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O Evangelho dá ênfase à ação do ministério de Jesus. O evangelista troca rapidamente as cenas de ação de Jesus, por isso o uso frequente do conectivo “imediatamente”. Neste Evangelho, Jesus está constantemente em movimento: curando, expulsando demônios, confrontando adversários e instruindo os discípulos.
Considerando a descrição acima, qual livro do Evangelho possui essa perspectiva redacional?
Analise as afirmativas abaixo quanto aos métodos de leitura bíblica e suas respectivas tarefas.
I. O método fundamentalista tende a absolutizar o sentido literal da Bíblia.
II. Um dos aspectos positivos do método estruturalista é o de fundamentar a validade de novas releituras e interpretações.
III. O método histórico-crítico é o caminho mais usado em análises sincrônicas da Bíblia.
IV. O método estruturalista se interessa pela gênese e evolução histórica dos textos da Bíblia.
Estão corretas apenas as afirmativas
Preencha as lacunas abaixo.
Enquanto o ________ e o ________ negavam a divindade de Jesus Cristo, o ________ e o ________ negavam a humanidade de Jesus Cristo.
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é:
O movimento exerceu influência considerável sobre uma ala da Igreja Anglicana do século XVII, sobre o metodismo do século XVIII e sobre o Exército da Salvação.
Qual movimento reformador se encaixa nas informações acima?
Com base na Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida, preencha os parênteses na ordem sequencial dos Livros Poéticos Sapienciais do Antigo Testamento.
( ) Jó.
( ) Provérbios.
( ) Cântico dos Cânticos.
( ) Eclesiastes.
( ) Salmos.
A sequência correta dos cinco últimos livros do Antigo Testamento é:
Sobre o cânon do Novo Testamento, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
( ) O Evangelho de João pertence aos Evangelhos Sinóticos.
( ) Dos 27 livros do Novo Testamento, 19 são cartas, constituindo 30% do texto do Novo Testamento.
( ) Filemom possui muitas características de uma correspondência particular.
( ) Hebreus começa sem uma saudação e sem uma indicação clara do escritor e dos destinatários.
“O seu objetivo consiste em captar os interesses, as características de vocabulário, estilo e pensamento teológico de cada autor”.
A informação acima corresponde a que etapa do Método Histórico-Crítico?
Analise os períodos compostos abaixo.
É dúvida que ele não compareceu à reunião.
A dúvida é que ele não compareceu à reunião.
As orações subordinadas destacadas nos períodos acima exercem funções sintáticas diferentes. Marque a opção correta que apresenta, respectivamente, essas funções:
Preencha as lacunas abaixo com a forma correta do particípio dos verbos indicados entre parênteses, seguindo a norma culta da Língua Portuguesa.
Após muitos estudos, constatou-se que aquele concreto já estivesse se ______ no muro. (enxugar)
Durante séculos, pensava-se que aquele concreto já tivesse se ______ no muro. (enxugar)
O zelador não entendeu por que o síndico não havia ______ sua obra. (entregar)
O zelador não entendeu por que sua obra não foi ______ pelo síndico. (entregar)
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é:
Função Sintática
(1) Complemento Nominal (2) Adjunto Adnominal
Termos
() Prato de sobremesa. () Assistência às aulas. () Útil ao bem comum. () Uma pista de corrida. () Insaciável de vingança. () Uma mesa de vidro.
Quanto à diferença de sentido das orações I e II, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
I. Os pilotos, que passam por rigorosos treinamentos de segurança, são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
II. Os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
() O período entre vírgulas na oração I é classificado como uma Oração Subordinada Substantiva Adjetiva Restritiva.
() A oração “que passam por rigorosos treinamentos de segurança”, sem a vírgula, funciona como Oração Subordinada Substantiva Adjetiva Explicativa.
() Na oração I, o uso da vírgula passa a ideia de que todos os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
() Na oração II, a ausência de vírgulas limita o conceito de que apenas os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância, isto é, não são todos que estão preparados.
Sobre os pronomes pessoais de tratamento, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
() “É uma honra estar na presença de Vossa Santidade, cuja sabedoria e liderança inspiram a todos.” (Papa)
() “Pedimos humildemente a Vossa Eminência que ilumine nossos caminhos com sua infinita sabedoria.” (Príncipes)
() “Humildemente, dirigimo-nos a Vossa Reverendíssima, buscando sua orientação e bênçãos.” (Sacerdotes e Bispos)
() "É com grande respeito que me dirijo a Vossa Alteza, reconhecendo sua dedicação e sabedoria.” (Reis e Rainhas)
Analise as orações abaixo quanto à concordância no plural.
I. Quando as pessoas vêem quaisquer pessoas desconhecidas, procuram questioná-las.
II. Os barulhos vêm das casas do lado.
III. Estas tecnologias nada têm a ver com as realidades das pacatas cidades.
IV. Agora os pesquisadores reveem os resultados obtidos nas pesquisas.
O plural está correto apenas nas assertivas
Texto II
Cuidadores tendem a subestimar a capacidade das pessoas com Alzheimer
Coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Consciência em Transtornos Neurodegenerativos da UFRJ lembra que, sem estímulos, a condição dos pacientes se deteriora mais rapidamente.
O Laboratório de Estudos sobre a Consciência em Transtornos Neurodegenerativos (LabCONS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro tem a coordenação da psicóloga clínica Marcia Cristina Nascimento Dourado, professora adjunta do Instituto de Psiquiatria da UFRJ e especializada nos cuidados a idosos. Ali são realizadas inúmeras pesquisas com pessoas com a Doença de Alzheimer – entre elas, medir a percepção dos indivíduos sobre sua enfermidade.
“Há 25 anos, atendia pessoas com Alzheimer em psicoterapia e comecei a me perguntar se conseguiam perceber o que estava acontecendo com elas em decorrência da doença. Meu trabalho nasceu desses questionamentos e as pesquisas mostram que há aspectos da cognição que ficam mais preservados. A pessoa pode ter problemas de memória, mas identifica se os outros a estão desqualificando. Em muitos casos, será capaz de dizer que se sente um inútil porque não o deixam fazer nada. As limitações vão aumentando gradativamente, mas o cuidador tende a subestimar a capacidade de um portador de Alzheimer”, afirma a professora.
Dourado faz uma ressalva importante: o cuidador normalmente está sobrecarregado, o que faz com que procure resolver tudo de uma forma rápida e prática. Entretanto, sem estímulos, a condição se deteriora mais rapidamente, por isso essa não é a alternativa ideal na fase inicial da enfermidade: “Sabemos que acaba sendo trabalhoso. Se a pessoa for lavar um prato, talvez não fique limpo, mas, para o portador de demência, lavar aquele prato é relevante, porque dá uma sensação de autonomia, melhora a autoestima. Da mesma forma, na hora de sair, seria bem mais estimulante apresentar pelo menos duas opções de roupas para que a escolha seja dele”, ensina.
A psicóloga lembra que os cuidadores, na maioria composta por esposas e filhas, podem participar de sessões de psicoeducação, para entender não apenas o que é a doença, mas também para aprender a lidar com seus próprios sentimentos: “Há uma tendência de culpabilizar o cuidador, como se ele nunca fizesse o bastante. Se a filha teve uma mãe agressiva ou negligente, haverá uma mescla de ressentimento, obrigação, raiva. É preciso considerar o contexto da relação”.
A professora Dourado enfatiza que, no Alzheimer, os domínios que têm um componente emocional ou afetivo se deterioram num ritmo menos acelerado. Portanto, embora seja comum que o paciente não reconheça que enfrenta problemas de memória, distingue alterações nas relações sociais e na forma como é tratado – inclusive no estágio moderado da doença: “O fato de estar esquecido não impede que o portador de Alzheimer perceba uma expressão de irritação – ele não virou uma planta, mas os outros inclusive se referem à pessoa como se não estivesse no local. O diagnóstico acaba virando sinônimo de desqualificação”.
Num dos últimos estudos feitos pelos pesquisadores, que contou com a participação de colegas da Universidade Federal de Santa Catarina, foi identificada uma diferença significativa entre as perspectivas dos pacientes e cuidadores sobre o funcionamento socioemocional de pessoas com Alzheimer leve e moderado. O projeto envolveu uma avaliação transversal de 102 com sintomas leves e 59 casos considerados moderados e seus principais cuidadores.
De maneira geral, portadores de Alzheimer moderado são mais dependentes nas atividades diárias, o que faz com que os cuidadores avaliem seu desempenho de forma mais negativa em relação a outras habilidades. O estudo recebeu investimentos da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e os resultados foram publicados na revista científica Journal of Alzheimer Disease and Associatied Disorders.
Fonte: G1. Cuidadores tendem a subestimar a capacidade das pessoas com Alzheimer.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/02/09/cuidadores-tendem-a-subestimar-a-capacidade-daspessoas-com-alzheimer.ghtml. Acesso em: 09 fev. 2025.
Analise as assertivas a seguir.
I. “Se a pessoa for lavar um prato, talvez não fique limpo.”
II. “Se a filha teve uma mãe agressiva ou negligente.”
III. “A professora Dourado enfatiza que, no Alzheimer, os domínios que têm um componente emocional ou afetivo se deterioram num ritmo menos acelerado.”
Os artigos destacados apresentam, respectivamente, a função de:
Texto II
Cuidadores tendem a subestimar a capacidade das pessoas com Alzheimer
Coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Consciência em Transtornos Neurodegenerativos da UFRJ lembra que, sem estímulos, a condição dos pacientes se deteriora mais rapidamente.
O Laboratório de Estudos sobre a Consciência em Transtornos Neurodegenerativos (LabCONS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro tem a coordenação da psicóloga clínica Marcia Cristina Nascimento Dourado, professora adjunta do Instituto de Psiquiatria da UFRJ e especializada nos cuidados a idosos. Ali são realizadas inúmeras pesquisas com pessoas com a Doença de Alzheimer – entre elas, medir a percepção dos indivíduos sobre sua enfermidade.
“Há 25 anos, atendia pessoas com Alzheimer em psicoterapia e comecei a me perguntar se conseguiam perceber o que estava acontecendo com elas em decorrência da doença. Meu trabalho nasceu desses questionamentos e as pesquisas mostram que há aspectos da cognição que ficam mais preservados. A pessoa pode ter problemas de memória, mas identifica se os outros a estão desqualificando. Em muitos casos, será capaz de dizer que se sente um inútil porque não o deixam fazer nada. As limitações vão aumentando gradativamente, mas o cuidador tende a subestimar a capacidade de um portador de Alzheimer”, afirma a professora.
Dourado faz uma ressalva importante: o cuidador normalmente está sobrecarregado, o que faz com que procure resolver tudo de uma forma rápida e prática. Entretanto, sem estímulos, a condição se deteriora mais rapidamente, por isso essa não é a alternativa ideal na fase inicial da enfermidade: “Sabemos que acaba sendo trabalhoso. Se a pessoa for lavar um prato, talvez não fique limpo, mas, para o portador de demência, lavar aquele prato é relevante, porque dá uma sensação de autonomia, melhora a autoestima. Da mesma forma, na hora de sair, seria bem mais estimulante apresentar pelo menos duas opções de roupas para que a escolha seja dele”, ensina.
A psicóloga lembra que os cuidadores, na maioria composta por esposas e filhas, podem participar de sessões de psicoeducação, para entender não apenas o que é a doença, mas também para aprender a lidar com seus próprios sentimentos: “Há uma tendência de culpabilizar o cuidador, como se ele nunca fizesse o bastante. Se a filha teve uma mãe agressiva ou negligente, haverá uma mescla de ressentimento, obrigação, raiva. É preciso considerar o contexto da relação”.
A professora Dourado enfatiza que, no Alzheimer, os domínios que têm um componente emocional ou afetivo se deterioram num ritmo menos acelerado. Portanto, embora seja comum que o paciente não reconheça que enfrenta problemas de memória, distingue alterações nas relações sociais e na forma como é tratado – inclusive no estágio moderado da doença: “O fato de estar esquecido não impede que o portador de Alzheimer perceba uma expressão de irritação – ele não virou uma planta, mas os outros inclusive se referem à pessoa como se não estivesse no local. O diagnóstico acaba virando sinônimo de desqualificação”.
Num dos últimos estudos feitos pelos pesquisadores, que contou com a participação de colegas da Universidade Federal de Santa Catarina, foi identificada uma diferença significativa entre as perspectivas dos pacientes e cuidadores sobre o funcionamento socioemocional de pessoas com Alzheimer leve e moderado. O projeto envolveu uma avaliação transversal de 102 com sintomas leves e 59 casos considerados moderados e seus principais cuidadores.
De maneira geral, portadores de Alzheimer moderado são mais dependentes nas atividades diárias, o que faz com que os cuidadores avaliem seu desempenho de forma mais negativa em relação a outras habilidades. O estudo recebeu investimentos da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e os resultados foram publicados na revista científica Journal of Alzheimer Disease and Associatied Disorders.
Fonte: G1. Cuidadores tendem a subestimar a capacidade das pessoas com Alzheimer.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/02/09/cuidadores-tendem-a-subestimar-a-capacidade-daspessoas-com-alzheimer.ghtml. Acesso em: 09 fev. 2025.