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Uma crise com a opinião pública releva a repercussão
negativa de um conjunto de interesses de públicos que são afetados pelas ações
de uma organização. Neste sentido, identifique as prováveis questões geradoras
de crises e, a seguir, assinale a alternativa correta.
I. Produtos ou serviços que possam produzir acidentes de consumo, afetando a
vida, a saúde e a integridade física ou moral de consumidores, clientes e
usuários.
II. Produtos ou serviços fora de especificação, com defeitos ou viciados.
III. Violações contratuais, tais como prazo de entrega, manutenção, atraso ou
interrupção no fornecimento, cobranças indevidas e outras violações à Lei de
Defesa do Consumidor.
IV. Problemas relacionados à comercialização de produtos e serviços que possam
afetar de forma negativa a circulação de bens.
V. Problemas relacionados à construção da opinião pública positiva.
I. As sondagens habitualmente praticadas na verificação do consumo de bens culturais não permitem inferir as características da construção de sentido operada na recepção.
II. A veiculação de produtos pelas grandes mídias deve estar atenta à heterogeneidade de públicos que atinge e, portanto, a processos diversos de recepção.
III. O campo da comunicação deve aplicar os métodos, procedimentos e técnicas das ciências sociais ao conhecimento da relação emissão-recepção.
IV. O discurso da comunicação deve buscar os fios ideológicos com os quais conduz a inter-relação entre os polos básicos da emissão e da recepção.
V. O discurso da comunicação deve amparar-se em pesquisas de opinião que utilizem técnicas quantitativas de análise.
I. a grande imprensa é toda poderosa na construção da opinião pública.
II. a opinião e a decisão do voto não são determinadas somente pelas mídias.
III. as elites e as classes médias são os grupos sociais mais sujeitos à influência das grandes mídias.
IV. a opinião dos eleitores é conformada por um conjunto heterogêneo de canais de comunicação, dentre eles as grandes mídias, as redes alternativas de comunicação etc.
V. os setores populares são os mais manipulados pelos grandes jornais, pois não tem educação para ter uma atitude crítica.
( ) O Jornal Nacional, lançado em primeiro de setembro de 1969, tinha como propósito competir com o Repórter Esso, da TV Tupy.
( ) Quando o Jornal Nacional surgiu, ele atingia os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e tinha 50 minutos de duração.
( ) Por conta das diversidades regionais do país, o Jornal Nacional teve que adotar as expressões "dia ensolarado" e "dia chuvoso" em relação ao tempo, ao invés de "tempo bom" ou "tempo ruim".
( ) A abertura política do Governo Geisel proporcionou o diálogo mais intenso entre as afiliadas da Globo e a central de jornalismo da emissora, resultando em uma produção maior de materiais jornalísticos. Para selecionar com mais critério esse material, foram criadas editorias especializadas, descentralizando o poder até então unicamente nas mãos do chefe de redação.
I. Trata-se de uma concepção de notícia oferecida pela ideologia profissional que considera o jornalista como um comunicador desinteressado.
II. Trata-se de uma concepção de notícia oferecida por estudiosos envolvidos com a criação de um mito profissional a respeito da neutralidade da informação.
III. Trata-se de uma concepção de notícia comprometida com a legitimidade do campo jornalístico, especialmente com a ideia chave da separação entre fatos e opiniões.
IV. Trata-se de uma concepção de notícia que concebe a produção da informação como uma sucessão de escolhas marcadas por decisões racionais.
V. Trata-se de uma concepção de notícia que concebe a produção da informação como uma forma de refletir a realidade dos fatos.
I. O jornalismo é concebido como uma instituição social a serviço das elites, em sua relação com as massas, ou a serviço da democracia, funcionando como um fórum de questões.
II. O jornalismo é concebido como uma instituição social veiculadora das mais diferentes ideias, mas capaz de se transformar numa arma para as forças políticas.
III. O jornalismo é concebido como uma instituição social capaz de forjar a subjetividade do homem moderno.
IV. O jornalismo é concebido como uma instituição social que se constitui enquanto um instrumento de controle social.
V. O jornalismo é concebido como uma instituição social que se constitui enquanto um quarto poder.
I. modalidades de construção da cobertura jornalística.
,
II. determinados veículos, como Veja, Folha de São Paulo e Jornal Nacional (Globo).
III. teoria do Jornalismo.
IV. história do Jornalismo.
V. Jornalismo on-line.
I. Os procedimentos metodológicos dos chamados Estudos Culturais são muito utilizados para a pesquisa sobre recepção, pois eles enfatizam o caráter ativo deste processo, diferente do que ocorre com outras metodologias de estudo da recepção da comunicação.
II. A Análise de Discurso é uma metodologia de origem francesa utilizada para analisar as mídias, inclusive no Brasil. A pesquisadora e professora Eni Orlandi da UNICAMP é uma das maiores críticas desta corrente metodológica.
III. A Semiologia e a Semiótica são noções que servem para nomear metodologias idênticas que se voltam para a pesquisa das imagens.
IV. A expressão Análise de Conteúdo é utilizada para designar uma corrente de pesquisa que prioriza os estudos comparativos quantitativos, como, por exemplo, a medição de materiais jornalísticos para analisar o posicionamento da imprensa acerca de determinados temas.
V. A Agenda Setting e as teses acerca do enquadramento (framing) têm sido utilizadas no Brasil e em outros países para pesquisas na área de Comunicação / Jornalismo e Política.
I. A denominação "comunicação de massas" não é apropriada para este novo tipo de comunicação, pois ela é muito mais uma comunicação para as massas, que uma comunicação criada pelas massas.
II. Usar "comunicação coletiva" para nomear esta nova modalidade é correto, pois a comunicação interpessoal não é coletiva.
III. Esta nova comunicação pode ser chamada de social, enquanto a comunicação anterior é individual.
IV. As expressões "comunicação social" e "comunicação midiática" são apropriadas para definir este novo fenômeno comunicativo, dado que distinguem estas formas de comunicação.
V. O termo "comunicação midiática ou midiatizada" não serve para designar a nova modalidade de comunicação.
I. Baseia-se numa visão da ordem social como sociedade de massa e em mecanismos psicológicos da ação.
II. Baseia-se na visão da ordem social como sociedade de massa e na teoria dos vínculos sociais.
III. Realça as capacidades manipuladoras dos meios de comunicação, devido ao isolamento dos indivíduos, considerados indefesos e passivos.
IV. Considera cada indivíduo um átomo isolado que reage isoladamente às ordens e às sugestões dos meios de comunicação de massa.
V. Considera os indivíduos como seres capazes de ação conjunta.