Questões Militares
Sobre geriatria em medicina
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( ) O sistema glinfático atinge a máxima ativação durante o sono Rapid-Eyes Movement (REM).
( ) O sono noturno do idoso apresenta a mesma duração do adulto, mas com padrão fragmentado.
( ) A polissonografia é indicada em suspeita de transtornos respiratórios do sono, mas não se aplica para o diagnóstico da insônia.
( ) A Doxepina, em baixas doses, pode ser empregada no tratamento farmacológico da insônia, especialmente na manutenção do sono.
I. A principal causa evitável de óbito é a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV).
II. O planejamento do tratamento oncológico deve-se basear idealmente nas morbidades, idade e biologia do tumor.
III. Deve-se tomar cuidado com a cardiodepressão causada pela associação de ciclofosfamida, metotrexato e fluoruracila combinados em pacientes com câncer de mama.
IV. A Avaliação Geriátrica Ampla deve ser empregada para evitar o super tratamento de idosos frágeis e subtratamento de idosos robustos.
V. As neoplasias representam a segunda causa de morte no mundo, sendo que a maior dos óbitos ocorre em países de baixa e média renda.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A anemia é considerada um fator de risco para hospitalização, maior tempo de permanência hospitalar e maior mortalidade.
II. A anemia por inflamação, conhecida como anemia por doença crônica, apresenta níveis baixos de ferro sérico, mas com manutenção dos seus níveis de estoque.
III. A principal causa de anemia na pessoa idosa é a carência por falta de vitamina B12.
IV. Na deficiência de vitamina B12, ocorre aumento da dosagem de homocisteína e redução da dosagem do ácido metilmalônico.
V. Mais da metade dos casos de anemia em idosos são da categoria inexplicada, especialmente por deficiência de testosterona e eritropoetina.
Estão corretas apenas as afirmativas
( ) Observa-se redução dos níveis do hormônio tireoestimulante (TSH) e dos títulos de autoanticorpos com o processo de envelhecimento.
( ) O hipotireodismo subclínico não se associa com maior risco de declínio cognitivo e demência.
( ) O hipotireoidismo subclínico aumenta o risco de insuficiência cardíaca e insuficiência coronariana se níveis de TSH acima de 5mUI/L.
( ) A sintomatologia do hipotireoidismo pode ser confundida com fragilidade, anemia e depressão em idosos.
( ) As pessoas brancas apresentam maior risco de osteomalácia.
( ) Os pacientes com síndrome de má-absorção intestinal apresentam maior risco.
( ) As pseudocriaturas, chamadas de zonas de Looser, são patognomônicos.
( ) A calcemia, assim como a calciúria, tende a estar elevada.
O provável diagnóstico é de
Em relação a esse resultado, assinale a afirmativa correta.
A questão de número 57 a 60 terão por base o seguinte caso clínico:
Paciente de 95 anos tem o diagnóstico de osteoporose após sofrer uma fratura de fêmur proximal depois de ter caído da própria altura. Previamente deambulador domiciliar, caminhava com dificuldade utilizando um instrumento de auxílio à marcha. Não havia caído previamente.
Tem de antecedentes uma síndrome demencial, sem investigação, mas em uso de clorpromazina 5 gts, via oral, à noite, devido a agitação psicomotora. Além disso, é portador de insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada (ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 62%, insuficiência mitral grave, ritmo cardíaco irregular, compatível com fibrilação atrial).
Seus medicamentos de uso contínuo: dapaglifozina 10 mg/d, rivaroxabana 15 mg/d, furosemida s/n.
Seus exames laboratoriais: sódio: 142 mEq/L, potássio: 4,3 mEq/L, ureia: 177 mg/dL, creatinina: 2,42 mg/dL, depuração estimada de creatinina: 24 mL/min., cálcio ionizado: 1,25 mmol/L (VN: 1,17 a 1,43), fósforo: 5,1 mg/dL (VN: 2,5 a 4,5), fosfatase alcalina: 77 U/L (VN: 30 a 120 U/L), paratormônio: 250 pg/mL (VN: 12 A 65 pg/mL), 25 OH Vitamina D: 9,7 ng/ mL, hemoglobina: 6,8 g/dL, hematócrito: 20,6%, leucócitos: 5960 / mL, plaquetas: 123000 / mL; ferro: 40 mcg/dL (VN: 70 A 180), saturação de ferro: 22% (VN: 20 A 50%), ferritina: 276 ng/mL (VN: 23,9 A 336,2), capacidade total e latente de ligação de transferrina, respectivamente, 176 mcg/dL (VN: 225 a 535) e 136 mcg/dL (VN: 155 a 355).
A questão de número 57 a 60 terão por base o seguinte caso clínico:
Paciente de 95 anos tem o diagnóstico de osteoporose após sofrer uma fratura de fêmur proximal depois de ter caído da própria altura. Previamente deambulador domiciliar, caminhava com dificuldade utilizando um instrumento de auxílio à marcha. Não havia caído previamente.
Tem de antecedentes uma síndrome demencial, sem investigação, mas em uso de clorpromazina 5 gts, via oral, à noite, devido a agitação psicomotora. Além disso, é portador de insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada (ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 62%, insuficiência mitral grave, ritmo cardíaco irregular, compatível com fibrilação atrial).
Seus medicamentos de uso contínuo: dapaglifozina 10 mg/d, rivaroxabana 15 mg/d, furosemida s/n.
Seus exames laboratoriais: sódio: 142 mEq/L, potássio: 4,3 mEq/L, ureia: 177 mg/dL, creatinina: 2,42 mg/dL, depuração estimada de creatinina: 24 mL/min., cálcio ionizado: 1,25 mmol/L (VN: 1,17 a 1,43), fósforo: 5,1 mg/dL (VN: 2,5 a 4,5), fosfatase alcalina: 77 U/L (VN: 30 a 120 U/L), paratormônio: 250 pg/mL (VN: 12 A 65 pg/mL), 25 OH Vitamina D: 9,7 ng/ mL, hemoglobina: 6,8 g/dL, hematócrito: 20,6%, leucócitos: 5960 / mL, plaquetas: 123000 / mL; ferro: 40 mcg/dL (VN: 70 A 180), saturação de ferro: 22% (VN: 20 A 50%), ferritina: 276 ng/mL (VN: 23,9 A 336,2), capacidade total e latente de ligação de transferrina, respectivamente, 176 mcg/dL (VN: 225 a 535) e 136 mcg/dL (VN: 155 a 355).
A questão de número 57 a 60 terão por base o seguinte caso clínico:
Paciente de 95 anos tem o diagnóstico de osteoporose após sofrer uma fratura de fêmur proximal depois de ter caído da própria altura. Previamente deambulador domiciliar, caminhava com dificuldade utilizando um instrumento de auxílio à marcha. Não havia caído previamente.
Tem de antecedentes uma síndrome demencial, sem investigação, mas em uso de clorpromazina 5 gts, via oral, à noite, devido a agitação psicomotora. Além disso, é portador de insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada (ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 62%, insuficiência mitral grave, ritmo cardíaco irregular, compatível com fibrilação atrial).
Seus medicamentos de uso contínuo: dapaglifozina 10 mg/d, rivaroxabana 15 mg/d, furosemida s/n.
Seus exames laboratoriais: sódio: 142 mEq/L, potássio: 4,3 mEq/L, ureia: 177 mg/dL, creatinina: 2,42 mg/dL, depuração estimada de creatinina: 24 mL/min., cálcio ionizado: 1,25 mmol/L (VN: 1,17 a 1,43), fósforo: 5,1 mg/dL (VN: 2,5 a 4,5), fosfatase alcalina: 77 U/L (VN: 30 a 120 U/L), paratormônio: 250 pg/mL (VN: 12 A 65 pg/mL), 25 OH Vitamina D: 9,7 ng/ mL, hemoglobina: 6,8 g/dL, hematócrito: 20,6%, leucócitos: 5960 / mL, plaquetas: 123000 / mL; ferro: 40 mcg/dL (VN: 70 A 180), saturação de ferro: 22% (VN: 20 A 50%), ferritina: 276 ng/mL (VN: 23,9 A 336,2), capacidade total e latente de ligação de transferrina, respectivamente, 176 mcg/dL (VN: 225 a 535) e 136 mcg/dL (VN: 155 a 355).
A questão de número 57 a 60 terão por base o seguinte caso clínico:
Paciente de 95 anos tem o diagnóstico de osteoporose após sofrer uma fratura de fêmur proximal depois de ter caído da própria altura. Previamente deambulador domiciliar, caminhava com dificuldade utilizando um instrumento de auxílio à marcha. Não havia caído previamente.
Tem de antecedentes uma síndrome demencial, sem investigação, mas em uso de clorpromazina 5 gts, via oral, à noite, devido a agitação psicomotora. Além disso, é portador de insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada (ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 62%, insuficiência mitral grave, ritmo cardíaco irregular, compatível com fibrilação atrial).
Seus medicamentos de uso contínuo: dapaglifozina 10 mg/d, rivaroxabana 15 mg/d, furosemida s/n.
Seus exames laboratoriais: sódio: 142 mEq/L, potássio: 4,3 mEq/L, ureia: 177 mg/dL, creatinina: 2,42 mg/dL, depuração estimada de creatinina: 24 mL/min., cálcio ionizado: 1,25 mmol/L (VN: 1,17 a 1,43), fósforo: 5,1 mg/dL (VN: 2,5 a 4,5), fosfatase alcalina: 77 U/L (VN: 30 a 120 U/L), paratormônio: 250 pg/mL (VN: 12 A 65 pg/mL), 25 OH Vitamina D: 9,7 ng/ mL, hemoglobina: 6,8 g/dL, hematócrito: 20,6%, leucócitos: 5960 / mL, plaquetas: 123000 / mL; ferro: 40 mcg/dL (VN: 70 A 180), saturação de ferro: 22% (VN: 20 A 50%), ferritina: 276 ng/mL (VN: 23,9 A 336,2), capacidade total e latente de ligação de transferrina, respectivamente, 176 mcg/dL (VN: 225 a 535) e 136 mcg/dL (VN: 155 a 355).
A questão de número 52 a 56 dize respeito ao caso clínico descrito a seguir.
Paciente de 80 anos procura o consultório médico com queixa de esquecimentos e confusão mental há 3 anos. Seus déficits vinham piorando lenta e paulatinamente. Relata uma piora importante, de forma súbita, há cerca de 2 anos, quando apresentou um desvio de rima labial para direita e diminuição da força muscular do membro superior esquerdo. Concomitantemente, paciente deixou de cozinhar por deixar a comida queimar no fogo. Deixou de realizar compras na feira porque esquecia do que precisava comprar e se atrapalhava com os pagamentos. Tornou-se apática, desinteressada, triste e vem se isolando socialmente.
Paciente mantém-se independente para as atividades básicas, mas tem comprometimento para as atividades instrumentais.
Vem apresentando diminuição da velocidade de marcha, autorrelato de cansaço e força de preensão palmar de 12 Kgf.
Medicação de uso continuado: ácido acetilsalicílico 100 mg após o almoço, atorvastatina 40 mg uma vez ao dia, memantina 10 mg 1x/d, donepezila 10 mg 1x/d, losartana 50 mg 12/12h, atenolol 25 mg 12/12h, insulina NPH 6 unidades por via subcutânea pela manhã e à noite, metformina 850 mg 3x/d, gliclazida 60 mg 1x/d e evogliptina 5 mg pela manhã.
A paciente realizou uma tomografia computadorizada de crânio.
Em relação ao tratamento do diabetes, a paciente está utilizando insulina NPH 6U pela manhã e à noite, metformina 850 mg 3x/d, gliclazida 60 mg/d e evogliptina 5 mg/d.
Assinale a alternativa correta.
A questão de número 52 a 56 dize respeito ao caso clínico descrito a seguir.
Paciente de 80 anos procura o consultório médico com queixa de esquecimentos e confusão mental há 3 anos. Seus déficits vinham piorando lenta e paulatinamente. Relata uma piora importante, de forma súbita, há cerca de 2 anos, quando apresentou um desvio de rima labial para direita e diminuição da força muscular do membro superior esquerdo. Concomitantemente, paciente deixou de cozinhar por deixar a comida queimar no fogo. Deixou de realizar compras na feira porque esquecia do que precisava comprar e se atrapalhava com os pagamentos. Tornou-se apática, desinteressada, triste e vem se isolando socialmente.
Paciente mantém-se independente para as atividades básicas, mas tem comprometimento para as atividades instrumentais.
Vem apresentando diminuição da velocidade de marcha, autorrelato de cansaço e força de preensão palmar de 12 Kgf.
Medicação de uso continuado: ácido acetilsalicílico 100 mg após o almoço, atorvastatina 40 mg uma vez ao dia, memantina 10 mg 1x/d, donepezila 10 mg 1x/d, losartana 50 mg 12/12h, atenolol 25 mg 12/12h, insulina NPH 6 unidades por via subcutânea pela manhã e à noite, metformina 850 mg 3x/d, gliclazida 60 mg 1x/d e evogliptina 5 mg pela manhã.
A paciente realizou uma tomografia computadorizada de crânio.
A questão de número 52 a 56 dize respeito ao caso clínico descrito a seguir.
Paciente de 80 anos procura o consultório médico com queixa de esquecimentos e confusão mental há 3 anos. Seus déficits vinham piorando lenta e paulatinamente. Relata uma piora importante, de forma súbita, há cerca de 2 anos, quando apresentou um desvio de rima labial para direita e diminuição da força muscular do membro superior esquerdo. Concomitantemente, paciente deixou de cozinhar por deixar a comida queimar no fogo. Deixou de realizar compras na feira porque esquecia do que precisava comprar e se atrapalhava com os pagamentos. Tornou-se apática, desinteressada, triste e vem se isolando socialmente.
Paciente mantém-se independente para as atividades básicas, mas tem comprometimento para as atividades instrumentais.
Vem apresentando diminuição da velocidade de marcha, autorrelato de cansaço e força de preensão palmar de 12 Kgf.
Medicação de uso continuado: ácido acetilsalicílico 100 mg após o almoço, atorvastatina 40 mg uma vez ao dia, memantina 10 mg 1x/d, donepezila 10 mg 1x/d, losartana 50 mg 12/12h, atenolol 25 mg 12/12h, insulina NPH 6 unidades por via subcutânea pela manhã e à noite, metformina 850 mg 3x/d, gliclazida 60 mg 1x/d e evogliptina 5 mg pela manhã.
A paciente realizou uma tomografia computadorizada de crânio.
A questão de número 52 a 56 dize respeito ao caso clínico descrito a seguir.
Paciente de 80 anos procura o consultório médico com queixa de esquecimentos e confusão mental há 3 anos. Seus déficits vinham piorando lenta e paulatinamente. Relata uma piora importante, de forma súbita, há cerca de 2 anos, quando apresentou um desvio de rima labial para direita e diminuição da força muscular do membro superior esquerdo. Concomitantemente, paciente deixou de cozinhar por deixar a comida queimar no fogo. Deixou de realizar compras na feira porque esquecia do que precisava comprar e se atrapalhava com os pagamentos. Tornou-se apática, desinteressada, triste e vem se isolando socialmente.
Paciente mantém-se independente para as atividades básicas, mas tem comprometimento para as atividades instrumentais.
Vem apresentando diminuição da velocidade de marcha, autorrelato de cansaço e força de preensão palmar de 12 Kgf.
Medicação de uso continuado: ácido acetilsalicílico 100 mg após o almoço, atorvastatina 40 mg uma vez ao dia, memantina 10 mg 1x/d, donepezila 10 mg 1x/d, losartana 50 mg 12/12h, atenolol 25 mg 12/12h, insulina NPH 6 unidades por via subcutânea pela manhã e à noite, metformina 850 mg 3x/d, gliclazida 60 mg 1x/d e evogliptina 5 mg pela manhã.
A paciente realizou uma tomografia computadorizada de crânio.