege a equipe cirúrgica, mas a troca frequente de luvas durante a cirurgia só tem impacto na redução de ISC em cirurgias específicas, como as ortopédicas com implante.
II. A hipotermia perioperatória aumenta o risco de ISC, e o controle da temperatura corporal do paciente é crucial, mas exige medidas complexas que vão além do uso de cobertores aquecidos.
III. A ventilação com fluxo laminar reduz significativamente a taxa de ISC em todos os tipos de cirurgia, sendo o método mais eficaz para prevenir infecções no ambiente cirúrgico.
São corretas as afirmativas:
Em pacientes com sepse abdominal e acidose láctica, a elevação do lactato sérico está diretamente relacionada à _________________.
( ) A fase de ebb é caracterizada por aumento do débito cardíaco e da temperatura corporal.
( ) Na fase de flow, o paciente pode apresentar hiperglicemia e aumento do catabolismo proteico.
( ) A fase de recuperação é caracterizada por anabolismo e restauração das reservas energéticas.
( ) A resposta endócrino-metabólica ao trauma é atenuada em pacientes idosos.
Prioridade de Abordagem
(1) Reposição volêmica agressiva
(2) Intubação orotraqueal imediata
(3) Desbridamento e curativo
(4) Monitorização cardíaca contínua
Situações de Queimadura Extensa
( ) Paciente com queimadura de 2º grau em 30% da superfície corporal, hipotensão e taquicardia.
( ) Paciente com queimadura de 3º grau em 40% da superfície corporal, com edema de glote e estridor.
( ) Paciente com queimadura elétrica de alta voltagem, com arritmia cardíaca.
( ) Paciente com queimadura de 2º grau em 15% da superfície corporal, com bolhas intactas.
A sequência correta dessa associação é
( ) A checagem do pulso carotídeo deve ser realizada por pelo menos 15 segundos antes de iniciar as compressões torácicas.
( ) O uso rotineiro de bicarbonato de sódio é recomendado durante a RCP para corrigir a acidose metabólica.
( ) A desfibrilação precoce é fundamental no tratamento da fibrilação ventricular, um ritmo cardíaco que pode levar à parada cardiorrespiratória.
( ) O acesso venoso periférico é a via de administração preferencial de medicamentos durante a RCP.