Questões de Concurso Militar CIAAR 2016 para Primeiro Tenente - Farmácia Bioquímica

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Q659406 Biomedicina - Análises Clínicas

Sobre as principais funções das apolipoproteínas, componentes proteicos das lipoproteínas, analise as afirmativas abaixo.

I. Impedem a atividade das enzimas que agem nas lipoproteínas.

II. Mantêm a integridade estrutural do complexo lipoprotéico.

III. Facilitam a captação de lipoproteína agindo como ligandos para receptores de superfície celular específicos.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Q659407 Biomedicina - Análises Clínicas
As espiroquetas são
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Q659408 Biomedicina - Análises Clínicas

Baseando-se em Hirata (2002), no que tange aos procedimentos gerais para segurança no armazenamento e no manuseio de produtos e resíduos químicos, analise as afirmativas abaixo.

I. Estocar segundo a compatibilidade das substâncias químicas.

II. Organizar o armazenamento em ordem alfabética e em locais iluminados.

III. Estocar em ambientes de estufa, iluminados pela energia elétrica ou luz solar.

Está(ão) correta(s) a(s) a afirmativa(s)

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Q659409 Biomedicina - Análises Clínicas

Ao elaborar um rótulo de produto químico perigoso, a partir dos elementos de comunicação do sistema de classificação de perigo GHS, se deve utilizar

I. quatro pictogramas em forma de losango, sendo que o de cor branca codifica informação e um perigo especial.

II. nove pictogramas em forma de losango, com bordas vermelhas e símbolos pretos.

III. 71 frases de perigo (codificadas de acordo com os riscos físicos e químicos para a saúde e o meio ambiente).

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

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Q659410 Farmácia

Baseando-se no previsto pela Resolução RDC nº 302/2005, associe as duas colunas relacionando as definições de amostra com suas respectivas descrições.

(1) Amostra controle

(2) Amostra do paciente

(3) Amostra laboratorial com restrição


( ) parte do material biológico de origem humana utilizada para análises laboratoriais.

( ) amostra do paciente fora das especificações, mas que ainda pode ser utilizada para algumas análises laboratoriais.

( ) material usado com a finalidade principal de monitorar a estabilidade e a reprodutibilidade de um sistema analítico nas condições de uso na rotina.

A sequência correta dessa classificação é

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Q659411 Farmácia
De acordo com o Código de Ética Farmacêutica, é um direito do profissional
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Q659412 Biomedicina - Análises Clínicas

De acordo com a Resolução RDC/ANVISA nº. 302 de 13 de outubro de 2005, “o laboratório clínico e o posto de coleta laboratorial devem manter atualizados e disponibilizar, a todos os funcionários, instruções escritas de biossegurança, contemplando no mínimo os seguintes itens. ”

I. procedimentos em caso de acidentes.

II. manuseio e transporte de material e amostra biológica.

III. normas e condutas de segurança biológica, química, física, ocupacional e ambiental.

IV. instruções de uso para os equipamentos de proteção individual (EPI) e de proteção coletiva (EPC).

Estão corretas as afirmativas

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Q659413 Biomedicina - Análises Clínicas
Segundo Ferreira et. al. (2001), a importância dos testes sorológicos está, dentre outros fatores, no fato de que é possível realizar o diagnóstico de algumas doenças congênitas. Ao se observar presença de anticorpos IgM anti-T.pallidum no sangue de cordão umbilical, no momento do parto, tem-se um sinal de
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Q659414 Biomedicina - Análises Clínicas
Baseando-se em Ferreira et. al. (2001), por limiar de reatividade, deve-se compreender a
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Q659415 Biomedicina - Análises Clínicas
A detecção química de hemoglobina na urina depende da atividade de qual proteína?
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Q659416 Biomedicina - Análises Clínicas
Qual enzima, normalmente, é utilizada para a detecção de lesão hepática?
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Q659417 Biomedicina - Análises Clínicas
Dentre as anormalidades na hemostasia que caracterizam a doença hepática, pode-se destacar a disfibrinogenemia, que se manifesta tanto na doença hepática aguda quanto na crônica, ocasionando extensão do tempo parcial da
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Q659418 Biomedicina - Análises Clínicas

São substâncias estranhas removidas e metabolizadas pelo fígado e, por isso, algumas são utilizadas como testes de função hepática. ”

(BURTIS, Carl A. et al. Tietz: Fundamentos de Química Clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.)

O trecho acima faz referência a

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Q659419 Biomedicina - Análises Clínicas
Dentre os carcinomas para os quais o marcador tumoral antígeno carcinoembrionário (CEA) é mais utilizado, pode-se destacar o(a)
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Q659420 Biomedicina - Análises Clínicas
Baseando-se em Henry (2012), quais são os valores de referência dos leucócitos para indivíduos adultos?
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Q659421 Biomedicina - Análises Clínicas
Segundo Henry (2012), a célula-tronco pluripotente ou multipotente está presente na medula e origina os dois tipos progenitores principais – a célula-tronco linfoide e a célula-tronco mieloide ou hematopoética, sendo esta precursora comum de
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Q688560 Português

Texto I

                       Contra a mera “tolerância” das diferenças

      “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

      “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

      “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

      Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

      Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

      Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)

Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
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Q688568 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Em “...é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora”, a palavra destacada tem como sinônimo:
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Ano: 2016 Banca: Aeronáutica Órgão: CIAAR Provas: Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Farmacêuticos - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Oficiais de Apoio - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Oficiais Engenheiros - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Farmácia Bioquímica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Administração | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Cartográfica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Enfermagem | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Dentistas - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Eletrônica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Jornalismo | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Análise de Sistemas | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Pedagogia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Psicologia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Serviços Jurídicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Elétrica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia de Telecomunicações | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia de Agrimensura | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia da Computação | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Serviço Social | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Civil | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Ortondontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Prótese Dentária | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Periodontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Mecânica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Endodontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Odontopediatria | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Odontologia Necessidades Especiais | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Implantodontia |
Q688573 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

O aspecto tipológico ao qual está filiado esse texto é o ______________. Assim, através do _______________, ele representa, pelo discurso, experiências vividas.

Alternativas
Q688576 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me...” (2º§).

Os sujeitos de “formam” e “dirijo”, no trecho acima, são, respectivamente:

Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: B
44: A
45: C
46: B
47: D
48: A
49: A
50: B
51: A
52: D
53: B
54: B
55: A
56: A
57: D
58: B
59: B
60: B