Questões Militares
Comentadas sobre anatomia dentária em odontologia
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O esmalte é um sólido microporoso que, em condição de desmineralização, se torna mais poroso, o que altera a sua propriedade óptica, de tal forma que a luz se dissipa ao incidir sobre ele.
O sistema regulador promove a autorremoção dos ácidos da placa por meio do sistema tampão ácido da saliva, mas a desmineralização ocorre enquanto o pH da placa permanece ácido, sendo o fluido da placa menos saturado que o mineral do dente.
Ao secar-se uma superfície dental descalcificada, de tal forma que os espaços intercristalinos sejam preenchidos por ar, verifica-se grande diferença entre o índice de refração do espaço preenchido com a hidroxiapatita e o dos espaços vazios, o que se deve ao fato de o tecido descalcificado perder sua translucidez e, consequentemente, parecer opaco ao exame clínico.
A aparência da lesão inicial em esmalte, ou seja, a presença de mancha branca opaca, resulta das diferenças nos índices de refração de luz entre hidroxiapatita, água e ar.
Apesar dos múltiplos fatores inter-relacionados que contribuem para a progressão da cárie, os depósitos microbianos na superfície do dente, sozinhos, já resultariam em destruição cariosa.
No tratamento dentário, deve-se considerar o fato de que, mesmo sem sinais visíveis da lesão de cárie, os dentes podem estar revestidos por bactérias orais.
Por não formarem polissacarídios extracelulares e não aderirem a superfícies lisas, as bactérias do gênero Lactobacillus, que necessitam de sítios retentivos para a sua colonização, têm papel mais importante na progressão que na instalação da cárie dental.
Nesse quadro clínico, caso seja necessária a exodontia dos elementos fraturados, indicam-se os fórceps de números 16 e 18R para a exodontia dos dentes 45 e 17 respectivamente, sendo o fórceps número 69 útil na exodontia da raiz do dente 34.