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Q1893074 Literatura
Um dos mais ferrenhos defensores das ideias modernistas no Brasil, Oswald de Andrade publicou, imediatamente após a realização da Semana de Arte Moderna, um dos manifestos mais importantes para a nossa literatura: o “Manifesto Pau-Brasil”.
Com esse manifesto, Oswald de Andrade
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Q1893073 Português
A linguagem literária é, eminentemente, conotativa e encontra nas figuras de estilo uma forma de manifestação. Analise as figuras de estilo presentes nos trechos a seguir e assinale a alternativa em que a figura de estilo empregada pelo eu lírico é a gradação.
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Q1893072 Português

Lusco-fusco

Da alcova na penumbra andavam flutuando

Em tênue confusão fantasmas indecisos,

Gerados ao fulgor da luz reverberando

Nos límpidos cristais e nos dourados frisos.


Era como um sabbat fantástico e nefando!

Das velhas saturnais talvez tivesse uns visos

A enorme projeção das sombras vacilando

Esguias e sutis sobre os tapetes lisos.


Havia no ambiente uns mórbidos perfumes;

Os bronzes, biscuits, se olhavam com ciúmes

Nos dunkerques, de pé, por dentro das redomas.


Enquanto eu, sem temor, ao lado de uma taça,

Um conto oriental relia entre a fumaça

Dum charuto havanês de excêntricos aromas.

CARVALHO JÚNIOR, Francisco Antônio.

Disponível em: https://periodicos.ufes.br/reel/article/

view/3474/2742. Acesso em: 12 ago. 2021.

Ao longo do poema, estão presentes sons nasais que se difundem nos versos, exceto em um verso da: 
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Q1893071 Literatura

Lusco-fusco

Da alcova na penumbra andavam flutuando

Em tênue confusão fantasmas indecisos,

Gerados ao fulgor da luz reverberando

Nos límpidos cristais e nos dourados frisos.


Era como um sabbat fantástico e nefando!

Das velhas saturnais talvez tivesse uns visos

A enorme projeção das sombras vacilando

Esguias e sutis sobre os tapetes lisos.


Havia no ambiente uns mórbidos perfumes;

Os bronzes, biscuits, se olhavam com ciúmes

Nos dunkerques, de pé, por dentro das redomas.


Enquanto eu, sem temor, ao lado de uma taça,

Um conto oriental relia entre a fumaça

Dum charuto havanês de excêntricos aromas.

CARVALHO JÚNIOR, Francisco Antônio.

Disponível em: https://periodicos.ufes.br/reel/article/

view/3474/2742. Acesso em: 12 ago. 2021.

O poeta Francisco Antônio de Carvalho Júnior, um dos destaques da poesia brasileira da fase realista, é o autor desse poema cujo título expressa uma atmosfera de
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Q1893070 Literatura
Segundo Camargo, “O estudo das escolas literárias leva-nos à percepção de diferentes atitudes diante do fazer literário e da diversidade de modelos de beleza estética. [...] É preciso evitar a atitude de considerar um estilo melhor do que outro.” CAMARGO, Thais Nicoleti de. Poesia reflete repertório de emoções. Disponível em: https://feeds.folha.uol.com. br/fsp/fovest/fo2609200610.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]
Considerando-se essa afirmativa e as características dos estilos de época, assinale a alternativa incorreta.
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Q1893069 Português

Um persistente cio


É muito interessante observar o quanto a ditadura da velocidade e do “não tenho tempo a perder” retira do cotidiano das metrópoles uma das mais profundas maneiras de aproveitar, de fato, o tempo: a necessária paciência para a fruição, quase degustação lenta, dos movimentos de busca intensa do prazer originário do universo da leitura. Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa, do mergulho intencional e povoadamente solitário que nos atinge quando nos abandonamos aos sussurros que vêm de dentro.

Há frase mais tola do que a daquele ou daquela que diz “acho que, para passar (ou matar) o tempo, vou ler alguma coisa”? Ler um livro para matar o tempo? Não! Afonso Arinos, importante jurista mineiro, mais conhecido por ser autor da primeira lei contra a discriminação racial, que também era escritor (ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1958, mesmo ano em que foi eleito senador), escreveu em A Escalada que “domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo”.

Viver o tempo! Vivificálo, tornálo substantivo e desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude.

Mas o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão que expressa uma parte dessa contraditória agonia: “Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte”.

Assim – mesmo que quase tudo hoje em dia dificulte a urgência de vivificar com uma boa leitura, especialmente a estafa resultante do desequilíbrio e da correria incessante –, muitos não se deixam humilhar pelos assassinos do tempo; para impedir a vitória da mediocridade espiritual, há os que cantam com Djavan – na belíssima “Faltando um Pedaço” – e sabem que “o cio vence o cansaço”.


CORTELLA, Mário Sérgio. Um persistente cio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/ eq2609200226.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]

No trecho: “A subjetividade da resposta é evidente.”, o termo em destaque é um verbo
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Q1893068 Português

Um persistente cio


É muito interessante observar o quanto a ditadura da velocidade e do “não tenho tempo a perder” retira do cotidiano das metrópoles uma das mais profundas maneiras de aproveitar, de fato, o tempo: a necessária paciência para a fruição, quase degustação lenta, dos movimentos de busca intensa do prazer originário do universo da leitura. Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa, do mergulho intencional e povoadamente solitário que nos atinge quando nos abandonamos aos sussurros que vêm de dentro.

Há frase mais tola do que a daquele ou daquela que diz “acho que, para passar (ou matar) o tempo, vou ler alguma coisa”? Ler um livro para matar o tempo? Não! Afonso Arinos, importante jurista mineiro, mais conhecido por ser autor da primeira lei contra a discriminação racial, que também era escritor (ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1958, mesmo ano em que foi eleito senador), escreveu em A Escalada que “domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo”.

Viver o tempo! Vivificálo, tornálo substantivo e desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude.

Mas o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão que expressa uma parte dessa contraditória agonia: “Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte”.

Assim – mesmo que quase tudo hoje em dia dificulte a urgência de vivificar com uma boa leitura, especialmente a estafa resultante do desequilíbrio e da correria incessante –, muitos não se deixam humilhar pelos assassinos do tempo; para impedir a vitória da mediocridade espiritual, há os que cantam com Djavan – na belíssima “Faltando um Pedaço” – e sabem que “o cio vence o cansaço”.


CORTELLA, Mário Sérgio. Um persistente cio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/ eq2609200226.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]

Do ponto de vista de sua tipologia, o texto é predominantemente argumentativo porque
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Q1893067 Português

Um persistente cio


É muito interessante observar o quanto a ditadura da velocidade e do “não tenho tempo a perder” retira do cotidiano das metrópoles uma das mais profundas maneiras de aproveitar, de fato, o tempo: a necessária paciência para a fruição, quase degustação lenta, dos movimentos de busca intensa do prazer originário do universo da leitura. Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa, do mergulho intencional e povoadamente solitário que nos atinge quando nos abandonamos aos sussurros que vêm de dentro.

Há frase mais tola do que a daquele ou daquela que diz “acho que, para passar (ou matar) o tempo, vou ler alguma coisa”? Ler um livro para matar o tempo? Não! Afonso Arinos, importante jurista mineiro, mais conhecido por ser autor da primeira lei contra a discriminação racial, que também era escritor (ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1958, mesmo ano em que foi eleito senador), escreveu em A Escalada que “domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo”.

Viver o tempo! Vivificálo, tornálo substantivo e desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude.

Mas o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão que expressa uma parte dessa contraditória agonia: “Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte”.

Assim – mesmo que quase tudo hoje em dia dificulte a urgência de vivificar com uma boa leitura, especialmente a estafa resultante do desequilíbrio e da correria incessante –, muitos não se deixam humilhar pelos assassinos do tempo; para impedir a vitória da mediocridade espiritual, há os que cantam com Djavan – na belíssima “Faltando um Pedaço” – e sabem que “o cio vence o cansaço”.


CORTELLA, Mário Sérgio. Um persistente cio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/ eq2609200226.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]

Leia estes trechos destacados do texto e suas respectivas reescritas:
I. “Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.”    Em outros termos, um bom livro é aquele que, de algum modo, abala você e evita que você passe adiante ileso.
II. “Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa”.    Essa insensata ditadura da velocidade, vivida irrefletidamente, produz uma amarga repulsa à eroticidade intrínseca aos momentos nos quais é preciso entrar no cio advindo da leitura prazerosa.
III. “Nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal”.     Nada como um bom livro para fazer aquietar a vida no nosso íntimo, vida essa que, quando fatigados na leitura, nos faz olvidar o dimanar do tempo.
Houve alteração de sentido na reescrita do trecho destacado no(s) item(ns)
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Q1893066 Português

Um persistente cio


É muito interessante observar o quanto a ditadura da velocidade e do “não tenho tempo a perder” retira do cotidiano das metrópoles uma das mais profundas maneiras de aproveitar, de fato, o tempo: a necessária paciência para a fruição, quase degustação lenta, dos movimentos de busca intensa do prazer originário do universo da leitura. Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa, do mergulho intencional e povoadamente solitário que nos atinge quando nos abandonamos aos sussurros que vêm de dentro.

Há frase mais tola do que a daquele ou daquela que diz “acho que, para passar (ou matar) o tempo, vou ler alguma coisa”? Ler um livro para matar o tempo? Não! Afonso Arinos, importante jurista mineiro, mais conhecido por ser autor da primeira lei contra a discriminação racial, que também era escritor (ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1958, mesmo ano em que foi eleito senador), escreveu em A Escalada que “domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo”.

Viver o tempo! Vivificálo, tornálo substantivo e desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude.

Mas o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão que expressa uma parte dessa contraditória agonia: “Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte”.

Assim – mesmo que quase tudo hoje em dia dificulte a urgência de vivificar com uma boa leitura, especialmente a estafa resultante do desequilíbrio e da correria incessante –, muitos não se deixam humilhar pelos assassinos do tempo; para impedir a vitória da mediocridade espiritual, há os que cantam com Djavan – na belíssima “Faltando um Pedaço” – e sabem que “o cio vence o cansaço”.


CORTELLA, Mário Sérgio. Um persistente cio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/ eq2609200226.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]

De acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa, em relação ao uso de sinais de pontuação, empregou(ram)-se
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Q1893065 Português

Um persistente cio


É muito interessante observar o quanto a ditadura da velocidade e do “não tenho tempo a perder” retira do cotidiano das metrópoles uma das mais profundas maneiras de aproveitar, de fato, o tempo: a necessária paciência para a fruição, quase degustação lenta, dos movimentos de busca intensa do prazer originário do universo da leitura. Essa insana tacocracia, vivida sem reflexão, produz uma amarga rejeição à eroticidade inerente aos momentos nos quais é preciso entrar no cio emanado da leitura prazerosa, do mergulho intencional e povoadamente solitário que nos atinge quando nos abandonamos aos sussurros que vêm de dentro.

Há frase mais tola do que a daquele ou daquela que diz “acho que, para passar (ou matar) o tempo, vou ler alguma coisa”? Ler um livro para matar o tempo? Não! Afonso Arinos, importante jurista mineiro, mais conhecido por ser autor da primeira lei contra a discriminação racial, que também era escritor (ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1958, mesmo ano em que foi eleito senador), escreveu em A Escalada que “domar o tempo não é matá-lo, é vivê-lo”.

Viver o tempo! Vivificálo, tornálo substantivo e desfrutável. Ora, nada como um bom livro para fazer pulsar a vida no nosso interior, vida essa que, quando absortos na leitura, nos faz esquecer a fluidez temporal e nos permite suspender provisoriamente a mortalidade e a finitude.

Mas o que é um bom livro? A subjetividade da resposta é evidente. No entanto, é possível estabelecer um critério: um bom livro é aquele que emociona você, isto é, aquele que produz sentimentos vitais, que gera perturbações, que comove, abala ou impressiona. Em outras palavras, um bom livro é aquele que, de alguma maneira, afeta você e o impede que passe adiante incólume.

A emoção do bom livro é tão imensa que se torna, lamentavelmente, irrepetível. Álvaro Lins, crítico literário pernambucano que chegou a chefiar a Casa Civil do governo JK, fez uma reflexão que expressa uma parte dessa contraditória agonia: “Ah, a tristeza de saber, no fim da leitura de certos livros, que nunca mais os leremos pela primeira vez, que não se repetirá jamais a sensação da primeira leitura, que não teremos renovada a felicidade de ignorá-los num dia e conhecê-los no dia seguinte”.

Assim – mesmo que quase tudo hoje em dia dificulte a urgência de vivificar com uma boa leitura, especialmente a estafa resultante do desequilíbrio e da correria incessante –, muitos não se deixam humilhar pelos assassinos do tempo; para impedir a vitória da mediocridade espiritual, há os que cantam com Djavan – na belíssima “Faltando um Pedaço” – e sabem que “o cio vence o cansaço”.


CORTELLA, Mário Sérgio. Um persistente cio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/ eq2609200226.htm. Acesso em: 10 ago. 2021. [Fragmento]

Na construção desse texto, o autor defende que
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Q1834914 Física

Um casal de patinadores faz uma apresentação de patinação artística no gelo, quando, em dado momento, estando os dois em repouso, o homem, de 72 kg, empurra sua companheira, de 48 kg, na horizontal e ela passa a se mover a uma velocidade de 18 km/h.


Considerando apenas as forças de interação entre o casal, qual é o impulso aplicado ao rapaz, em N.s, na interação entre eles? 

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Q1834913 Física

A instalação elétrica necessita de um bom planejamento para não colocar em risco a vida de pessoas que transitam no local onde foram realizadas. Exemplos do que o mau planejamento pode causar podem ser vistos nas chamadas das notícias a seguir.


Susto: curto-circuito em tomada

prova incêndio em apartamento 

em Viana

Moradores de Bom Pastor conseguiram controlar as chamas usando uma mangueira de jardim.


Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/geral/ noticia/08/2021/susto-curto-circuito-em-tomada-provoca-incendio-em-apartamento-em-viana visitado. Acesso em: 14 ago. 2021. 


Curto-circuito em poste causa 

incêndio e deixa moradores sem

energia elétrica em Buri

Segundo a Guarda Civil Municipal, as chamas se espalharam por uma região de mata. Empresa responsável pela distribuição de energia disse que a situação foi normalizada ainda durante a noite.


Disponível em: https://g1.globo.com/sp/itapetininga-regiao/ noticia/2021/08/11/curto-circuito-em-poste-causa-incendio-e-deixa-moradores-sem-energia-eletrica-em-buri.ghtml. Acesso em: 14 ago. 2021.


Os problemas elétricos citados nas notícias estão representados nos circuitos a seguir.


Considere Imagem associada para resolução da questão como sendo a resistência dos elementos do circuito.

(Despreze a resistência dos fios de ligação e da fonte.)


Em qual dos circuitos há risco de incêndio?

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Q1834912 Física

Os freios representam uma parte essencial do sistema de um automóvel e diversos acidentes são causados devido ao mau funcionamento desse equipamento. O freio ABS representou uma evolução muito importante no sistema de frenagem pois evita muitos acidentes: o carro consegue parar completamente percorrendo uma distância menor, uma vez que esse tipo de freio evita a derrapagem.


A seguir, representa-se esquematicamente como ocorre a variação da força de atrito entre o pneu e a pista em função da pressão aplicada no pedal de freio, utilizando sistema de frenagem sem ABS e com ABS, respectivamente:


Imagem associada para resolução da questão


De acordo com esses gráficos, assinale a alternativa que apresenta a justificativa da maior eficiência no uso dos freios ABS.

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Q1834911 Física

Em um parque construiu-se uma piscina de ondas. Na extremidade dessa piscina, uma grande barra se move tocando a água com uma frequência que pode ser ajustada pelo operador. Em um dado instante, a barra toca a água uma vez a cada 5 segundos, criando ondas cuja distância entre duas cristas consecutivas é de 50 cm.


Se a frequência for duplicada, as novas ondas terão comprimento de onda e velocidade de propagação na piscina, respectivamente, de:

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Q1834910 Física

Mariana mora em uma cidade no interior de Minas Gerais e, em suas férias, resolveu visitar os Lençóis Maranhenses, famoso por suas dunas. 


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://viajento.com/2017/12/15/lencoismaranhenses-como-se-formam-as-dunas-e-as-lagoas. Acesso em: 14 ago. 2021.


Devido aos altos preços dos passeios, ela resolveu utilizar seu próprio veículo para passear nas dunas. Porém, diferentemente do que acontece com os veículos próprios para esse passeio, o carro atolou nas areias, sendo necessário acionar um reboque.


Por que o carro de Mariana, diferentemente dos demais transportes da região, atolou na areia?

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Q1834909 Biologia

O Comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informou que 16 combatentes morreram vítimas do coronavírus. “Temos identificado e trabalhado com cada um dos comandantes [...] para demonstrar a importância da mesma”, informou o comandante-geral. Para isso, palestras com profissionais da área de saúde tem sido realizadas para conscientizar a importância da vacina contra a Covid-19.


Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/ gerais/2021/06/28/interna_gerais,1281378/covid-19-142- bombeiros-militares-recusaram-vacina-em-minas-diz-comandante.shtml. Acesso em: 31 jul. 2021 (adaptado).


O trabalho de conscientização realizado pelos profissionais da saúde com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais é importante porque 

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Q1834908 Biologia

Bombeiros realizam campanha de doação de sangue


Por conta da baixa dos estoques, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo se solidarizou à Pró-Sangue e deu início a uma campanha de doação de sangue junto aos seus efetivos. Dos 200 bombeiros que participaram da doação, 60% eram do tipo sanguíneo A, 20% do tipo O, 10% do tipo AB e 10% do tipo B. Um total de 50% dos doadores dos tipos A e do tipo B eram Rh positivos. Já os tipos sanguíneos AB e O tinham 25% de doadores Rh positivos.

Disponível em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ orgaos-governamentais/pro-sangue/bombeiros-realizam-campanha-de-

doacao-de-sangue/. Acesso em: 31 jul. 2021 (adaptado).


Campanhas de doação de sangue são sempre bem-vindas para reabastecer o estoque dos Hemocentros. Todos os tipos sanguíneos são importantes, mas um deles é caracterizado como doador universal.


Na campanha realizada pelos bombeiros, a doação desse tipo de sangue correspondeu a um número total de 

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Q1834907 Geografia

Governo lança plano para combater incêndios florestais


Entre os quase 6 mil homens envolvidos na operação, 200 são bombeiros e policiais militares da Força Nacional de Segurança Pública. A operação conta também com mais 900 bombeiros de outras unidades da federação, que estão fora do foco de atuação e poderão ser enviados para reforçar o efetivo, caso necessário. A Operação Guardiões do Bioma terá início com a fiscalização do maior e do menor bioma do Brasil. O primeiro apresenta grande biodiversidade e clima equatorial, já o segundo é caracterizado como a maior planície inundável do mundo.

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/ noticia/2021-07/governo-lanca-plano-para-combater-incendios-florestais. Acesso em: 31 jul. 2021 (adaptado). 


Os biomas são classificados como grandes áreas ecológicas com características semelhantes. Conhecer as características de cada um deles é fundamental para operações como a dos “Guardiões do Bioma”, que atuarão, segundo o texto, respectivamente nos biomas:

Alternativas
Q1834906 Biologia

Com hipotermia, homem em situação de rua é socorrido pelos bombeiros


Na madrugada de domingo, por volta das 3h, equipes de bombeiros de Conselheiro Lafaiete foram acionadas para comparecer ao bairro São Dimas, onde um morador de uma residência informou que avistou um homem deitado na calçada, somente com uma bermuda e inconsciente. A vítima estava com a pele bastante fria e com sinais de hipotermia, como tremores. No horário, a temperatura estava entre 6 °C e 8 °C. Durante o atendimento, foi verificada a baixa saturação de oxigênio, dificuldade para respirar e níveis baixos de batimentos cardíacos. O homem foi envolto em uma manta aluminizada para aumentar a temperatura corporal e encaminhado ao pronto-socorro municipal.


Disponível em: http://www.jornalcorreiodacidade.com.br/ noticias/22977-com-hipotermia-homem-em-situacao-de-rua-e-socorrido-pelos-bombeiros. Acesso em: 31 jul. 2021 (adaptado).  


Em 2021 houve vários recordes de temperatura baixa no Brasil, acompanhados de episódios como o descrito no texto.


Esses episódios podem levar à morte porque

Alternativas
Q1834905 Biologia

Bombeiros resgatam vítimas de naufrágio no Marajó


Ao chegar no local do naufrágio, os bombeiros identificaram cinco homens com idades entre 14 e 66 anos, que se encontravam debilitados e nervosos. A primeira ação dos bombeiros foi tranquilizar as vítimas para mantê-las flutuando. O afogamento é a quarta causa de morte acidental em adultos. [...] A pessoa aspira muita água, que encharca os pulmões, causando asfixia, inconsciência e até a morte. Os cinco homens foram retirados da água com vida.

Disponível em: https://www.agenciapara.com.br/noticia/28805/.

Acesso em: 30 jul. 2021 (adaptado).


Tranquilizar as vítimas é o primeiro passo que profissionais de resgate devem fazer durante um acidente. Esse passo foi importante no resgate realizado, pois evitou a asfixia que poderia ocorrer devido

Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: B
44: D
45: B
46: C
47: D
48: C
49: D
50: B
51: A
52: B
53: C
54: A
55: C
56: D
57: C
58: A
59: C
60: A