Questões Militares

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Q753380 Português
Relacione as regras referentes ao emprego da vírgula às frases a seguir: I - Usa-se a vírgula para marcar a supressão do verbo. II - Usa-se a vírgula para separar o aposto explicativo. III - Separa-se por vírgula o objeto pleonástico. IV - Usa-se a vírgula para separar as datas das localidades. ( ) Campo Grande, 13 de setembro de 2013. ( ) Machado de Assis, autor de Dom Casmurro, foi um ótimo escritor. ( ) No mar, os peixes. ( ) O caderno, guarda-o na pasta da escola. A sequência correta é:
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Q753379 Português
Observe, nos períodos a seguir, a regência dos verbos e dos nomes. I - Os funcionários procederam a contagem dos pontos. II - A decisão de Ana implicava em prejuízos futuros. III - Seu comportamento é incompatível com o ambiente escolar. IV - Eva prefere ficar em casa a ir a um show. V - Todos aspiram à liberdade de expressão. Assinale a sequência que corresponde apenas aos períodos corretos.
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Q753378 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a regência da forma verbal sublinhada está correta.
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Q753377 Português
Leia os trechos para responder à questão. “...sua dedicação à invenção de neologismos...” “Mas voltemos à história do galo de Malaquias.” 
Assinale a alternativa que justifique o uso da crase nessa ocorrência.
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Q753376 Português
Analise as afirmações a seguir. I - “Adoro a sua coluna...” - (Sujeito oculto EU). II - “Um dia o campeão de rinha ...” - (Um dia é adjunto adverbial de tempo). III -"... mas não sei onde.” - (mas dá a ideia de oposição, adversidade). Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões) apresentada(s) em:
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Q753375 Português
Analise as afirmações seguintes. I - As expressões SALÁRIO e APLICÁVEL são paroxítonas. II - As expressões OLÁ e SÉRGIO são oxítona e paroxítona, respectivamente. III - Nas expressões MELISSA e BRASILEIRO, temos dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico, respectivamente. IV - As expressões PROVÉRBIO e HISTÓRIA são paroxítonas terminadas em ditongos abertos. Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmação(ões) correta(s).
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Q753374 Português
Assinale a alternativa em que o significado apresentado na Coluna 2 NÃO corresponde ao significado da palavra ou expressão destacada na Coluna 1.
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Q753373 Português

Leia o trecho a seguir para responder à questão.

Melissa, dizem que esse galo cantou no Rio de Janeiro colonial, provavelmente numa madrugada da segunda metade do século XVIII. 


A expressão MELISSA, no trecho, é classificada como: 

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Q753369 Português
Assinale a alternativa em que a partícula SE é índice de indeterminação do sujeito.
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Q753368 Português
Em “Na juventude, muitos fatos lhe haviam acontecido”, ocorre oração com:
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Q753365 Português
Nas relações de regência, um termo regente, quer seja nome quer seja verbo, pode ter mais de um termo regido. Observe as frases a seguir:  A- Ela sempre gostou de conquistar, de sobressair, de dominar. B - Na época, demonstrava interesse por sapatos, por livros e por chapéus. C - Fazia jus a ser criticada, porém não a sofrer discriminação. Pode-se afirmar que: I - Em A, as expressões sublinhadas são regidas pelo mesmo verbo: gostar. II - Em B, os termos sublinhados estão sob a regência do verbo demonstrar. III - Em C, as orações sublinhadas estão regidas pelo substantivo jus. Está correto o que se afirma em:
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Q753363 Português
Numere a segunda coluna pela primeira, considerando a concordância nominal (adjetivo posposto), de acordo com a norma culta. (1)novos (2)novas ( ) saia e blusa.............................. ( ) sapato e blusa.......................... ( ) calça e camisa.......................... ( ) chapéu e casaco...................... ( ) boné e camisa......................... A sequência numérica correta, de cima para baixo, é:.
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Q753361 Português

Um rio do Éden

29 de agosto de 2013 | 2h 19.

Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.

   O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.

   É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.

   O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.

Ao justificar por que “a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora” (§2), Veríssimo:
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Q753360 Português

Um rio do Éden

29 de agosto de 2013 | 2h 19.

Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.

   O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.

   É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.

   O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.

No início do segundo parágrafo, Veríssimo afirma: “É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo”. Nessa afirmação, a expressão destacada “essa ideia" foi utilizada para: I - retomar algo já mencionado no primeiro parágrafo. II - detalhar melhor os aspectos apresentados no primeiro parágrafo. III - manter o tema e, ao mesmo tempo, acrescentar informações novas. IV - fazer o texto progredir sequencialmente. V - introduzir apenas informações completamente novas. Estão corretas apenas : 
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Q726077 Direito Constitucional
Assinale a alternativa correta sobre o conceito de cidadania e/ou os deveres e direitos de voto, no Brasil e no mundo.
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Q716556 Português

Texto base:

“Mulher: Que é isso, João, você está em casa! Diga!

João Grilo: É que o gato que eu lhe trouxe descome

dinheiro.

Mulher: Descome dinheiro?

João Grilo: Descome sim.

Mulher: Essa eu só acredito vendo!

[...]

João Grilo: Está aí o gato.

Mulher: E daí?

João Grilo: É só tirar o dinheiro.

Mulher: Pois tire!

[...]

João Grilo: (Virando o gato pra Chicó, com o rabo

levantado) Tire aí, Chicó!

Chicó: Eu não, tire você!

[...]

João Grilo: (Passa a mão no traseiro do gato e tira

uma prata de cinco tostões.) Está aí, cinco tostões que

o gato lhe dá de presente”.

(SUASSUNA, Ariano. Auto da compadecida. Rio de Janeiro: Agir, 2005. p. 77-79). 

Auto da compadecida é uma peça produzida com base em romances e histórias populares do Nordeste. O texto aproxima-se dos espetáculos de circo e da tradição popular, por isso, a sua relação com o tragicômico. O texto base apresenta trechos que constituem um diálogo a respeito de um gato que descome dinheiro, trechos retirados da peça teatral acima mencionada. Sobre Auto da compadecida, é correto afirmar:
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Q716554 Português

Juros bancários

Juro é o custo do dinheiro, o valor que o tomador de recursos deve pagar a mais sobre o valor emprestado, depois de determinado período. É como se o devedor pagasse ao credor um aluguel pelo dinheiro emprestado. A taxa de juros é o valor, em porcentagem, desse aluguel, a ser pago a cada dia, mês ou ano, até a liquidação total da dívida.

Spread bancário

O spread é a diferença entre o que um banco paga como rendimento de investimentos de seus correntistas e o que recolhe de juros para emprestar dinheiro. Nem tudo no spread é lucro. Incluem-se ali, também, outros valores, como o risco estimado de inadimplência dos tomadores de empréstimos e custos administrativos.

Fonte: Guia do Estudante/Matemática, 2014.

Os excertos são discursos sobre sistema financeiro e representam a opção do produtor do texto em usar um gênero textual que:

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Q716553 Português

Texto base:

O CAVALO QUE BEBIA CERVEJA

“[...] Seo Priscílio apareceu, falou com seo Giovânio: se que estórias seriam aquelas, de um cavalo beber cerveja? Apurava com ele, apertava. Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça, fungando o escorrido do nariz, até o toco do charuto; mas não fez mau rosto ao outro. Passou muito a mão na testa: - “Lei, quer ver?” Saiu, para surgir com um cesto com as garrafas cheias, e uma gamela, nela despejou tudo, às espumas. Me mandou buscar o cavalo: o alazão canela-clara, bela face. O qual – era de se dar a fé? – Já avançou, avispado, de atreitas orelhas, arredondando as ventas, se lambendo: e grosso bebeu o rumor daquilo, gostado, até o fundo; a gente vendo que ele já era manhudo, cevado naquilo! Quando era que tinha sido ensinado, possível? Pois, o cavalo ainda queria mais e mais cerveja. Seo Priscílio se vexava, no que agradeceu e se foi. Meu patrão assoviou de esguicho, olhou para mim: - “Irivalíni, que estes tempos vão cambiando mal. Não laxa as armas!” Aproveitei. Sorri de que ele tivesse as todas manhas e patranhas. Mesmo assim, meio me desgostava”.

(ROSA, João Guimarães. O cavalo que bebia cerveja”. In:______. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 145).

Guimarães Rosa, na sua obra, revela a necessidade de revitalizar o homem, por meio de uma estrutura linguística autêntica, promovendo, sobretudo, uma revolução instrumental: a revolução estilística. Esse é um ponto de vista apontado pelos críticos Afrânio Coutinho e Eduardo Coutinho, no livro A Literatura no Brasil, volume 4, publicado pela editora de São Paulo em 2004. Nessa perspectiva, marque a alternativa que identifica, nos dois trechos, essa revolução estilística, pela desconstrução da linguagem no conto “O cavalo que bebia cerveja”:

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Q716552 Português

Texto base:

A DIFERENÇA ENTRE MÍDIA SOCIAL E MÍDIA

SOCIAL PARA NEGÓCIOS NO FACEBOOK

Dê uma olhada na sua página de perfil no Facebook.

Você vê todos os tipos de fotos suas, de seus amigos e de seus familiares? Isso não parece muito condizente com negócios. Está mais para comportamento tolo. Quase como uma sala de bate-papo para que seus amigos vejam sua vida, e você ver a deles.

Embora seja na sua maioria positivo, algumas contêm dramas, e tudo isso está aberto.

Agora, tire um tempinho e dê uma olhada em algumas páginas de mídia social para negócios. Elas são fáceis de achar. Todas as grandes corporações têm uma.

Olhe essas primeiramente e, em seguida, tente encontrar algumas páginas de empresas pequenas.

Em seguida, procure seus concorrentes, talvez procure até mesmo sua empresa.

Agora, pense em seus clientes, seus prospectos, seus fornecedores, seus contatos comerciais e suas conexões comerciais. O que você pode fazer para convidá-los ou, eu devo dizer, incitá- los a “curtir” sua página para negócios no Facebook?

(GITOMER, J. Boom de mídias sociais. São Paulo: M. Books do Brasil, 2012. p. 69). (Adaptado).

O autor manifesta a opinião de que há incoerência em relação ao avanço das novas tecnologias da informação e comunicação no domínio das mídias sociais e a geração de informações úteis aos usuários.

O texto ressalta essa incoerência à medida em que:

Alternativas
Q716551 Português

Texto base:

PLANTA QUE BRILHA NO ESCURO GERA POLÊMICA

Você gostaria de ter uma planta que brilha no escuro? Mais de 8 mil pessoas disseram que sim – e doaram dinheiro para o Glowing Plant Project, um projeto que quer criar e vender uma planta capaz de emitir luz. Uma versão modificada da Arabidopsis thaliana, que receberá genes de alguma criatura produtora de luz, como uma libélula. Isso é considerado tecnicamente plausível. Mas a possibilidade gerou protestos de cientistas. Há receio de que a planta possa se multiplicar de forma descontrolada, interferir com outras espécies e causar problemas ecológicos.

Fonte: Revista Super Interessante, agosto de 2013.

Está incorreto afirmar que:

Alternativas
Respostas
3201: B
3202: C
3203: C
3204: A
3205: E
3206: C
3207: D
3208: C
3209: B
3210: E
3211: D
3212: A
3213: D
3214: D
3215: A
3216: E
3217: E
3218: E
3219: B
3220: D