Questões Militares
Comentadas sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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( ) Caso haja elevação de segmento ST, sugere-se coronariografia precoce. ( ) Caso não haja elevação de segmento ST, e a PCR foi em ritmo chocável, há estudos observacionais mostrando melhora do prognóstico neurológico com a coronariografia precoce, mas com baixo grau de certeza da evidência. ( ) A recomendação final para pacientes pós-PCR comatosos e sem elevação do segmento ST é que, tanto a coronariografia precoce, quanto a tardia, são aceitáveis.
À luz da literatura atual, o melhor benefício do uso do ácido tranexâmico em pacientes com choque hemorrágico se dá quando o utilizamos dentro do intervalo de ___________ horas após injúria.
( ) O conceito de choque está necessariamente associado à hipotensão, sendo que a ausência de hipotensão descarta a manifestação dessa síndrome.
( ) Existe um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio pelos tecidos (DO2 e VO2) que resultará em metabolismo anaeróbico e disfunção orgânica múltipla.
( ) As janelas clínicas do corpo são representadas por alterações cutâneas (pele pegajosa, mosqueada, livedo reticular), oligúria (diurese < 0,5ml/kg/h) e neurológica (sonolência, confusão mental e agitação).
( ) O choque distributivo em suas fases iniciais cursa com redução do débito cardíaco, da resistência vascular sistêmica e hipotensão arterial.
Quanto ao tratamento da diabete, a conduta recomendada nesse paciente é:
Nesse paciente, o achado que é mais provável de prever um resultado clínico adverso é
Nesse momento, a conduta de escolha é
Nesse momento, a conduta de escolha é
O diagnóstico do paciente relatado é choque
( ) É importante restaurar o volume circulante e corrigir coagulopatias com hemoderivados.
( ) Na ausência de uma lesão letal óbvia, como a decapitação, a ressuscitarão deve ser efetivada.
( ) Paradas cardíacas pós-trauma com duração superior a 10 minutos raramente estão associadas a bom prognóstico.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Paciente em pós-operatório de retosigmoidectomia eletiva apresenta mal-estar súbito e parada cardiorrespiratória em fibrilação ventricular. Durante os 2 primeiros ciclos de ressuscitação cardiopulmonar, recebeu 1mg de epinefrina, 2 choques no desfibrilador, permanecendo sem pulso, porém evoluindo para o ritmo de assistolia, mesmo após checagem de cabos e derivações.
Qual o medicamento deve ser administrado a seguir?
I. Choque cardiogênico por arritmia cardíaca II. Choque cardiogênico por insuficiência de válvula mitral grave III. Choque obstrutivo por tamponamento pericárdico IV. Choque obstrutivo por tromboembolismo pulmonar
São diagnósticos diferenciais nesse caso
COLUNA I
1. Dopamina 2. Dobutamina 3. Nitroprussiato de sódio 4. Milrinona
COLUNA II
( ) Pode causar taquicardia, arritmias, hipertensão, necrose local (se houver infiltração) e vasoconstrição periférica. O seu uso prolongado pode inibir a liberação do TSH. ( ) Pode causar arritmias, náuseas, mielossupressão, isquemia local (se houver infiltração) e é inativada por soluções alcalinas. ( ) Monitorizar a saturação periférica e o ECG. A hipovolemia pode agravar os efeitos hipotensores da medicação. Nos casos de tratamentos prolongados (> 48h), doses > 2 mcg/kg/min ou em pacientes com disfunção hepática ou renal, os níveis de tiocianato e cianeto devem ser monitorados. Pode causar convulsões, agitação, hipotensão arterial, bradicardia e taquicardia, náuseas, vômitos, câimbras abdominais e hipotireoidismo. ( ) Monitorizar ECG, pressão arterial e plaquetas. A hipovolemia pode agravar os efeitos hipotensores da medicação. Pode causar plaquetopenia, hipopotassemia e se acumular em pacientes com insuficiência renal.
Assinale a sequência correta.