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Q748635 Noções de Informática

Um usuário do navegador Google Chrome deseja imprimir a página acessada através de teclas de atalho.

As teclas de atalho a serem utilizadas, nesse caso, são CTRL+

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Q748634 Noções de Informática
Um dos serviços de armazenamento e partilha de arquivos, com base no conceito de armazenamento em nuvem é o
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Q748633 Noções de Informática
No Sistema Operacional Windows, os arquivos xls são utilizados em aplicativos do tipo
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Q748632 História e Geografia de Estados e Municípios

Em julho de 1976, dom Tomás foi ao sepultamento do padre Rodolfo Lunkenbein e do índio Simão Bororo, assassinados por jagunços na aldeia de Merure, Mato Grosso. Em sua agenda, havia outra atividade prevista. Soube depois, por um jornalista, que durante essa atividade estava sendo preparado um atentado para eliminá-lo. Dom Tomás Balduíno foi ouvido pelo pesquisador da CNV Jorge Atílio Iulianelli.


Depoimento de Dom Tomás Balduíno em GO. Brasília, CNV. 13mar. 2014. Disponível em:<http://www.cnv.gov.br/outros-destaques/447-cnv-ouve-o-depoimento-de-dom-tomas-balduino-em-go.html> . Acesso em: 08 out. 2016. (Adaptação) 


Esse texto aborda o depoimento do bispo Dom Tomás Balduíno, que atuou na diocese goiana naquele período.


O texto lido evidencia a/o

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Q748631 História e Geografia de Estados e Municípios

A divisão regional do Brasil (1950)

Imagem associada para resolução da questão

Da divisão regional nacional apresentada nesse mapa, até a década de 1990, a região Centro-Oeste passou por transformações do ponto de vista político, territorial e econômico.

Nesse período, o território da região Centro-Oeste foi alterado com a

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Q748630 História e Geografia de Estados e Municípios

                     Número de Escravos em Goiás (1864-1887)

               Imagem associada para resolução da questão

Essa tabela evidencia transformações ocorridas na composição da população do estado de Goiás, que estão relacionadas à aboliçãoda escravatura.

Quanto ao processo de abolição da escravatura ocorrido no Brasil, na segunda metade do século XIX, pode-se caracterizá-lo pelo/a

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Q748629 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

A 'ciência' que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido porequipes de cientistase pesquisadores.

O pronome em destaque, nesse período, assume, na oração que inicia, a função sintáticade

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Q748628 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceitual ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo e nem explicam de forma simplificada suas metodologias.

Em relação à expressão destacada nesse período, pode-se afirmar que ela assume o sentidode

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Q748627 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

A verossimilhança das narrativas cinematográficas de ficção científica, segundo o autor, é caracterizada pela
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Q748626 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

De acordo com esse texto, o gênero, conhecido como ficção científica,
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Q747405 Noções de Primeiros Socorros
Segundo a regra dos três esses, observe os seguintes itens:  • O que realmente aconteceu?  • Qual o mecanismo de trauma (Cinemática)?  • Quantas vítimas envolvidas e qual a idade?  • E necessário reforço? Especificar. Esses itens relacionados correspondem à alternativa
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Q747404 Noções de Primeiros Socorros
No reconhecimento de vítimas de choque elétrico, podem-se encontrar determinadas características, EXCETO a(s) indicada(s) na seguinte alternativa:
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Q747403 Química
Pode-se afirmar que é parte integrante do tetraedro do fogo, EXCETO o/a
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Q747402 Segurança e Saúde no Trabalho
No método START, a vítima classificada como prioridade 2 (Alta) - Urgência não corre risco iminente de vida, mas possui lesões que merecem atenção. Por isso, deverá ser removida para unidade de saúde tão logo as vítimas com prioridade “1” tenham sido encaminhadas. Logo, a cor destinada à vítima dessa triagem é a
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Q747401 Segurança e Saúde no Trabalho
É a medida do poder de extinção de um aparelho extintor e está diretamente relacionada à quantidade, tipo e eficiência do agente extintor, além das proporções e da classe do foco. Essa descrição se refere à
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Q747400 Química
Dentre os tipos mais comuns de extintores relacionados a seguir, a alternativa que apresenta os aparelhos extintores com utilização NÃO recomendada para incêndio “Classe A” é a seguinte:
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Q747398 Química

Os combustíveis agrupados nesta classe são os líquidos inflamáveis, líquidos combustíveis e gases inflamáveis, dado que todos eles queimam em superfície e não deixam resíduos provenientes de sua queima.

Essa descrição se refere à seguinte classe de incêndio:

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Q747397 Noções de Primeiros Socorros
Na ressuscitação cardiopulmonar em adultos, a relação compressão x ventilação, a velocidade da compressão e o afundamento mínimo do tórax são, respectivamente, as seguintes:
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Q747396 Química
Observe as características a seguir. • Ambiente ocupado por uma fumaça densa.  • Devido ao aumento de pressão interna, os gases saem por todas as aberturas, em forma de lufadas.  • Calor intenso faz com que os combustíveis liberem vapores combustíveis. Essas características particulares são relativas à seguinte fase de incêndio:
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Respostas
141: E
142: A
143: B
144: B
145: A
146: D
147: B
148: D
149: A
150: C
151: C
152: D
153: C
154: C
155: A
156: C
157: A
158: B
159: D
160: C