Questões Militares Para exército

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Q632430 Pedagogia

A Igreja professa na liturgia dominical o Credo dos Apóstolos e exprime a sua fé na Santíssima Trindade. Essa fé professada e vivida significa o que para os cristãos? Responda colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) Há na verdade 3 deuses porque existem 3 pessoas divinas e então para cada divindade uma pessoa respectiva, Pai, Filho e Espírito Santo.

( ) A Trindade é Una mesmo que haja uma relação unicamente de razão, a relação substancial é aquela de Deus para com as criaturas.

( ) A Trindade é Una na sua essência mas três na relação de Pessoas. 

Alternativas
Q632429 Pedagogia
Analise os conceitos de Igreja abaixo e assinale a alternativa correta. O documento Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, afirma que:
Alternativas
Q632428 Pedagogia

O Papa Francisco dá um conceito fundamental e importante sobre a homilia na Exortação apostólica, Evangelii Gaudium. Analise cada conceito e responda, colocando entre parêntese a letra V, quando se tratar de alternativa verdadeira e a letra F, quando se tratar de alternativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a proximidade e a capacidade de encontro de um Pastor com o seu povo.

( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a capacidade de entendimento do povo.

( ) A homilia é o ponto de comparação para avaliar a capacidade do uso gramatical correto de um Pastor. 

Alternativas
Q632427 Pedagogia

Analise as afirmativas abaixo, colocando entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.


Dada a seguinte afirmação: “A teologia é uma ciência”. Na idade média, a teologia era considerada a rainha de todos os conhecimentos, até mesmo do conhecimento científico. Ela é considerada ciência pelo(s) seguinte(s) motivo(s): 


( ) conhecimento certo e sempre válido, devido ao seu resultado de dedução do conhecimento lógico.

( ) articular as conclusões com os princípios universais e válidos por meio de raciocínios necessários.

( ) por ter evidência imediata de seus princípios, ou seja, das verdades reveladas.

Alternativas
Q632426 Pedagogia
Analisando o conceito clássico de teologia, o estudo sobre Deus, Theós + logía, pode se concluir que a teologia cristã (é):
Alternativas
Q632162 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

Pontes entre os muros 

Há quem queira ensinar padre-nosso ao vigário. Mas isso não se compara a querer ensinar ao papa sobre a vida de Cristo. “Jesus viveu aqui, nesta terra. Ele falava hebraico”, garantiu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Jorge Bergoglio, em Jerusalém. “Aramaico”, corrigiu imediatamente o pontífice. “Falava aramaico, mas sabia hebraico”, insistiu Bibi. 

Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. A cena mais emblemática foi o papa descer do carro sem aviso, na Cisjordânia, para rezar junto ao Muro da Separação, ou “Muro da Vergonha”, construído por Israel para concretizar fisicamente a exclusão do povo palestino. Bem debaixo de pichações nas quais se lia “Palestina Livre”, “Papa, precisamos de alguém para falar sobre justiça”, e “Belém parece o Gueto de Varsóvia”. 

Foi óbvia a alusão ao “Muro das Lamentações” de Jerusalém, tido como vestígio do Templo destruído por Tito (é um muro de arrimo acrescentado por Herodes), onde durante milênios peregrinos foram suplicar pela vinda do Messias, pelo retomo dos judeus da Diáspora, pela reconstrução do templo e do idealizado reino de Israel. Sem usar palavras, o líder católico equiparou os hebreus do passado aos palestinos do presente e assinalou ao mundo em geral e a Israel em particular que o ponto de vista de Tel-Avivi sobre a história é um entre outros e os judeus não são tão diferentes dos árabes. Nem dos romanos. [...] 

Mais tarde, do lado israelense da fronteira, o papa Francisco não se negou a visitar o Muro das Lamentações original antes de subir às mesquitas do Morro do Templo e aceitou a exigência de Netanyahu de repetir seu gesto perto do muro do Memorial das Vítimas (judaicas) dos Ataques Terroristas, em Jerusalém. Essas cenas não tiveram o mesmo impacto [...]. A questão não é tomar partido pelo Estado da Palestina (oficialmente reconhecido pelo Vaticano), e sim relativizar a narrativa sionista na qual Israel insiste, apesar de se tomar cada vez mais insustentável no cenário internacional.

O primeiro-ministro, vale ressaltar, não representa o sionismo mais extremista. Está sob pressão dos radicais de seu próprio partido e dos aliados ainda mais à direita de sua coalizão, especialmente o chanceler Avigdor Lieberman e o ministro da Economia, Naftali Bennett, representante dos colonos do partido Lar Judeu, que exige a anexação da Cisjordânia. [...]

O papa ofereceu “sua casa”, o Vaticano, para um encontro entre o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente israelense Shimon Peres. Ambos aceitaram, mas o desafio continua a ser encontrar uma linguagem comum. Não haverá saída da embrulhada do Oriente Médio enquanto os israelenses se fecharem aos palestinos e ao mundo tanto com muralhas físicas quanto com as de seus mitos e preconceitos. O chefe da Igreja Católica agiu corretamente ao enfatizar o quanto esses muros são lamentáveis e tomar sua visita a mais ecumênica possível. [...] Desta vez, fez jus ao primeiro título de seu cargo, herdado dos sumos sacerdotes e imperadores de Roma e muito mais velho que o próprio cristianismo: Pontifex, “fazedor de pontes”. Ou pelo menos tentou. 

(Antônio Luiz M. C. Costa, CARTA CAPITAL, 802, 04/06/2014)
Considerando o aspecto semântico presente no título do texto, em que a palavra “pontes”, representaria meios de estabelecer a aproximação e o contato entre israelenses e palestinos, povos separados por barreiras e obstáculos, representados pela palavra “muros”, pode-se considerar que há aí uma relação:
Alternativas
Q632161 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

Pontes entre os muros 

Há quem queira ensinar padre-nosso ao vigário. Mas isso não se compara a querer ensinar ao papa sobre a vida de Cristo. “Jesus viveu aqui, nesta terra. Ele falava hebraico”, garantiu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Jorge Bergoglio, em Jerusalém. “Aramaico”, corrigiu imediatamente o pontífice. “Falava aramaico, mas sabia hebraico”, insistiu Bibi. 

Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. A cena mais emblemática foi o papa descer do carro sem aviso, na Cisjordânia, para rezar junto ao Muro da Separação, ou “Muro da Vergonha”, construído por Israel para concretizar fisicamente a exclusão do povo palestino. Bem debaixo de pichações nas quais se lia “Palestina Livre”, “Papa, precisamos de alguém para falar sobre justiça”, e “Belém parece o Gueto de Varsóvia”. 

Foi óbvia a alusão ao “Muro das Lamentações” de Jerusalém, tido como vestígio do Templo destruído por Tito (é um muro de arrimo acrescentado por Herodes), onde durante milênios peregrinos foram suplicar pela vinda do Messias, pelo retomo dos judeus da Diáspora, pela reconstrução do templo e do idealizado reino de Israel. Sem usar palavras, o líder católico equiparou os hebreus do passado aos palestinos do presente e assinalou ao mundo em geral e a Israel em particular que o ponto de vista de Tel-Avivi sobre a história é um entre outros e os judeus não são tão diferentes dos árabes. Nem dos romanos. [...] 

Mais tarde, do lado israelense da fronteira, o papa Francisco não se negou a visitar o Muro das Lamentações original antes de subir às mesquitas do Morro do Templo e aceitou a exigência de Netanyahu de repetir seu gesto perto do muro do Memorial das Vítimas (judaicas) dos Ataques Terroristas, em Jerusalém. Essas cenas não tiveram o mesmo impacto [...]. A questão não é tomar partido pelo Estado da Palestina (oficialmente reconhecido pelo Vaticano), e sim relativizar a narrativa sionista na qual Israel insiste, apesar de se tomar cada vez mais insustentável no cenário internacional.

O primeiro-ministro, vale ressaltar, não representa o sionismo mais extremista. Está sob pressão dos radicais de seu próprio partido e dos aliados ainda mais à direita de sua coalizão, especialmente o chanceler Avigdor Lieberman e o ministro da Economia, Naftali Bennett, representante dos colonos do partido Lar Judeu, que exige a anexação da Cisjordânia. [...]

O papa ofereceu “sua casa”, o Vaticano, para um encontro entre o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente israelense Shimon Peres. Ambos aceitaram, mas o desafio continua a ser encontrar uma linguagem comum. Não haverá saída da embrulhada do Oriente Médio enquanto os israelenses se fecharem aos palestinos e ao mundo tanto com muralhas físicas quanto com as de seus mitos e preconceitos. O chefe da Igreja Católica agiu corretamente ao enfatizar o quanto esses muros são lamentáveis e tomar sua visita a mais ecumênica possível. [...] Desta vez, fez jus ao primeiro título de seu cargo, herdado dos sumos sacerdotes e imperadores de Roma e muito mais velho que o próprio cristianismo: Pontifex, “fazedor de pontes”. Ou pelo menos tentou. 

(Antônio Luiz M. C. Costa, CARTA CAPITAL, 802, 04/06/2014)
Os vocábulos assinalados em “[...] Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. [...]” e “[...] é um muro de arrimo acrescentado por Herodes [...]”, podem ser substituídos, respectivamente, e sem prejuízo semântico por:
Alternativas
Q632160 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

Pontes entre os muros 

Há quem queira ensinar padre-nosso ao vigário. Mas isso não se compara a querer ensinar ao papa sobre a vida de Cristo. “Jesus viveu aqui, nesta terra. Ele falava hebraico”, garantiu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Jorge Bergoglio, em Jerusalém. “Aramaico”, corrigiu imediatamente o pontífice. “Falava aramaico, mas sabia hebraico”, insistiu Bibi. 

Pode parecer um pormenor irrelevante, mas ajuda a entender por que essa visita aparentemente inócua foi sentida em Israel como uma ameaça. A cena mais emblemática foi o papa descer do carro sem aviso, na Cisjordânia, para rezar junto ao Muro da Separação, ou “Muro da Vergonha”, construído por Israel para concretizar fisicamente a exclusão do povo palestino. Bem debaixo de pichações nas quais se lia “Palestina Livre”, “Papa, precisamos de alguém para falar sobre justiça”, e “Belém parece o Gueto de Varsóvia”. 

Foi óbvia a alusão ao “Muro das Lamentações” de Jerusalém, tido como vestígio do Templo destruído por Tito (é um muro de arrimo acrescentado por Herodes), onde durante milênios peregrinos foram suplicar pela vinda do Messias, pelo retomo dos judeus da Diáspora, pela reconstrução do templo e do idealizado reino de Israel. Sem usar palavras, o líder católico equiparou os hebreus do passado aos palestinos do presente e assinalou ao mundo em geral e a Israel em particular que o ponto de vista de Tel-Avivi sobre a história é um entre outros e os judeus não são tão diferentes dos árabes. Nem dos romanos. [...] 

Mais tarde, do lado israelense da fronteira, o papa Francisco não se negou a visitar o Muro das Lamentações original antes de subir às mesquitas do Morro do Templo e aceitou a exigência de Netanyahu de repetir seu gesto perto do muro do Memorial das Vítimas (judaicas) dos Ataques Terroristas, em Jerusalém. Essas cenas não tiveram o mesmo impacto [...]. A questão não é tomar partido pelo Estado da Palestina (oficialmente reconhecido pelo Vaticano), e sim relativizar a narrativa sionista na qual Israel insiste, apesar de se tomar cada vez mais insustentável no cenário internacional.

O primeiro-ministro, vale ressaltar, não representa o sionismo mais extremista. Está sob pressão dos radicais de seu próprio partido e dos aliados ainda mais à direita de sua coalizão, especialmente o chanceler Avigdor Lieberman e o ministro da Economia, Naftali Bennett, representante dos colonos do partido Lar Judeu, que exige a anexação da Cisjordânia. [...]

O papa ofereceu “sua casa”, o Vaticano, para um encontro entre o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente israelense Shimon Peres. Ambos aceitaram, mas o desafio continua a ser encontrar uma linguagem comum. Não haverá saída da embrulhada do Oriente Médio enquanto os israelenses se fecharem aos palestinos e ao mundo tanto com muralhas físicas quanto com as de seus mitos e preconceitos. O chefe da Igreja Católica agiu corretamente ao enfatizar o quanto esses muros são lamentáveis e tomar sua visita a mais ecumênica possível. [...] Desta vez, fez jus ao primeiro título de seu cargo, herdado dos sumos sacerdotes e imperadores de Roma e muito mais velho que o próprio cristianismo: Pontifex, “fazedor de pontes”. Ou pelo menos tentou. 

(Antônio Luiz M. C. Costa, CARTA CAPITAL, 802, 04/06/2014)
De acordo com o texto:
Alternativas
Q632157 Português
Para responder a questão, considere o texto a seguir:

O perigo que não vemos

Se um asteroide ou cometa com potencial de exterminar a vida na Terra estivesse a caminho neste momento, nós dificilmente saberíamos. Esse fato foi evidenciado ao mundo em fevereiro de 2013, quando um objeto de cerca de 20 metros de diâ­metro penetrou na atmosfera e explodiu sobre o norte da Rússia, causando impacto equivalente à detonação de 500 mil toneladas de dinamite. Entre 2000 e 2013, ao menos 26 asteroides com enorme potencial de destruição atingiram a Terra. Nenhum deles foi detectado - e qualquer um poderia causar milhares de mortes se tivesse entrado no ângulo correto e atingido uma cidade. Isso sem falar em impactos não detectados.

Diante de um cenário em que apenas 10% dos asteroides e cometas próximos do nosso planeta são conhecidos, a agência espacial americana (Nasa) resolveu pedir ajuda. Por meio de uma série de concursos batizada de Asteroid Grand Challenge, o órgão recebe ideias de gente de todo o mundo para encontrar e desviar esses objetos. Neste mês, a agência encerrou a terceira etapa do programa, que pedia aos colaboradores que criassem algoritmos (códigos de computador que realizam uma tarefa específica) para detectar ameaças ocultas. Foram 422 participantes de 63 países. “Aplicamos essa experiência em concursos de algoritmos para ajudar a proteger o planeta de asteroides a partir da análise de imagens”, afirmou Jason Crusan, diretor do Laboratório de Torneios da Nasa. 

Fora dos laboratórios, a vigilância dos céus é feita, em grande parte, por astrônomos amadores, como o engenheiro Cristóvão Jacques, um dos responsáveis pelo Sonear, sigla em inglês para Observatório do Sul para Pesquisa de Objetos Próximos da Terra, em Minas Gerais. Ao lado de dois amigos, Jacques descobriu, no início deste ano, o primeiro “cometa brasileiro”. No Hemisfério Sul, eles são os guardas dos céus. “O único outro observatório que existia era na Austrália, e foi fechado pela Nasa em julho de 2013”, diz Jacques. Segundo os cientistas, se quisermos ter qualquer chance de sobreviver a um grande objeto em rota de colisão, a detecção precoce é essencial, já que a maioria das soluções imaginadas para desviar um asteroide levaria anos para ser implantada [...]. Quando ele vier, é preciso estar preparado. 

(Lucas Bessel e Ana Carolina Nunes, ISTOÉ, 2321, 21/05/2014)

Leia o trecho abaixo e, em seguida, escolha a alternativa correta:


“Segundo os cientistas, se quisermos ter qualquer chance de sobreviver a um grande objeto em rota de colisão, a detecção precoce é essencial, já que a maioria das soluções imaginadas para desviar um asteroide levaria anos para ser implantada [...]. Quando ele vier, é preciso estar preparado.”


Os verbos em destaque estão, respectivamente, no:

Alternativas
Q632155 Português

Para responder o item, considere o trecho a seguir.


“Mais um índice negativo foi divulgado esta semana para constatar as defici­ências do ensino brasileiro: apenas 32,8% dos professores que trabalham nas séries finais do ensino fundamental (5° ao 9° anos) têm licenciatura na área em que atuam”.

(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/apenas-328-dos-professores-do-ensino-fundamental-tem-formacao-na-disciplina-em-que-atuam. Acesso em 12 de junho de 2014).


Os dois pontos foram utilizados: 

Alternativas
Q632153 Português

Para responder, considere a tirinha abaixo.


Assinale a alternativa que apresenta o fenômeno semântico presente na tirinha acima. 
Alternativas
Q632151 Português

Para responder o item, considere o texto a seguir. 


 Analise as afirmações abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.


I. “porém,” (l.3) e “No entanto” (l.10) estabelecem uma relação semântica de oposição.

II. “De acordo” (l.8) estabelece uma relação de conformidade.

III. “caso” (l.11) estabelece uma relação semântica de restrição. 

Alternativas
Q632145 Pedagogia
No que diz respeito à gênese do movimento ecumênico contemporâneo, o marco inicial, de acordo com Brakemeier, é: 
Alternativas
Q632144 Pedagogia
Com respeito ao racionalismo dedutivo, Dreher afirma que este foi introduzido no pensamento do cristianismo ocidental por:
Alternativas
Q632143 Pedagogia
Conforme Bosch, com respeito à missão, a igreja primitiva falhou em três aspectos, são eles:
Alternativas
Q632142 Pedagogia
Sobre a missão na igreja cristã primitiva, Bosch afirma que os prosélitos eram atraídos pelo cristianismo, em detrimento do judaísmo, porque:
Alternativas
Q632141 Pedagogia
Sobre a missão no Antigo Testamento Bosch afirma que:
Alternativas
Q632140 Pedagogia
Segundo Zenger, no Tanak os cinco primeiros livros possuem, respectivamente, os seguintes nomes:
Alternativas
Q632139 Pedagogia
De acordo com Gerstenberger, haviam dois procedimentos de natureza religiosa para a escolha do rei e de um comandante do exército, são estes, respectivamente:
Alternativas
Q632138 Pedagogia
Gerstenberger, ao falar sobre as práticas de culto no âmbito da família e do clã afirma que o oficiante do culto era:
Alternativas
Respostas
9181: C
9182: D
9183: B
9184: E
9185: C
9186: D
9187: A
9188: E
9189: B
9190: A
9191: C
9192: B
9193: C
9194: B
9195: E
9196: C
9197: A
9198: D
9199: D
9200: E