Questões Militares Para funcab

Foram encontradas 1.172 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q706122 Português

                                “Bullying” e incivilidade

      O “bullying” não é um fenômeno moderno, mas hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

      Quando pensamos no “bullying”, logo consideramos os atos violentos e agressivos, mas é raro que os consideremos como atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, como assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em comunidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

      Outro dia, vi uma cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou uma fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. Apenas uma jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

      Essa cena permite uma conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um modo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

      Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos como frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

      Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de modo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

      Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno mais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar.2008)

A autora defende no texto a tese de que a redução dos casos de “bullying” nas escolas está diretamente relacionada a uma educação que privilegie a:
Alternativas
Q706121 Português

                                “Bullying” e incivilidade

      O “bullying” não é um fenômeno moderno, mas hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

      Quando pensamos no “bullying”, logo consideramos os atos violentos e agressivos, mas é raro que os consideremos como atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, como assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em comunidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

      Outro dia, vi uma cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou uma fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. Apenas uma jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

      Essa cena permite uma conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um modo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

      Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos como frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

      Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de modo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

      Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno mais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar.2008)

“A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas." (parágrafo 5)

A afirmativa acima é feita no texto essencialmente com o contraponto ao pensamento expresso no seguinte trecho:

Alternativas
Q706120 Português

                                “Bullying” e incivilidade

      O “bullying” não é um fenômeno moderno, mas hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

      Quando pensamos no “bullying”, logo consideramos os atos violentos e agressivos, mas é raro que os consideremos como atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, como assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em comunidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

      Outro dia, vi uma cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou uma fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. Apenas uma jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

      Essa cena permite uma conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um modo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

      Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos como frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

      Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de modo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

      Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno mais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar.2008)

No segundo parágrafo, a autora informa com o vai considerar o fenômeno do “bullying” . A proposta com que ela conclui o parágrafo poderia ser traduzida pelo seguinte ditado popular:
Alternativas
Q706119 Português

                                “Bullying” e incivilidade

      O “bullying” não é um fenômeno moderno, mas hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

      Quando pensamos no “bullying”, logo consideramos os atos violentos e agressivos, mas é raro que os consideremos como atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, como assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em comunidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

      Outro dia, vi uma cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou uma fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. Apenas uma jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

      Essa cena permite uma conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um modo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

      Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos como frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

      Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de modo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

      Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno mais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar.2008)

De acordo com o primeiro parágrafo do texto, na opinião da autora, a preocupação dos pais com o alastramento do “bullying” nas escolas, na verdade, manifesta-se de forma:
Alternativas
Q579600 História e Geografia de Estados e Municípios
O processo de colonização da Amazônia Ocidental, ainda no século XIX, teve um setor econômico como principal fator impulsionador. Esse setor econômico, predominante em Rondônia e no Acre, foi:
Alternativas
Q579599 História e Geografia de Estados e Municípios
O processo de expansão da chamada fronteira agrícola ocorre no país, de maneira programada e bem intensa, desde a primeira metade do século XX. Em cada etapa, porém, existem novas formas de apropriação dos espaços interioranos, regidos pelo contexto histórico. Nas últimas décadas, o estado de Rondônia, bem como significativa parte da Região Norte do Brasil, foi alvo de transformações na ocupação territorial. Assinale a alternativa que apresenta uma das principais características da expansão da fronteira agrícola em Rondônia.
Alternativas
Q579598 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Rondônia possui cerca de seis unidades de relevo. Entre as unidades de relevo destacadas nas alternativas abaixo, a que está localizada no estado de Rondônia e, pelo menos em algumas partes, servindo de fronteira coma Bolívia, é:
Alternativas
Q579597 História e Geografia de Estados e Municípios
Um dos municípios apresentados abaixo foi elevado à categoria de município, antes mesmo da criação do Território Federal do Guaporé. Assinale-o.
Alternativas
Q579596 História e Geografia de Estados e Municípios
Na segunda metade do século XIX foi assinado o Tratado de Ayacucho. Esse tratado tinha como uma das premissas as novas territorialidades utilizadas pelo Brasil na região da Amazônia. A nova divisão territorial tinha como uma das bases a(s):
Alternativas
Q579595 História e Geografia de Estados e Municípios
Apesar da força do setor agropecuário, Rondônia vem apresentando um crescente e contínuo desenvolvimento no setor industrial. Entre os setores industriais a seguir, o que possui destaque, inclusive na geração de emprego no estado, é:
Alternativas
Q579594 História e Geografia de Estados e Municípios
Rondônia situa-se em uma faixa denominada de “zona de encontro entre dois dos principais biomas brasileiros". São biomas encontrados em Rondônia:
Alternativas
Q579593 História e Geografia de Estados e Municípios
A Região Norte do Brasil historicamente é alvo de uma série de políticas públicas de ocupação. O processo de ocupação envolve diferentes setores que, dependendo do período ganham ou perdem importância. Entre os setores a seguir, o que ganhou maior destaque em Rondônia, com base nas políticas públicas nacionais, nos últimos anos foi a:
Alternativas
Q579592 História e Geografia de Estados e Municípios
O estado de Rondônia possui uma íntima relação com os fluxos populacionais, sejam nacionais ou internacionais. Tal processo se reflete nas condições sociais, culturais e econômicas do estado. Dessa maneira, assinale a alternativa correta sobre os fluxos migratórios no estado de Rondônia.
Alternativas
Q579591 História e Geografia de Estados e Municípios
Em Rondônia, existe grande quantidade de unidades de conservação, que foram criadas e são controladas por diferentes instâncias governamentais. Entre as unidades de conservação a seguir, assinale a que foi criada e é controlada pelo governo do estado de Rondônia:
Alternativas
Q579590 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que indica o nome do primeiro governador do estado de Rondônia, ou seja, após a mudança de território federal para estado de Rondônia.
Alternativas
Q579589 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo o Dicionário Geológico - Geomorfológico, bacia hidrográfica possui a seguinte definição: “conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes". A noção de bacia hidrográfica obriga naturalmente a existência de cabeceiras ou nascentes, divisores d'água, cursos d'água principais, afluentes, subafluentes, etc. (GUERRA, Antônio Teixeira - Dicionário Geológico - Geomorfológico - 8 ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993, p. 48 - Adaptado) O estado de Rondônia, segundo a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental, é dividido em sete bacias hidrográficas. Entre as bacias a seguir, a que possui a maior extensão territorial é a do rio:
Alternativas
Q579588 História e Geografia de Estados e Municípios
O Território Federal do Guaporé foi criado no século XX, na década de:
Alternativas
Q579587 História e Geografia de Estados e Municípios
O estado de Rondônia possui fronteira com um país sul-americano e divisas com três estados brasileiros. Os três estados brasileiros que possuem divisas com Rondônia são:
Alternativas
Q579586 História e Geografia de Estados e Municípios
O setor agropecuário possui grande importância na economia de Rondônia. Inseridos nesse setor, encontram-se a extração vegetal e a silvicultura, características de grande parte da Região Norte do Brasil. Entre os produtos listados a seguir, o que gerou o maior valor da produção em Rondônia, no ano de 2012, foi:
Alternativas
Q579585 História e Geografia de Estados e Municípios
Rondônia é um estado da Região Norte que possui grandes semelhanças climáticas com os demais estados da região. Entre as características do clima de Rondônia, pede-se destacar:
Alternativas
Respostas
361: D
362: E
363: A
364: C
365: E
366: C
367: B
368: D
369: B
370: D
371: A
372: D
373: E
374: A
375: B
376: E
377: C
378: C
379: E
380: A