Questões Militares Comentadas para comperve - ufrn

Foram encontradas 105 questões

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Q3232993 Medicina
A Cardiomiopatia Hipertrófica (CMH) figura entre as principais causas de morte súbita relacionada ao esporte e ao exercício físico. Ao mesmo tempo, adaptações fisiológicas e estruturais, ao realizar exercício físico, podem levar à hipertrofia do ventrículo esquerdo (VE) em atletas. Em muitos casos, o diagnóstico diferencial é nebuloso, particularmente em pacientes que se apresentem na “zona cinzenta”, com espessura do septo interventricular entre 13 e 15 mm. O diagnóstico de “coração do atleta” pode ser sugerido por
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Q3232992 Medicina
Jovem atleta do sexo masculino, afrodescendente, com 17 anos, comparece a consulta após identificação de alteração em eletrocardiograma realizado objetivando obter um laudo que o possibilitasse participar de atividade esportiva. Relata ser assintomático e realizar atividade física com ótima capacidade funcional e alta performance. Ao exame físico, não apresentou alterações. Entre os achados eletrocardiográficos, a presença de cardiopatia pode ser sugerida por
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Q3232990 Medicina
Endocardite infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endotelial do coração, normalmente acometendo as valvas cardíacas. Apesar dos avanços da medicina, a incidência e a mortalidade da endocardite infecciosa continuam elevadas, sendo uma doença potencialmente fatal e associada a graves complicações. São considerados critérios maiores de Duke para o diagnóstico de endocardite infecciosa 
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Q3232989 Medicina
A necessidade de terapêutica farmacológica é muito frequente durante a gravidez e a lactação nas gestantes cardiopatas. Entretanto, a prevalência de eventos adversos ao feto, particularmente a restrição de crescimento intrauterino, é significativamente maior quando comparado às gestantes que não utilizaram medicação. Em cardiopatas gestantes,
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Q3232985 Medicina
Mulher de 27 anos compareceu ao pronto-socorro com queixa de dispneia aos esforços habituais há 6 meses. Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Ao exame físico, apresentou PA 100x60 mmHg; FC 96 bpm; ritmo cardíaco regular com desdobramento fixo de B2; murmúrio vesicular presente, simétrico, sem ruídos adventícios; abdome sem alterações; extremidades sem edema. O eletrocardiograma evidenciou ritmo sinusal com sobrecarga de câmaras direitas. O ecocardiograma apresentou o seguinte: comunicação interatrial (CIA) tipo ostium secundum, de 22 mm e shunt bidirecional, dilatação importante de átrio e ventrículo direitos com PSAP de 74 mmHg. O tratamento recomendado para essa paciente é indicar
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Q3232982 Medicina
Homem de 39 anos, assintomático, foi encaminhado para o cardiologista devido à identificação de sopro cardíaco. Ao exame físico, apresentou PA = 136x42 mmHg, FC = 76 bpm, pulso em “martelo d’água”, ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas normofonéticas com sopro sistólico 2+/6 e sopro diastólico 3+/6+ em foco aórtico, murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios, abdome sem alterações, extremidades sem edema, ausência de estase jugular. Realizou ecocardiograma que demonstrou FE = 53%, diâmetro do VE de 69x48 mm, DSVE indexado de 21 mm/m², insuficiência aórtica importante, com fusão comissural e dupla lesão mitral de grau discreto, PSAP de 39 mmHg. De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Valvopatias de 2021, 
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Q3232980 Medicina
Mulher de 60 anos, nulípara, hipertensa há mais de 20 anos, sedentária e com sobrepeso, foi diagnosticada com carcinoma ductal invasivo em mama direita, HER 2 positivo. Iniciou tratamento com trastuzumabe, evoluindo com queda da FE de 60% para 44%, de forma assintomática. De acordo com a Diretriz Brasileira de Cardio-oncologia - 2020, a paciente deverá iniciar tratamento para insuficiência cardíaca (IC), manter acompanhamento com o cardio-oncologista, realizar ecocardiogramas e biomarcadores seriados bem como
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Q3232977 Medicina
Os testes genéticos são importantes para o diagnóstico precoce de doenças cardiovasculares hereditárias. Além do diagnóstico e do rastreamento dos familiares, os testes podem contribuir com informações sobre o prognóstico da doença e auxiliar no planejamento da conduta terapêutica. Sobre a genética das cardiopatias, 
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Q3232976 Medicina
Mulher de 69 anos, com antecedentes de diabetes e dislipidemia, apresentou infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST em parede inferior. Foi atendida na UPA, sendo solicitada transferência para hospital com hemodinâmica, que só foi realizada após 48 horas. Não foi submetida à terapia de reperfusão. Estava evoluindo clinicamente estável, mas apresentou piora súbita com congestão pulmonar importante e aparecimento de sopro sistólico com irradiação para região anterior de tórax e focos da base. Nesse caso, o provável diagnóstico é 
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Q3232975 Medicina
Homem de 76 anos, com antecedente de IAM sem supra há 3 anos, realizou angioplastias das artérias descendente anterior e coronária direita com 2 stents farmacológicos. Relata usar regularmente os medicamentos, mas a pressão arterial, que estava dentro das metas, ficou descontrolada nos últimos 4 meses. Procurou o pronto-socorro com dispneia súbita e rapidamente progressiva há 20 minutos. Ao exame físico, constatou-se o seguinte: taquidispneico, PA= 210x126 mmHg, FC 124 bpm, estertores crepitantes difusos até ápices pulmonares, Cr 1,8 mg/dL, K 3,3 mEq/L. Feito o diagnóstico de Edema Agudo dos Pulmões, foram administrados furosemida 60 mg IV e morfina 3 mg IV, sendo iniciado nitroprussiato de sódio e ventilação não invasiva com pressão positiva, apresentando melhora clínica. Nesse caso, o diagnóstico e o quadro clínico mais prováveis são, respectivamente,
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Q3232974 Medicina
Mulher de 54 anos evoluiu, nos últimos 5 meses, com quadro de dispneia progressiva, chegando aos pequenos esforços, associado a edema de membros inferiores. Na investigação, foi evidenciada insuficiência cardíaca com FE reduzida de etiologia não isquêmica. Foi otimizado o tratamento medicamentoso, estando há mais de 3 meses em uso de carvedilol 25 mg 12/12 h mg, sacubitril/valsartana 200 mg 12/12 h, dapagliflozina 10 mg, espironolactona 25 mg, digoxina 0,25 mg e furosemida 40 mg 1x ao dia, mantendo-se em CF II com NT-proBNP elevado (1800 pg/mL). Ao exame físico, apresentou peso 73 Kg, PA 114x64, FC 64 bpm, sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar. Realizaram-se novos exames cujos resultados foram os seguintes: função renal e tireoidiana normais, Hb glicada (A1C) de 6,3%, ferritina de 191 ng/mL e saturação de transferrina de 24%, ECG com ritmo sinusal, bloqueio de ramo esquerdo, com duração do QRS de 140 ms, ecocardiograma com VE dilatado com hipocinesia difusa, FE 33%, insuficiência mitral moderada secundária à dilatação do VE e hipertensão pulmonar importante com PSAP de 80 mmHg. O tratamento mais adequado, nesse momento, é 
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Q3232969 Medicina
Incapacidades súbitas ou mesmo fatais podem comprometer a margem de segurança necessária para evitar acidentes de trânsito em portadores de doenças cardiovasculares. Nesse contexto, foram elaboradas as Diretrizes Brasileiras para Direção Veicular em Portadores de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis e Arritmias Cardíacas. Essas diretrizes recomendam a restrição da direção veicular privada por
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Q3232968 Medicina

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações. 

De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial - 2020, a meta pressórica recomendada para o paciente é abaixo de
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Q3232967 Medicina

Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.


Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações. 

Conforme Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, trata-se de um paciente de risco cardiovascular
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Q3232350 Psiquiatria
Acompanhada de sua filha, servidora aposentada comparece à junta médica, com o objetivo de ser avaliada para fins de isenção de imposto de renda. Relata que vem apresentando, há um ano, quadro de esquecimento, tristeza e anedonia, e que, um dia, se perdeu ao ir buscar a neta em uma festa de aniversário. Informa ainda que não sente vontade de fazer as coisas nem de comer, acarretando perda de peso. Além disso, acrescenta que seu sono está prejudicado e tem esquecido o nome das pessoas. Ao ser questionada por perito, afirma que ainda faz a feira de supermercado e realiza atividades físicas regulares. Ao exame psíquico, apresenta-se calma e cooperativa, mostrando-se orientada no espaço e no tempo (somente confunde o dia da semana, pois diz ser, naquele dia, quinta-feira ao invés de sexta) com discurso adequado. Diz onde nasceu e seu endereço atual, informa o nome da filha bem como responde o que comeu hoje de manhã. A filha confirma a veracidade dessas informações. Mostra atestado emitido por clínico geral com as hipóteses diagnósticas de demência de Alzheimer (fase inicial) + transtorno depressivo, episódio atual moderado. Quanto à isenção de imposto de renda, o diagnóstico de demência de Alzheimer
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Q3232349 Psiquiatria
Servidor de 32 anos comparece à junta médica para realização de avaliação de sanidade mental para fins de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) devido a abandono de cargo (ausência ao serviço por mais de trinta dias consecutivos). Apresenta atestado médico emitido há 02 dias informando que vem sendo acompanhado há 05 anos, devido a Transtorno Obsessivo Compulsivo, e tem apresentado sintomas compatíveis com episódio depressivo. Relata que passou por divórcio recente. Após isso, os rituais de limpeza pioraram acarretando gasto de tempo e de energia (por exemplo: lavar a mãos inúmeras vezes e aplicar, em seguida, álcool gel). Também refere apresentar tristeza intensa, choro fácil, dificuldades cognitivas, falta de energia e de ânimo, alterações do apetite e do sono, bem como isolamento. Diz que passou a não se importar em justificar falta no trabalho e nem em perder o emprego e que sua irmã foi quem decidiu marcar a consulta para ele. Ao exame, traz um pequeno frasco de álcool gel, tem dermatite em mãos, apresentação adequada, atitude cooperativa, lentificação psicomotora, humor entristecido ao falar sobre seu divórcio e de seu recente adoecimento, afeto congruente com humor, sem alterações da sensopercepção nem do juízo da realidade, orientado auto e alopsiquicamente no tempo e no espaço, com insight presente. No caso em questão, é possível concluir que 
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Q3232348 Psiquiatria
Servidor, militar de 45 anos, comparece à junta médica acompanhado por sua esposa. Ele apresenta relatório médico emitido há 30 dias, no qual é informado histórico de episódio depressivo, com quadro clínico detalhado e medicamento antidepressivo em uso, bem como a condição de aptidão ao trabalho, inclusive quanto ao porte de arma. Ao exame, mostra-se cooperativo, sorridente, com barba feita, higiene adequada, humor exaltado, com discurso organizado e bastante falante. Durante a consulta, o servidor relata que nunca esteve tão bem e se sente em condições de retornar ao trabalho apesar da sua esposa não concordar com ele e alegar que o esposo vem dormindo pouco, está muito desinibido, irritado, impulsivo e inclusive contraiu algumas dívidas. Nesse caso, o médico perito
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Q3232347 Psiquiatria
Pericianda de 20 anos, acompanhada por sua genitora que é servidora, é avaliada para fins de inclusão de dependente. A mãe relata que sua gestação foi tranquila, sem intercorrências e que a examinada nasceu de parto normal e a termo. Andou com 1 ano, falou com 2 anos e frequentou a escola, havendo sido reprovada na quinta série. Interagia com as crianças de sua idade, adorava ir a festas de aniversário, já teve namorados e, atualmente, gosta de sair com as amigas do curso. A jovem faz contato visual, apresentação e atitude infantilizada. Diz não saber que dia é hoje e nem quantos anos tem, quando questionada. Ainda afirma que já trabalhou com vendas há 1 ano, porém não trabalha mais e está fazendo curso técnico há 6 meses. Afirma também que vinha fazendo terapia devido à tristeza após término de namoro, pois criou “um forte vínculo” com ex-namorado, mas se deu conta que era uma “relação tóxica” (ao ser questionada o que significa tóxica, ela explica que é algo ruim, prejudicial). Parou o tratamento há 3 meses. Mostra atestado médico informando hipótese diagnóstica F84 (Transtorno do Espectro Autista) + F70 (Retardo Mental Leve). Diante do quadro clínico apresentado pela pericianda, o médico perito suspeita de simulação. Nesse caso, a conduta que deverá ser adotada pelo médico é
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Q3232346 Psiquiatria
Pericianda de 33 anos, comerciante, solicitou pensão por morte do seu genitor, militar falecido há 01 mês, por apresentar adoecimento psíquico. Ao ser avaliada pelo médico perito, ela relata que o seu adoecimento teve início há mais de 06 meses, quando passou a apresentar preocupação intensa, apreensão, nervosismo, crises de ansiedade com taquicardia, sensação de morte e medo de enlouquecer, além de insônia inicial. Tem evitado sair de casa, com medo de ter novas crises. Já esteve, algumas vezes, em pronto-socorro, sendo medicada e liberada para casa. Realizou exames de imagem e laboratoriais (todos com resultados normais). Há um mês, esteve em cardiologista que prescreveu clonazepam 0,25 mg sublingual, nas crises e recomendou a marcação de uma consulta com o psiquiatra. Na ocasião da avaliação pericial, mostra atestado emitido pelo cardiologista, com hipótese diagnóstica de transtorno de ansiedade generalizada. Ao exame, tem palidez cutânea, tremores em pálpebras, mostra-se cooperativa, com higiene preservada, discurso organizado, mas sua voz falha em alguns momentos. Demonstra estar ansiosa, encontra-se orientada no tempo e no espaço, não aparenta ter alterações da sensopercepção nem do juízo de realidade. Diante do quadro avaliado pelo médico perito, o transtorno psiquiátrico apresentado pela solicitante 
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Q3232345 Psiquiatria
Levando-se em consideração a gravidade e a complexidade de alguns quadros psiquiátricos tratados pelo especialista, a polifarmácia segue como uma realidade relativamente frequente no manejo de pacientes mais graves. Isso reforça a noção de que os conhecimentos sobre interação medicamentosa são essenciais para o trabalho do psiquiatra clínico. Considerando a interação medicamentosa relativa às enzimas do citocromo P450, um psiquiatra resolve prescrever uma medicação indutora enzimática para um paciente já em uso de outra, que é substrato enzimático. Assim, essa prescrição poderá acarretar
Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: A
24: A
25: A
26: A
27: A
28: A
29: A
30: A
31: A
32: A
33: A
34: A
35: A
36: A
37: A
38: A
39: A
40: A