Um médico pesquisador clínico conduz um ensaio experimental para avaliar a eficácia de um novo fármaco
na redução da pressão arterial sistólica (PAS). O estudo
seleciona uma amostra de 60 pacientes com hipertensão
essencial, divididos aleatoriamente em dois grupos inde
pendentes, de 30 indivíduos: um recebeu o fármaco e
outro um placebo. Após 6 meses, os resultados demonstram que a redução média da PAS no grupo intervenção
foi de 15 mmHg (desvio padrão: 10), enquanto no grupo
placebo a redução média foi de 5 mmHg (desvio padrão:
12). A aplicação do teste t de Student para amostras independentes (bi-caudal) resultou em um valor de p: 0,001.
Adicionalmente, o pesquisador calculou o coeficiente de
correlação de Pearson entre a idade dos participantes e
a magnitude da redução pressórica, obtendo um valor de
r = 0,60. Para uma análise secundária, os pacientes foram
classificados de forma dicotômica entre os que atingiram
a meta pressórica e os que não atingiram, utilizando-se o
teste qui-quadrado para avaliar a associação com o tipo
de tratamento (p < 0,05). Observa-se que a distribuição
dos valores iniciais de PAS na amostra era levemente
assimétrica à direita.
Com base no cenário descrito e nos princípios bioestatísticos, é correto afirmar que