Questões Militares
Para exército
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35 CAMELOS
(...) – Somos irmãos e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos. A cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?
(...) – Encarrego-me de fazer, com justiça, essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que, em boa hora, aqui nos trouxe!
(...) – Vou, meus amigos, (disse ele, dirigindo-se aos três irmãos) fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como veem, em número de 36. E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
– Deverias receber, meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36 e, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão!
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
– E tu, Hamede Namir, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
E disse, por fim, ao mais moço:
– E tu, jovem Harim Navir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4. O teu lucro é igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado! (...)
(Parte de um texto retirado do Capítulo III do livro: O Homem Que Calculava. TAHAN, Malba. O homem que calculava. Rio de
Janeiro: Record, 2000.)
35 CAMELOS
(...) – Somos irmãos e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos. A cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?
(...) – Encarrego-me de fazer, com justiça, essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que, em boa hora, aqui nos trouxe!
(...) – Vou, meus amigos, (disse ele, dirigindo-se aos três irmãos) fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como veem, em número de 36. E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
– Deverias receber, meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36 e, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão!
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
– E tu, Hamede Namir, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
E disse, por fim, ao mais moço:
– E tu, jovem Harim Navir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4. O teu lucro é igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado! (...)
(Parte de um texto retirado do Capítulo III do livro: O Homem Que Calculava. TAHAN, Malba. O homem que calculava. Rio de
Janeiro: Record, 2000.)
35 CAMELOS
(...) – Somos irmãos e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos. A cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?
(...) – Encarrego-me de fazer, com justiça, essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que, em boa hora, aqui nos trouxe!
(...) – Vou, meus amigos, (disse ele, dirigindo-se aos três irmãos) fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como veem, em número de 36. E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
– Deverias receber, meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36 e, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão!
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
– E tu, Hamede Namir, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
E disse, por fim, ao mais moço:
– E tu, jovem Harim Navir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4. O teu lucro é igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado! (...)
(Parte de um texto retirado do Capítulo III do livro: O Homem Que Calculava. TAHAN, Malba. O homem que calculava. Rio de
Janeiro: Record, 2000.)
TEXTO I


Quanto à finalidade dos textos I, II e III, é correto afirmar que

A sequência correta da coluna II, indicando as consequências das causas expressas na coluna I, é
TEXTO I


A análise comparativa entre os textos I, II e III permite afirmar que
Analise com atenção as seguintes afirmativas:
I – O texto em análise é do gênero infográfico. Para a compreensão desse texto, é irrelevante a relação entre o texto escrito e a imagem do jogador de futebol.
II – O título do texto e a sua finalidade estabelecem relação de contrariedade com uma das instituições promotoras das informações, o Hospital Nossa Senhora das Graças.
III – No infográfico, há oito informações principais (e duas secundárias) no que se refere às lesões causadas pelo futebol. A disposição espacial dessas informações no texto facilita a leitura, cobrindo o corpo humano dos membros superiores aos inferiores.
Está correto o que se afirma em
Analise atentamente as assertivas a seguir:
I – O texto busca traçar um perfil histórico do futebol, da Antiguidade à Era Contemporânea.
II – De acordo com as informações do texto, apenas a Inglaterra está relacionada às origens da prática de futebol.
III – A difusão do futebol, no Brasil, desde seu início no país, teve caráter popular e agregador, independente de classes sociais.
Está correto o que se afirma em
Acerca das ideias contidas no texto II, julgue as afirmativas:
I – O futebol, por ser violento, foi proibido algumas vezes em sua história.
II – Os aspectos emocionais estão envolvidos na prática do futebol.
III – Não apenas a bola foi utilizada na prática do futebol, ou prática semelhante, durante a sua evolução.
IV – A divulgação do futebol se deu pela iniciativa de indivíduos da elite.
Está correto o que se afirma em
I – Podem ser substituídas por travessões sem prejuízo de sentido à frase. II – Por não serem obrigatórias, podem ser retiradas da frase sem comprometer o sentido. III – Quebram a sequência da frase, por isso são obrigatórias. IV – Introduzem a fala do narrador dentro da fala de outro personagem.
Está correto o que se afirma em
Analise com atenção as seguintes situações do enredo:
I – Uma das Teixeiras se incomodava com a intensificação do barulho do futebol de rua e passava um pito da janela.
II – Os garotos da rua fizeram um pacto com os Andradas e decidiram jogar bola mais para cima, próximo à casa das Teixeiras.
III – As Teixeiras queixam-se com uma das mães dos garotos.
A respeito das relações estabelecidas entre essas situações, é correto afirmar
que
Considere as afirmativas a seguir “verdadeiras” ou “falsas”:
I – Levando-se em conta os elementos da narrativa, o conflito se instala logo após uma das Teixeiras propor aos meninos que jogassem mais para baixo da rua.
II – O texto apresenta narrador-personagem, que observa os fatos à distância, sem deles participar.
III – O espaço em que se desenvolve o conflito da narrativa é a rua em que vivem as Teixeiras.
IV – Tendo o futebol como pano de fundo, a narrativa aborda uma relação conflituosa entre crianças e adultos de uma mesma vizinhança.
V – As Teixeiras exercem função de antagonistas na narrativa, em razão da oposição que fazem às mães dos garotos que jogam futebol na rua.
A sequência correta é:





