Questões Militares
Para comperve - ufrn
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Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
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Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
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Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
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Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
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Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
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Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
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Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
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Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
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Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
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Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
I Em 1817, o pesquisador Johan August Arfwedson detectou a presença de um elemento durante a sua análise do mineral de petalita, sendo considerado o descobridor do lítio.
II Em 1800, o político e químico brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio.
III Em 1949, o pesquisador John Cane utilizou o lítio em pacientes maníacos pela primeira vez, sendo, inclusive, considerado o seu descobridor.
IV Em 1800, o pesquisador John Cane encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio, sendo considerado o descobridor deste.
V Em 1800, o pesquisador Johan August Arfwedson encontrou a petalita em uma mina na ilha de Utö, na Suécia, mineral do qual se extrai o lítio, sendo considerado o descobridor deste.
Das afirmativas, estão corretas