Questões Militares
Comentadas sobre psicofarmacologia em psiquiatria
Foram encontradas 230 questões
I. A paciente deve ser orientada a adotar medidas de higiene do sono, como estabelecer horários regulares para dormir e acordar, evitar o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir e criar um ambiente de sono confortável e escuro.
II. A terapia cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I) é um tratamento não farmacológico eficaz, que inclui técnicas como a restrição do sono e o controle de estímulos.
III. O tratamento farmacológico com benzodiazepínicos de longa duração é a abordagem inicial recomendada para casos de insônia crônica.
IV. O quadro descrito é compatível com o diagnóstico de insônia.
Estão corretas apenas as afirmativas
Sobre o lítio, assinale a alternativa CORRETA, segundo o autor:
Informe verdadeiro (V) ou falso (F) em relação ao que se afirma a seguir acerca da responsividade ao placebo, segundo os autores:
( ) Pacientes com transtorno de personalidade histriônica são comprovadamente associados à responsividade a um placebo.
( ) Os índices de resposta a um placebo variam nos diversos transtornos psiquiátricos e são influenciados por fatores clínicos.
( ) A quantidade e a cor dos comprimidos, assim como frequência das doses, foram reconhecidas como fatores contribuintes potenciais da responsividade a um placebo.
( ) Em determinado paciente, uma vez respondente a placebo significa que ele sempre responderá ao placebo.
( ) A alta gravidade de sintomas iniciais tende a suprimir responsividade a um placebo.
A sequência CORRETA dessa classificação, na ordem de cima para baixo, é:
Baseados nos autores, avalie as informações abaixo sobre a o MTF.
I - É recomendado realizar as dosagens de níveis séricos de um fármaco depois de transcorrerem cinco meias-vidas como reflexo da farmacocinética em estado de equilíbrio.
II - Depois da exposição prolongada aos fármacos que podem causar tolerância fisiológica, os níveis séricos desse fármaco são decididamente pouco informativos quanto à avaliação dos efeitos terapêuticos.
III -No caso de fármacos dialisáveis com níveis séricos relevantes (p. ex., lítio), deve-se dosar o nível sérico de um paciente em diálise pouco antes da sessão dialítica.
Está CORRETO o que se afirma em:
Sobre a atomoxetina e seu uso, assinale a alternativa CORRETA, segundo o autor:
Sobre o uso de cannabis e seu tratamento, assinale a alternativa INCORRETA, segundo o autor:
Sobre as características do hipnótico ideal, assinale a alternativa INCORRETA, segundo a referência:
Sobre os efeitos sexuais dos psicofármacos, assinale a alternativa CORRETA, segundo o autor:
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente M.D.G., do sexo feminino, 42 anos, é portadora de transtorno bipolar diagnosticado aos 26 anos, durante seu primeiro internamento devido a episódio maníaco desencadeado após seu primeiro parto. Seguia regularmente, há dois anos, em uso de carbonato de lítio 600 mg (litemia em média de 0,8 mEq/L) e quetiapina 200 mg. Porém, suspendeu as medicações há 3 meses, devido a ganho de peso, tendo o quadro evoluído há 3 semanas, com o surgimento de diminuição da necessidade de sono, de pensamento acelerado, de pressão por falar, de realização de gastos excessivos (comprou um carro, apesar de não ter carteira de habilitação), de hipersexualidade e de irritabilidade. Sua alteração de comportamento culminou com nova indicação de internamento. Ao dar entrada no hospital, apresentava quadro compatível com episódio maníaco grave com sintomas psicóticos (além do quadro já citado, vinha com fala extremamente acelerada, repetindo que era dona do hospital e que não poderia ficar internada). Ao ser avaliada durante o internamento, decidiu-se pelo retorno da medicação, além da solicitação de exames complementares.