Questões Militares

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Q645768 Economia
Em 1994, no governo Itamar Franco, foi implantado o Plano Real. Em sua primeira etapa, esse plano procurou equilibrar o orçamento público e, posteriormente, o seu foco passou a ser a desindexação da economia. Consolidada esta fase, a política anti-inflacionária do Plano Real concentrou-se nas chamadas âncoras monetária e cambial. Uma medida adotada pela política de âncoras consistiu:
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Q645767 Economia
A necessidade da atuação do setor público na atividade econômica deve-se ao fato de o mercado não conseguir cumprir satisfatoriamente todas as suas funções e tarefas. Em relação ao papel do setor público na economia, assinale a opção correta.
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Q645766 Economia
Na teoria de determinação do equilíbrio da renda nacional e do emprego, a despesa agregada pode ser maior, igual ou menor que o nível de oferta agregada. Como se denomina montante pelo qual a despesa agregada excede a oferta agregada ao nível de pleno emprego?
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Q645764 Economia
Em relação ao mercado de concorrência perfeita, assinale a afirmativa correta.
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Q645763 Economia

Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo:

Em relação à Armadilha da Liquidez formulada por Keynes, é correto afirmar que se a taxa de juros estiver muito ______ todos os agentes econômicos irão demandar moeda por motivo de __________. Dessa forma, a demanda por moeda torna-se infinitamente __________ à taxa de juros.

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Q645762 Economia
Uma organização realizou gastos na obtenção de cinco itens. Os valores desses itens foram: R$ 230,00; R$ 320,00; R$ 610,00; R$ 500,00; e R$ 700,00. O coeficiente de variação (com duas casas decimais) entre esses valores é aproximadamente :
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Q645761 Economia
Em relação ao orçamento-programa, é correto afirmar que:
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Q645760 Economia
Em relação à Teoria do Consumidor, assinale a opção correta.
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Q645759 Economia

Em relação aos registros de transações de um país com o resto do mundo, coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo e assinale a opção que apresenta a sequência correta.

( ) Reservas internacionais de um país são o conjunto de haveres negociáveis em moeda estrangeira, de alta conversibilidade e liquidez, de propriedade do Banco Central .

( ) A conta capital registra exclusivamente transferências relativas a patrimônio de migrantes internacionais.

( ) A balança comercial reflete a movimentação financeira do produto.

( ) Transferências unilaterais são as transferências (na forma de bens e moeda) entre residentes e não residentes, sem qualquer contrapartida em compromissos de pagamento de juros, bonificações, lucros, dividendos, entre outros.

( ) Erros e omissões é classificada como conta de equilíbrio .

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Q645754 Auditoria de Obras Públicas
Segundo a RESOLUÇÃO do CONFEA N° 1.025, de 30 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e o Acervo Técnico Profissional, é correto afirmar que:
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Q645734 Auditoria de Obras Públicas
Em relação à classificação dos resíduos da construção civil, é correto afirmar que:
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Q645116 Engenharia de Automação
A Transformada Z possui algumas propriedades essenciais ao uso efetivo e correto desta importante ferramenta, aplicada largamente em Controle Digital. Assinale, dentre as opções a seguir, aquela que NÃO trata de uma propriedade da Transformada Z .
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Q645109 Engenharia de Automação
Em Sistemas de Controle, o Método do Lugar das Raízes é uma abordagem que leva a uma indicação clara dos efeitos produzidos por uma variação de ganho, com um esforço relativamente menor em comparação com outros métodos. Com relação ao Método do Lugar das Raízes, sua aplicação e características, assinale a opção correta.
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Q645102 Engenharia de Automação
O Segundo Método de Liapunov, ou Método direto, é empregado para a análise do comportamento de Sistemas de Controle Lineares. Em relação ao segundo Método de Liapunov, assinale a opção correta.
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Q644664 Física

Na máquina de Atwood representada na figura M1 = 2,0 kg e M2 = 3,0 kg . Assumindo que o fio é inextensível e tem massa desprezível, assim como a polia, a tração no fio, em newtons, é

Dado: g=10 m/s2

                                 Imagem associada para resolução da questão

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Q644663 Física

Um recipiente cilíndrico fechado contém 60,0 litros de oxigênio hospitalar (O2) a uma pressão de 100 atm e temperatura de 300 K. Considerando o O2 um gás ideal, o número de mols de O2 presentes no cilindro é

Dado: constante gás ideal Imagem associada para resolução da questão

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Q644660 Física

Uma viga metálica uniforme de massa 50 Kg e 8,0 m de comprimento repousa sobre dois apoios nos pontos B e C. Duas forças verticais estão aplicadas nas extremidades A e D da viga: a força Imagem associada para resolução da questão de módulo 20 N para baixo e a força Imagem associada para resolução da questão de módulo 30N, para cima, de acordo com a figura. Se a viga se encontra em equilíbrio estável, o módulo, em newtons, da reação Imagem associada para resolução da questão no apoio B vale

Dado: g = 10 m/s2 .

Imagem associada para resolução da questão

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Q644638 Português

                                  ESPERA UMA CARTA

                                                                                Carlos Drummond de Andrade

      Agora sei por que não vieste, depois de tanto e tanto te esperar. Cheguei a supor que não existisses. Imaginei, às vezes, que foras ter a outra porta, e alguém se beneficiava de ti. Era o equívoco mais consolador, afinal não se perderia a mensagem. Eu indagava os rostos, pesquisava neles a furtiva iluminação, o traço de beatitude, que indicasse conhecimento de teu segredo. Não distinguia bem, as pessoas se afastavam ou escondiam tão finamente tua posse, que a dúvida ficava enrodilhada à minha esquerda. O desengano, à direita. E não havia combate entre eles. Coexistiam, mais a cabeçuda esperança.

      Todas as manhãs te aguardava. Ao meio-dia já era certo que não vinhas. O resto do dia era neutro. Restava amanhã. E outro amanhã. E depois. Repousava, aos domingos, dessa expectação sem limites. Via-te aparecer em sonho, e fechava os olhos como quem soubesse que não te merecia, ou quisesse retardar o instante de comunicação. Esperar era quase receber. Cismava que te recebera havia longos anos, mas era menino e sem condições de avaliar-te, ou vieras em código, e eu, sem possuir a chave, me quedava mirando-te e remirando-te como à estrela intocável.

      Muitas recebi durante esse prazo. Não se confundiam contigo. Traziam palavras boas ou más, indiferentes, quaisquer. E o receio de que entre elas rolasses perdida, fosses considerada insignificante? Desprezada, como impresso de propaganda?

      As dádivas que devias trazer-me, quais seriam? Nunca imaginei ao certo o que de grande me reservavas. Quem sabe se a riqueza, de que eu tinha medo, mas revestida de doçura e imaginação, a resumir os prazeres do despojamento? Ou a glória espiritual, sem seus gêmeos a jactância e o orgulho? Ou o amor – e esta só palavra me fazia curvar a cabeça, ao peso de sua magnificência. Eu não escolhia nem hesitava. O dom seria perfeito, sem proporção com o ente gratificado. E infinito, a envolver minha finitude.

      Mas agora sei por que não vieste nem virás. Estavas entre inúmeras companheiras, jogadas em sacos espessos, por sua vez afundados num subterrâneo. E dizer que todos os dias passei por tuas proximidades, até mesmo em cima de ti, sem discernir tua pulsação. Servidores infiéis ou cansados foram acumulando debaixo do chão o monte de notícias, lamentos, beijos, ameaças, faturas, ordens, saudades, sobre o qual os caminhões passavam, os dias passavam, passavam os governos e suas reformas. Escondida, esmagada no monte, sem sombra de movimento, lá te deixaste jazer, enquanto eu conjeturava mil formas de extravio e omissão. Cheguei a desconfiar de ti, a crer que zombavas de minha urgência, distraindo-te por itinerários loucos. Suspeitei que te recusavas, quase desejei que fogo ou água te liquidassem, já que te esquivavas a tua missão.

      E foi o que aconteceu, sem dúvida. A umidade e os ratos de esgoto te consumiram. Restam – se restarem – fragmentos que nada contam ou explicam, senão que uma carta maravilhosa, esperada desde a eternidade, por mim e por outro qualquer homem igual a mim, foi escrita em alguma parte do mundo e não chegou a destino, porque o Correio a jogou fora, entre trezentas mil ou trezentos milhões de cartas. 

OBS.: O texto foi adaptado às regras do Novo Acordo Ortográfico. 

Assinale a opção em que a palavra sublinhada NÃO tem relação com a forma verbal colocada ao lado.
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Q644637 Português

                                  ESPERA UMA CARTA

                                                                                Carlos Drummond de Andrade

      Agora sei por que não vieste, depois de tanto e tanto te esperar. Cheguei a supor que não existisses. Imaginei, às vezes, que foras ter a outra porta, e alguém se beneficiava de ti. Era o equívoco mais consolador, afinal não se perderia a mensagem. Eu indagava os rostos, pesquisava neles a furtiva iluminação, o traço de beatitude, que indicasse conhecimento de teu segredo. Não distinguia bem, as pessoas se afastavam ou escondiam tão finamente tua posse, que a dúvida ficava enrodilhada à minha esquerda. O desengano, à direita. E não havia combate entre eles. Coexistiam, mais a cabeçuda esperança.

      Todas as manhãs te aguardava. Ao meio-dia já era certo que não vinhas. O resto do dia era neutro. Restava amanhã. E outro amanhã. E depois. Repousava, aos domingos, dessa expectação sem limites. Via-te aparecer em sonho, e fechava os olhos como quem soubesse que não te merecia, ou quisesse retardar o instante de comunicação. Esperar era quase receber. Cismava que te recebera havia longos anos, mas era menino e sem condições de avaliar-te, ou vieras em código, e eu, sem possuir a chave, me quedava mirando-te e remirando-te como à estrela intocável.

      Muitas recebi durante esse prazo. Não se confundiam contigo. Traziam palavras boas ou más, indiferentes, quaisquer. E o receio de que entre elas rolasses perdida, fosses considerada insignificante? Desprezada, como impresso de propaganda?

      As dádivas que devias trazer-me, quais seriam? Nunca imaginei ao certo o que de grande me reservavas. Quem sabe se a riqueza, de que eu tinha medo, mas revestida de doçura e imaginação, a resumir os prazeres do despojamento? Ou a glória espiritual, sem seus gêmeos a jactância e o orgulho? Ou o amor – e esta só palavra me fazia curvar a cabeça, ao peso de sua magnificência. Eu não escolhia nem hesitava. O dom seria perfeito, sem proporção com o ente gratificado. E infinito, a envolver minha finitude.

      Mas agora sei por que não vieste nem virás. Estavas entre inúmeras companheiras, jogadas em sacos espessos, por sua vez afundados num subterrâneo. E dizer que todos os dias passei por tuas proximidades, até mesmo em cima de ti, sem discernir tua pulsação. Servidores infiéis ou cansados foram acumulando debaixo do chão o monte de notícias, lamentos, beijos, ameaças, faturas, ordens, saudades, sobre o qual os caminhões passavam, os dias passavam, passavam os governos e suas reformas. Escondida, esmagada no monte, sem sombra de movimento, lá te deixaste jazer, enquanto eu conjeturava mil formas de extravio e omissão. Cheguei a desconfiar de ti, a crer que zombavas de minha urgência, distraindo-te por itinerários loucos. Suspeitei que te recusavas, quase desejei que fogo ou água te liquidassem, já que te esquivavas a tua missão.

      E foi o que aconteceu, sem dúvida. A umidade e os ratos de esgoto te consumiram. Restam – se restarem – fragmentos que nada contam ou explicam, senão que uma carta maravilhosa, esperada desde a eternidade, por mim e por outro qualquer homem igual a mim, foi escrita em alguma parte do mundo e não chegou a destino, porque o Correio a jogou fora, entre trezentas mil ou trezentos milhões de cartas. 

OBS.: O texto foi adaptado às regras do Novo Acordo Ortográfico. 

Suspeitei que te recusavas (...). Ao longo do texto, o autor, ao se dirigir ao seu destinatário, usa um tratamento íntimo, de segunda pessoa do singular. Se ele usasse um tratamento mais formal como o de V.Sa., teríamos a seguinte construção:
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Q644636 Português

                                  ESPERA UMA CARTA

                                                                                Carlos Drummond de Andrade

      Agora sei por que não vieste, depois de tanto e tanto te esperar. Cheguei a supor que não existisses. Imaginei, às vezes, que foras ter a outra porta, e alguém se beneficiava de ti. Era o equívoco mais consolador, afinal não se perderia a mensagem. Eu indagava os rostos, pesquisava neles a furtiva iluminação, o traço de beatitude, que indicasse conhecimento de teu segredo. Não distinguia bem, as pessoas se afastavam ou escondiam tão finamente tua posse, que a dúvida ficava enrodilhada à minha esquerda. O desengano, à direita. E não havia combate entre eles. Coexistiam, mais a cabeçuda esperança.

      Todas as manhãs te aguardava. Ao meio-dia já era certo que não vinhas. O resto do dia era neutro. Restava amanhã. E outro amanhã. E depois. Repousava, aos domingos, dessa expectação sem limites. Via-te aparecer em sonho, e fechava os olhos como quem soubesse que não te merecia, ou quisesse retardar o instante de comunicação. Esperar era quase receber. Cismava que te recebera havia longos anos, mas era menino e sem condições de avaliar-te, ou vieras em código, e eu, sem possuir a chave, me quedava mirando-te e remirando-te como à estrela intocável.

      Muitas recebi durante esse prazo. Não se confundiam contigo. Traziam palavras boas ou más, indiferentes, quaisquer. E o receio de que entre elas rolasses perdida, fosses considerada insignificante? Desprezada, como impresso de propaganda?

      As dádivas que devias trazer-me, quais seriam? Nunca imaginei ao certo o que de grande me reservavas. Quem sabe se a riqueza, de que eu tinha medo, mas revestida de doçura e imaginação, a resumir os prazeres do despojamento? Ou a glória espiritual, sem seus gêmeos a jactância e o orgulho? Ou o amor – e esta só palavra me fazia curvar a cabeça, ao peso de sua magnificência. Eu não escolhia nem hesitava. O dom seria perfeito, sem proporção com o ente gratificado. E infinito, a envolver minha finitude.

      Mas agora sei por que não vieste nem virás. Estavas entre inúmeras companheiras, jogadas em sacos espessos, por sua vez afundados num subterrâneo. E dizer que todos os dias passei por tuas proximidades, até mesmo em cima de ti, sem discernir tua pulsação. Servidores infiéis ou cansados foram acumulando debaixo do chão o monte de notícias, lamentos, beijos, ameaças, faturas, ordens, saudades, sobre o qual os caminhões passavam, os dias passavam, passavam os governos e suas reformas. Escondida, esmagada no monte, sem sombra de movimento, lá te deixaste jazer, enquanto eu conjeturava mil formas de extravio e omissão. Cheguei a desconfiar de ti, a crer que zombavas de minha urgência, distraindo-te por itinerários loucos. Suspeitei que te recusavas, quase desejei que fogo ou água te liquidassem, já que te esquivavas a tua missão.

      E foi o que aconteceu, sem dúvida. A umidade e os ratos de esgoto te consumiram. Restam – se restarem – fragmentos que nada contam ou explicam, senão que uma carta maravilhosa, esperada desde a eternidade, por mim e por outro qualquer homem igual a mim, foi escrita em alguma parte do mundo e não chegou a destino, porque o Correio a jogou fora, entre trezentas mil ou trezentos milhões de cartas. 

OBS.: O texto foi adaptado às regras do Novo Acordo Ortográfico. 

Assinale a opção em que o termo sublinhado NÃO exerce a função de sujeito.
Alternativas
Respostas
17321: C
17322: C
17323: C
17324: B
17325: E
17326: C
17327: A
17328: D
17329: B
17330: E
17331: D
17332: C
17333: A
17334: A
17335: E
17336: D
17337: C
17338: C
17339: C
17340: C