Questões Militares Comentadas sobre clínica médica humana em medicina

Foram encontradas 856 questões

Q4191112 Medicina
Paciente apresenta Vertigem Posicional Paroxística Benigna de canal semicircular anterior.

Nesse contexto, qual manobra está indicada para o tratamento?
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Q4190911 Medicina
Paciente de 57 anos deu entrada no pronto-socorro com história de cefaleia súbita e perda de consciência. Ao exame, encontra-se vigil, orientada, com cefaleia intensa e discreta rigidez nucal. Pela escala de Hunt e Hess, essa paciente se classificaria como Hunt e Hess 
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Q4190595 Medicina
Paciente feminina, 85 anos, atendida em setor de emergência com quadro clínico de confusão mental e rebaixamento de nível de consciência importante. Familiares explicam que paciente era previamente ativa, contactuante e sem deficiência cognitiva importante. O quadro clínico surgiu, há cerca de 4 dias, com piora recente. Exames mostram sódio sérico de 122 mEq/L.

Nesse caso, é correto afirmar que a hipótese diagnóstica e conduta adequada são:
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Q4190589 Medicina
Segundo as diretrizes do Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO), a definição de injúria renal aguda é o
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Q4190585 Medicina
Mulher, 24 anos comparece ao pronto atendimento com queixa de disúria, polaciúria e urgência miccional. Nega febre e vômitos. Faz uso regular de anticoncepcional oral, nega comorbidades e nega quadro anterior com sintomas. Encontra-se em bom estado geral. Exame de urina mostra leucocitúria importante e hematúria discreta.

Diante desse quadro, é correto afirmar que a hipótese diagnóstica e conduta adequada são:
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Q4190580 Medicina
Assinale a alternativa correta com relação à recomendação para doença renal crônica, estágios 3-5.
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Q4190567 Medicina
Paciente de 68 anos com glomerulonefrite crônica, em hemodiálise há 3 meses, ainda em ajuste de peso seco. Evoluindo com hipertensão arterial e grande ganho de peso interdialítico. Não apresenta edema de membros inferiores e ausculta pulmonar mostra somente roncos esparsos. Ecocardiograma mostra fração de ejeção baixa (42%). Em uso de 5 classes de drogas anti-hipertensivas. Faz uso de eritropoetina 10.000 UI, 3 x semana.

Para corrigir a pressão arterial nesse caso, a melhor conduta é
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Q4190566 Medicina
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão em Diálise da Sociedade Brasileira de Nefrologia, é correto afirmar que
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Q4190441 Medicina

Paciente do sexo feminino de 38 anos procura atendimento por queixa de fadiga, cefaleia e irritabilidade. Previamente hígida e sem comorbidades, nuligesta, relata apenas fluxo menstrual mensal volumoso. Avaliação laboratorial mostra Hb: 10,2 g/dL; VCM: 74 fL; ferritina: 22 ng/mL; índice de saturação de transferrina (IST): 12%; PCR: normal

.

Assinale a alternativa correta com relação a esse caso.

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Q4190050 Medicina
Um homem de 44 anos apresenta dispneia aos esforços há alguns meses. Nega dor torácica, síncope e história familiar de morte súbita. Ao exame clínico, apresenta sinais vitais normais e um sopro contínuo 2+/6+ audível em todo o precórdio, com pico em mesodiástole a telediástole. O eletrocardiograma de 12 derivações mostra ritmo sinusal normal, e o ecocardiograma transtorácico evidencia dilatação das câmaras direitas, função sistólica do ventrículo esquerdo preservada e insuficiência tricúspide discreta a moderada. O contraste com solução salina agitada não mostra evidência de shunt intracardíaco.

Qual é o melhor próximo passo na condução?
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Q4190048 Medicina
Mulher de 52 anos, hipertensa e tabagista, procura atendimento por dor torácica opressiva prolongada. O eletrocardiograma mostra infradesnivelamento transitório do segmento ST em parede lateral, e a troponina apresenta elevação compatível com infarto agudo do miocárdio. É submetida à cineangiocoronariografia nas primeiras horas, que não evidencia lesões obstrutivas significativas. Ecocardiograma transtorácico mostra hipocinesia discreta de parede inferolateral, sem derrame pericárdico. Permanece hemodinamicamente estável, sem nova dor.

Considerando esse cenário, o exame complementar que mais provavelmente acrescentará a informação decisiva para esclarecer o mecanismo do evento e orientar a conduta subsequente é
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Q4190046 Medicina
Homem de 68 anos, com antecedente de infarto anterior extenso há 5 anos e fração de ejeção de 34%, procura pronto atendimento por palpitações de início súbito associadas a tontura. Encontra-se consciente, com pressão arterial de 96 x 62 mmHg, frequência cardíaca de 176 bpm e sem sinais de choque. O monitor mostra taquicardia regular de QRS largo.

O achado eletrocardiográfico que mais fortemente favorece uma origem ventricular da taquicardia é:
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Q4190042 Medicina
Homem de 47 anos, com miocardiopatia dilatada não isquêmica diagnosticada há 10 meses, encontra-se em seguimento ambulatorial. Está em uso regular de sacubitril/valsartana, carvedilol, espironolactona, dapagliflozina e diurético de alça em dose estável. Permanece com dispneia aos esforços habituais, sem síncope. O ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 29%. O eletrocardiograma revela QRS com duração de 110 ms, em ritmo sinusal. A monitorização ambulatorial evidenciou episódios de taquicardia ventricular não sustentada.

Nesse cenário, a conduta apropriada em relação à prevenção primária de morte súbita é
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Q4190040 Medicina
Homem de 38 anos, com hipertensão arterial leve e irregularmente tratada, procura avaliação por dispneia aos grandes esforços e dois episódios de pré-síncope durante atividade física recreativa no último ano. Relata que um irmão faleceu subitamente aos 42 anos. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 144 x 88 mmHg, frequência cardíaca de 64 bpm e sopro sistólico em borda esternal esquerda, mais audível com ortostatismo. O ecocardiograma evidencia espessamento septal assimétrico de 18 mm, fração de ejeção preservada e gradiente dinâmico discreto em via de saída do ventrículo esquerdo.

O achado complementar que reforça a interpretação etiológica mais provável do quadro é:
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Q4190037 Medicina
Mulher de 62 anos, com hipertensão arterial sistêmica há 8 anos e dislipidemia, retorna 6 semanas após início de tratamento com losartana 50 mg/dia. Refere boa adesão, sem efeitos adversos e redução parcial dos níveis pressóricos. As medidas padronizadas em consultório permanecem em torno de 152 x 92 mmHg, e a monitorização residencial da pressão arterial mostra média de 148 x 88 mmHg. Exames laboratoriais revelam creatinina estável e potássio normal. Nega doença coronariana, insuficiência cardíaca ou doença renal crônica avançada.

Considerando o cenário descrito, a conduta apropriada em relação ao tratamento e seguimento é 
Alternativas
Q4190036 Medicina
Homem, 64 anos, com diabetes mellitus tipo 2, microalbuminúria persistente e hipertrofia ventricular esquerda ao eletrocardiograma, comparece para seguimento ambulatorial. Mantém pressão arterial repetidamente em torno de 158 x 96 mmHg em medidas padronizadas, confirmadas por monitorização residencial. Nega sintomas. Creatinina sérica é: 1,0 mg/dL; potássio: 4,4 mEq/L, sem história de doença coronariana prévia ou insuficiência cardíaca. Não faz uso prévio de anti-hipertensivos.

Considerando o perfil clínico e o objetivo de controle pressórico com proteção cardiovascular e renal, a conduta inicial apropriada é 
Alternativas
Q4190035 Medicina
Homem de 56 anos, obeso, com diabetes mellitus tipo 2 e dislipidemia, encontra-se em acompanhamento por pressão arterial persistentemente elevada nas consultas, com medidas habituais entre 158-166 x 94-102 mmHg. Refere uso regular de losartana, anlodipina, clortalidona e espironolactona. Nega cefaleia, sudorese paroxística ou fraqueza muscular. Tem função renal estável, potássio normal e eletrocardiograma com sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Apesar do relato de adesão adequada, informa que em casa “quase sempre a pressão fica bem melhor”, geralmente em torno de 128-134 x 76-82 mmHg, aferida por aparelho automático validado.

A medida que mais provavelmente acrescentará a informação decisiva para o raciocínio clínico e para a reclassificação adequada do caso é
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Q4190024 Medicina
Homem, 63 anos, com antecedente de infarto do miocárdio há 3 anos, procura seguimento ambulatorial por dispneia aos esforços habituais e fadiga progressiva há 5 meses. Encontra-se clinicamente estável, sem sinais de congestão ao exame físico. Apresenta pressão arterial de 112 x 68 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm, ritmo regular, saturação de 97% em ar ambiente e ausência de edema periférico. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 31%. Creatinina sérica 1,1 mg/dL, potássio 4,6 mEq/L. Faz uso regular de enalapril, carvedilol, furosemida e AAS.

Considerando o quadro descrito, a conduta com maior potencial de reduzir mortalidade e internações por insuficiência cardíaca, no contexto atual, é:
Alternativas
Q4190023 Medicina
Homem, 54 anos, com antecedente de tuberculose tratada há 20 anos, refere edema progressivo de membros inferiores, aumento do volume abdominal e fadiga aos esforços habituais há 8 meses. Nega ortopneia importante. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 108 x 68 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm, turgência jugular a 45º, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito, ascite moderada e edema bilateral de membros inferiores. À ausculta cardíaca, as bulhas são hipofonéticas, sem sopros significativos. Durante a inspiração, observa-se aumento paradoxal da turgência jugular.

Considerando esse contexto clínico e propedêutico, o achado adicional mais compatível é:
Alternativas
Q4190021 Medicina
Homem, 68 anos, hipertenso, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 8 meses, com piora nos últimos 2 meses. Refere, ainda, episódios de tontura ao caminhar mais rápido e sensação de cansaço importante ao subir uma ladeira. Nega dor torácica típica. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 132 x 76 mmHg, frequência cardíaca de 78 bpm, ritmo regular. À ausculta cardíaca, observa-se sopro sistólico rude em foco aórtico, irradiado para as carótidas, de intensidade 4+/6, com redução da segunda bulha em foco aórtico. O pulso carotídeo é de pequena amplitude e ascensão lentificada. Não há estertores pulmonares.

Com base na propedêutica clínica, a hipótese diagnóstica mais provável é
Alternativas
Respostas
41: C
42: A
43: B
44: B
45: E
46: D
47: C
48: E
49: A
50: A
51: D
52: B
53: A
54: B
55: C
56: B
57: E
58: B
59: C
60: A