Questões Militares
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O governo dos Estados Unidos pediu, nesta segunda-feira (27.10.14), que a batalha contra o grupo Estado Islâmico (EI) se estenda à internet, enquanto que os membros da coalizão internacional se reúnem para debater as formas de deter a propaganda do grupo na web.
(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/10/eua-querem-lutar-contra-os-militantes-do-estado-islamico-na-internet.html)
A respeito do Estado Islâmico, é correto afirmar que
Na sexta-feira (29.08.2014), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que a economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três meses imediatamente anteriores.
Os números recentes do Produto Interno Bruto (PIB) mostram que o Brasil não tem conseguido superar o estigma do “voo de galinha”, aquele que faz muito barulho, mas tem pouco alcance. O país tem registrado crescimento irregular: um pouco maior em um ano, seguido por expansão menor no seguinte.
(http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/08/entenda-quais-sao-os- -entraves-ao-crescimento-da-economia-brasileira.html)
Um dos problemas que dificultam o crescimento da economia brasileira é
A questão está relacionada ao gráfico a seguir. Brasil:
Repartição da oferta interna de energia (2012)

(https://ben.epe.gov.br/downloads/S%C3%ADntese%20do%20 Relat%C3%B3rio%20Final_2013_Web.pdf)
A partir da leitura do gráfico e dos conhecimentos sobre
as fontes de energia no Brasil, assinale a alternativa que
apresenta uma conclusão correta.
Analise o gráfico para responder à questão.
Brasil: Evolução da população rural e urbana (%)

(http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?dados=9&uf=00)
A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a dinâmica
demográfica brasileira permitem afirmar que, percentualmente,
a população
Considere as seguintes situações:
• caça ou pesca predatória;
• derrubada de florestas e campos para retirada de madeira, cultivos ou pastagens;
• construção de estradas e reservatórios de hidrelétricas;
• expansão urbana.
Essas situações, isoladamente ou combinadas, podem trazer como consequência
No dia 30 de setembro de 1937, os jornais anunciaram a descoberta, pelo Estado-Maior do Exército, de um plano de insurreição comunista atribuído ao Comintern e assinado por um nome judaico: “Cohen”. Dia 10 de novembro de 1937: o exército cerca o Palácio Monroe, no Rio, onde funciona o Senado. Com o apoio das armas, Getúlio fecha o Congresso e extingue os partidos políticos.
(Brasil: Nosso Século. Vol. 5, 1930/1945. Adaptado)
Os eventos descritos no texto estão ligados
Foi feita uma pesquisa com 240 pessoas para saber o R a sc unho número de vezes que elas almoçam em restaurantes durante a semana. A tabela mostra os resultados obtidos.

O gráfico que representa os valores da tabela em porcentagem
é
Considere as frases a seguir:
Ensine as crianças _____________ se encontram as saídas de emergência, os extintores de incêndio e os registros gerais de água e luz.
Fique atento _______________ condições de limpeza de pisos, escadas e estado de conservação de elevadores.
Sinalize áreas __________________ estejam sendo realizadas obras, manutenção ou mesmo limpeza.
(Manual de Autoproteção do Cidadão. Disponível em: www.polmil.sp.gov.br.Acesso em: 27.10.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da frase a seguir, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
O autor aludiu _____________ momento em que acessou a seção de estilo do site BuzzFeed
Leia o texto para responder à questão.
Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.
Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.
Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.
Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.
Mais do que ser apenas um anúncio, o tal link trazia escondido algum dispositivo on-line que me fichou como fã da Wildfang e instalou nos meus navegadores algo que faz disparar anúncios da marca em qualquer site que eu acesse.
Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.
Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.
(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.
Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.
Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.
Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.
Mais do que ser apenas um anúncio, o tal link trazia escondido algum dispositivo on-line que me fichou como fã da Wildfang e instalou nos meus navegadores algo que faz disparar anúncios da marca em qualquer site que eu acesse.
Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.
Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.
(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.
Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.
Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.
Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.
Mais do que ser apenas um anúncio, o tal link trazia escondido algum dispositivo on-line que me fichou como fã da Wildfang e instalou nos meus navegadores algo que faz disparar anúncios da marca em qualquer site que eu acesse.
Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.
Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.
(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.
Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.
Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.
Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.
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Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.
Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.
(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)