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O conhecimento da anatomia dentária interna é imprescindível para a correta execução das etapas de sanificação e modelagem do canal radicular. Sobre anatomia interna dos dentes, analise as afirmativas a seguir.
I. Canal secundário: aquele que se apresenta no terço cervical e começo do terço médio, e caminha em direção ao ligamento periodontal.
II. Canal colateral: aquele que parte do canal principal percorrendo discreto trecho, e retorna sempre ao canal principal, não chegando à região apical.
III. Canal lateral: aquele que se apresenta no terço cervical e começo do terço médio e caminha em direção ao ligamento periodontal.
IV. Canal acessório: aquele que se constitui em uma ramificação do canal secundário que caminha em direção ao ligamento periodontal.
Estão corretas apenas as afirmativas
Para uma correta indicação do tratamento é fundamental que se estabeleça um diagnóstico da condição pulpar o mais preciso possível. A correlação do exame clínico, em casos de alterações patológicas pulpares com os achados radiográficos, deve ser bem conduzida para o estabelecimento de um diagnóstico correto. De acordo com o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Uma resposta positiva aos testes térmicos (frio e calor) nem sempre comprovará uma alteração patológica pulpar.
( ) O teste de sensibilidade ao calor é mais confiável do que o teste ao frio para auxiliar no diagnóstico de uma alteração patológica pulpar.
( ) Tanto o teste ao frio quanto o teste ao calor não possuem potencial para agravar a situação de uma polpa inflamada.
( ) O teste elétrico não permite informações sobre o suprimento sanguíneo pulpar, fator determinante da vitalidade pulpar.
A sequência está correta em
Observe a imagem.

Como se chama este tipo de preparo cavitário realizado na face proximal de um pré-molar?
“Um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu da Língua Portuguesa, contíguo à Estação da Luz – cartão postal da região central da cidade de São Paulo – em dezembro de 2015. Ali, na rua Mauá, que passa ao lado da estação, Paulo Cassiano da Costa, 69 anos, viu tudo desde o início, por volta das 16h. Dono de uma banca de jornal desde 1972, diz nunca ter presenciado nada tão impressionante e resume seu carinho pelo cartão postal paulistano mostrando a foto de capa de seu celular: uma foto da estação. ‘Pra mim é um orgulho trabalhar por aqui, isso aí foi uma pena’.”
(Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/21/politica/1450725886_775097.html.)
O patrimônio cultural é um bem intocável e um recurso não renovável; insubstituível e de enorme valor simbólico. Em relação ao quesito “segurança” dos museus, analise as afirmativas a seguir.
I. Mesmo sendo espaços de reafirmação identitária e por assegurarem o direito à memória dos povos, os museus, como guardiões destes bens, não se tornam locais menos suscetíveis a riscos.
II. Como são garantidos pelo Estado, mesmo em casos de guerra, conflitos e crises, os museus são totalmente salvaguardados contra as ações degradantes dos mais diversos agentes de riscos.
III. Forças físicas, furto/roubo e vandalismo, fogo, água, pragas, poluentes, entre outros, são agentes de risco, que ameaçam constantemente os bens culturais, em museus.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
“No século XXI são muitos os museus em construção ou em inauguração ao redor do globo. O intenso movimento em redor da construção de museus (ampliações, restauros, reformas, novas construções) torna patente a transformação da edificação – e dos acontecimentos que abrigam – em peça central do sistema de circulação cultural de massa, quer como acontecimento midiático, quer como gerador de novas centralidades urbanas. Em ambos os casos, correspondendo ao incremento direto ou indireto do capital circulante. A ‘atualidade’ ou ‘atualização’ da arquitetura do museu passa a participar do contexto contemporâneo de adjetivação do ‘atual’ como índice de movimento dinâmico constante da instituição.”
(Disponível em: http://www.forumpermanente.org/revista/edicao-0/textos/as-arquiteturas-de-museus-contemporaneos-como-agentes-no-sistema-da-arte.)
Em relação à arquitetura dos museus contemporâneos, é correto afirmar que:
“Em se tratando de Museus, temos que ter consciência de que tratamos de acervos com imenso valor simbólico, científico e também de mercado. Logo, as práticas de documentação e preservação que adotamos devem considerar estes aspectos. Um dos pilares fundamentais da gestão de museus, a documentação é um processo museológico, assim como a conservação, a exposição e as atividades educativas.”
(Disponível em: http://www.cultura.pr.gov.br/arquivos/File/downloads/p_museologia.pdf.)
Para que essa preservação, em todos os sentidos, seja eficiente, é necessário um sistema de recuperação da informação e do acervo que atenda as expectativas. Nesse setor ganha notoriedade as técnicas de conservação preventiva, dentre as quais podemos destacar como medida fundamental:
“Nos últimos anos, os museus – centros perpetuadores da memória, da arte e do conhecimento – têm experimentado um extraordinário fortalecimento no Brasil. Esse processo é constatado pelo aumento significativo do número dessas instituições em todo o território nacional, pelo crescimento da oferta de cursos de museologia em nível superior e, sobretudo, pela criação de um marco regulatório para o setor: o Estatuto de Museus.”
(Disponível em: http://www.museus.gov.br/decreto-8-12413/.)
Consta, entre outros assuntos e leis, nesse Estatuto, as atribuições do museólogo; analise-as.
I. Ensinar a matéria museologia, nos seus diversos conteúdos, em todos os graus e níveis, obedecidas as prescrições legais.
II. Pode planejar, organizar, administrar, dirigir e supervisionar os museus, as exposições de caráter educativo e cultural, os serviços educativos e as atividades culturais dos museus e de instituições afins.
III. Sua principal função é executar as atividades concernentes ao funcionamento das exposições e eventos dos museus, com exceção daquelas ligadas à administração financeira e administrativa.
IV.Orientar a realização de seminários, colóquios, concursos, exposições de âmbito nacional ou internacional, e de outras atividades de caráter museológico.
Estão corretas apenas as afirmativas
“Dos 12 mil itens do acervo museológico do Museu da Imigração do Estado de São Paulo, apenas 305 estão na exposição de longa duração ‘Migrar: experiências, memórias e identidades’. Todos os outros objetos estão divididos em três salas – local invisível para o público – e são expostos, temporariamente, quando possível.”
(Disponível em: http://museudaimigracao.org.br/ um-espaco-de-preservacao-de-acervos.)
O espaço destinado a garantir a preservação dos objetos do acervo museológico que NÃO estão em exposição denomina-se:
“O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os. Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessária uma limpeza constante.”
(BARROSO, Gustavo. Introdução à Técnica de Museus. Vol. 1.)
Para medir as oscilações de temperatura e o grau de umidade relativa, utilizam-se os seguintes instrumentos, cuja leitura deve ser diária:
Texto I:
“No caso desse tipo de exposição podem-se selecionar acervos dos mais variados e temáticos possíveis. Essas exposições representam um importante veículo de dinamização e rotatividade nos museus. O caráter de novidade proporciona, ao lado do trabalho educativo, uma visita mais estimulante ao público visitante.”
(Bittencourt, 2003.)
Texto II:
“Em uma exposição desse tipo, o importante é ter um bom plano de transporte e instalação da mostra, bem como o seguro de todo o acervo. Elas demandam, dependendo do perfil, uma grande soma de recursos, pois envolvem translado e hospedagem de equipe, acervo, seguros, divulgações específicas e outros.”
(Bittencourt, 2003.)
Os textos I e II referem-se, respectivamente, às exposições:
O museólogo francês Hugues de Varine, a quem se atribui a definição do conceito de ecomuseu, sintetizou a comparação entre museu tradicional e ecomuseu desta forma:

Tendo em vista as diferenças na concepção e nas funções dos museus tradicionais e dos ecomuseus, é correto afirmar
que
Documento I:

O documento I retrata um tipo de registro fundamental na organização museológica. Contém informações referentes
ao acervo do museu. Um museu que não mantém atualizadas e em bom estado as informações relativas a seu acervo,
deixa de cumprir uma de suas principais funções, ou talvez a mais importante, que é a preservação de sua memória.
Trata-se de um exemplo de abertura de:
“Como um dos desafios atuais, a gestão é um processo imprescindível para a qualificação das instituições museológicas. É por meio dela que tais instituições implementam sua missão, visando ao cumprimento de seus objetivos.”
(CÂNDIDO, Manuelina. 2014.)
No que diz respeito à gestão de museus, uma das preocupações deve ser a questão do público. Certos cuidados são fundamentais em relação a esse aspecto, entre os quais podemos destacar: