Questões Militares
Comentadas sobre endocrinologia em medicina
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Mulher primigesta de 18 anos, com histórico nefrite lúpica e creatinina basal de 1,6 mg/dL, está com idade gestacional de 38 semanas. Ela entra em trabalho de parto e há preocupação com pré-eclâmpsia grave. Ela recebe uma dose de ataque de 8 g de sulfato de magnésio e, em seguida, uma infusão contínua é iniciada (sulfato de magnésio, 2 g/h), seguida de parto cesáreo. Horas após o parto, ela está sonolenta e parece ter paralisia flácida. Os reflexos patelares estão ausentes. Exame físico: afebril; frequência cardíaca: 52 bpm; pressão arterial: 90 x 61 mmHg; frequência respiratória: 8/min; saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente. O ECG mostra bradicardia sinusal com QRS prolongado.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é
A etiologia mais provável dessa evolução é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento inicial de escolha é com
A etiologia mais provável da apresentação descrita é
A causa mais provável para os achados do exame físico é
Com base nos dados, a causa subjacente das alterações descritas é
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Uma criança de 3 anos e 2 meses, pesando 15 kg, dá entrada no pronto-socorro com história de dor abdominal e vômitos há 1 semana, já tendo passado por outro pronto-socorro há 2 dias e recebido ondansetrona e dipirona. Ao exame físico, encontra-se sonolenta, com respiração profunda e rápida, desidratada de algum grau, porém a mãe relata que a criança está urinando bastante e dor abdominal difusa à palpação. O médico do pronto-socorro faz uma hipótese diagnóstica de desidratação e dispepsia aguda, prescreve expansão com cristaloides, 20 mL/kg por 3 vezes em 1 hora, e solicita avaliação da UTI para internação, pois a criança se mantém muito sonolenta após as 3 expansões e ainda parece bem desidratada, apesar de diurese clara e abundante.
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Uma criança de 3 anos e 2 meses, pesando 15 kg, dá entrada no pronto-socorro com história de dor abdominal e vômitos há 1 semana, já tendo passado por outro pronto-socorro há 2 dias e recebido ondansetrona e dipirona. Ao exame físico, encontra-se sonolenta, com respiração profunda e rápida, desidratada de algum grau, porém a mãe relata que a criança está urinando bastante e dor abdominal difusa à palpação. O médico do pronto-socorro faz uma hipótese diagnóstica de desidratação e dispepsia aguda, prescreve expansão com cristaloides, 20 mL/kg por 3 vezes em 1 hora, e solicita avaliação da UTI para internação, pois a criança se mantém muito sonolenta após as 3 expansões e ainda parece bem desidratada, apesar de diurese clara e abundante.