Questões de Concurso Militar EsFCEx 2021 para Magistério em Português

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Q1818572 História

Adotou-se a convenção de dividir o movimento em fases distintas, abrangendo o “bandeirismo defensivo”, o apresamento, o movimento colonizador, as atividades mercenárias e a busca de metais e pedras preciosas. Contudo, apesar dos pretextos e resultados variados que marcaram a trajetória das expedições, a penetração dos sertões sempre girou em torno do mesmo motivo básico.

(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo)


Para Monteiro, esse “motivo básico” das expedições dos bandeirantes foi

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Q1818573 História

Bem nas primeiras linhas da sua História geral das guerras angolas. (1681), Cadornega, o pai da historiografia angolista, menciona o “resgate de peças que servem de utilidade ao comércio, e com estes resgates se evitam não haver tantos açougues de carne humana, e instruídos na Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo indo batizados e catequizados se embarcam para as partes do Brasil ou para outras que têm uso católico”.

(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:

formação do Brasil no Atlântico Sul. Texto adaptado)


Na sua manifestação, Cadornega parece

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Q1818574 História

As constantes reclamações, não só aquelas publicadas em periódicos da Corte, mas também as diversas cartas e petições enviadas para a Secretaria de Polícia da Província, informavam que os habitantes destes mocambos praticavam frequentes roubos na região, principalmente pirateando barcos, carregados de produtos, que navegavam os rios. Segundo as denúncias, os quilombolas usavam canoas – que mantinham escondidas nos manguezais dos inúmeros riachos afluentes do Iguaçu e Sarapuí — em seus assaltos e, “para evitarem os insultos dos salteadores – [quilombolas], alguns mestres daquelas lanchas têm pactuado com eles, pagando-lhes tributo de carne, farinha, etc.”. As dificuldades alegadas pelas autoridades para destruir os mocambos eram, entre outras, sua localização em regiões pantanosas de difícil acesso e a “conivência” com os quilombolas de comerciantes, taberneiros, cativos das plantações vizinhas, escravos remadores e lavradores.


(Flávio dos Santos Gomes, Quilombos do Rio de Janeiro no século XIX.

In: Flávio dos Santos Gomes e João José Reis (orgs.),

Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)


A partir do excerto, é correto afirmar que, em geral, as comunidades de escravos fugidos 

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Respostas
1: A
2: C
3: B