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Q3232340 Psiquiatria
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente, C.F.L., sexo masculino, 49 anos, é resgatado da ponte Newton Navarro após nova tentativa de suicídio, a segunda nas duas últimas semanas. Chega ao pronto-socorro acompanhado por sua mãe, idosa que não mora com o paciente, mas garante que o seu filho não precisará ser internado, pois ele já lhe prometeu que não fará mais isso. Durante o atendimento, C.F.L. repete diversas vezes que não quer mais se matar e que foi apenas um momento de fraqueza, querendo ser liberado para casa, apesar de não ter acompanhante que permaneça com ele em sua casa. O paciente tem histórico de episódio depressivo prévio, tratado, adequadamente, há 10 anos, com suspensão da medicação após um ano de melhora. Contudo, há 10 meses, ele voltou a apresentar sintomas depressivos, após término de relacionamento e separação que o obrigou a morar longe dos dois filhos. Vem, há 30 dias, sem frequentar o trabalho, com sono aumentado, diminuição intensa da energia, diminuição do apetite, perda de interesse por praticamente tudo que anteriormente lhe agradava, além de ideação suicida. 
Vários fatores de risco para suicídio foram identificados pelo psiquiatra ao avaliar C. F. L. Entre eles, os que são considerados mais importantes para a qualificação da gravidade do quadro suicida são
Alternativas
Q3232339 Psiquiatria
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente, C.F.L., sexo masculino, 49 anos, é resgatado da ponte Newton Navarro após nova tentativa de suicídio, a segunda nas duas últimas semanas. Chega ao pronto-socorro acompanhado por sua mãe, idosa que não mora com o paciente, mas garante que o seu filho não precisará ser internado, pois ele já lhe prometeu que não fará mais isso. Durante o atendimento, C.F.L. repete diversas vezes que não quer mais se matar e que foi apenas um momento de fraqueza, querendo ser liberado para casa, apesar de não ter acompanhante que permaneça com ele em sua casa. O paciente tem histórico de episódio depressivo prévio, tratado, adequadamente, há 10 anos, com suspensão da medicação após um ano de melhora. Contudo, há 10 meses, ele voltou a apresentar sintomas depressivos, após término de relacionamento e separação que o obrigou a morar longe dos dois filhos. Vem, há 30 dias, sem frequentar o trabalho, com sono aumentado, diminuição intensa da energia, diminuição do apetite, perda de interesse por praticamente tudo que anteriormente lhe agradava, além de ideação suicida. 
Considerando a classificação de risco de suicídio, o paciente apresenta
Alternativas
Q3232338 Psiquiatria
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente, C.F.L., sexo masculino, 49 anos, é resgatado da ponte Newton Navarro após nova tentativa de suicídio, a segunda nas duas últimas semanas. Chega ao pronto-socorro acompanhado por sua mãe, idosa que não mora com o paciente, mas garante que o seu filho não precisará ser internado, pois ele já lhe prometeu que não fará mais isso. Durante o atendimento, C.F.L. repete diversas vezes que não quer mais se matar e que foi apenas um momento de fraqueza, querendo ser liberado para casa, apesar de não ter acompanhante que permaneça com ele em sua casa. O paciente tem histórico de episódio depressivo prévio, tratado, adequadamente, há 10 anos, com suspensão da medicação após um ano de melhora. Contudo, há 10 meses, ele voltou a apresentar sintomas depressivos, após término de relacionamento e separação que o obrigou a morar longe dos dois filhos. Vem, há 30 dias, sem frequentar o trabalho, com sono aumentado, diminuição intensa da energia, diminuição do apetite, perda de interesse por praticamente tudo que anteriormente lhe agradava, além de ideação suicida. 
O uso de antidepressivo para o tratamento de C.F.L deverá ser
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Q3232337 Psiquiatria
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente, C.F.L., sexo masculino, 49 anos, é resgatado da ponte Newton Navarro após nova tentativa de suicídio, a segunda nas duas últimas semanas. Chega ao pronto-socorro acompanhado por sua mãe, idosa que não mora com o paciente, mas garante que o seu filho não precisará ser internado, pois ele já lhe prometeu que não fará mais isso. Durante o atendimento, C.F.L. repete diversas vezes que não quer mais se matar e que foi apenas um momento de fraqueza, querendo ser liberado para casa, apesar de não ter acompanhante que permaneça com ele em sua casa. O paciente tem histórico de episódio depressivo prévio, tratado, adequadamente, há 10 anos, com suspensão da medicação após um ano de melhora. Contudo, há 10 meses, ele voltou a apresentar sintomas depressivos, após término de relacionamento e separação que o obrigou a morar longe dos dois filhos. Vem, há 30 dias, sem frequentar o trabalho, com sono aumentado, diminuição intensa da energia, diminuição do apetite, perda de interesse por praticamente tudo que anteriormente lhe agradava, além de ideação suicida. 
Para ajudar a diminuir o risco de suicídio, a melhor conduta medicamentosa é a prescrição de
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Q3232336 Psiquiatria
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente, C.F.L., sexo masculino, 49 anos, é resgatado da ponte Newton Navarro após nova tentativa de suicídio, a segunda nas duas últimas semanas. Chega ao pronto-socorro acompanhado por sua mãe, idosa que não mora com o paciente, mas garante que o seu filho não precisará ser internado, pois ele já lhe prometeu que não fará mais isso. Durante o atendimento, C.F.L. repete diversas vezes que não quer mais se matar e que foi apenas um momento de fraqueza, querendo ser liberado para casa, apesar de não ter acompanhante que permaneça com ele em sua casa. O paciente tem histórico de episódio depressivo prévio, tratado, adequadamente, há 10 anos, com suspensão da medicação após um ano de melhora. Contudo, há 10 meses, ele voltou a apresentar sintomas depressivos, após término de relacionamento e separação que o obrigou a morar longe dos dois filhos. Vem, há 30 dias, sem frequentar o trabalho, com sono aumentado, diminuição intensa da energia, diminuição do apetite, perda de interesse por praticamente tudo que anteriormente lhe agradava, além de ideação suicida. 
Considerando a gravidade do risco de suicídio, a melhor conduta será
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Q3232335 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.

Comparando-se os diferentes medicamentos já utilizados e os propostos para o tratamento do paciente, a sequência dos antipsicóticos, em ordem crescente de probabilidade de promover alteração metabólica (ganho de peso), é
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Q3232334 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.

Além de melhor perfil metabólico quando comparado a olanzapina, o aripiprazol tem diferenças farmacodinâmicas importantes que ajudam a explicar suas propriedades farmacológicas. Em relação ao mecanismo de ação do aripiprazol, ele é
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Q3232333 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.

Considerando que o paciente tem o diagnóstico de síndrome metabólica e a necessidade de uso contínuo de antipsicóticos, a melhor opção para manejo da alteração metabólica será a
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Q3232332 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.

Caso seja iniciada a clozapina para E. P. W., sua descontinuação deverá ser imediata se a contagem dos glóbulos brancos for inferior a 
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Q3232331 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.

Para tentar controlar os sintomas de E.P.W., deve-se
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Q3232330 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares. 

A litemia desejada pode variar de acordo com a fase do tratamento no transtorno bipolar. Assim, a litemia que reflete o quadro clínico e o tratamento atuais de M.D.G. deve ter concentração entre
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Q3232329 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares. 

Para averiguar se a dosagem terapêutica de lítio foi atingida, deve ser coletado sangue da paciente após o 
Alternativas
Q3232328 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares. 

Considerando os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), do Ministério da Saúde, para o tratamento de transtorno bipolar e que M.D.G. foi, novamente, medicada com quetiapina, além da glicemia de jejum, deverá ser solicitado, durante o primeiro ano de acompanhamento, o
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Q3232327 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares. 

O Ministério da Saúde sugere exames complementares para pacientes em tratamento de transtorno bipolar tipo I, em uso regular de carbonato de lítio, em uma periodicidade mínima para que se rastreie possíveis alterações causadas por esse medicamento. Nesse sentido, a paciente M.D.G deverá fazer a dosagem de
Alternativas
Q3232326 Psiquiatria

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares. 

Considerando o retorno da utilização do lítio como tratamento, sua farmacocinética e o quadro da paciente, a posologia deve ser de
Alternativas
Q3232325 Psiquiatria
A Síndrome metabólica e o ganho de peso são efeitos colaterais de vários antipsicóticos utilizados no tratamento de esquizofrenia. Um dos medicamentos que apresenta menos efeitos colaterais metabólicos é
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Q3232324 Psiquiatria
Algumas medicações úteis no auxílio do controle do risco de suicídio, com evidências científicas apontando para esse efeito, são
Alternativas
Q3232323 Psiquiatria
Considere um paciente com quadro de esquizofrenia, internado devido à discinesia tardia, utilizando atualmente olanzapina. Nesse caso, a conduta mais adequada deverá ser a
Alternativas
Q3232322 Psiquiatria
A Terapia cognitiva comportamental segue como uma das abordagens não farmacológicas mais eficazes no manejo dos transtornos mentais, sendo indicada, atualmente, em diferentes diretrizes de tratamento. Entretanto, existem alterações comportamentais para as quais essa terapia não é indicada, como o
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Q3232321 Psiquiatria
O carbonato de lítio resistiu ao tempo como principal tratamento medicamentoso para o transtorno afetivo bipolar, apesar do surgimento de outras alternativas ao longo das últimas décadas. Em relação ao percurso histórico do lítio até o seu uso na psiquiatria, avalie as afirmativas abaixo.
I Em 1817, o pesquisador Johan August Arfwedson detectou a presença de um elemento durante a sua análise do mineral de petalita, sendo considerado o descobridor do lítio.
II Em 1800, o político e químico brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio.
III Em 1949, o pesquisador John Cane utilizou o lítio em pacientes maníacos pela primeira vez, sendo, inclusive, considerado o seu descobridor.
IV Em 1800, o pesquisador John Cane encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio, sendo considerado o descobridor deste.
V Em 1800, o pesquisador Johan August Arfwedson encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio, sendo considerado o descobridor deste.
Das afirmativas, estão corretas
Alternativas
Respostas
61: A
62: A
63: A
64: A
65: A
66: A
67: A
68: A
69: A
70: A
71: A
72: A
73: A
74: A
75: A
76: A
77: A
78: A
79: A
80: A