Questões Militares
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No protocolo SIP, a mensagem de requisição que inicia um diálogo para estabelecer uma chamada é:
No contexto do padrão H.323, o número máximo de gatekeepers ativos por zona é
Na pilha de protocolos TCP/IP, um protocolo destina-se a traduzir nomes de domínio para endereços IP.
O nome desse protocolo e a camada à qual ele pertence são, correta e respectivamente:
Uma das camadas do modelo de referência OSI da ISO possui a responsabilidade de realizar o roteamento entre diferentes redes.
Trata-se da Camada de
Um técnico de informática utilizou, em uma rede de computadores, um equipamento que retransmite os dados recebidos para todos os dispositivos conectados, independentemente do destino dos dados.
Esse dispositivo é denominado
Diversas topologias podem ser utilizadas em redes de computadores, como a que apresenta maior tolerância a falhas, exigindo maior custo e complexidade de instalação, denominada
No sistema operacional Windows 11, a ferramenta de linha de comando que permite que um administrador execute ações em pacotes de driver é conhecida como:
Um componente de pacote de driver do sistema operacional Windows é conhecido como arquivo de catálogo.
Esse arquivo
O sistema operacional Windows 11 é oferecido em diversas edições, como a Windows 11 Home e Windows 11 Professional.
Um recurso que se encontra presente apenas na edição Windows 11 Professional e não está presente na edição Windows 11 Home é:
Um técnico de informática adquiriu uma impressora com tecnologia jato de tinta para a sua empresa, priorizando a impressão em cores.
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa adequada para a escolha.
Um equipamento de rede muito utilizado atualmente é responsável pelo encaminhamento de quadros com base no endereço MAC, e atua no nível 2 do modelo OSI da ISO.
Esse equipamento é o
Um técnico de informática está projetando uma infraestrutura de rede de computadores que deve suportar velocidades de até 1 Gbps em distâncias de até 100 metros.
Para suportar esses requisitos, a categoria mínima de cabo recomendada é a:
O terreno de um estacionamento possui a forma de um trapézio, com bases medindo 40 m e 60 m, respectivamente, conforme representado na figura a seguir:

(Figura fora de escala)
Nesse estacionamento, há 120 vagas no total, sendo que todas as vagas são retangulares, com 5 m de comprimento e 2,5 m de largura. A área não utilizada desse estacionamento (ou seja, a área do terreno correspondente às regiões que não são ocupadas pelas vagas) é de 1000 m².
Com base nessas informações, é possível calcular a
medida h indicada na figura. A partir disso, através
do Teorema de Pitágoras e valendo-se da aproximação √29 = 5,4, calcula-se a medida do lado
.
Com isso, obtém-se para o perímetro do trapézio ABCD a medida de
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
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A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
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A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)