Questões Militares
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TEXTO II
SARGENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO: RESPONSABILIDADES E DESAFIOS
Parte integrante e fundamental da estrutura organizacional da Força Terrestre, sobre o sargento recai grande responsabilidade pela manutenção da solidez do Exército Brasileiro. A ele, cabe a missão de servir como “referência imediata” para cabos e soldados e para Sargentos mais jovens e recém-egressos das Escolas. Essa referência se concretiza pelos exemplos de profissionalismo e correção de atitudes demonstrados no dia a dia dos quartéis, desde o cumprimento das ordens dos superiores até a atuação pautada na disciplina consciente.
A responsabilidade cresce de importância pela proximidade funcional entre os graduados e inicia-se desde cedo na formação militar dos mais modernos. A forja das escolas militares intensifica-se com a apresentação na organização militar dos Corpos de Tropa. É ali onde tudo é posto à prova. A tutela e a constante vigília dos instrutores e monitores que dão o amálgama inicial da formação cessam, e o sargento precisa seguir o seu próprio caminho, atento às referências positivas dos oficiais e graduados mais antigos e experientes. [...]
O Exército Brasileiro possui diferentes níveis de comando e organização. Neste sentido, o pleno entendimento dessas camadas é vital para o funcionamento das pequenas frações. Ao compreender seu espaço e a amplitude de suas responsabilidades, o sargento coopera para que essa estrutura de comando funcione melhor ajustada, contribuindo para reforçar as bases de trabalho da Força Terrestre. [...] Ao sargento, cabe conhecer muito bem sua profissão e, principalmente, seus subordinados. Deve comunicar-se eficazmente e estar sempre pronto para corrigir com sereno rigor, apoiá-los nas dificuldades, e, não menos importante, emprestar bons exemplos em todas as oportunidades. Estar próximo ao subordinado é indispensável para a construção de um ambiente favorável ao estímulo da confiança e da motivação. [...]
Por fim, a Força Terrestre entende que atribuir maiores responsabilidades ao sargento é fortalecer a própria instituição, com uma base sólida e eficaz. Quanto melhor for a formação do sargento e mais aprimorado e atrativo for seu plano de carreira, melhores e mais motivados profissionais das armas serão para a manutenção de um componente terrestre moderno, coeso e dotado das capacidades necessárias para cumprir sua missão.
BERNADINO, E. C. Sargento do Exército Brasileiro: responsabilidades e desafios. EBLOG, 21 out. 2020. Disponível em: https://eblog.eb.mil.br/index.php/menu-easyblog/sargento-do-exercito-brasileiro-responsabilidades-e-desafios.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).
A oração em destaque é classificada como:
TEXTO II
SARGENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO: RESPONSABILIDADES E DESAFIOS
Parte integrante e fundamental da estrutura organizacional da Força Terrestre, sobre o sargento recai grande responsabilidade pela manutenção da solidez do Exército Brasileiro. A ele, cabe a missão de servir como “referência imediata” para cabos e soldados e para Sargentos mais jovens e recém-egressos das Escolas. Essa referência se concretiza pelos exemplos de profissionalismo e correção de atitudes demonstrados no dia a dia dos quartéis, desde o cumprimento das ordens dos superiores até a atuação pautada na disciplina consciente.
A responsabilidade cresce de importância pela proximidade funcional entre os graduados e inicia-se desde cedo na formação militar dos mais modernos. A forja das escolas militares intensifica-se com a apresentação na organização militar dos Corpos de Tropa. É ali onde tudo é posto à prova. A tutela e a constante vigília dos instrutores e monitores que dão o amálgama inicial da formação cessam, e o sargento precisa seguir o seu próprio caminho, atento às referências positivas dos oficiais e graduados mais antigos e experientes. [...]
O Exército Brasileiro possui diferentes níveis de comando e organização. Neste sentido, o pleno entendimento dessas camadas é vital para o funcionamento das pequenas frações. Ao compreender seu espaço e a amplitude de suas responsabilidades, o sargento coopera para que essa estrutura de comando funcione melhor ajustada, contribuindo para reforçar as bases de trabalho da Força Terrestre. [...] Ao sargento, cabe conhecer muito bem sua profissão e, principalmente, seus subordinados. Deve comunicar-se eficazmente e estar sempre pronto para corrigir com sereno rigor, apoiá-los nas dificuldades, e, não menos importante, emprestar bons exemplos em todas as oportunidades. Estar próximo ao subordinado é indispensável para a construção de um ambiente favorável ao estímulo da confiança e da motivação. [...]
Por fim, a Força Terrestre entende que atribuir maiores responsabilidades ao sargento é fortalecer a própria instituição, com uma base sólida e eficaz. Quanto melhor for a formação do sargento e mais aprimorado e atrativo for seu plano de carreira, melhores e mais motivados profissionais das armas serão para a manutenção de um componente terrestre moderno, coeso e dotado das capacidades necessárias para cumprir sua missão.
BERNADINO, E. C. Sargento do Exército Brasileiro: responsabilidades e desafios. EBLOG, 21 out. 2020. Disponível em: https://eblog.eb.mil.br/index.php/menu-easyblog/sargento-do-exercito-brasileiro-responsabilidades-e-desafios.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).

WATTERSON, B. Calvin & Haroldo., 18 out. 2022. Disponível em: https://maisportaldocente.blogspot.com/2022/10/atividade-tirinha-calvin-eharoldo-com.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).
Tendo em vista o contexto geral da tirinha e o humor provocado, após uma leitura atenta de algumas expressões utilizadas, como “saber disso”, “acham que” e “boa tentativa”, depreende-se que o tipo textual predominante na construção persuasiva do discurso é:
TEXTO I
Canção do Expedicionário
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do engenho
Das selvas, dos cafezais
Da boa terra do coco
Da choupana onde um é pouco
Dois é bom, três é demais
Venho das praias sedosas
Das montanhas alterosas Dos pampas, do seringal
Das margens crespas dos rios
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal
Por mais terras que eu percorra
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Sem que leve por divisa
Esse V que simboliza
A vitória que virá
Nossa vitória final
Que é a mira do meu fuzil
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
As asas do meu ideal
A glória do meu Brasil
Eu venho da minha terra
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma de minha mão
Braços mornos de Moema Lábios de mel de Iracema
Estendidos pra mim
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida E do Senhor do Bonfim
Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração
Deixei lá atrás meu terreno
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina
Onde canta o sabiá
Venho do além desse monte
Que ainda azula no horizonte
Onde o nosso amor nasceu
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado
De saudade já morreu
Venho do verde mais belo
Do mais dourado amarelo
Do azul mais cheio de luz
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas
Fazendo o sinal da cruz
DE ALMEIDA, G.; ROSSI, S. Canção do Expedicionário., 1944. Disponível em: https://www.letras.mus.br/exercito-brasileiro/690032/. Acesso em: 11 abr. 2024.
Observe o trecho abaixo extraído do Texto I:
“Venho do além desse monte”
Assinale a alternativa que faz a análise morfossintática correta do trecho:
TEXTO I
Canção do Expedicionário
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do engenho
Das selvas, dos cafezais
Da boa terra do coco
Da choupana onde um é pouco
Dois é bom, três é demais
Venho das praias sedosas
Das montanhas alterosas Dos pampas, do seringal
Das margens crespas dos rios
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal
Por mais terras que eu percorra
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Sem que leve por divisa
Esse V que simboliza
A vitória que virá
Nossa vitória final
Que é a mira do meu fuzil
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
As asas do meu ideal
A glória do meu Brasil
Eu venho da minha terra
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma de minha mão
Braços mornos de Moema Lábios de mel de Iracema
Estendidos pra mim
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida E do Senhor do Bonfim
Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração
Deixei lá atrás meu terreno
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina
Onde canta o sabiá
Venho do além desse monte
Que ainda azula no horizonte
Onde o nosso amor nasceu
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado
De saudade já morreu
Venho do verde mais belo
Do mais dourado amarelo
Do azul mais cheio de luz
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas
Fazendo o sinal da cruz
DE ALMEIDA, G.; ROSSI, S. Canção do Expedicionário., 1944. Disponível em: https://www.letras.mus.br/exercito-brasileiro/690032/. Acesso em: 11 abr. 2024.
Observando a Canção do Expedicionário (Texto I), identifique a alternativa incorreta:
A figura abaixo ilustra a propriedade refletora da hipérbole. Se um raio partir de um ponto A e seguir em direção a F2, então ele é refletido pela hipérbole, no ponto P, e segue em direção a F1.

Considere a hipérbole
de focos F1 e F2, com F1 à esquerda de F2. Qual das retas
abaixo dá a direção do raio que deve partir do ponto A(1,3) para ser refletido no ramo da direita
da hipérbole e caminhar em direção a F1?
. Assim, o número de grupamentos que podem ser formados é dado por:

, em que t é o tempo, em segundos, após o disparo. A altura do alvo é representada, em km, por
. Após um segundo, e do mesmo local de onde o alvo foi lançado, o atirador inclinou sua arma 45º, realizou um disparo retilíneo e acertou o alvo. Qual a altura do alvo quando ele foi atingido?
Observe o polinômio abaixo:

Qual o valor do número natural para que a soma dos coeficientes do polinômio acima seja 729?
e
Três cargas numericamente idênticas estão dispostas nos vértices de um quadrado, como se mostra no diagrama a seguir.

Assinale a alternativa em que o campo elétrico resultante no ponto P está melhor representado.
Um raio de luz, que está se propagando no ar, incide em uma placa transparente com um ângulo de 45º, de acordo com a figura a seguir.

Considerando que sen 45º = 0,7 e sabendo que a c = 3 . 108 m/s, é correto afirmar que a velocidade da luz na placa transparente é igual a aproximadamente:
Um jogador de futebol chuta a bola em direção ao gol com um ângulo de 30º com a horizontal e velocidade inicial de 20 m/s.

O pé do jogador mantém contato com a bola durante 0,060 s, a massa da bola e igual a 0,3 kg e a aceleração da gravidade é igual a 10 m/s2 .
A partir dessas informações, é correto afirmar que a força média que atua sobre a bola devido ao chute e que a altura máxima que a bola alcança, respectivamente, são iguais a:
Um feixe de elétrons passa entre os polos de um ímã, como se pode observar de forma simplificada na figura a seguir.

O sentido da força aplicada sobre os elétrons será para
Uma luz não polarizada de uma lâmpada passa por um polarizador, como se pode observar na figura a seguir.

Após a primeira polarização, a intensidade da Luz medida é I0 .
O ângulo entre o Polarizador e o Analisador (segundo polarizador), para que a intensidade final da luz seja I0/4, deve ser igual a:
Na Inglaterra, anualmente, ocorre a Corrida do Queijo. Nesse evento, são lançados sucessivos queijos em formato redondo, do alto de uma colina, íngreme e irregular. Os queijos descem rolando, e os concorrentes descem correndo para alcançá-los.
Supondo que a altura máxima da colina seja igual a 60 metros e que o queijo seja lançado a partir do ponto A com velocidade igual a 18 km/h, assinale a alternativa correta em relação à velocidade com que ele chegará ao ponto B.
Desconsidere a resistência do ar e o atrito com o solo. Adote g = 10 m/s2.

Com o objetivo de observar a influência da profundidade na pressão de um líquido e determinar a densidade de líquidos não miscíveis, a professora de laboratório propôs o seguinte experimento.
Três líquidos de densidade diferentes foram dispostos em um tubo em U conforme mostra a figura a seguir.

O líquido 1 é o Hexano, de densidade desconhecida pelos alunos. O líquido 2 é a água, com densidade igual a 1 g/cm3, e o líquido 3 é o óleo, com densidade igual a 0,9 g/cm3 .
A densidade do Hexano, em g/cm3, calculada pelos alunos, é igual a:
Considere o circuito ideal de associação mista representado a seguir, formado por três lâmpadas de resistência R1 , R2 e R3 , uma fonte de tensão V ideal e uma chave S inicialmente aberta.

Assinale a alternativa correta em relação ao brilho das lâmpadas de resistência R1 e R2 ao fechar a chave S.
Uma substância desconhecida, inicialmente no estado sólido, foi aquecida por uma fonte de potência constante até o estado de vapor. O gráfico a seguir representa a curva de aquecimento dessa substância e permite observar a variação da sua temperatura em função do tempo.

Assinale a alternativa que compara corretamente o calor específico cS, cL e cV no estado sólido, líquido e gasoso, assim como o calor latente LF e LV de fusão e vaporização.