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Q1989854 Português

O desemprego e a renitente crise econômica, ___________ após mais de dois anos de pandemia, têm provocado efeitos nefastos na já precária _________ habitacional da cidade de São Paulo. Para parte da população mais vulnerável, a solução entre comer e pagar o aluguel é viver em favelas – isso sem contar os que não conseguem escapar da situação de rua: o número de _________ avançou 31% durante a crise sanitária, atingindo ao menos 31.884 pessoas.

(Expulsos de casa. Editorial. Folha de S.Paulo, 27.06.2022. Adaptado)

No contexto em que estão empregados, os termos “renitente”, “nefastos” e “escapar” significam, correta e respectivamente:
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Q1989853 Português

O desemprego e a renitente crise econômica, ___________ após mais de dois anos de pandemia, têm provocado efeitos nefastos na já precária _________ habitacional da cidade de São Paulo. Para parte da população mais vulnerável, a solução entre comer e pagar o aluguel é viver em favelas – isso sem contar os que não conseguem escapar da situação de rua: o número de _________ avançou 31% durante a crise sanitária, atingindo ao menos 31.884 pessoas.

(Expulsos de casa. Editorial. Folha de S.Paulo, 27.06.2022. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com os termos:
Alternativas
Q1989852 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

O sentido da oração destacada na passagem – É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias... – está também expresso na oração destacada em:
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Q1989851 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

A colocação dos pronomes oblíquos átonos atende à norma-padrão em:
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Q1989850 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

No trecho – Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. –, as formas verbais destacadas estão flexionadas no tempo
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Q1989849 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

No trecho “Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso...”, empregam- -se as vírgulas nas expressões destacadas com a finalidade de indicar o sentido de 
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Q1989822 Português

        Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.

(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Q1989819 Português

        Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.

      Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.

        Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.

(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q1986984 Português
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
Alternativas
Q1986550 Português

Os poemas são pássaros que chegam

não se sabe de onde e pousam

no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam voo

como de um alçapão.

Eles não têm pouso

nem porto

alimentam-se um instante em cada par de mãos

e partem.

E olhas, então, essas tuas mãos vazias,

no maravilhado espanto de saberes

que o alimento deles já estava em ti...

(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente:
Alternativas
Q1986487 Português

Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.

(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em:
Alternativas
Q1980913 Português
      Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.

(Frans de Waal, O último abraço da matriarca:
as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2022 - EsFCEx - Administração |
Q1980909 Português
        Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
        Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
       Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.

(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade –
políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940699 Português

Leia o poema “Adeus, meus sonhos!”, do poeta Álvares de Azevedo, para responder à questão.


        Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! 

        Não levo da existência uma saudade!         

        E tanta vida que meu peito enchia              

         Morreu na minha triste mocidade!                


           Misérrimo! votei meus pobres dias                

            À sina doida de um amor sem fruto…            

           E minh’alma na treva agora dorme                

            Como um olhar que a morte envolve em luto.


          Que me resta, meu Deus?!… morra comigo

          A estrela de meus cândidos amores,           

           Já que não levo no meu peito morto             

          Um punhado sequer de murchas flores!      

(Lira dos vinte anos, 1996.)

                “Que me resta, meu Deus?!… morra comigo

                  A estrela de meus cândidos amores,

                 Já que não levo no meu peito morto

                 Um punhado sequer de murchas flores!”


A expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do verso, por:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940698 Português

Leia o poema “Adeus, meus sonhos!”, do poeta Álvares de Azevedo, para responder à questão.


        Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! 

        Não levo da existência uma saudade!         

        E tanta vida que meu peito enchia              

         Morreu na minha triste mocidade!                


           Misérrimo! votei meus pobres dias                

            À sina doida de um amor sem fruto…            

           E minh’alma na treva agora dorme                

            Como um olhar que a morte envolve em luto.


          Que me resta, meu Deus?!… morra comigo

          A estrela de meus cândidos amores,           

           Já que não levo no meu peito morto             

          Um punhado sequer de murchas flores!      

(Lira dos vinte anos, 1996.)

Há na segunda estrofe um pronome relativo que se refere a um termo antecedente. Esse termo antecedente é:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940696 Português

Leia o poema “Adeus, meus sonhos!”, do poeta Álvares de Azevedo, para responder à questão.


        Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! 

        Não levo da existência uma saudade!         

        E tanta vida que meu peito enchia              

         Morreu na minha triste mocidade!                


           Misérrimo! votei meus pobres dias                

            À sina doida de um amor sem fruto…            

           E minh’alma na treva agora dorme                

            Como um olhar que a morte envolve em luto.


          Que me resta, meu Deus?!… morra comigo

          A estrela de meus cândidos amores,           

           Já que não levo no meu peito morto             

          Um punhado sequer de murchas flores!      

(Lira dos vinte anos, 1996.)

No poema, o eu lírico dirige-se, mediante vocativo, a dois interlocutores. Seus interlocutores são:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940695 Português

Leia o poema “Adeus, meus sonhos!”, do poeta Álvares de Azevedo, para responder à questão.


        Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! 

        Não levo da existência uma saudade!         

        E tanta vida que meu peito enchia              

         Morreu na minha triste mocidade!                


           Misérrimo! votei meus pobres dias                

            À sina doida de um amor sem fruto…            

           E minh’alma na treva agora dorme                

            Como um olhar que a morte envolve em luto.


          Que me resta, meu Deus?!… morra comigo

          A estrela de meus cândidos amores,           

           Já que não levo no meu peito morto             

          Um punhado sequer de murchas flores!      

(Lira dos vinte anos, 1996.)

O tom predominante no poema é de
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940694 Português

Para responder à questão, leia o trecho inicial da crônica “Em preto e branco”, de Carlos Drummond de Andrade, publicada originalmente em 16.06.1970.


    No momento, somos milhões de brasileiros vendo a Copa do Mundo em preto e branco, e algumas dezenas vendo-a colorida. Faço parte da primeira turma, porém não protesto contra o privilégio da segunda. Talvez até sejamos nós, realmente, os privilegiados, pois nos é concedido o exercício livre da imaginação visual, esse cavalinho sem freio. Podemos ver o estádio de Jalisco recoberto das tonalidades mais deslumbrantes, os atletas mudando continuamente de matiz, fusões e superposições cromáticas, efeito de luz que só o cinema e os crepúsculos classe extra do Arpoador têm condição de oferecer-nos. Pelé, o mágico, vira arco-íris, na instantaneidade e gênio de suas criações. E tudo é ballet de cor a que vamos assistindo ao sabor da inventiva, na emoção das jogadas, desde que sejamos capazes de inventar. Ao passo que nossos poucos colegas aparentemente mais afortunados, reunidos a convite da Embratel diante da TV em cores, já têm o espetáculo pintado, bandeiras e uniformes dos jogadores com seus tons intransferíveis, os grandes painéis de publicidade com as tintas que apresentam nos muros do mundo inteiro. Levam desvantagem perante nós, os de imaginação solta. Não podem conceber cores novas, todas já estão carimbadas. Sinto vontade de convidá-los a vir para junto de nós, os preto-e-brancos; será que aceitam?

(Carlos Drummond de Andrade. Quando é dia de futebol, 2014.)

Pode ser reescrito na voz passiva o seguinte trecho:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940693 Português

Para responder à questão, leia o trecho inicial da crônica “Em preto e branco”, de Carlos Drummond de Andrade, publicada originalmente em 16.06.1970.


    No momento, somos milhões de brasileiros vendo a Copa do Mundo em preto e branco, e algumas dezenas vendo-a colorida. Faço parte da primeira turma, porém não protesto contra o privilégio da segunda. Talvez até sejamos nós, realmente, os privilegiados, pois nos é concedido o exercício livre da imaginação visual, esse cavalinho sem freio. Podemos ver o estádio de Jalisco recoberto das tonalidades mais deslumbrantes, os atletas mudando continuamente de matiz, fusões e superposições cromáticas, efeito de luz que só o cinema e os crepúsculos classe extra do Arpoador têm condição de oferecer-nos. Pelé, o mágico, vira arco-íris, na instantaneidade e gênio de suas criações. E tudo é ballet de cor a que vamos assistindo ao sabor da inventiva, na emoção das jogadas, desde que sejamos capazes de inventar. Ao passo que nossos poucos colegas aparentemente mais afortunados, reunidos a convite da Embratel diante da TV em cores, já têm o espetáculo pintado, bandeiras e uniformes dos jogadores com seus tons intransferíveis, os grandes painéis de publicidade com as tintas que apresentam nos muros do mundo inteiro. Levam desvantagem perante nós, os de imaginação solta. Não podem conceber cores novas, todas já estão carimbadas. Sinto vontade de convidá-los a vir para junto de nós, os preto-e-brancos; será que aceitam?

(Carlos Drummond de Andrade. Quando é dia de futebol, 2014.)

“E tudo é ballet de cor a que vamos assistindo ao sabor da inventiva, na emoção das jogadas, desde que sejamos capazes de inventar.”


Em relação ao trecho que o antecede, o trecho sublinhado expressa ideia de

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1940692 Português

Para responder à questão, leia o trecho inicial da crônica “Em preto e branco”, de Carlos Drummond de Andrade, publicada originalmente em 16.06.1970.


    No momento, somos milhões de brasileiros vendo a Copa do Mundo em preto e branco, e algumas dezenas vendo-a colorida. Faço parte da primeira turma, porém não protesto contra o privilégio da segunda. Talvez até sejamos nós, realmente, os privilegiados, pois nos é concedido o exercício livre da imaginação visual, esse cavalinho sem freio. Podemos ver o estádio de Jalisco recoberto das tonalidades mais deslumbrantes, os atletas mudando continuamente de matiz, fusões e superposições cromáticas, efeito de luz que só o cinema e os crepúsculos classe extra do Arpoador têm condição de oferecer-nos. Pelé, o mágico, vira arco-íris, na instantaneidade e gênio de suas criações. E tudo é ballet de cor a que vamos assistindo ao sabor da inventiva, na emoção das jogadas, desde que sejamos capazes de inventar. Ao passo que nossos poucos colegas aparentemente mais afortunados, reunidos a convite da Embratel diante da TV em cores, já têm o espetáculo pintado, bandeiras e uniformes dos jogadores com seus tons intransferíveis, os grandes painéis de publicidade com as tintas que apresentam nos muros do mundo inteiro. Levam desvantagem perante nós, os de imaginação solta. Não podem conceber cores novas, todas já estão carimbadas. Sinto vontade de convidá-los a vir para junto de nós, os preto-e-brancos; será que aceitam?

(Carlos Drummond de Andrade. Quando é dia de futebol, 2014.)

O termo que qualifica o substantivo na expressão “exercício livre” tem sentido equivalente ao termo que qualifica o substantivo em:
Alternativas
Respostas
361: A
362: B
363: C
364: E
365: A
366: D
367: D
368: C
369: A
370: A
371: E
372: A
373: E
374: D
375: E
376: A
377: A
378: C
379: B
380: D