Foram encontradas 287 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Comprimento (cm) 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9
Quantidade 1 3 4 4 3 4 n 1
Sabendo que a média de comprimento dos insetos do grupo foi de 0,6 cm, qual é a quantidade de formigas cujo comprimento é de 0,8 cm?
Considere o seguinte trecho:
Vivos ou mortos, ____________, pois, ser estímulo para os sonhos alheios, sem que ____________ responsáveis pelo que então ____________, ____________ ou ____________. Não somos responsáveis por nossas imagens, mesmo porque não somos idênticos a elas.
(COSTA LIMA, Luiz. O controle do imaginário. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. p. 61.)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
O texto a seguir é referência para a questão.
‘Speed watching’: o que você perde quando acelera a velocidade do filme?
Com a pandemia de coronavírus, uma legião de confinados passou a sentir o tempo de forma diferente. Um exemplo disso é o crescente hábito de consumir produções audiovisuais em velocidade acelerada. Cada vez mais plataformas de streaming têm oferecido ferramentas de speed watching, que permitem alterar o ritmo do que se assiste ou se escuta. Na Netflix, é possível ver um filme ou série com até o dobro da velocidade original. As possibilidades são as mesmas no Youtube e no Spotify. Isso estende a funcionalidade para podcasts, palestras e até aulas online.
Especialistas entendem que essa tendência é uma resposta ao atual momento: mais do que nunca, a tecnologia é a principal interface das pessoas com o mundo ao redor. Isso interfere no ritmo com o qual se vive e se consomem conteúdos. O psiquiatra Adriano Aguiar lembra que, durante muito tempo, a rotina das pessoas era ditada pela natureza. Depois, com a chegada da televisão, os programas passaram a interferir no dia a dia das famílias. “Algumas iam dormir só depois da novela ou do programa do Jô Soares”, exemplifica o médico. Hoje, em meio à explosão do mercado de streaming, que dá a possibilidade de se assistir ao que se quer e quando se quer, esses limites se dissolveram. “Estamos jogados no ilimitado da informação e submetidos ao funcionamento de algoritmos que deliberadamente trabalham para gerar uma adição”, defende Aguiar.
É diante desse fluxo frenético que as pessoas se veem impelidas a consumir em pouco tempo a maior quantidade de conteúdo possível. Isso pode levar à chamada síndrome de FOMO, sigla do inglês “fear of missing out”: aquele medo desesperado de perder alguma coisa frente a uma avalanche de dados. O “speed watching” se insere nesse contexto.
Assistir a um filme em velocidade acelerada ajuda a ganhar tempo. Por outro lado, um hábito que serviria para descansar a mente acaba alimentando a ansiedade, conforme explica a psiquiatra e professora da Universidade Positivo, Raquel Heep. O cérebro do ansioso pode operar em um sistema de recompensa: consumindo mais em menos tempo e sentindo os ganhos disso, terá dificuldade em desfrutar de uma obra no ritmo original. Para Heep, há uma confusão entre absorver fatos e ter um momento de contemplação. O cineasta Alexandre Rafael Garcia concorda. Ele argumenta que receber informações é diferente de assimilá-las mediante a reflexão que um filme ou série promovem sob um ritmo determinado. “Eu sei que o homem de ferro morre, mas ver o homem de ferro morrendo é outra coisa. E a nossa sociedade está muito centrada no volume do que se consegue absorver”, diz Garcia, que é também professor de cinema da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
Embora acelerar um filme atrapalhe a experiência de assistir a um grande clássico, cineastas e neurocientistas concordam que o cérebro humano pode estar ficando mais rápido e, com isso, os filmes também. O premiado diretor de cinema Fernando Meirelles está entre os que enxergam esse movimento. Para ele, o fato de nossa cabeça estar ficando mais veloz impacta a recepção das produções cinematográficas agora. “A quantidade do que processamos hoje é muitas vezes maior do que o que recebíamos há 40 anos”, diz.
O neurocientista Marcelo de Meira Santos Lima, da Universidade Federal do Paraná, explica que, embora não haja estudos comprovando a influência do “speed watching” no cérebro, esse órgão pode, sim, sofrer impactos de longo prazo, a começar pelas sinapses. Coletivamente, a formação de novas redes neurais poderia originar cérebros mais eficientes e rápidos, embora com uma demanda de energia atípica e capaz de impulsionar quadros de ansiedade, insônia, distúrbios de atenção e depressão.
Enquanto a ciência não decifra esse mistério, muitos seguirão acelerando conteúdos. Ao menos de vez em quando, como faz o próprio Fernando Meirelles. Ele confessa que em alguns casos, quando um filme lhe parece previsível ou desinteressante, opta por escaneá-lo, na expectativa de que alguma cena para frente o prenda. “Acelerar para mim é o estágio que vem antes de abandonar”.
(Lívia Inácio, 14/03/2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-56368238.)
Com base no texto, considere as seguintes inferências:
1. O cineasta Fernando Meireles é uma das pessoas que se rendeu ao speed watching.
2. A chegada da televisão alterou a rotina das pessoas, mas ainda assim manteve uma certa disciplina no ritmo de vida das famílias.
3. O speed watching passou de opção a regra, perdendo sua função prática.
É(São) inferência(s) que pode(m) ser feita(s) a partir da
leitura do texto:
O texto a seguir é referência para a questão.
‘Speed watching’: o que você perde quando acelera a velocidade do filme?
Com a pandemia de coronavírus, uma legião de confinados passou a sentir o tempo de forma diferente. Um exemplo disso é o crescente hábito de consumir produções audiovisuais em velocidade acelerada. Cada vez mais plataformas de streaming têm oferecido ferramentas de speed watching, que permitem alterar o ritmo do que se assiste ou se escuta. Na Netflix, é possível ver um filme ou série com até o dobro da velocidade original. As possibilidades são as mesmas no Youtube e no Spotify. Isso estende a funcionalidade para podcasts, palestras e até aulas online.
Especialistas entendem que essa tendência é uma resposta ao atual momento: mais do que nunca, a tecnologia é a principal interface das pessoas com o mundo ao redor. Isso interfere no ritmo com o qual se vive e se consomem conteúdos. O psiquiatra Adriano Aguiar lembra que, durante muito tempo, a rotina das pessoas era ditada pela natureza. Depois, com a chegada da televisão, os programas passaram a interferir no dia a dia das famílias. “Algumas iam dormir só depois da novela ou do programa do Jô Soares”, exemplifica o médico. Hoje, em meio à explosão do mercado de streaming, que dá a possibilidade de se assistir ao que se quer e quando se quer, esses limites se dissolveram. “Estamos jogados no ilimitado da informação e submetidos ao funcionamento de algoritmos que deliberadamente trabalham para gerar uma adição”, defende Aguiar.
É diante desse fluxo frenético que as pessoas se veem impelidas a consumir em pouco tempo a maior quantidade de conteúdo possível. Isso pode levar à chamada síndrome de FOMO, sigla do inglês “fear of missing out”: aquele medo desesperado de perder alguma coisa frente a uma avalanche de dados. O “speed watching” se insere nesse contexto.
Assistir a um filme em velocidade acelerada ajuda a ganhar tempo. Por outro lado, um hábito que serviria para descansar a mente acaba alimentando a ansiedade, conforme explica a psiquiatra e professora da Universidade Positivo, Raquel Heep. O cérebro do ansioso pode operar em um sistema de recompensa: consumindo mais em menos tempo e sentindo os ganhos disso, terá dificuldade em desfrutar de uma obra no ritmo original. Para Heep, há uma confusão entre absorver fatos e ter um momento de contemplação. O cineasta Alexandre Rafael Garcia concorda. Ele argumenta que receber informações é diferente de assimilá-las mediante a reflexão que um filme ou série promovem sob um ritmo determinado. “Eu sei que o homem de ferro morre, mas ver o homem de ferro morrendo é outra coisa. E a nossa sociedade está muito centrada no volume do que se consegue absorver”, diz Garcia, que é também professor de cinema da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
Embora acelerar um filme atrapalhe a experiência de assistir a um grande clássico, cineastas e neurocientistas concordam que o cérebro humano pode estar ficando mais rápido e, com isso, os filmes também. O premiado diretor de cinema Fernando Meirelles está entre os que enxergam esse movimento. Para ele, o fato de nossa cabeça estar ficando mais veloz impacta a recepção das produções cinematográficas agora. “A quantidade do que processamos hoje é muitas vezes maior do que o que recebíamos há 40 anos”, diz.
O neurocientista Marcelo de Meira Santos Lima, da Universidade Federal do Paraná, explica que, embora não haja estudos comprovando a influência do “speed watching” no cérebro, esse órgão pode, sim, sofrer impactos de longo prazo, a começar pelas sinapses. Coletivamente, a formação de novas redes neurais poderia originar cérebros mais eficientes e rápidos, embora com uma demanda de energia atípica e capaz de impulsionar quadros de ansiedade, insônia, distúrbios de atenção e depressão.
Enquanto a ciência não decifra esse mistério, muitos seguirão acelerando conteúdos. Ao menos de vez em quando, como faz o próprio Fernando Meirelles. Ele confessa que em alguns casos, quando um filme lhe parece previsível ou desinteressante, opta por escaneá-lo, na expectativa de que alguma cena para frente o prenda. “Acelerar para mim é o estágio que vem antes de abandonar”.
(Lívia Inácio, 14/03/2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-56368238.)
De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A possibilidade de se alterar a velocidade com que se assiste a vídeos e áudios surgiu com a disponibilização de acesso à informação decorrente da pandemia.
2. O crescimento na tendência de consumir produtos audiovisuais foi ocasionado pela redução nas interações físicas, que levou as pessoas a se ajustarem ao ritmo da internet.
3. A ferramenta speed watching tem criado um descompasso entre a velocidade com que recebemos informações e nossa capacidade de processá-las.
4. A síndrome de FOMO é causada pelos algoritmos da internet que atuam sobre o comportamento dos usuários.
Assinale a alternativa correta.
Leia a seguinte tirinha do menino Calvin e seu tigre Haroldo:

(WATTERSON, Bill. Calvin e Haroldo: E foi assim que tudo começou. São Paulo: Conrad, 2007. p. 95.)
Com base na tira, considere as seguintes afirmativas:
1. As ações descritas pelo menino fazem parte de seu plano com relação à possível vinda de um irmão ou irmã.
2. A resposta de Calvin à pergunta de Haroldo indica que ele já pode abandonar o plano que vinha executando.
3. O menino adora sábados por se tratar de dia estratégico para dar mais visibilidade aos seus esforços.
Assinale a alternativa correta.
Considere o seguinte excerto:
_____ narrativa da testemunha, no entanto, pareceu-nos faltar _____ observação de que _____ ela não cabia julgar os fatos, mas deles dar conhecimento tais quais aconteceram, cabendo _____ Comissão incumbida de interpretá-los – e _____ mais ninguém – deles fazer juízo.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
O texto a seguir é referência para a questão.

(FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. 8. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
p. 51-2.)
O texto a seguir é referência para a questão.
A insegurança alimenta o medo. Não surpreende que a guerra contra a insegurança ocupe lugar de destaque na lista de prioridades dos planejadores urbanos; ou pelo menos estes acreditam que deveria e, se indagados, insistem nisso. O problema, porém, é que, quando a insegurança se vai, a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventuras, principais atrações da vida urbana, também tendem a desaparecer das ruas da cidade. A alternativa à insegurança não é a bênção da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível superar o medo e ao mesmo tempo fugir do tédio? Pode-se suspeitar __________ esse quebra-cabeça seja o maior dilema a confrontar os planejadores e arquitetos urbanos – um dilema ainda sem uma solução convincente, satisfatória e incontestada, uma questão __________ talvez não se possa achar uma resposta plenamente adequada, mas que (talvez pela mesma razão) continuará estimulando arquitetos e planejadores a produzir experimentos cada vez mais radicais e invenções cada vez mais ousadas.
Desde o início, as cidades têm sido lugares __________ estranhos convivem em estreita proximidade, embora permanecendo estranhos. A companhia de estranhos é sempre assustadora (ainda que nem sempre temida), já que faz parte da natureza dos estranhos, diferentemente tanto dos amigos quanto dos inimigos, que suas intenções, maneiras de pensar e reações a condições comuns sejam desconhecidas ou não conhecidas o suficiente __________ se possa calcular as probabilidades de sua conduta. Uma reunião de estranhos é um lócus de imprevisibilidade endêmica e incurável. Pode-se dizer isso de outra forma: os estranhos incorporam o risco. Não há risco sem pelo menos algum resquício de medo de um dano ou perda, mas sem risco também não há chance de ganho ou triunfo. Por essa razão, os ambientes carregados de risco não podem deixar de ser vistos como locais de intensa ambiguidade, o que, por sua vez, não deixa de evocar atitudes e reações ambivalentes. Os ambientes repletos de risco simultaneamente atraem e repelem, e o ponto __________ uma reação se transforma no seu oposto é eminentemente variável e mutante, virtualmente impossível de apontar com segurança, que dirá de fixar.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Adaptado.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A origem da insegurança nas cidades está na impossibilidade de se obter ganho ou triunfo, devido à convivência com estranhos.
2. A complexidade da problemática enfrentada pelos arquitetos e planejadores urbanos na estruturação das cidades é de natureza paradoxal.
3. O que faz com que a companhia de estranhos nas cidades seja assustadora é a semelhança entre a natureza dos estranhos e a do inimigo.
4. A busca de arquitetos e planejadores urbanos em projetos mais ousados é atingir o ponto ótimo entre segurança e monotonia.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para a questão.
A insegurança alimenta o medo. Não surpreende que a guerra contra a insegurança ocupe lugar de destaque na lista de prioridades dos planejadores urbanos; ou pelo menos estes acreditam que deveria e, se indagados, insistem nisso. O problema, porém, é que, quando a insegurança se vai, a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventuras, principais atrações da vida urbana, também tendem a desaparecer das ruas da cidade. A alternativa à insegurança não é a bênção da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível superar o medo e ao mesmo tempo fugir do tédio? Pode-se suspeitar __________ esse quebra-cabeça seja o maior dilema a confrontar os planejadores e arquitetos urbanos – um dilema ainda sem uma solução convincente, satisfatória e incontestada, uma questão __________ talvez não se possa achar uma resposta plenamente adequada, mas que (talvez pela mesma razão) continuará estimulando arquitetos e planejadores a produzir experimentos cada vez mais radicais e invenções cada vez mais ousadas.
Desde o início, as cidades têm sido lugares __________ estranhos convivem em estreita proximidade, embora permanecendo estranhos. A companhia de estranhos é sempre assustadora (ainda que nem sempre temida), já que faz parte da natureza dos estranhos, diferentemente tanto dos amigos quanto dos inimigos, que suas intenções, maneiras de pensar e reações a condições comuns sejam desconhecidas ou não conhecidas o suficiente __________ se possa calcular as probabilidades de sua conduta. Uma reunião de estranhos é um lócus de imprevisibilidade endêmica e incurável. Pode-se dizer isso de outra forma: os estranhos incorporam o risco. Não há risco sem pelo menos algum resquício de medo de um dano ou perda, mas sem risco também não há chance de ganho ou triunfo. Por essa razão, os ambientes carregados de risco não podem deixar de ser vistos como locais de intensa ambiguidade, o que, por sua vez, não deixa de evocar atitudes e reações ambivalentes. Os ambientes repletos de risco simultaneamente atraem e repelem, e o ponto __________ uma reação se transforma no seu oposto é eminentemente variável e mutante, virtualmente impossível de apontar com segurança, que dirá de fixar.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Adaptado.)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Klimawandel
Das Wasser bis zum Hals
Da hilft auch kein Deich. Wenn wir alle verfügbaren Ressourcen von Kohle, Öl und Gas verbrennen, schmilzt die antarktische __________ komplett ab mit dramatischen Folgen für die Erde.
Laut einer Studie des Potsdam-Instituts für __________ würden die weltweiten Temperaturen im Schnitt um zwölf Grad Celsius ansteigen, wenn wir alle fossilen Energieträger der Erde verbrennen. Das bedeutet das Ende des Ewigen __________ in der Antarktis und auf Grönland. Der Anstieg würde zwar nicht über Nacht geschehen, aber unser heutiges Handeln kann das __________ der Erde, so wie wir sie kennen, verändern, so die Hauptautorin, Ricarda Winkelmann.
Meeresspiegelanstieg um 58 Meter
Sollten wir alle verfügbaren Ressourcen verbrennen, wird der antarktische Eisschild kollabieren, wird in der Studie erläutert. Dann stiege der __________ jährlich um drei Zentimeter.
Bei 58 Metern wäre dann Schluss, dann wären alle Eispanzer der Erde abgeschmolzen. Vor allem Europa und Asien wären betroffen.
In Europa würden die Niederlande komplett vom __________ überflutet. Deutsche Millionenstädte wie Hamburg oder Berlin
verschwänden. Die __________ Deutschlands würde sich bis zu 400 Kilometer nach Süden verlagern.
Klimawandel
Das Wasser bis zum Hals
Da hilft auch kein Deich. Wenn wir alle verfügbaren Ressourcen von Kohle, Öl und Gas verbrennen, schmilzt die antarktische __________ komplett ab mit dramatischen Folgen für die Erde.
Laut einer Studie des Potsdam-Instituts für __________ würden die weltweiten Temperaturen im Schnitt um zwölf Grad Celsius ansteigen, wenn wir alle fossilen Energieträger der Erde verbrennen. Das bedeutet das Ende des Ewigen __________ in der Antarktis und auf Grönland. Der Anstieg würde zwar nicht über Nacht geschehen, aber unser heutiges Handeln kann das __________ der Erde, so wie wir sie kennen, verändern, so die Hauptautorin, Ricarda Winkelmann.
Meeresspiegelanstieg um 58 Meter
Sollten wir alle verfügbaren Ressourcen verbrennen, wird der antarktische Eisschild kollabieren, wird in der Studie erläutert. Dann stiege der __________ jährlich um drei Zentimeter.
Bei 58 Metern wäre dann Schluss, dann wären alle Eispanzer der Erde abgeschmolzen. Vor allem Europa und Asien wären betroffen.
In Europa würden die Niederlande komplett vom __________ überflutet. Deutsche Millionenstädte wie Hamburg oder Berlin
verschwänden. Die __________ Deutschlands würde sich bis zu 400 Kilometer nach Süden verlagern.
Flüchtlingskrise in Europa
Eskalation vor Treffen der EU-Innenminister
An den Grenzen zu Deutschland werden vorübergehend wieder Grenzkontrollen eingeführt, um den Zustrom von Flüchtlingen zu begrenzen. Der Bahnverkehr von Österreich nach Deutschland wurde bis Montagmorgen eingestellt.
Die neuen europäischen Grenzkontrollmaßnahmen zeigen nach Meinung des UNO-Flüchtlingshilfswerks die Notwendigkeit einer «umfassenden europäischen Reaktion» auf die Flüchtlingskrise. Eine EU-Antwort sollte «die rasche Realisierung eines Umsiedlungsprogramms» beinhalten, um Asylbewerber unter allen Mitgliedsstaaten der Europäischen Union zu verteilen, forderte der UNO-Hochkommissar für Flüchtlinge am Sonntag.
( ) Das Wort “Bahnverkehr” besteht aus zwei Substantiven: “Bahn” und “Verkehr”. ( ) Das Wort “Grenzkontrolle” bedeutet auf Portugiesisch “limite do controle”. ( ) “rasche Realisierung” bedeutet “schnelle Realisierung”. ( ) “Montagmorgen” ist der erste Montag des Monats.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Flüchtlingskrise in Europa
Eskalation vor Treffen der EU-Innenminister
An den Grenzen zu Deutschland werden vorübergehend wieder Grenzkontrollen eingeführt, um den Zustrom von Flüchtlingen zu begrenzen. Der Bahnverkehr von Österreich nach Deutschland wurde bis Montagmorgen eingestellt.
Die neuen europäischen Grenzkontrollmaßnahmen zeigen nach Meinung des UNO-Flüchtlingshilfswerks die Notwendigkeit einer «umfassenden europäischen Reaktion» auf die Flüchtlingskrise. Eine EU-Antwort sollte «die rasche Realisierung eines Umsiedlungsprogramms» beinhalten, um Asylbewerber unter allen Mitgliedsstaaten der Europäischen Union zu verteilen, forderte der UNO-Hochkommissar für Flüchtlinge am Sonntag.
Assinale a alternativa correta.
Um laboratório de análises clínicas avaliou a composição de três fluidos corporais de um mesmo mamífero, conforme demonstrado no quadro abaixo:

Os fluidos A, B e C são, respectivamente:
As mudanças climáticas têm desencadeado processos de aclimatação em comunidades de plantas. Em comunidades não aclimatadas, quando não há outros fatores limitantes, a taxa dos processos biológicos (por exemplo, fotossíntese e respiração) tipicamente dobra a cada aumento de 10 oC na temperatura ambiente. Quando há aclimatação, ela pode ser de dois tipos: Tipo I – Ocorre uma redução da sensibilidade à temperatura, com diminuição da atividade em temperaturas maiores, mas sem alterações em temperaturas menores. Tipo II – Há um decréscimo da atividade em todas as temperaturas, mas a taxa dobra a cada aumento de 10ºC na temperatura da mesma forma que nas plantas não aclimatadas.
Assinale a alternativa que traz a figura que representa corretamente a relação entre temperatura e taxa dos processos em plantas aclimatadas e não aclimatadas.