Questões Militares
Comentadas sobre patologia oral e maxilofacial em odontologia
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Em relação à cicatrização óssea e aos enxertos ósseos, coloque V (Verdadeiro) ou F (Falso) nas afirmativas abaixo, de acordo com Lindhe et al. (2010), e assinale a opção correta.
( ) Existem certos fatores que podem interferir na formação do tecido ósseo após a lesão, tais como: falha na proliferação dos vasos sanguíneos para o interior do defeito e crescimento de um tecido não-ósseo ou fibroso com alta atividade proliferativa.
( ) A cicatrização do defeito ósseo envolve as seguintes fases: coagulação sanguínea, limpeza do defeito, formação tecidual, e modelamento/remodelamento tecidual.
( ) A osteocondução envolve a formação de um novo osso pela diferenciação local de células mesenquimais indiferenciadas em células formadoras de osso. Esta diferenciação ocorre sob a influência de um ou mais agentes indutores, a exemplo das proteínas ósseas morfogenéticas (BMP).
( ) A cicatrização do tecido ósseo lesado geralmente leva a formação de um tecido que difere em relação a morfologia ou a função do tecido original. Esse tipo de cicatrização é chamado de regeneração.
( ) A Osteogênese ocorre quando osteoblastos e células precursoras de osteoblastos viáveis são transplantados, como material de enxerto, para dentro do defeito ósseo, onde podem estabelecer centros de formação óssea.
(1) Lesão de crescimento lento
(2) Lesão de crescimento rápido
(3) Lesão tanto de crescimento lento quanto rápido
( ) mobilidade dos dentes envolvidos.
( ) migração dos dentes.
( ) reabsorção de raízes.
( ) osso esclerótico na periferia da lesão.
( ) Muitas lesões maxilares ocorrem preferencialmente em diferentes faixas etárias. Algumas são próprias da infância, como o querubismo, e outras próprias da idade adulta, como a osteomielite de Garré.
( ) O tamanho e a duração da lesão servem também como indicadores do tipo de alteração óssea.
( ) Para melhorar as condições de visualização de uma radiografia, pode-se utilizar máscaras negras para tapar a iluminação excedente, oriunda da radiografia de menor tamanho que o negatoscópio.
( ) Se na radiografia, a lesão se apresenta com bordos difusos, significa que o processo no seu desenvolvimento destruiu totalmente o tecido ósseo comprometido e, geralmente, caracteriza um crescimento rápido.
(1) Amelogênese imperfeita
(2) Dentinogênese imperfeita
(3) Odontodisplasia regional
(4) Hipoplasia de Turner
( ) nesta anomalia, o esmalte e a dentina são hipoplásicos e hipocalcificados. As câmaras pulpares são grandes e os canais pulpares amplos porque a dentina hipoplásica é fina. O esmalte é fino e menos denso que o normal.
( ) independente do tipo, nesta anomalia os dentes apresentam obliteração parcial ou completa das câmaras pulpares. As coroas, embora sejam geralmente de tamanhos normais, apresentam uma aparência bulbosa devido à constrição da porção cervical. Podem revelar atrição de branda à grave da superfície oclusal.
( ) as irregularidades do esmalte alteram o contorno do dente afetado e, frequentemente, são visíveis radiograficamente. A região envolvida da coroa pode aparecer como uma zona radiolúcida mal definida.
( ) a identificação é feita, principalmente, pelo exame clínico. Dependendo do tipo dessa anomalia, a densidade do esmalte pode variar de normal, igual ou até menor que a densidade da dentina.
(1) Todo o dente
(2) Coroa dentária
(3) Raiz dentária
(4) Cavidade pulpar (câmara pulpar e canal radicular)
( ) cárie, abrasão, erosão e dens in dent.
( ) anomalias de número, forma e erupção.
( ) reabsorção interna e calcificações.
( ) reabsorção externa, hipercementose e dentinogênese imperfeita.