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Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2011 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q664342 Português
Solteiros e solteiras
Uma queixa habitual das mulheres é de que faltam homens na praça − leia-se homens solteiros e disponíveis. Mas o IBGE, que veio ao mundo para desfazer dúvidas quantitativas, acaba de apurar que há 31,9 milhões de homens solteiros no Brasil contra 30,4 milhões de mulheres. Ou seja, com um saldo de 1,5 milhão de homens prontos para o abate, não será por falta de material que tantas mulheres continuarão encalhadas.
O problema, no entanto, não é estatístico, mas comportamental: a tendência do homem a não ter pressa de assumir compromissos sérios e passar anos pesquisando o mercado antes de se decidir a investir. Sempre foi assim.
E, se a querida leitora já estava desanimada, lamento informá-la de que a situação tem tudo para piorar. Com a recente mania dos homens de continuarem morando com a mãe até os 40 anos, a taxa de rapazes casadouros promete diminuir ainda mais
Segundo o IBGE, essa discrepância quantitativa não é geograficamente uniforme, alguns Estados do Brasil serão mais propícios do que outros para que as mulheres encontrem seu par do baralho.
Nesse sentido, nenhum supera Santa Catarina. Lá são 122 solteiros para cada cem solteiras. Outros Estados em que a oferta masculina é considerável são Tocantins, Mato Grosso e Espírito Santo. Já São Paulo está apenas na média: 108 contra cem. E, em alguns Estados, há tantos homens quanto mulheres.
O Rio, por exemplo, tem pequeno déficit: são 99,55 homens para cada cem mulheres − o 0,45 saiu para comprar cigarros e não voltou.
Já no Distrito Federal faltam nove homens para as cem mulheres. Se o amigo nunca encontrou motivo para ir até lá, agora já tem um.
 (Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 13.09.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho o cronista usou o humor para expressar suas ideias.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2011 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q664341 Português
Solteiros e solteiras
Uma queixa habitual das mulheres é de que faltam homens na praça − leia-se homens solteiros e disponíveis. Mas o IBGE, que veio ao mundo para desfazer dúvidas quantitativas, acaba de apurar que há 31,9 milhões de homens solteiros no Brasil contra 30,4 milhões de mulheres. Ou seja, com um saldo de 1,5 milhão de homens prontos para o abate, não será por falta de material que tantas mulheres continuarão encalhadas.
O problema, no entanto, não é estatístico, mas comportamental: a tendência do homem a não ter pressa de assumir compromissos sérios e passar anos pesquisando o mercado antes de se decidir a investir. Sempre foi assim.
E, se a querida leitora já estava desanimada, lamento informá-la de que a situação tem tudo para piorar. Com a recente mania dos homens de continuarem morando com a mãe até os 40 anos, a taxa de rapazes casadouros promete diminuir ainda mais
Segundo o IBGE, essa discrepância quantitativa não é geograficamente uniforme, alguns Estados do Brasil serão mais propícios do que outros para que as mulheres encontrem seu par do baralho.
Nesse sentido, nenhum supera Santa Catarina. Lá são 122 solteiros para cada cem solteiras. Outros Estados em que a oferta masculina é considerável são Tocantins, Mato Grosso e Espírito Santo. Já São Paulo está apenas na média: 108 contra cem. E, em alguns Estados, há tantos homens quanto mulheres.
O Rio, por exemplo, tem pequeno déficit: são 99,55 homens para cada cem mulheres − o 0,45 saiu para comprar cigarros e não voltou.
Já no Distrito Federal faltam nove homens para as cem mulheres. Se o amigo nunca encontrou motivo para ir até lá, agora já tem um.
 (Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 13.09.2010. Adaptado)
Para o cronista, a situação para as mulheres “tem tudo para piorar”, pois
Alternativas
Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2011 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q664340 Português
Solteiros e solteiras
Uma queixa habitual das mulheres é de que faltam homens na praça − leia-se homens solteiros e disponíveis. Mas o IBGE, que veio ao mundo para desfazer dúvidas quantitativas, acaba de apurar que há 31,9 milhões de homens solteiros no Brasil contra 30,4 milhões de mulheres. Ou seja, com um saldo de 1,5 milhão de homens prontos para o abate, não será por falta de material que tantas mulheres continuarão encalhadas.
O problema, no entanto, não é estatístico, mas comportamental: a tendência do homem a não ter pressa de assumir compromissos sérios e passar anos pesquisando o mercado antes de se decidir a investir. Sempre foi assim.
E, se a querida leitora já estava desanimada, lamento informá-la de que a situação tem tudo para piorar. Com a recente mania dos homens de continuarem morando com a mãe até os 40 anos, a taxa de rapazes casadouros promete diminuir ainda mais
Segundo o IBGE, essa discrepância quantitativa não é geograficamente uniforme, alguns Estados do Brasil serão mais propícios do que outros para que as mulheres encontrem seu par do baralho.
Nesse sentido, nenhum supera Santa Catarina. Lá são 122 solteiros para cada cem solteiras. Outros Estados em que a oferta masculina é considerável são Tocantins, Mato Grosso e Espírito Santo. Já São Paulo está apenas na média: 108 contra cem. E, em alguns Estados, há tantos homens quanto mulheres.
O Rio, por exemplo, tem pequeno déficit: são 99,55 homens para cada cem mulheres − o 0,45 saiu para comprar cigarros e não voltou.
Já no Distrito Federal faltam nove homens para as cem mulheres. Se o amigo nunca encontrou motivo para ir até lá, agora já tem um.
 (Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 13.09.2010. Adaptado)
De acordo com a leitura do texto, pode-se concluir que
Alternativas
Q661742 Português
Tecendo a Manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo* para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
(João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.)
* neologismo criado pelo autor, por meio da junção de “entre” + “entender”.

O recurso da sinestesia (associação de palavras ou expressões em que ocorre combinação de sensações diferentes numa só impressão) pode ser identificado, de maneira mais evidente, na seguinte expressão:
Alternativas
Q661740 Português
Tecendo a Manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo* para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
(João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.)
* neologismo criado pelo autor, por meio da junção de “entre” + “entender”.

Analise as afirmações:
I. O poema caracteriza-se por ser fortemente orientado, em sua estruturação interna, pelo fenômeno linguístico da coesão. II. A repetição sonora, principalmente a aliteração, contribui decisivamente para sugerir a ideia de entrelaçamento presente no poema. III. O desenvolvimento do poema se faz num crescendo, simbolizando o processo da “construção” da manhã.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q661739 Português
Inocência não aparecia. 
Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa
sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.
– Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete...
Deus do céu, piedade, piedade.
E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.
Uma noite, disse ela: 
– Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje... 
E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:
– Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte 
Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono?
Sempre ele... ele! (...)
Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva,estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...
(Visconde de Taunay, Inocência.)
O verbo no tempo mais-que-perfeito do indicativo pode ser empregado em frases optativas, isto é, que exprimem desejo. É o que ocorre no trecho do texto:
Alternativas
Q661736 Português
Inocência não aparecia. 
Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa
sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.
– Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete...
Deus do céu, piedade, piedade.
E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.
Uma noite, disse ela: 
– Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje... 
E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:
– Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte 
Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono?
Sempre ele... ele! (...)
Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva,estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...
(Visconde de Taunay, Inocência.)
O trecho do texto onde o pronome oblíquo sublinhado tem sentido de posse é:
Alternativas
Q661733 Português
O pronome relativo que exerce a função de objeto direto, e não de sujeito, apenas no trecho
Alternativas
Q661732 Português
Ao usar a expressão trapézio voador para representar o ofício de escritor, a entrevistada lança mão de uma figura de linguagem denominada
Alternativas
Q661731 Português
A pergunta feita pela entrevistadora liga-se a um aspecto da cria- ção literária que pode ser expresso pela palavra
Alternativas
Q661730 Português
O prado, as flores brancas e vermelhas
Está suavemente apresentando;
As doces e solícitas abelhas,
Com um brando sussurro vão voando;
As mansas e pacíficas ovelhas,
Do comer esquecidas, inclinando
As cabeças estão ao som divino
Que faz, passando, o Tejo cristalino.
(Luís Vaz de Camões. Obra completa, 1988.)

Um caso de posposição do sujeito em relação ao verbo ocorre no verso
Alternativas
Q661727 Português
Meu benzinho adorado (...) eu te peço por tudo o que há de mais sagrado que você me escreva uma cartinha sim dizendo como é que você vai que eu não sei eu ando tão zaranza por causa do teu abandono eu choro e um dia pego tomo um porre danado que você vai ver e aí nunca mais mesmo que você me quer e sabe o que eu faço eu vou-me embora para sempre e nunca mais vejo esse rosto lindo que eu adoro porque você é toda a minha vida e eu só escrevo por tua causa ingrata (...) do teu definitivo e sempre amigo...
(Vinícius de Moraes. Antologia poética, 1981.)
A correta pontuação de uma das frases do texto é:
Alternativas
Q661725 Português
Meu benzinho adorado (...) eu te peço por tudo o que há de mais sagrado que você me escreva uma cartinha sim dizendo como é que você vai que eu não sei eu ando tão zaranza por causa do teu abandono eu choro e um dia pego tomo um porre danado que você vai ver e aí nunca mais mesmo que você me quer e sabe o que eu faço eu vou-me embora para sempre e nunca mais vejo esse rosto lindo que eu adoro porque você é toda a minha vida e eu só escrevo por tua causa ingrata (...) do teu definitivo e sempre amigo...
(Vinícius de Moraes. Antologia poética, 1981.)
Os procedimentos adotados na construção desse texto têm por finalidade
Alternativas
Q661722 Português
O Brasil na fossa
   O Imperador dom Pedro II iniciou a construção de esgotos no Brasil em 1857. Só a inglesa Londres e a alemã Hamburgo dispunham, então, de sistemas de coleta de dejetos. O Rio de Janeiro, a capital imperial, tornou-se a terceira cidade do mundo a investir nessa infraestrutura. O pioneirismo nacional no quesito saneamento terminou aí. Mais de 150 anos depois, 45% dos domicílios brasileiros ainda permanecem desconectados do sistema de escoamento. Nesses lares, 90 milhões de pessoas usam fossas sépticas ou, pior, despejam seus excrementos em valas a céu aberto ou diretamente nos rios e no mar.
(Veja, 25.05.2011.)
A estratégia usada pelo redator para atrair a atenção do leitor foi dar ao texto um título
Alternativas
Q661720 Português
Mãos dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade. Obra completa.)

A exortação contida no verso Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas também estaria expressa de maneira coerente e gramaticalmente correta na seguinte frase:
Alternativas
Q661718 Português
Mãos dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade. Obra completa.)

Depreende-se da leitura do poema que
Alternativas
Q661717 Português
Mãos dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade. Obra completa.)

Analise as afirmações, referentes ao eu lírico que se manifesta no poema.
I. Declara que no convívio social a realidade se revela nítida e inexorável. II. Almeja alcançar o lirismo contemplativo. III. Nega-se a viver num escapismo romântico e num pessimismo decadentista. IV. Conclama seus parceiros a enfrentarem a vida de forma unida.
Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q661716 Português
   Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país – movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Potter, Crepúsculo e Percy Jackson.
(Veja, 18.05.2011. Adaptado.)
O conectivo porém estabelece, entre o último período do texto e as informações precedentes, uma relação de
Alternativas
Q661715 Português
   Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país – movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Potter, Crepúsculo e Percy Jackson.
(Veja, 18.05.2011. Adaptado.)
A função argumentativa do advérbio sim, no trecho ...movida, sim, por sucessos globais... é a de
Alternativas
Q661714 Português
   Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país – movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Potter, Crepúsculo e Percy Jackson.
(Veja, 18.05.2011. Adaptado.)
A palavra vaticínio foi empregada no texto com o sentido de “previsão”, mas, em sentido próprio, significa
Alternativas
Respostas
1321: E
1322: C
1323: D
1324: A
1325: E
1326: C
1327: A
1328: A
1329: C
1330: D
1331: E
1332: A
1333: A
1334: E
1335: C
1336: A
1337: D
1338: E
1339: B
1340: C