Questões de Concurso Militar EEAR 2025 para Sargento - CFS - Código 40
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I‐ Saudai os que vão morrer.
II‐ Infelizmente não puderam apresentar efusivamente a todos o projeto vencedor.
III‐ Não arguímos mais da metade dos candidatos no dia de hoje.
Assinale a alternativa que traz respectiva e correta correspondência dos verbos destacados nas sentenças, ao se trocar as pessoas do plural para as mesmas pessoas do singular, mantendo‐se o mesmo tempo verbal.
(...) mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma.
Assinale a alternativa em que a pontuação é refeita para, respeitando‐se o contexto, enquadrar‐se nas recomendações gramaticais.
“Através das obras literárias tomamos contato com a vida, nas suas verdades eternas, comuns a todos os homens e lugares, porque são as verdades da mesma condição humana.”
I‐ Visto que pretende mudar‐se, preparamos um almoço de despedida.
II‐ Terá sucesso na prova, contanto que estude.
III‐ Casaram‐se e fizeram uma linda viagem, tudo como haviam planejado.
IV‐ Foi transferida de setor, portanto não nos veremos com muita frequência.
A dona esperava paciente sob o guarda‐sol. O “basset” ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. (Clarice Lispector)
A literatura, como toda arte, é uma transfiguração do real, é a realidade recriada através do espírito do artista e retransmitida através da língua para as formas, que são os gêneros, e com os quais ele toma corpo e nova realidade. Passa, então a viver outra vida, autônoma, independentemente do autor e da experiência de realidade de onde proveio. Os fatos que lhe deram às vezes origem perderam a realidade primitiva e adquiriram outra, graças à imaginação do artista. São agora fatos de outra natureza, diferente dos fatos naturais objetivados pela ciência ou pela história ou pelo social.
O artista literário cria ou recria um mundo de verdades que não são mensuráveis pelos mesmos padrões das verdades factuais. Os fatos que manipulam não têm comparação com os da realidade concreta. São as verdades humanas gerais, que traduzem antes um sentimento da experiência, uma compreensão e um julgamento das coisas humanas, um sentido da vida, e que fornecem um retrato vivo e insinuante da vida, o qual sugere antes que esgota o quadro (...).
Assinale a alternativa que sintetiza o que expressa o texto.
Depreende‐se do poema que
I‐ Honrado, seu nome de prestígio pesa‐lhe os ombros diante da situação.
II‐ Mostrou ao pai alguns amigos especiais, João, que corria como ninguém; Pedro, que era bom de bola; Tonico, que conhecia muitas histórias; Abel, Joaquim, Beto...
III‐ Diz Feliciano a verdade. O que não quero mesmo é desistir de meu sonho.
IV‐ Por ambas as torcidas, ainda que respirassem rivalidade, o Hino Nacional era entoado com emoção.
Os termos em destaque são, respectivamente,
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente (...)
Perguntou‐lhe por que estava ali, já tarde, solito, desmanchando tabuinhas. E ele, que não se revelou amigo de conversa, a custo foi soltando sua explicação. O pai deixara‐o naquele ponto, recomendando‐lhe que não saísse do lugar.
( ) Em Ana levantou a menina, o sujeito Ana executa a ação expressa pela forma verbal levantou. O sujeito é, pois, o agente.
( ) Os sujeitos da 3.a pessoa não podem ter como núcleo uma palavra ou expressão substantivada, como em “O por fazer é só com Deus”. (Fernando Pessoa)
( ) Quando o verbo evoca um estado, a atitude da pessoa ou da coisa que dele participa é de neutralidade. O sujeito, no caso, não é o agente nem o paciente.
( ) Sujeito oculto é aquele que não está materialmente expresso na oração, mas pode ser identificado pela presença do sujeito em outra oração do mesmo período ou de período contíguo, como em “Guilhermina bocejou. Iria adormecer? Pôs‐se a calcular as horas.” (C. de Oliveira)